sábado, 29 de março de 2008

É que você ainda não chegou em casa


Ouvi uma história, anos atrás, sobre um casal de missionários que estava voltando da África para os Estados Unidos.

Não tinham aposentadoria, sua saúde estava debilitada, sentiam-se derrotados, desanimados e apreensivos.

Depois de muitos anos de serviço missionário, lá estavam eles, iniciando sua longa viagem de volta a bordo do mesmo navio em que estava o Presidente Teddy Roosevelt (presidente dos EUA de 1901-1909), retornando de uma temporada de caça na África.

No momento do embarque, havia uma multidão de gente e uma banda tocando para a despedida do presidente, mas ninguém para se despedir dos missionários. O marido disse, então, à esposa:

- "Não é estranho, querida? Aqui estamos nós, sacrificamos nossas vidas no serviço do Senhor, gastamos muitos anos neste lugar, perseveramos no meio de imensas adversidades, perdemos alguns dos nossos filhos e os enterramos aqui. Tudo tem sido tão difícil, mas ninguém realmente se importa com isto, não é? Veja só toda essa fanfarra quando o presidente volta de uma simples excursão de caça! Mas ninguém se importa se fizemos algo de valor para Deus ou não."

- "Querido, você não deveria pensar assim", disse sua esposa.

- "Não dá para pensar de outra forma. É tudo tão injusto."

Durante toda a viagem, enquanto cruzavam o Atlântico, este sentimento crescia e fervia em sua mente. A amargura foi tomando conta da sua alma e ele disse à sua esposa:

- "Aposto que quando chegarmos em Nova Iorque vai haver outra banda para receber o presidente, e ninguém esperando por nós. Estaremos sozinhos".
-
E foi assim que aconteceu. Quando o navio atracou no porto de Nova Iorque, uma banda tocava as canções preferidas de Teddy Roosevelt, e todas as autoridades da cidade estavam lá para recepcioná-lo.

Enquanto isto, o casal de missionários desembarcou completamente despercebido e foi alugar um apartamento dilapidado no Setor Leste de Nova York.

Completamente arrasado, o homem disse à esposa:

- "Não é justo, não é justo mesmo! Aqui estamos nós, sem dinheiro, sem saber quem é que vai cuidar de nós ou para onde vamos. Deus nos prometeu grandes coisas, mas nada aconteceu. Entregamos a ele tudo que tínhamos, e o que fez por nós? Agora, veja o que acontece quando o presidente sai numa excursão de caça! Isso não é justo!"

- "Querido", a esposa respondeu, "eu sei que não é justo, mas esta não é a atitude certa. Não deve pensar assim. Por que você não vai até o quarto, converse com o Senhor sobre tudo isso e veja o que ele tem a dizer?".

E ele foi. Entrou no quarto e ajoelhou-se à beira da cama, sozinho. Ficou lá por um bom tempo e, quando saiu, seu rosto brilhava. Sua esposa percebeu que algo tinha acontecido. Então ela perguntou:

- "O que houve?".

E ele respondeu:

- "Eu me ajoelhei e derramei toda essa história diante do
Senhor. Contei para ele que havia achado tudo tão injusto, especialmente que ao chegarmos em casa, o presidente ganhou aquela tremenda recepção, enquanto ninguém se importou conosco. Eu disse também que ele não
estava nos tratando direito.

Mas sabe o que o Senhor me disse? Foi como se tivesse se inclinado e colocado sua mão no meu ombro, para me dizer:

- "Mas você ainda não chegou em casa!"

Do livro "TALKING TO MY FATHER" (Conversando com meu Pai), de Ray Stedman&Co. 1997.

segunda-feira, 24 de março de 2008

Adoniran Judson – Um Missionário


O missionário Adoniran Judson levou o Evangelho até a Ásia e traduziu a Bíblia para o birmanês.
A história desse personagem é contada até hoje. Era o ano de 1824. Os oficiais do rei da Birmânia (atual Mianmar) - pais que fica às margens do Golfo de Bengala, no Sudeste Asiático tinham acabado de saquear o lar missionário de Adoniran e Ann Judson. levando tudo o que acharam de "valioso". No entanto, o tesouro mais precioso havia passado despercebido: o manuscrito de uma porção da Bíblia, traduzida por Adoniran Judson, que sua esposa Ann enterrara sob a casa.
Acusado de espionagem, Adoniran, um missionário magro e de corpo pequeno, ficou encarcerado por quase dois anos em uma prisão infestada por mosquitos. Ele e outros 60 condenados à morte ficaram encerrados em um edifício sem janelas, escuro, abafado e imundo. Durante aquele período, sua esposa conseguiu entregar-lhe um travesseiro - para que ele pudesse dormir melhor no duro chão de areia da prisão -, além de livros, papéis e anotações que ele usava para continuar a tradução da Bíblia para O birmanês. Dentro da cadeia, além das traduções, que ele escondia dentro de seu travesseiro, Adoniran evangelizava os presos.
O episódio descrito é parte da história do americano Adoniran Judson (1788 - 1850), o primeiro missionário cristão na Birmânia, que, por 30 anos, perseverou em seu trabalho de evangelização, apesar das doenças e perseguições constantes que sofria por pregar o Evangelho naquele país.
Em 1819 - seis anos depois de sua chegada à Birmânia -, Judson conseguiu seu primeiro convertido. Dois anos depois, já havia uma igreja fundada no país, com 18 batizados. Em 1837, havia 1144 convertidos batizados na Birmânia. Em 1880, esse número passou a sete mil, distribuídos por 63 igrejas. Em 1950, cem anos depois de sua morte, existiam mais de 200 mil cristãos na Birmânia, em sua maioria, resultantes da mensagem que Judson deixara naquele país. Dizia ele: "Muitos cristãos consagrados jamais atingirão os campos missionários com seus próprios pés, mas poderão alcançá-los com os seus joelhos."
Vida e Obra - Aquele amor à Palavra de Deus tinha história. Adoniran Judson nasceu em Malden, no estado americano de Massachussetts. Filho do pastor congregacional Adoniran Judson e de Abigail Brown Judson, o jovem Adoniran trabalhou duro em um moinho do pai. Tinha de caminhar muito até chegar à escola e tinha intensa devoção à Igreja.
Sua mãe ensinou-lhe a ler um capítulo inteiro da Bíblia quando tinha apenas quatro anos. Nos anos seguintes, freqüentou a New London Academy e depois a Brown Univercity, onde entrou com apenas 16 anos. Naquele período em que o ateísmo, proveniente da França, chegava com força aos Estados Unidos, o jovem Adoniran teve uma crise existencial. Recém diplomado, aos 19 anos, ele surpreendeu os pais quando disse que não mais acreditava na existência de Deus e que iria escrever peças de teatro. Era o ano de 1807.
Saiu de casa, mas, quando seguia para a casa de um tio, teve uma experiência que mudou sua vida por completo. No fim de uma noite, procurou um lugar para dormir em uma pensão. O proprietário disse que só tinha um quarto que ficava ao lado de outro em que estava uma pessoa muito doente. A voz agonizante de um homem no quarto ao lado só o deixou dormir no fim da madrugada. Ao acordar, Adoniran soube que aquele homem havia morrido, e tomou um susto ao saber que se tratava de Jacob Eames, um cético e descrente que ele conhecera na faculdade; e que também abandonara o Evangelho pelos ideais ateístas.
A notícia da morte de Eames atingiu seu coração como uma flecha. Foi, então, para Plymouth, onde assistiu a dezenas de palestras de pregadores cristãos. Em 1808, decidiu estudar para o ministério e entrou no seminário teológico de Andover. No ano seguinte, fez uma profissão pública de fé na igreja do pai e sentiu o desejo de tornar-se missionário.
Na época, escrevia a Ann, então sua noiva: Em tudo que faço, pergunto a mim mesmo: Isto agradará ao Senhor? [...] Hoje, tenho sentido grande alegria perante o Seu trono.
Os pais de Judson queriam que ele aceitasse pregar em uma igreja de Boston, mas recusou o convite. Tinha o mundo em seu coração. Em fevereiro de 1810, fundou, com quatro amigos pastores, a Junta Americana de Missões Estrangeiras, ligada à Associação Geral de Ministros Congregacionais de Bradford, em Massachussetts.
Casou-se com Ann em 5 de fevereiro de 1812, e apenas 12 dias depois, o casal partiu para Calcutá, na Índia, junto com os quatro pastores amigos de Judson. Ann tornou-se, então, a primeira missionária a deixar os EUA. Durante a viagem, dedicaram-se ao estudo das Escrituras. No entanto, ao chegarem a seu destino, a guerra fez com que eles deixassem o país. Como havia uma embarcação pronta para ir a Rangum, na Birmânia, o casal decidiu viajar nela. O percurso não foi fácil. Ann, que estava grávida, adoeceu no navio. Deu à luz seu primeiro filho, que morreu em seguida. Eles chegaram a Rangum exaustos, em julho de 1813. Ann, muito adoentada, desembarcou em uma padiola. Aquela experiência era uma prévia do que o casal ainda haveria de enfrentar.
Saída da prisão - A experiência na prisão, relatada no início desta biografia, não foi o único problema enfrentado pelo casal Judson na Birmânia. Depois de sair da cadeia - indultado pela Alta Corte de Justiça do reino birmanês, em novembro de 1825 -, viu a segunda filha do casal, Maria, morrer de febre amarela. Em outubro de 1826, Ann faleceu, também vítima da doença.
Adoniram mudou-se, então, para o interior da Birmânia, onde completaria a tradução do Antigo Testamento para o birmanês, em 1834, no mesmo ano em que se casou pela segunda vez, com Sarah, com quem teve oito filhos. Em 1837, Adoniram concluiu a tradução do Novo Testamento. Em 1845, Sarah faleceu, e ele retornou aos Estados Unidos, 33 anos depois do início de sua viagem à Ásia. Tanto interesse gerado por sua experiência na Birmânia rendeu a Judson uma platéia i inesperada. Grandes multidões corriam para ouvi-lo pregar em solo americano, pois se tornara uma lenda.
Em junho de 1846, casou-se pela terceira vez, com a escritora Emily Chubbock, e voltou no ano seguinte para a Birmânia para revisar mais uma vez o dicionário hirmanês-inglês que concluíra em 1826.
Muito doente, Judson foi aconselhado a fazer uma viagem marítima para se recuperar, mas veio a falecer no navio, em 12 de abril de 1850. Emily morreu quatro anos depois. Mas a frase que ele mais repetia em suas pregações tornou-se uma realidade: Eu não deixarei a Birmânia até a mensagem da cruz ser plantada aqui para sempre. Palavras proféticas de um verdadeiro herói da fé.

Fonte: Revista Graça, Ano 3, n.º 33 / http://www.ongrace.com/

quarta-feira, 19 de março de 2008

A fantástica fábrica de missionários


Bill Hybels, fundador e pastor de uma das maiores igrejas dos Estados Unidos, costuma dizer que a maior esperança do mundo está na igreja local e no quanto Deus pode usar esta força para transformar as pessoas. Eu posso entender com clareza o que ele quer dizer: basta imaginar as igrejas falando a língua das pessoas para transmitir, de maneira viva, a Palavra de Deus que não muda nunca! Seria a mais poderosa revolução!

Mas, o que é a igreja, e porque ela pode ser uma «Fantástica Fábrica de Missionários»?

Nós temos aprendido que a igreja não é a instituição, mas as pessoas. Não é o prédio, mas o ajuntamento maravilhoso de pessoas.

Pois quando uma criança freqüenta um lugar no qual tantas pessoas podem ser bons modelos, e onde a ação do Espírito Santo é viva e freqüente, o poder de influência positiva é enorme. A igreja é uma enorme ferramenta de Deus no despertamento e preparo da futura geração de missionários.

Vamos focalizar o olhar na microvisão e pensar na sua parcela desta responsabilidade.

Qual é a sua contribuição neste grande projeto de Deus?

Como pai, irmão, tio ou como «simples pessoa que passa por uma criança no corredor da igreja», o que você tem feito ou como Deus tem te usado para fabricar novos missionários? Quanto do seu amor a Deus tem se traduzido em sorrisos, palavras de incentivo ou encorajamento? E quanto às ações de serviço? Você tem mostrado que realmente vale a pena servir a Deus, trabalhando nas diversas áreas da igreja com alegria sincera?

Está na hora de fazer parte das engrenagens e linhas de montagem desta fábrica. Você já pensou que você mesmo pode ser um missionário?

Vamos juntos nesta força - Deus, você e toda a igreja - fabricar a maior e melhor geração de missionários que esse mundo já viu!

Visite: www.sermao.com.br

O papel de uma agência missionária

Qual é a utilidade de uma agência missionária ? Será que realmente precisamos deste veículo para realizar a obra transcultural ? Há várias maneiras de considerarmos o papel de uma agência missionária. Alguns são pessimistas e o definem como mal necessário, outros, como um bom instrumento do Senhor. As agências surgiram em resposta ao desafio de missões, e para servir à Igreja. Seus alvos básicos: despertar, treinar e enviar missionários. e isto sempre servindo a Igreja. Nem sempre foram tão eficientes para o que se propunham. Como qualquer outro ministério, as agências passaram pelas fases iniciais de uma organização, adquiriram experiência e se tornaram mais eficientes. Quando uma agência existe para servir um grupo de igrejas de uma mesma denominação, é chamada de junta missionária, fazendo o mesmo trabalho de uma agência interdenominacional, porém, servindo somente a uma denominação. Estamos em um momento histórico em que se reconhece a utilidade das agências e juntas, porém, como um certo apêndice desnecessário ao Corpo de Cristo. Alguns sugerem que por um certo tempo a Igreja foi desobediente e não atendeu ao seu chamado missionário, então o Senhor levantou as agencias, não como o ideal, mas por força das circunstãncias e negligência da Igreja. Uma outra maneira mais positiva de entendermos o papel de uma agência missionária é considerar as complexidades do campo missionário, pois, de fato, as agências foram fundadas por causa destas dificuldades e não por desobediência da Igreja, como tem sido sugerido. Pode ter havido erros históricos, quando as agências quase que se esqueceram o papel da Igreja como instrumento do Senhor, porém, o normal é terem a consciência que foram levantadas para servirem à Igreja naquilo que não lhe é fácil realizar. Será que uma só igreja conseguiria entender tudo sobre os povos tribais, muçulmanos, hindus e budistas? Será que urna só igreja conseguiria treinar todos os seus candidatos nos assuntos básicos necessários, tais como: adaptação transcultural, vida do missionário, base bíblica de missões, antropologia. Islamismo, etc.? Será que uma única igreja poderia dar todo apoio no campo que os missionários precisam? Uma agência pode realizar as seguintes tarefas em serviço da Igreja: 1. Fazer todo o trabalho administrativo de manter um missionário no campo, incluindo remessa de sustento, socorro médico, visitas pastorais, supervisão do trabalho, planejamento e estratégia, apoio logístico, etc. 2. Informar a Igreja onde há mais necessidades de obreiros. 3. Treinar transculturalmente os futuros missionários. 4. Participar de conferências, cultos e congressos missionários para assim instruir a Igreja. 5. Ter know-how dos campos onde atua, e instruir os recém-chegados. 6. Ajudar no levantamento de recursos para o trabalho normal e para projetos especiais 7. Ajudar a conseguir o visto. 8. Servir às igrejas já existentes, quando este for o caso, sempre treinando nacionais para assumirem o trabalho, tanto em um campo pioneiro, como em um campo com uma igreja já estabelecida. 9. Promover a unidade na expansão da obra missionária. Há outros pontos também importantes, porém, estes são suficientes para ilustrarmos como as agências podem ser uma bênção para a Igreja, e como é difícil para a Igreja ter toda a estrutura necessária para desenvolver a obra missionária. As agências e juntas são instrumentos do Senhor, levantadas por Ele, cujos dirigentes e trabalhadores são amantes da obra de missões, especializados nisto, e fiéis membros de suas igrejas locais. Trabalham para servir a Igreja em sua totalidade.

domingo, 16 de março de 2008

E-book para download: Árabe para Principiantes


Caro irmão, se você se interessa em aprender a língua árabe, eis aqui uma boa forma de iniciar seus estudos: Baixe o e-book Árabe Para Principiantes.
Para baixar, [CLIQUE AQUI].

É necessário ainda, para a correta apresentação do e-book, que o seu computador possua a fonte TraditionalArabic. Caso não possua, [CLIQUE AQUI] para baixar.

Fonte: www.equattoria.blogspot.com

O blog Equattoria é um novo blog que criei, para complementar o trabalho do Veredas Missionárias. No Equattoria publicarei fotos e informações sobre países, povos e línguas, além de links relacionados a estes temas. Espero assim estar disponibilizando para os irmãos mais subsídios missionários, sempre buscando incentivar a obra missionária da igreja. Divulgue também mais este espaço de informações!

terça-feira, 11 de março de 2008

A PERSPECTIVA MISSIOLÓGICA DA PÁSCOA CRISTÃ


Introdução


Num contexto de mudanças tão rápidas e da banalização do cristianismo, eu particularmente creio que a celebração cristã que mais representa o significado do verdadeiro cristianismo é a páscoa cristã.

Nela encontramos elementos que resumem o que verdadeiramente significa ser cristão no mundo de hoje. Sem a páscoa cristã não teríamos nenhuma boa notícia para contar a ninguém.

Ela nos diz por exemplo, que: 1. A experiência da páscoa cristã veio confirmar todo o ministério terreno de Jesus. Ele foi verdadeiro e tudo aquilo que ele disse e fez se consumam nesta experiência maravilhosa; 2. Os evangelhos só foram escritos por causa deste evento e que sem ele não teríamos nada prá contar ao mundo; 3. Também nos fala de uma era que se estava findando e de uma nova que estava tomando forma e começando. A páscoa cristã tem profunda influência na origem da missão da Igreja cristã primitiva, pois era o Cristo ressurrecto e exaltado que atraia e atrai as pessoas a Deus.

Neste contexto eu gostaria de pensar sobre o que tudo isto tem a ver conosco no inicio de um novo milênio e meditar sobre a perspectiva dessa experiência tão singular na história da humanidade, para nós hoje enquanto comunidade cristã, Igreja.

Eu quero pensar que os eventos dos últimos dias da vida de Jesus na terra nos falam sobre a nossa responsabilidade de encarnar sua história e nos remetem para a Missão.

1. A Perspectiva Futura da Comunidade Cristã - Com a páscoa a comunidade cristã ganha perspectiva de futuro, sentido de continuidade, o sonho não acabou. Ela ganha senso de auto definição e identidade própria para prosseguir com sua missão delegada e realizar o seu chamado. É somente com base na experiência deste evento que todo o ministério terreno de Jesus tem significado futuro. Este ministério não cessa, não desaparece, nem tão pouco é extinto, ele continua ministrando no mundo através desse ajuntamento de pessoas que são agregadas a esta comunidade. Sua Igreja.
É exatamente neste particular que podemos dizer que por causa da páscoa cristã, os evangelhos foram escritos, e também não seria muito dizer que sem ela, estes não teriam e nem fariam nenhum sentido para as gerações futuras dessa comunidade. Estes foram escritos não só para mostrar eventos passados e históricos, mas para revelar um fé viva, impulsionadora e verdadeira que queima o peito e faz esta comunidade marchar em direção ao futuro com confiança e segurança de que Cristo está e sempre estará presente com a sua comunidade, seu povo.

2. A Perspectiva da Vitória de Cristo Sobre o Mal - A páscoa também nos fala sobre o ápice da presença de Jesus na terra. Sua ressurreição e exaltação significam que Ele já possui a vitória sobre Satanás, a Morte, o Inferno, o Mundo. E que o seu Reino já se tornou uma realidade, mesmo que nem todos reconheçam isto ainda. Portanto não existe nenhuma perspectiva de se falhar nesta missão, o sucesso da missão da Igreja ou não, não trará ou deixará de trazer o Reino de Deus, que já é uma realidade presente no mundo, conduzida para dentro de nossa experiência (realidade) pelo evento da páscoa cristã.
A comunidade dos primeiros cristãos responde a tudo isto de uma maneira maravilhosa, através da sua expressão missionária. Manifestando por onde passavam os mesmos sinais do Reino de Deus, da mesma forma como Jesus fazia, curando, expulsando demônios e etc. Eles entendiam que não era um esquema, um método mas que o poder da experiência da páscoa cristã era que os conduzia a vitória e assim proclamavam a glória de Deus entre os homens, falando não só da experiência de Cristo que voltou dos mortos, como também de suas próprias experiências como aqueles que foram tirados das trevas para a maravilhosa luz de Deus.

3. A Perspectiva do Espírito Santo Sobre Esta Comunidade - Mesmo que o Pentecostes aconteça depois de quarenta dias, quando o Espírito de Deus foi derramado sobre esta comunidade. Podemos afirmar que existe uma intima ligação entre estes dois eventos. Se o evento da Ressurreição havia trazido confiança e identidade própria à esta comunidade, o derramar do Espírito Santo trouxe coragem, intrepidez e ousadia para que esta comunidade se tornasse testemunha dos fatos ocorridos, mesmo que isto viesse a custar-lhes a própria vida. Foi somente através do poder do Espírito Santo que eles se tornaram testemunhas. Newbigin diz que missão é o fluir do Pentecostes, e alguns até afirmam que a primeira atividade do Espírito Santo é Missão.
É através do Espírito Santo que Cristo continua vivo e ativo no mundo e que no dia de Pentecostes Ele escancara as portas dessa comunidade e lança os seus discípulos para o mundo. Com certeza a experiência da páscoa é o inicio do fim dos tempos. Quando será o fim? O tempo é curto e cabe a nós debaixo da orientação do Espírito Santo fazer a vontade de Cristo da mesma forma que Ele cumpriu a vontade do Pai.

Conclusão
Para os discípulos a ressurreição de Cristo e a vinda do Espírito Santo são provas incontestáveis da presença do Reino de Deus entre nós. Mas o que temos nós a ver com isso, as portas de um novo milênio, num contexto de "terceiro mundo", numa Igreja que luta para descobrir a sua própria identidade num mundo de tão rápidas mudanças?

Bom, penso que para nós, da América Latina:
1. Não há outra possibilidade de se continuar existindo, enquanto Igreja, que não seja sob a perspectiva do Cristo ressurrecto.
Sem o Cristo ressurrecto não existe a suprema autoridade sobre todas as coisas, principados, poderes e dominações deste século presente que nos tornaria impotentes para desenvolver qualquer tarefa missionária.

2. Não há outra possibilidade de se continuar existindo, enquanto Igreja, que não seja sob a perspectiva da natureza missionária da Igreja.
Sem páscoa Cristã a Igreja não seria existente. Esta comunidade cristã só existe por causa do Cristo ressurrecto e é sua tarefa primordial contar a todos que Deus em Cristo reconcilia o homem consigo mesmo.

3. Não há outra possibilidade de se continuar existindo, enquanto Igreja, que não seja sob a perspectiva do já e do ainda não.
A páscoa cristã nos diz que a realidade do Reino de Deus já é presente, e que a caminhada dessa comunidade tem que ser marcada por esta noção do já e do ainda não. Anunciar, buscar e clamar o Reino de Deus, presente e futuro é prerrogativa da existência desta comunidade.

Feliz Páscoa!

Bibliografia
Bosch, David J.,Transforming Mission:Paradigm Shifts in Thelogy of Mission New York, Orbis Books, 1999

Newbigin, Leslie, Trinitarian Doctrine for Today's Mission England, Paternoster Press, 1998

Valdir Xavier de França, Ministro da IPI do Brasil.
Atualmente trabalho com a Faculdade Teológica Sul Americana e ISBL-Faculdade de Teologia em Londrina-PR. Sou formado em Teologia pelo Seminário Presbiteriano do Norte, em Recife. Minha formação missiologica é do Centro Evangélico de Missões em Viçosa-MG e aguardando resposta de matrícula para ingressar no programa de Doutorado do Oxford Centre for Mission Studies, na Inglaterra.

Fonte: http://www.msevangelico.com.br

quarta-feira, 5 de março de 2008

UM PRESENTE PARA VOCÊ


Amados leitores, é com felicidade que apresentamos aqui um verdadeiro presente para vocês: A antologia SABEDORIA: Breve Manual do Usuário. O e-book é uma seleção temática de versículos bíblicos, frases e pensamentos antológicos, além de trechos de poemas e provérbios de diversas culturas.
Organizada por Sammis Reachers , o e-book possui 257 páginas, e está em formato PDF.

Leia abaixo um trecho da apresentação do e-book:

“Nesta obra estão coligidas citações diversas, na forma de frases e pensamentos (de escritores, filósofos, pensadores, teólogos, personagens históricas); e ainda provérbios de diversas culturas, além de pequenos trechos de poemas. Foram agrupados por tema - Amor, Alegria, Saudade, etc., sendo a grande maioria deles iniciados por uma citação bíblica correspondente.
Embora concebida no intuito de enriquecer a Biblioteca Evangélica de e-books (ficando assim explicitados os princípios que nortearam a seleção das citações), sendo a referida biblioteca parte de um esforço coletivo para disponibilizar bons livros gratuitamente na internet, esta obra, pelo seu caráter francamente universal, é proveitosa a todo tipo de leitor, até mesmo ao cético ou ateu.

Creio ser este um humilde mas seguro ancoradouro para qualquer um em busca da verdadeira sabedoria (para e sobre a vida), e para aqueles que querem enriquecer sua cultura. Tal obra é de grande préstimo, ainda, para todos que necessitam de uma citação para abrilhantar seja um discurso, sermão ou pregação, seja uma obra de arte ou textos de qualquer espécie, desde uma reportagem a um trabalho escolar.”


PARA BAIXAR O E-BOOK, Clique Aqui.

Leia, divulgue, compartilhe. E comente.

Nosso sincero desejo é que esta obra seja útil à tua vida e ministério.

domingo, 2 de março de 2008

Os Campos estão brancos


Temos que repetir sempre para gravar em nosso coração:

1. O campo é o mundo - português
2. The field is the world - inglês
3. El campo és el mundo - espanhol
4. Thián di jiú shi shi-jié - mandarim
5. Le champ c’est le monde - francês
6. Nohara-gá shekai ô dês – japonês
7. Na lile konde ni ulimwengu - swahili
8. Der acker is die welt - alemão
9. Tirums ir pasaule - leto
10. Akern ar varlden - sueco
11. De akker is de wereld - holandês
12. Rola zás to swiat - polonês
13. Batun sensung iyo - sul coreano
14. Ul hakell hua alamm - árabe
15. Landang ialan dunia – indonésio
16. Ang bukid ay ang sanlibutan – tagalog (Filipinas)
17. Fusha eshte bota - albanês
(Mt 13:38 a)

Para termos os Campos Brancos sempre em nossa mente, precisamos ver Jesus por vários ângulos, e assim ele preencherá todas as lacunas de nossa vida:

Gênesis - A Semente da mulher Gn 3:15
Êxodo - O Cordeiro Pascoal Ex 12:5-13
Levítico -O Sacrifício Expiatório Lv 4:14, 21
Números - A Rocha Ferida Nm 20:7-20
Deuteronômios - O Profeta Dt 18:15
Josué - O Príncipe dos Exércitos do Senhor Js 5:14
Juízes - O Libertador Jz 3:9/Rm 11:26
Rute - O Remidor Divino Rt 3:12/Tt 2:14
1 e 2 Samuel - O Rei Esperado 1 Sm 8:5
1 e 2 Reis - O Rei Prometido 1 Rs 4:34/Ap 21:1
1 e 2 Crônicas - O Descendente de Davi 1 Cr 3:10/Mt 1:7
Esdras - O Ensinador Divino Ed 7:10/Mt 9:34
Neemias - O Edificador Nm 2:18, 20
Éster - A Providência Divina Et 4:14
Jó - O Redentor que Vive Jó 19:25
Salmos - O Nosso Socorro e Alegria Sl 46:1/Mt 28:20
Provérbios - A sabedoria de Deus Pv 8: 22-36
Eclesiastes - O Pregador Perfeito Ec 12:10
Cantares - O Nosso Amado Ct 2:8
Isaías - O Servo do Senhor Is 42
Jeremias - O Senhor dos Exércitos Jr 31:18
Lamentações - O Consolador de Israel Lm 1:2
Ezequiel - O Senhor que Reinará Ez 33
Daniel - O Quarto Homem Dn 3:25
Oséias - O Esposo Os 3:16
Joel - O Juiz das Nações Jl 3:12
Amós - O Deus de Fogo Am 1:4; 9:4, 6
Obadias - O Salvador Ob 21
Jonas - A Salvação do Senhor Jn 2:9
Miquéias - O Ajuntador de Israel Mq 2:13; 4:3
Naum - O Cavaleiro da Espada Flamejante - Nm 3:3
Habacuque - O Puro de Olhos Hc 1:13
Sofonias - O Pastor de Israel Sf 3:13
Ageu - O que faz tremer os céus e a terra Ag 2:6, 7
Zacarias - O Renovo Zc 6:12
Malaquias - O Anjo do Concerto Ml 3:1
Mateus - O Messias Mt 2:6
Marcos - O Rei Mc 15:9
Lucas - O Filho do Homem Lc 12:8
João - O Filho de Deus Jo 1:14
Atos dos Apóstolos - O Cristo Ressurgido At 2:24
Romanos - A Justiça de Deus Rm 8:30
1 Coríntios - O Cristo Crucificado 1 Co 1:23
2 Coríntios - A Imagem de Deus 2 Co 4:5
Gálatas - O Cristo que Liberta Gl 5:1
Efésios - A Cabeça da Igreja Ef 4:15
Filipenses - O Viver Fp 1:21
Colossenses - O Homem Perfeito Cl 1:28
1 e 2 Tessalonicenses - O Senhor que virá 1 Ts 4:13/2 Ts 2:1
1 Timóteo - A Nossa Esperança 1 Tm 1.1
2 Timóteo - O Nosso General 2 Tm 2:1
Tito - O Nosso Salvador Tt 3:6
Filemon - O Doador do Bem Fm 6
Hebreus - O Sacerdote Eterno Hb 7:3
Tiago - O Legislador Tg 4:12
1 Pedro - O Rei 1 Pe 2:17
2 Pedro - O Nosso Senhor 2 Pe 1:2
1 João - O Cristo 1 Jo 5:1
2 João - O Filho do Pai 2 Jo 3
3 João - A Verdade 3 Jo 4
Judas - O único Dominador e Senhor - Jd 4
Apocalipse - O Alfa e o Omega Ap 22:13

Fonte: Missão Evangélica Global.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Mais informações sobre o projeto evangelístico de Billy Graham no Brasil


Por Geremias do Couto

Minha Esperança Brasil é um projeto que está sendo realizado no país pelas igrejas evangélicas brasileiras em parceria com a Associação Evangelística Billy Graham, cuja finalidade é alcançar toda a nação com a mensagem de Cristo, e que certamente resultará na maior colheita de almas na história do Brasil. Será uma resposta de Deus ao clamor por avivamento que se ouve em todas as partes do país.

O ápice do projeto será a transmissão de três únicos programas de TV, em horário nobre, sem intervalos comerciais e em rede nacional, no mês de novembro deste ano. Os dois primeiros programas serão de meia hora, com música evangélica brasileira e testemunhos impactantes, enquanto o terceiro constituir-se-á de um atraente filme evangelístico de 90 minutos. Na primeira noite o pregador será o Dr. Billy Graham, enquanto na segunda noite pregará o seu filho, Franklin Graham, presidente da AEBG.

O coração do projeto é a estratégia Mateus e seus Amigos, baseada na história de Levi, que fez um banquete em sua casa e convidou os seus amigos para ouvirem do próprio Senhor as boas novas do evangelho. De igual modo, os Mateus contemporâneos serão treinados através de suas igrejas para que nos dias das transmissões dos programas abram as suas casas e convidem os seus amigos, colegas, vizinhos e parentes para assistirem os programas. Ao final de cada programa, cada Mateus desligará a televisão, dará o seu testemunho pessoal em três minutos e fará então o convite àquelas pessoas presentes que desejam assumir o compromisso de receber Jesus como o seu Senhor e Salvador pessoal.

No entanto, até chegar às transmissões, mo mês de novembro, há uma série de fases em andamento para que todo o Brasil seja mobilizado e tenhamos então o maior número possível de igrejas e pessoas participando do projeto Minha Esperança. As fases são: organização, compartilhamento da visão, capacitação, mobilização, transmissões e acompanhamento.

Atualmente, estamos transitando da fase de organização para a fase de compartilhamento da visão, que ocorrerá nos meses de março, abril e início de maio, quando serão realizadas mais de três mil reuniões em todo o país para que todos os pastores tomem conhecimento do que é o projeto Minha Esperança Brasil e saibam porque sua igreja precisa estar envolvida e mobilizada. Temos hoje, entre coordenadores regionais, estaduais e capacitadores, cerca de mil pessoas devidamente treinadas em todo o país, munidas das ferramentas necessárias para promover essas reuniões e falar a todas as lideranças do país.

A fase seguinte, chamada de capacitação, ocorrerá entre maio e início de agosto. As mesmas reuniões se repetirão em todo o país, agora para preparar os pastores sobre como eles treinarão os membros de suas igrejas para se tornarem Mateus e usarem as três transmissões dos programas para uma grande colheita de almas em suas igrejas. Nesse período os pastores receberão novos materiais e kits para serem usados pelos Mateus nos três dias dos programas.

A fase de mobilização, que vem logo a seguir, ocorrerá entre o final de agosto até outubro, quando então os pastores, a partir do dia de lançamento da estratégia Mateus e seus Amigos em todo o país, mobilizarão os membros de suas igrejas, através de dezenas de reuniões de treinamento para que, enfim, eles estejam devidamente preparados para a fase seguinte, a das transmissões dos programas, que se constitui o grande momento do projeto Minha Esperança.

A fase que encerra o projeto é chamada de acompanhamento. É aí que os Mateus trarão para o celeiro - a sua igreja - a grande colheita de almas que vierem aos pés de Jesus durante os três dias das transmissões. É a fase mais importante do projeto, pois cuidará de preservar em cada igreja os frutos colhidos por Minha Esperança em todo o país.

A partir do dia 10 de março o site http://www.minhaesperanca.com.br/ estará definitivamente no ar, onde você poderá obter informações detalhadas sobre o andamento do projeto e localizar o endereço não só do coordenador denominacional de sua igreja no respectivo Estado, como também do coordenador que estará atuando junto às igrejas independentes. Entre em contato com ele e saiba como participar de uma das reuniões de visão, que estarão acontecendo entre março e abril. Haverá também material para download, bem como informações atualizadas sobre o projeto Minha Esperança. As primeiras três próximas fases (visão, capacitação e mobilização) terão também o apoio da mídia cristã e 15 dias antes das transmissões haverá maciça campanha na mídia secular, divulgando as transmissões que ocorrerão em novembro.

Contatos com o escritório nacional podem ser feitos através do seguinte endereço:

Av. Adolfo Pinheiro, 2360 - Santo Amaro
04734-004 São Paulo, SP
tel.: 11 34295100
email: secretaria@minhaesperanca.com.br

PS. Os demais blogueiros da blogosfera cristã estão autorizados a multiplicar livremente esta matéria nesta cadeia sem fim que nos oferece a Internet.

Qualquer contato para outros esclarecimentos, coloco-me à disposição em nosso escritório.

Geremias do Couto
Coordenador Nacional

Fonte: Blog do Autor.
Divulgação: UBE

Ps. Prezado blogueiro, divulgue este projeto e ganhe almas para Cristo.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Atentado missionário


Todos os dias, vemos no jornal que um novo atentado terrorista ocorre no Iraque e em outras partes do mundo. Além dos prédios derrubados e carros queimados, milhares de pessoas morrem ou desaparecem. O atentado é um ato criminoso. Todos nós condenamos os atentados terroristas e temos até medo deles.
No entanto, gostaria de refletir sobre um outro tipo de atentado. Em primeiro lugar, ele não é um ato criminoso, mas talvez seja até um pouco pior. Depois, ele não é cometido por terroristas com uma falsa esperança, mas é cometido por cristãos que têm esperança de uma vida eterna. Esse atentado não usa explosivos ou aviões seqüestrados, mas poderosas armas invisíveis como desprezo, desinteresse e insensibilidade.
Trata-se do "atentado missionário" que muitos crentes cometem semanalmente. Um terrorista, quando descobre a falsa esperança que lhe é vendida, morre por ela. O cristão, depois que descobre a esperança de vida eterna, morre com ela, sem repartir com os outros. O terrorista faz qualquer coisa para arranjar dinamite e bombas, amarra-as ao corpo e explode tudo que for possível. O cristão pega a Bíblia "dinamitada" que tem à sua mão e guarda-a bem guardada, com medo que ela faça estragos em sua vida e na vida das pessoas que estão ao seu redor.
O terrorista tem alvos específicos. Ele quer explodir prédios e matar pessoas. O crente, muitas vezes, não tem alvo. O máximo que ele faz é construir alguns prédios que são chamados de "igrejas" para se esconder dentro deles. Talvez a única coisa em que o terrorista e o cristão são iguais é que ambos podem matar pessoas. O terrorista quer matar pessoas para defender sua causa. O cristão pode matar algumas pessoas por não propagar a sua causa.
Milhares de pessoas já morreram em atentados terroristas no mundo todo. No entanto, milhares de pessoas morrem diariamente pelo mundo, por causa dos "atentados missionários" cometidos por milhares de cristãos. Um cristão comete um "atentado missionário" quando deixa de fazer aquilo que Deus está pedindo que ele faça pela obra missionária. Um cristão comete um "atentado missionário" quando deixa de orar, contribuir, ir, pregar ou ensinar todas as coisas que Jesus mandou.
Muitos também cometem "atentados missionários" quando desprezam a obra missionária, são insensíveis à necessidade de testemunhar de Jesus ou simplesmente não se interessam pela salvação de mais pessoas. O resultado são milhares de pessoas morrendo todos os dias, sem esperança e sem Jesus, e que habitarão o inferno eternamente. Isto, sim, é um verdadeiro atentado, sem chance de reação por parte dos atingidos.
Para saber se você tem participado dos atentados missionários ao redor do mundo, responda às perguntas a seguir: "Oro por missões constantemente?", "Ajudo a sustentar missionários?", "Obedeço ao "Ide" de Jesus em minha vida?" Se você respondeu "sim" às perguntas, alegre-se, pois você está contribuindo para levar salvação a muita gente. No entanto, se você respondeu "não", leia o artigo outra vez e pense um pouco no assunto.

Josué Campanha

www.ilustrar.com.br

sábado, 16 de fevereiro de 2008

SOCKWAVE - Interceda pelos que sofrem!


O QUE É?

VISÃO

Ver jovens de todas as nações orando como uma única força pela Igreja Perseguida.

ORE PELOS PERSEGUIDOS

29 de fevereiro a 2 de março de 2008

* Em todas as nações, uma poderosa força será libertada.
* Ela varrerá todas as regiões e atravessará todas as barreiras humanas, e levará tudo a sua frente.
* O dom da oração é a arma mais efetiva que Deus nos deu para opormos a opressão e sofrimento que o inimigo inflige ao povo de Deus.

Você pode dar espaço em seu evento para Igreja Perseguida e fazer parte do
SHOCKWAVE 08? Você pode orar por 10 min, 30 ou mais...

3 dias de oração contínua pelos cristãos perseguidos.
Mais de 20 nações unidas!
Jovens de todas as nações se levantarão como uma única força.
Cada oração é poderosa!
SHOCKWAVE é uma iniciativa do ministério de jovens da Portas Abertas.

Clique Aqui para saber como participar.

E falando em perseguição, a Portas Abertas já publicou a lista de 2008 dos 50 países onde é maior a perseguição aos cristãos.
Clique Aqui para ver alista.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

A igreja urbana Nordestina e o princípio e igualdade jurídica

A célebre frase de “que todos são iguais perante a Lei” continua sendo um sonho para os homens, mas deve ser uma bandeira da Igreja.

O Nordeste é rico em tradições religiosas. Antes de ser um forte, o nordestino é um religioso por natureza. Embora os evangélicos tenham crescido na região, não conseguiram deter a escalada do catolicismo nordestino. A Igreja Católica Romana nestes dez últimos anos tem crescido no Nordeste porque contextualiza seus ritos sacros aos regionais, enquanto os evangélicos se mantêm na tradição dogmática importada da Europa ou da América do Norte ou até mesmo judaica em sua forma cultual.
Nossa região foi evangelizada pelas missões católicas que impuseram o Cristianismo através da ação catequista do Brasil Colônia, não se importando com as questões culturais dos nativos. No entanto, hoje a sistemática da evangelização católica mudou com o objetivo de conquistar pelo convencimento de que a Igreja Católica é pioneira no Cristianismo.
O grande desafio da Igreja Evangélica para o terceiro milênio é migrar de suas características rurais para características urbanas e contextualizar seu discurso sem mudar a mensagem. Em sua maioria, as capitais nordestinas estão inchadas dos migrantes da zona rural que foram expulsos das terras de seus pais para fugir da morte por inanição; pessoas que acreditando nas forças divinas esperaram pelo “último pau-de-arara” para cortarem o cordão umbilical que os prendia ao torrão amado que a cada dia é violentado pela seca. Estes homens, mulheres e crianças órfãs da natureza tendem a sair da sua terra em direção às cidades, criando uma condição
sub-humana de sobrevivência e fazendo crescer os problemas urbanos, pois as cidades não se prepararam para receber tantas pessoas a cada ano.

o princípio da igualdade

Ser igreja-urbana na atualidade não é fácil, pois requer a releitura do contexto a fim de nortear a aplicação dos princípios bíblicos, compartilhando as transformações sociais da cidade a partir do amor de Deus. Em nossos dias a Igreja não pode viver no romantismo dos seus anos iniciais em Jerusalém, pois agora é formada por pessoas que vivem no tempo de agora e não no passado. A igreja-urbana precisa perceber que as cidades se desenvolveram e criaram novas necessidades para as quais a Igreja não pode ficar indiferente. O mundo urbano é regido por códigos e leis que procuram desenvolver formas de relacionamentos íntegros a partir de princípios estabelecidos de forma normativa; deve enquadrar-se e desenvolver princípios que remetam suas ações para o desenvolvimento do reino de Deus entre os homens.
O primeiro princípio que a igreja-urbana deve desenvolver é o princípio da igualdade, o primeiro passo para conseguir enxergar com os olhos de Deus.
A Igreja como corpo de Cristo é igual no Nordeste, no Norte, no Sul, no Sudeste, no Centro-Oeste e até nos confins da terra. Somos um só povo como afirmou o apóstolo Pedro quando escreveu para a Igreja: “vós que outrora não éreis povo, mas agora sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas agora alcançastes misericórdia” (I Pedro 10). A Igreja Nordestina alcançou misericórdia para ser misericordiosa e não para mendigar, pois a Palavra do Senhor não falha: “fui moço, e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua descendência a mendigar o pão”, disse Davi (Salmo 37.25). Agora, mais do que nunca, se espera que a Igreja reconheça os princípios de igualdade ou isonomia social.
Buscando igualdade regional, a Igreja vai ter melhores condições para desenvolver e colocar em prática o princípio de igualdade que deixou de nortear as ações humanas desde o pecado no Jardim no Éden. O problema da desigualdade social não é só do governo, é da Igreja também, pois os membros da igreja-instituição fazem parte da sociedade, por isso a desigualdade social, que é uma realidade, deve ser tratada pela igreja-urbana do ponto de vista jurídico.
Na língua grega há três termos para definir o status de liberdade de uma pessoa: isonomia1, isegoria2 e isotimia3. Ciente do que significa igualdade, o pastor-urbano4 saberá direcionar suas mensagens, seus discursos e suas ações. As grandes cidades possuem uma enorme rede de complexidade para a qual o pastor rural5 não foi preparado. Na roça as desigualdades são maiores, mas elas não são trabalhadas publicamente por conta dos poderes paralelos que existem nas comunidades rurais, quer seja ele religioso, que atribui tudo à vontade de Deus, ou político, onde o detentor do poder econômico se torna um demiurgo.

igreja urbana e poder político

Embora no passado, motivada por razões de interpretações, a Igreja Protestante tenha ficado fora do poder político no Brasil, não podemos nos dias de hoje ficar alheios ao que se passa ao nosso redor. A igreja-urbana não pode se furtar de trabalhar as questões de igualdade e cidadania, porque desde o seu processo embrionário a questão da justiça como área temática foi abordada e trabalhada tanto por Jesus Cristo como também pelos apóstolos; pois a temática que reflete o desejo divino do Criador para com a humanidade é que, em igualdade, os homens construam as cidades.
A população das cidades perdeu os referenciais divinos de igualdade e a Igreja, como instrumento de modelação, deve promover a igualdade jurídica sendo fraterna para com os grupos frágeis através de projetos sociais, mas também sendo a voz que combate as discriminações raciais, étnicas e de gênero. Tudo isso, obedecendo ao que o apóstolo Paulo recomendou em sua segunda Carta aos Coríntios: “mas para que haja igualdade, suprindo, neste tempo presente, na vossa abundância a falta dos outros, para que também a abundância deles venha a suprir a vossa falta, e assim haja igualdade”
(8.14).
A Igreja Protestante e/ou Evangélica nordestina não assume o papel transformador no mundo e segue seu caminho, fechando os olhos para as lutas por igualdade. Raros são os movimentos sob a liderança de protestantes e/ou evangélicos que se envolvem com a problemática, pois está voltada para a esfera espiritual, e se protege a partir de uma interpretação errônea das palavras de Jesus quando disse: “o meu reino não é deste mundo” (João 18.36).

êxodo ‘in-nordeste’

Ao trabalhar com o princípio de igualdade, a igreja-urbana não pode esquecer-se de que a cidadania é uma questão complexa de trabalhar por conta do considerável número de migrantes do campo que chegam às cidades, principalmente as nordestinas. Fala-se muito do êxodo nordestino para o Sudeste, mas o êxodo ‘in nordeste’ é enorme e acontece motivado pela busca de uma condição de vida mais digna, inchando as cidades e alimentando o crescimento de moradias em situação de risco. Isto porque nem sempre o migrante rural encontra nas capitais o ‘eldorado’ sonhado, e termina perdendo a semente de cidadania, transformando-se em homem-urubu nos lixões das cidades. No geral, esses migrantes se tornam “não-cidadãos”, devido a mudanças de seus limites fronteiriços e à perda de identidade, gerando um grande problema de cidadania. Por não serem reconhecidos como cidadãos, eles se tornam um grupo vulnerável com relação a seus direitos. Quanto à adaptação no processo migratório, é sempre traumatizante, porque coloca as pessoas diante de novas realidades que poderão ser fáceis ou não.
Todos os dias as cidades recebem um número adicional de pessoas que têm a cidadania fragilizada e comprometida por estarem longe de suas fronteiras ou legislações. A igreja-urbana precisa urgentemente se preparar para ser fraterna com esses irmãos, como ensina a Palavra de Deus. Os migrantes merecem atenção da Igreja porque cidadania é um conceito de inclusão jurídica e social. Assim como a sociedade, a igreja-urbana precisa encontrar respostas para atender os imigrantes e incluí-los nos meios de participação da comunidade eclesial, pois a igreja-urbana deve ser uma comunidade fraterna e participante da vida de sua cidade.
Na condição de pastor da comunidade Presbiteriana de Jardim Uchoa, no Recife, tive a experiência de participar de uma igreja-urbana que desenvolvia um trabalho de Missão Integral. A comunidade não possuía templo, mas tinha um projeto social que impactava o bairro, de baixa-renda. No espaço da Igreja funcionava um projeto que atendia aproximadamente mil crianças. O projeto oferecia aulas de reforço, oficina de corte e costura, e tinha uma fábrica de vassouras. Convênios com a Visão Mundial e órgãos governamentais possibilitaram o atendimento às crianças, inclusive com fornecimento de merenda. Além do projeto, funcionavam no terreno da Igreja instrumentos comunitários que lutam por igualdade jurídica, como associação de moradores, o Clube de Mães e os Alcoólicos Anônimos. A Igreja é tão presente no bairro que durante a construção do atual templo, quando o relógio de parede foi roubado, foi devolvido no dia seguinte, porque “era o relógio da igrejinha”, como é conhecida pela comunidade.
Se a Igreja-urbana não tem recursos para desenvolver determinado projeto,
“A igreja-urbana não pode se furtar de trabalhar as questões de igualdade e cidadania”
deve buscar parcerias a fim de se fazer presente na cidade e ajudar na conscientização popular de seus direitos e deveres como cidadão. A comunidade de Jardim Uchoa possui hoje o Centro Cristão de Educação Popular, uma creche e um posto de saúde, graças ao trabalho da Igreja no local, pois todos saíram de dentro da Igreja.
Muitos são os desafios da Igreja Nordestina, por isso se faz necessário repensar nossa missão como povo de Deus. A evangelização não deve perder de vista o princípio de igualdade, dado por Deus ao criar os seres humanos. Somos “antes de tudo um forte”, como disse Euclides da Cunha, por isso devemos, como Igreja, lutar contra o rótulo de que somos coitadinhos e mendigos dos favores de além fronteiras. A implantação de igreja-urbana no Nordeste requer disposição, confiança no nosso povo e proteção de Deus, pois fé nós temos até demais.

Reverendo Pinho Borges
é pastor da Igreja Presbiteriana da Boa Vista em Recife-PE, teólogo, doutorando em Missões Urbanas e especialista em História da Arte e da Religião.

Referências:

1- É a igualdade perante a lei, sem distinção de classe, gênero ou poder econômico. O princípio da isonomia é estabelecido pela nossa Constituição Federal, que declara que “todos são iguais perante a lei”.
2- É formada por “de isos/igual” e de “agos/orador”, significa a liberdade de expressão, de emitir opiniões pessoais nas assembléias.
3- Vem da raiz de “de isos/igualdade” e de “timo/riqueza”, significa o direito de acesso às funções públicas, abolindo-se os títulos e privilégios hereditários, fundados, quase sempre, na riqueza.
4- Aquele que buscou se capacitar para ministrar nos grandes centros urbanos e que está com a sua Igreja 24 horas à disposição da comunidade.
5- Aquele que administra a Igreja como se ela estivesse na roça; onde só há atividade nos domingos.

www.agenciasoma.org.br.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

OS GESTOS E SEUS SURPREENDENTES SIGNIFICADOS


Por Jairo de Oliveira

Estando fora do nosso país, é necessário termos muito cuidado com os gestos e sinais que fazemos às pessoas. Eles podem variar bastante em forma e significado e comunicar um grande número de mensagens numa linguagem não-verbal.

Freqüentemente, os missionários têm tido contato com esse tipo de experiência no relacionamento com outras sociedades. Uma amiga missionária na Ásia descreve alguns dos significados de gestos encontrados por lá: “Os gestos transmitem muitos códigos, o que, para muitos estrangeiros, passa despercebido: os gestos com os pés, com as mãos e, em particular, com os olhos. É fácil aprender o que significam os movimentos da cabeça: movê-la várias vezes para os dois lados significa ‘sim’, mas fazer um balanceio incompleto quer dizer ‘não’. Há, também, certos ruídos com a boca que significam ‘não’, sendo usados, em especial, por aqueles que possuem véus ou tiaras sobre a cabeça”.

Ignorar a linguagem dos gestos ou desconhecê-la pode nos lançar em situações bastante constrangedoras. Na África do Sul, por exemplo, é com as mãos que as quadrilhas sinalizam para se identificar. Nos presídios, há três principais gangues que, com os dedos polegar, indicador e médio indicam seus respectivos números: vinte e seis é o número da gangue dos ladrões; vinte e sete, dos assassinos; e vinte e oito, dos homossexuais. Imagine alguém que, nesse contexto, faça um desses sinais involuntariamente ou tenha em mente outro significado?

Trabalhando em Bangladesh, a missionária Ruth Kinsman, da SIM (Servindo em Missões), teve uma experiência interessante nas primeiras semanas ao responder, utilizando uma das mãos, quando as pessoas lhe perguntavam se estava bem. Em resposta afirmativa, ela fazia o sinal de tudo bem, erguendo o dedo polegar e retraindo os demais. Somente semanas depois de repetir o sinal diariamente foi que ela descobriu que, naquela cultura, o gesto que fazia era considerado obsceno e, conseqüentemente, fechava-lhe as portas para que mantivesse um relacionamento com o povo.

Notas:

1 Gloria Mendes, Latinos no mundo muçulmano, Sepal, p. 28.

www.icp.com.br

ALUNO, PRIMEIRO ESTÁGIO DE UM MISSIONÁRIO NO CAMPO

Por Jairo de Oliveira

O processo de ajustes, quando um novo missionário chega no campo, pode ser cheio de tensão. Missionários trabalhando em determinada cultura na África tiveram de conversar abertamente com a liderança da comunidade e rejeitar a demonstração local de hospitalidade. Para evidenciar que os recém-chegados eram bem-vindos na aldeia, as mães costumavam enviar as filhas solteiras para dormir com os visitantes.

Ao desembarcar em um novo ambiente cultural, um comportamento sugerido é assumir a posição de aprendiz, a fim de assimilar como a vida funciona. Do contrário, o estrangeiro pode complicar dramaticamente sua tarefa e produzir um contexto de grande confusão.

O professor e ex-missionário Duane Elmer ilustra o cenário que pode ser criado quando tentamos transformar determinado contexto transcultural sem ter tido previamente a experiência de conhecê-lo: “Uma agência do governo americano construiu latrinas (banheiros ao ar livre) para melhorar a higiene numa imensa comunidade pobre da Ásia. Quando o projeto estava completo, os estrangeiros estavam orgulhosos da contribuição que haviam oferecido para a saúde do povo local. Contudo, em pouco tempo, descobriu-se que ninguém da comunidade local estava utilizando as latrinas. Aliás, estavam usando, mas como depósito. O que teria acontecido? Umas poucas perguntas revelaram que as latrinas foram erguidas em direção a Meca e nenhum muçulmano reverente poderia usar um banheiro voltado para sua cidade santa. Uma breve investigação antes de o projeto ter sido iniciado teria salvado a agência estrangeira dessa situação embaraçosa”.

Felizmente, a única reação contrária foi o simples desprezo pelos objetos que produziram descontentamento quanto a uma área central da religiosidade do povo. Em ambientes de radicalismo, poderia ter ocorrido manifestações públicas de desagrado, confrontos físicos e até mesmo a retirada daqueles que, com boa intenção, mas desorientados culturalmente, acreditaram que estavam servindo o povo.

Fonte: Duane Elmer, Cross-Cultural Connections, InterVaesity Press, p. 75.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Informações sobre a Cruzada Evangelística de Billy Graham, que este ano será realizada no Brasil

Pra. Graça de Oliveira

A Graça e a Paz do Senhor Jesus Cristo.

Estamos entrando em contato com os pastores, colocando-os a par do “Projeto Minha Esperança” que será realizado através da Associação Billy Graham.

Nesta etapa do trabalho, estamos coletando dados das igrejas para nossos cadastros; caso o senhor possua endereços de igrejas tanto em São Paulo como em outros Estados, pediria a gentileza de que nos enviasse, para assim podermos atingir o maior numero de Igrejas possível, enviando informações sobre o "Projeto Minha Esperança" a todas quantas pudermos em todo o Brasil.

Para seu conhecimento, o "Projeto Minha Esperança", realizado através da Associação Evangelisitca Billy Graham, se refere a uma Grande Cruzada Evangelistica que utilizará as casas dos membros das igrejas que se dispuserem a participar.

Isso acontecerá em Novembro de 2008 e até lá, todos os pastores que aderirem a visão e os membros de suas igrejas que quiserem participar, receberão instruções precisas da Associação Billy Graham, para que este trabalho seja executado de forma a alcançar seu objetivo em todo o Brasil - "ganhar almas para Jesus". Por isso a importância dos endereços das igrejas.

De que forma isso acontecerá?

Durante três noites consecutivas, de forma ininterrupta, através da TV em horário Nobre e em Rede Nacional serão transmitidos testemunhos de personalidades Brasileiras, acompanhados de minstrações evangelisticas que serão feitas pelo Dr. Billy Graham e Pr. Franklin Graham.

As casas dos irmãos em Cristo que chamamos "Casas de Mateus e seus amigos" receberão nestes três dias seus convidados e amigos que não são crentes para assistirem as transmissões.

Após as transmissões, este irmãos, que abriram seus lares, darão um pequeno testemunho de transformação que já vivenciaram por meio de Cristo e depois disso farão um apelo e conduzirão seus amigos em oração a decisão por Jesus Cristo.

Resumidamente este é o trabalho que iremos executar no Brasil e que já foi executado em 22 paises com muito sucesso na colheita de almas para Cristo.

Futuramente estaremos entrando em contato como todas as igrejas e pastores para que possam fazer sua adesão ao "Projeto Minha Esperança" e para mais informações.

Desde já pedimos suas orações por nós e por esta Nação.

Grata

Graça de Oliveira

Coordenadora Denominacional

E-mail: gracadeoliveira@minhaesperanca.com.br

BGEA

Agradeço sua colaboração no preenchimento do cadastro
Retorne ao e-mail acima

Deus os abençoe


Cadastro

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outras informações
é ligada a convenção sim ( ) não ( )
nº de congregações:

Link para download do Evangelho de João, em várias línguas

O Evangelho de João, excelente para ser encaminhado para missionários atuantes nestes paises, ou para agências missionárias salvarem em seus arquivos.

Vietnamita :
http://www.uniaonet.com/images/asvietnanevjoao.pdf

Russo :
http://www.uniaonet.com/images/asrussoevjoao.pdf

Persa :
http://www.uniaonet.com/images/aspersaevjoao.pdf

Japonês :
http://www.uniaonet.com/images/asjapaoevjoao.pdf

Etíope :
http://www.uniaonet.com/images/asetiopeevjoao.pdf

Tailandês :
http://www.uniaonet.com/images/astailandesevjoao.pdf

Outras Traduções ver :
www.ibs.org.
Bíblias on-line

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