quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Suas milhas podem levar missionários mais longe


Programas de Milhas são uma grande vantagem pra quem viaja muito. Geralmente são utilizadas para trechos de viagens gratuitas ou mesmo para upgrades de uma classe para outra como a executiva ou primeira classe. A maioria das companhias aéreas tem este tipo de programas que fazem o maior sucesso entres os usuários.

Estas milhas também podem ser doadas a terceiros. O programa é claro, tem suas restrições. Em linhas gerais, as milhas só podem ser doadas de um única vez, por exemplo: duas pessoas não podem unir suas milhas para doá-las a uma terceira pessoa. Para que isto aconteça é necessário uma parceria direta entre o recebedor e a companhia aérea, e isto já vem sendo promovido por algumas destas como a Varig, que a cada seis meses escolhe uma entidade beneficente que receberá doações de milhas. Salvo estas exeções, as doações de milhas devem cobrir o valor integral da passagem.

Mas suas milhas também podem ajudar nossos missionários a chegar aos seus destinos pelo mundo. Apesar de não possuirmos ainda um programa ou parceria direta com nehuma empresa aérea, sua doação voluntária pode ser resposta de oração a um de nossos missionários, indo para o Oriente Médio, África, Asia ou mesmo dentro do Brasil.

Se você deseja ajudar missões desta maneira, escreva pra nós. Teremos prazer em lhe dar maiores informações.Quem sabe, esta não é a maneira simples e prática de investir em missões que você estava procurando?

Para maiores informações, escreva para: info@jocum.org.br

FONTE:
JOCUM -
http://www.jocum.org.br


Nota: Esta é uma interessante idéia que pode ser adotada por outras Missões e Agências Missionárias. E se você, leitor, possui milhas acumuladas, entre em contato com a JOCUM ou outra Missão ou Agência e ajude o Reino de Deus a avançar nesta terra!

CURSO DE LINGÜÍSTICA E MISSIOLOGIA


Amados, a Missão ALEM (Associação Lingüística Evangélica Missionária) está com vagas abertas para 2009 em seu curso de Lingüística e Missiologia. Trata-se de um dos mais respeitados (se não o mais respeitado) curso do gênero no Brasil. Leia abaixo mais sobre este curso:

"Em 1983, a ALEM começou a dirigir o Curso de Lingüística e Missiologia (CLM), antigo Curso de Metodologia Lingüística (CML) organizado oficialmente pela SIL em 1973. Missionários e candidatos a missões de diversas organizações missionárias estudaram no CLM. Entre essas instituições encontram-se: Missão Antioquia; Missão Kairós; Junta Administrativa de Missões (JAMI), da Convenção Batista Nacional (CBN); Junta de Missões, da Convenção Batista Brasileira (CBB); Agência Presbiteriana de Missões Transculturais (APMT), da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB); Missão AMEM; Projeto Amanajé; AMIDE; Missão Horizontes; União das Igrejas Evangélicas da América do Sul (UNIEDAS); Missão Evangélica da Amazônia (MEVA); Missão Evangélica Índios do Brasil (MEIB) e SIL. O total de alunos chega quase a sete centenas.

O Curso de Lingüística e Missiologia (CLM) tem como objetivo fornecer ferramentas básicas para o trabalho de tradução para povos minoritários e capacitar pessoas para desenvolverem trabalhos nas áreas de lingüística, antropologia e educação para esses povos.

O CLM é um treinamento específico que dá ao aluno a habilidade de aprender uma nova língua para a qual ainda não existe escrita e a identificar-se com uma nova cultura, a fim de comunicar o Evangelho de Jesus Cristo para esses povos. O Curso é dividido em 4 Módulos, sendo que os Módulos de Campo e Avançado, são opcionais.

O aluno pode escolher o curso que mais se adequa a suas habilidades:

Análise Lingüística e Tradução
– Destinado a pessoas que se sentem chamadas para trabalhar com análise de línguas e a tradução da Bíblia.

Habilitação em Educação
- Destinado a pessoas que desejam trabalhar com educação bilíngüe em contextos multiculturais."


PARA MAIORES INFORMAÇÕES, VISITE: http://www.missaoalem.org.br/

sábado, 11 de outubro de 2008

O que é Missão?


O que é Missão?

É o plano de Deus:
Antes mesmo do mundo ser criado, Deus sabia que o homem iria pecar. Sendo assim, Ele preparou, de antemão, um plano de salvação. Neste plano divino estava o conteúdo da obra missionária, que é o anúncio do Evangelho de salvação ao mundo perdido. ( Gn 3:15; Ap 13:8; Ef 1:4; 1 Tm 1:9; 1Pe 1:19 e 20).

É a ordem de Jesus:
Um dos maiores mandamentos de Jesus registrado nas Escrituras é a ordem de fazer missões (Mc 16:15; Mt 28:19 e 20). Antes da ascensão, sua última ordem foi: “Ide por todo o mundo”. (Mc 16:15)

É a obra do Espírito Santo:
O propósito pelo qual o Espírito Santo foi enviado é capacitar e dirigir a igreja no avanço da obra missionária (Lc 24:47-49).

Todo movimento espiritual que se denomine avivamento e não vise a conquista de almas para Cristo é pura emoção e não unção (At 1:8; 2:1-5, 14; 4:5-12,31; 13:1-4).

É dever da Igreja:
Jesus não deixou a responsabilidade da Grande Comissão a nenhum instituição humana. Antes, privatizou esta importante tarefa à sua amada Igreja (Mt 28:20; Jô 15:16; 17:18-20). Portanto, façamos missões.

É responsabilidade de cada cristão:
Cada cristão tem a responsabilidade de apoiar a obra missionária com oração. (Rm 15:30; Ef 6:18-20; Cl 4:2-4); com contribuição (Fl 4:10-20; 2Co 9:6-14); e evangelização (1 Co9:16; Ez 33:6-8).


O que não é Missão

Opção doutrinária:
A ordem do “Ide” (Mc 16:15) não ficou como uma opção, mas, sim, como uma ordem a ser obedecida.

Fator secundário:
Missões não é algo para segundo plano, mas é o principal de todos os projetos da Igreja e deve ser valorizado (2 Rs 7:9).

Projeto:
Devemos deixar de apenas fazer cálculos e organizar comissões e realizar reuniões e entrar logo em ação! Enquanto estamos falando e pensando, o mundo está perecendo (1 Cr 28:10; 1Co 15:58; Rm 12:11).

Privilégio de algumas Igrejas:
Missões somente é realizada por quem tem fé nas promessas de Deus e amor pelas almas perdidas (1Ts 1:3). Missões não se faz com milhões, mas dando passos de fé e de obediência (Fp 4:19).

Pessoas com chamados especiais:
A Grande Comissão não foi dada a um grupo específico com chamado especial, mas cada cristão pode ir, contribuir e orar. (Jo 15:16; At 13:1-4; 1 Co 12:12-23).


FONTE: CEMINI - http://www.cemini.org.br/

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

GRAMÁTICA MISSIONÁRIA

Só há dois tipos de reação quando alguém se depara com a palavra Missões.

Há os que preferem conjugar os verbos adiar, esquecer, calar, desfrutar, estagnar-se.
Há os que escolhem os advérbios depois, amanhã, talvez, futuramente, nunca.
Para esses a vida é definida pelos substantivos tristeza, decepção, vergonha, descompromisso, deslealdade.

Há os que preferem conjugar os verbos falar, amar, orar, sustentar, enviar, comprometer-se, crescer.
E escolhem os advérbios hoje, agora, diariamente, já.
Para esses, a vida é definida pelos substantivos alegria, realização, compromisso, lealdade, crescimento.

E você, que verbos prefere conjugar? Que advérbios escolhe? Que substantivos definem sua vida?


Elian Martins

domingo, 5 de outubro de 2008

Sobre Missões Urbanas


A cidade Urbana X A igreja Urbana

Rubens Muzio

Introdução

Cada vez mais precisamos admitir que existe uma estreita relação entre o contexto urbano e as igrejas urbanas. Eu gostaria de destacar neste texto que nós, cristãos precisamos reconhecer as fortes e dramáticas relações que existem entre o contexto urbano onde estamos e as igrejas que pastoreamos na cidade. Minha impressão, porém, é que a maioria das igrejas enfatiza muito mais seus sonhos pessoais e projetos ministeriais do que seu contexto urbano. As igrejas em geral, investem seus recursos e melhores líderes na resolução de seus próprios problemas, ensimesmadas em seus prédios e instituições, dando pouquíssima atenção ao contexto social e cultural onde se encontram inseridas. É necessário que pesquisemos melhor os temas ligados ao urbanismo do Brasil (macro) e das cidades brasileiras (micro) especialmente com a explosão urbana. A igreja brasileira necessita de uma hermenêutica de vida mais bíblica e urbana!

Em sua relação com as cidades e a urbanização, em conversa com muios pastores e observando muitas igrejas tenho percebido alguns conceitos errôneos por trás do discurso dos pastores e prática das igrejas brasileiras:

O primeiro conceito errôneo que igrejas e pastores demonstram com relação à cidade onde moram, sem dúvida, é a afirmação de que a cidade, em si mesma, define-se como má e pecadora. Como não podemos escapar dela, devemos agüentá-la e suportá-la, sempre buscando nos isolar de sua maldade e escaparmos de sua contaminação moral.

Bem, precisamos notar que nem todos os problemas urbanos presentes são produzidos pelas cidades. A cidade é a arena para onde se transferem os grandes confrontos da sociedade. A cidade brasileira reflete as contradições e crises de origem local, estadual, regional, nacional e internacional. Não se trata simplesmente de crise da cidade, mas crise na cidade. Como compostos químicos, problemas, medos e hostilidades são atraídos à cidade e se misturam gerando novos conflitos e combinações mais venenosas ainda. Um amigo meu de Londrina José Barrera, professor da UEL por muitos anos, aplica este conceito da seguinte maneira:

A cidade acaba por ser o lugar das hostilidades dissimuladas e ostensivas, das violências abertas, das desordens de todo tipo, das inseguranças e dos medos. Há medos urbanos de toda natureza: objetivos e subjetivos; individuais e coletivos; passageiros e duradouros; fundados e infundados. Esses medos habitam o cotidiano dos “cidadãos” numa espécie de drama criando novos medos. O grande dilema: há um medo maior das vítimas da pobreza (os pobres e os miseráveis) que das suas causas.

Neste contexto, a igreja deve enxergar a cidade como objeto do amor de Deus e enxergar a si mesma como sinal e instrumento de redenção, paz (shalom), esperança e justiça para a cidade. Romanos 8:18-22 fala sobre a criação estar frustrada, gemendo com as dores de parto, esperando a manifestação da glória dos filhos de Deus. Muitos crêem que esta manifestação apenas refere-se à volta do filho de Deus. Mas da mesma forma que o Reino de Deus já chegou e está presente em nós, cada cristão tem a responsabilidade de manifestar o Reino aquí-e-agora e cada igreja tem o papel de ser instrumento do Reino na cidade. Somos cooperadores e co-criadores do Reino de Deus em nosso emprego, comunidade local, bairro, cidade, país, até os confins da terra!

O segundo conceito errôneo que os pastores demonstram com relação à cidade onde moram é aquele que afirma que a igreja é impotente e está derrotada diante da magnitude dos problemas que confrontam a sociedade brasileira. Não se pode fazer absolutamente nada diante dos problemas sociais da cidade e ninguém dispõe dos recursos necessários para isso. Sendo assim, em sua maioria, embaraçosa e vergonhosamente, as comunidades cristãs es esqueceram de falar e enfrentar os problemas nacionais e internacionais.

Em resposta a isso é importante lembrarmos que Deus mesmo está urbanizando o mundo. Não é necessário provar isso numericamente. Em todos os cantos do planeta, em todos os continentes, isso está acontecendo sob o domínio do nosso Deus soberano. Quer aceitemos ou não, a cidade urbana é uma marca destaque do século XXI. Este século será o século das cidades. Este mundo será um mundo das cidades. Mais de 80% da população brasileira já vive nas cidades. Esta explosão urbana é uma realidade presente e parece que marcará o futuro imediato do mundo de forma determinante. O mesmo Deus que preparou e formou a sua igreja para evangelismo urbano em contextos de exílio e diáspora em cidades do Oriente Médio é o mesmo Deus que está formando imensas cidades urbanas, policulturais e cosmopolitanas e inserindo sua igreja nelas. Sua relação com a cidade é de unidade. A igreja se faz una com a cidade, a igreja está em mix com a cidade. A paz da cidade é sua paz. A justiça da cidade é sua justiça.

A igreja é chamada a preservar, transformar e criar novas possibilidades para a cidade, numa autêntica missão diaconal. Esta ação diaconal tem também a ver com a reconciliação a nível social. Nas palavras de Costa, a ação sócio-diaconal busca participar da vida, conflitos, temores e esperanças da sociedade de tal maneira que estas expressões concretas do amor de Deus contribuam eficazmente para o alívio da dor humana e ao “quebrantamento das condicões sociais que mantem as pessoas na pobreza, impotência e opressão."

O terceiro conceito errôneo que igrejas e pastores demonstram com relação à cidade onde moram é a tendência ao isolamento e ausência de cooperação e unidade com outros grupos evangélicos. Com o crescente medo de perder membros neste competitivo mercado evangélico, muitos têm se fechado e levantado as cercas para “protegerem” suas ovelhas. Lá no fundo do coração, a impressão que tenho é que cremos que, para manter nossa identidade e pureza, devemos nos manter isolados dos outros grupos evangélicos. Sinto que utilizar-se do discurso da unidade entre os pastores é como falar de dieta para quem está obeso. O indivíduo sabe que precisa emagrecer mas ninguém venha com o dedo em riste, apontando para os seus quilos a mais. Sabemos que a unidade é importante e quão bom e agradável é viverem unidos os irmãos. Sabemos que precisamos de companheiros, amigos e não podemos caminhar sozinhos no ministério, correndo diversos riscos desde o esgotamento até queda.

As complexidades sociais, políticas, econômicas, raciais, geográficas presentes em uma nação sempre irão exigir um trabalho abrangente da Igreja como um todo. Para cumprirmos a Grande Comissão, é necessário o desenvolvimento orgânico do corpo de Cristo com todas as suas cores e bandeiras, com todos os seus dons e habilidades. Nenhuma igreja ou pastor, por mais poderosa ou influente que seja, será capaz de alcançar todos os brasileiros e influenciar todo o Brasil.

O fator unificador da igreja brasileira é sua missão integral na cidade. A igreja não atua com responsabilidade amorosa pela cidade quando revela a intenção de retirar-se, construindo seus próprios reinados ou se beneficiar-se dela, aproveitando-se de seus necessitados e sofredores para crescer numericamente.

Em cooperação e parceria, a igreja deve ser impulsionada com o desejo de sacrificar-se por ela. Com toda sua diversidade e multiplicidade de doutrinas, estilos e ministérios a igreja deve doar-se à cidade como sinal da paz de Deus em todos os níveis: indivíduos, famílias, comunidades, bairros, organizações, enfim, em todas as esferas sociais e culturais. Sua motivação é o amor de Cristo e não o sucesso ministerial. Sua ação é o serviço e não o gerencimento empresarial. Sua metolodogia é a encarnação é não meramente marketing e tecnologia.

O quarto conceito errôneo que igrejas e pastores demonstram com relação à cidade onde moram é a visão de sua vocação e ministério como sendo estritamente espiritual. Qualquer esforço dirigido a solucionar os problemas sociais poderia impedir o ministério de evangelização e crescimento numérico da igreja. A cidade é vista como um aglomerado humano a ser evangelizado. A ênfase está na conversão individual, na busca do crescimento numérico através de novas técnicas e métodos e no estabelecimento de novas igrejas da denominação.

A missao de Deus não é apenas espiritual mas tem caráter integral, abarca a totalidade de todas as experiências do ser humano, em seu contexto e história. A finalidade da missão de Deus é a reconciliação de todas as pessoas e a regeneração de toda a criação. Deus é criador e criou o ser humano à sua semelhança (Gn. 1.29). Não no mesmo nível de Deus, obviamente, mas somos co-criadores com Ele. Deus capacitou homens e mulheres com o dom da criação. Deus espera que utilizemos este dom de maneira responsável em nosso esforço de melhorar este mundo imperfeito agredido e ferido pelo pecado. Quando nos doamos pela cidade, procurando transformar as suas situações imperfeitas, ministrando às suas feridas sociais e restaurando as suas dores culturais. Quando promovemos a reconciliação e a paz – desde o indivíduo e suas necessidades pessoas, até a família e as cidades a nível social e cultural em direção a todo a criação no qual vive a humanidade - estamos exercendo e manifestando este dom, num verdadeiro processo de co-criação com o Deus do Universo e podemos orar dizendo: Pai Nosso, venha o Teu Reino, seja feita a Tua vontade assim na terra como é feita nos céus.

Concluindo, nosso ponto de referência para começarmos a entender a pesquisa na cidade urbana é teológico e não sociológico. A pergunta que precisa ser feita tem a ver com a relação entre a urbanização presente nos textos bíblicos e a urbanização das cidades brasileiras. As mais de 1200 referências à cidades na Bíblia são apenas um ponto de lançamento para a descoberta da agenda de Deus para a urbanização do mundo. Precisamos, portanto, estudar a Palabra de Deus a partir de sua perspectiva da realidade urbana, enfocando os tópicos da igreja e sua missão na cidade. Eu creio que a cidade é um aglomerado humano que necessita desesperadamente ser pastoreada por nós, cristãos. A missão de Deus na cidade implica na presença de igrejas saudáveis e pastores cheios de vitalidade espiritual que renovem e dinamizem a comunidade local e, desta forma, influenciem positivamente o Brasil.

E-mail para contato: rubens@sepal.org.br

FONTE: www.sepal.org.br

terça-feira, 30 de setembro de 2008

PRIMÓRDIOS MISSIONÁRIOS


O “ide” foi comissão exclusiva da Igreja. Esteve ausente no período anterior. Israel deveria obedecer a Deus e viver a fé, mais do que difundi-la. Fora chamado para guardar mandamentos e não para pregá-los ao mundo.

O kerigma (proclamação) era de judeu para judeu. Os profetas tinham uma mensagem para seu próprio povo e ainda que algumas vezes a mensagem transcendesse as fronteiras estava de alguma forma relacionada a ele. Verdade é que foi dito a Abraão “em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.1), mas o judaísmo não tornou-se em momento algum uma religião missionária. Seriam sua fé no Deus único e sua firme obediência os instrumentos de Deus para influenciar os povos em volta.

Claro que o espírito missionário já tinha suas sementes nos livros sagrados da Antiga Aliança. O livro dos Salmos por exemplo, estavam repletos de referências às nações adorando a Deus ( Sl 57.9; 72.11; 117.1). Também nos profetas isto era patente ( Is 61.11; Jr 4.2; Ez 38.23). Todavia, era mais a afirmação de um fato que haveria de ocorrer do que de uma missão a ser levada a efeito. Sementes para o tempo futuro.Missão e consciência missionária estratégia Assim como pode existir consciência missionária sem missões, também pode haver missões sem consciência missionária. Prova disto, é que Israel de fato exerceu um papel missionário, mesmo sem Ter qualquer incumbência neste aspecto. Mulheres como Raabe e Ruth, eram gentias que foram convertidas ao Deus de Israel, logo nos primórdios da nação e não se deve pensar que eram casos únicos.

Se a diáspora judaica não é fruto de uma visão missionária de Israel com certeza foi fruto de uma estratégia missionária de Deus. Ao serem espalhados entre as nações da terra, eles plantaram uma fé monoteísta em diversos povos. Daniel e seus amigos são exemplos clássicos. No contexto de Atos este fato é óbvio. Os prosélitos, gentios convertidos ao judaísmo, formaram a ponte que iria levar o cristianismo aos gentios (At 2.10 6.5 13.43).

Em seu Fator Melquisedeque, Don Richardson apresenta exemplos de povos afastados que guardavam vestígios da fé em um Deus único e sua ação redentora. Culturas politeístas tinham traços da fé bíblica que muitas vezes foram usados pelos missionários para explicar o Evangelho, como fez Paulo no Aéropago.

Se esta fé é resultado do inerente monoteísmo do coração humano (Rm 1.18) ou se tem raízes históricas no espalhamento de Israel é difícil dizer. Em muitos casos porém a influência dos judeus dispersos é evidente.

O Pentecoste também foi uma estratégia missionária por parte de Deus. Haviam judeus de todas as nações embaixo do céu (At 2.5). Muitos deles retornaram para seus países de origem levando a fé no Messias (2.41). Tão eficaz foi a tática que muitos supõem Ter sido esta a origem da igreja em Roma. De fato isto é bastante plausível, uma vez que Paulo encontra judeus-cristãos que haviam sido expulsos de Roma pelo imperador Cláudio (At 18.2) e segundo o historiador Suetônio em sua “Vida dos Doze Césares”, o culpado era um judeu chamado Chrestos (provavelmente corruptela de Cristo). O caso do etíope também é bastante característico (Atos 8). Segundo Eusébio, foi propagador da fé em seu povo.

Estes casos se tratam de um tipo de “missões ao inverso”. Não se vai até o povo destinatário. Este vem até o local, recebe a mensagem, e volta com ela. Este quadro retrata bem um tipo de missão que não requer necessariamente uma consciência missionária. Foi um tipo de “missão espontânea”, comum ao judaísmo e que no cristianismo foi provocado por perseguições.
São o embrião de uma consciência missionária, acompanhada de um movimento missionário que iniciando nos dias dos apóstolos continuam até hoje, buscando anunciar o Evangelho a “toda criatura”.
Caso sui generis

Para não sermos injustos, Israel teve sim um caso de missionário enviado aos gentios – Jonas. Rico em mensagem, este curto livro é distinto em muitos pontos. Ao invés de mensagens proféticas, uma narrativa. Ao invés de profecia messiânica, um tipo messiânico. Ao invés da história de um juízo sobre Israel, a redenção de uma cidade gentia.

E foi comissionado por Deus a pregar em e para uma cidade fora de Israel. E teve sucesso. Classificá-lo como primeiro missionário aos gentios não é frase de efeito, é a realidade. Mas ele permanece como a exceção em meio a regra. Ou melhor, como um tipo profético do espírito missionário que permearia a posterior História da Igreja em toda era cristã. Eis aqui um pouco da força latente do movimento missionário, que então explodiria para fazer do Cristianismo um movimento que haveria de abranger o mundo todo, proclamando a toda tribo, língua e nação que Jesus é o Senhor !

Eguinaldo Hélio de Souza

in Revista POVOS - www.revistapovos.com.br

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

ÍNDIA: FOTOS DA PERSEGUIÇÃO CONTRA CRISTÃOS



Caros irmãos, acessem aqui a fotos da onda de perseguição que está sendo movida na Índia contra os cristãos. Ore, divulgue, pressione as autoridades (veja o post anterior).

PARA VER AS DEZENAS DE FOTOS, Clique Aqui.

domingo, 21 de setembro de 2008

Perseguição contra cristãos na Índia aumenta - sua ajuda é necessária!

Amados irmãos, a violência contra os cristãos indianos já atingiu mais de cinco Estados, deixando até agora, um saldo de mais de 40 mortos e milhares de pessoas refugiadas.
Em função dessa dramática situação, a Portas Abertas iniciou uma Ação Institucional em socorro aos nossos irmãos na Índia. A ação consiste em solicitar às autoridades indianas no Brasil atitudes que cessem essa onda de violência.
Quanto mais e-mails conseguirmos enviar, maior será a chance de chamar a atenção dessas autoridades. O objetivo é simples: travar a caixa de entrada dos e-mails. Mesmo que o conteúdo seja o mesmo, envie quantas vezes quiser e puder.
É extremamente simples ajudar. Sinceramente, é uma vergonha não fazê-lo!
Os endereços para onde você deve enviar a carta modelo são:
Copie os endereços e cole-os para simplificar sua ação.
Não esqueça, envie quantas vezes puder.
O momento exige urgência nas orações e ações práticas!

Em nome da Igreja da Índia,
Renata Éboli- Missão Portas Abertas

Clique aqui e veja o modelo do texto

sábado, 20 de setembro de 2008

Como envolver sua Igreja com Missões

A idéia aqui é sugerir que igrejas, pastores, promotores de missões ou membros de igreja, que amam e entendem o significado bíblico de Missões, sejam desafiados a produzirem materiais motivacionais cujo tema central seja a obra missionária mundial. Use sua criatividade e tenha idéias inovadoras para mobilizar, sensibilizar e motivar sua igreja.

Motivacionais Missionários

Mapas
Nem todos conhecem bem a geografia mundial e, conseqüentemente, as fronteiras das nações. Muitas vezes pensam que quando se fala de Equador, por exemplo, imaginam ser como viajar para uma cidade no interior. Demonstrando no mapa as distâncias e as características de cada nação, como religião e distribuição de renda por habitante, as chances de uma sensibilização pela obra missionária mundial crescem. Portanto, encha sua igreja de mapas!

Estatísticas
Use as estatísticas disponíveis em inúmeros veículos de comunicação da JMM, incluindo o Portal, e de outras agências missionárias para coletar informações que impactem os irmãos de sua igreja, Por exemplo, você pode citar que a Turquia, sede das 7 igrejas do Apocalipse e outrora um referencial do cristianismo, conta hoje com menos de 0,1% de evangélicos em sua população. Ou que no Afeganistão não se conhece publicamente nenhum crente. Tais informações despertam o interesse dos membros pelo apoio à obra missionária mundial.

Cartazes missionários
Crie cartazes com frases curtas e imagens com fotos grandes e marcantes. Procure não ofender ou ridicularizar uma religião, apenas demonstre as características dos povos que a seguem, como o paganismo, a idolatria e fanatismo sacrificial. Aproveite os materiais da Campanha Missionária enviados pela JMM e afixe-os em locais estratégicos. Não esqueça de colocar seus contatos nos cartazes. Ore e aguarde o retorno.

Fotos missionárias
Destaque um lugar para colocar fotos de misssionários e dos campos para lembrar ou tornar conhecida do povo as necessidades dos países onde a JMM possui obreiros. Esta iniciativa é uma ferramenta poderosa para despertar a igreja para contribuir e orar pela obra missionária.

Frases missionárias
Imprima frases de missionários ou até mesmo citações de líderes evangélicos sobre a obra de evangelização dos povos. Essas frases, colocadas em locais estratégicos e com muita visibilidade (exemplo: hall de entrada, mural, entrada e interior dos banheiros etc.) despertarão na igreja um desejo de apoiar a obra missionária.

Testemunhos missionários
Sempre que possível, e de acordo com a agenda missionária feita pelo setor de promoção da JMM, leve missionários para a sua igreja a fim de que, com seu testemunho de chamada e trabalho no campo, desperte outras pessoas para o ministério missionário ou para a intercessão e sustento financeiro.

Fonte: Junta de Missões Mundiais

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

CONTRATA-SE MISSIONÁRIOS!


Extraído do blog do Jamierson Oliveira - http://jamiersonoliveira.blogspot.com/

Na cultura judaica era comum os pais ensinarem ao filho uma profissão alternativa; a de Paulo era a de fazer tendas (At 18.3). Utilizou-se dela para levantar seu sustento, pois temia escandalizar os irmãos e não queria correr o risco de ser interpretado como aventureiro, em Corinto. Hoje, “FAZEDORES DE TENDAS” é o nome que se dá aos profissionais liberais que são enviados como voluntários para prestarem serviços sociais às populações carentes nos países onde ser cristão ainda é crime, onde ao mesmo tempo, evangelizam as pessoas. Vejam abaixo maiores detalhes para essa modalidade missionária.

ÁREAS QUE UM PROFISSONAL PODE EXPLORAR COMO MISSIONÁRIO BI-VOCACIONAL:

  • DA EDUCAÇÃO: Lingüistas e professores de línguas (Inglês, espanhol e mesmo português para nativos); professores de alfabetização e de cursos livres, tais como artesanato: pintura, informática etc.
  • DO LAZER E SOCIAL: Técnico e treinador de futebol (Ainda mais sendo brasileiro); desenvolvimento de projetos sociais, criando pequenas associações de bordadeiras, rendeiras, pintores, oleiros, artesãos, guias turísticos, agricultores etc.
  • DE TECNOLOGIAS E ARTE: Telecomunicação; mecânica e elétrica de autos; designer gráfico; artistas etc.
  • DA SAÚDE E AGRÁRIAS: Médicos; dentistas; psicólogos; enfermeiras; fonoaudiólogos; nutricionistas; protéticos; agrônomos; tecnólogos em alimentos, pecuária, saneamento, higiene e sanitário.
  • DA INDÚSTRIA: Engenheiros, arquitetos, químicos, mestres de obras, pedreiros, carpinteiros, marceneiros, eletricistas, bombeiros, encanadores, armadores, perfurações de poços etc.

LIVROS E MATÉRIAS SOBRE O ASSUNTO:

  • Como Ser um Fazedor de Tendas Bem-sucedido” (Interserve/CEM)
  • Uma Chama na Escuridão” (Sobre a vida de William Carey)
  • O Pequeno Anjo da Colômbia” (produzido pela TV Escola)
  • A Morada da Sexta Felicidade” (Sobre a vida de Gladys Aylward)
  • Carruagens de Fogo” (História real de Harold Abrahams, Eric Liddell e da equipe britânica das Olimpíadas de 1924. Quatro Oscars, em 1981.)
  • A História de Florence” (Vídeo Arte Brasil, Columbia Pictures Entertainment, 1989)
  • Lágrimas do Sol” (Missão Portas Abertas)
  • Amor sem Fronteiras” (Missão Portas Abertas)
  • Celebração dos Anjos” (Sobre a vida de Doroty Day)
  • Território Selvagem” (Warner, com Nigel Hawthorne, sobre a vida de Livingstone)
  • William Carey: Um Missionário a Ser Lembrado” (COMEV Vídeos)
ORGANIZAÇÕES QUE TRABALHAM COM ESSE MODELO DE MISSÕES:
  • www.aftb.org.br
  • www.cem.org.br
  • www.interserve.org
  • www.abub.org.br
  • www.abwe.org
  • www.efcm.org (em inglês)
  • www.send.org (em inglês)
  • www.omsinternational.org (em inglês)
  • www.gemission.org (em inglês)

Jamierson Oliveira

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Você perderia para ganhar?


“Consuma minha vida, Senhor. Eu não quero uma vida longa, mas sim cheio de Ti, Senhor Jesus. Satura-me com o óleo do teu Espírito…” Teria o Senhor, doador e mantenedor da vida, atendido a este pedido tão insitente e (para nós) intrigante de um filho Seu que desejava fazer a diferença em sua geração, imprimindo a marca de Cristo? Agora você tem a oportunidade de descobrir e se deixar tocar pela emocionante biografia de um dos mais novos missionários a combater o bom combate, acabar a carreira e guardar a fé. Venha, junto com Jim Elliot e seu amigos, ao ano de 1956:

“Aquele que dá o que não pode manter, pra ganhar o que não pode perder, não é um tolo”
Jim Elliot

A história de Jim Elliot e seus quatro amigos é uma das histórias missionárias mais empolgantes e inspiradoras.

Jim Elliot nasceu em 8 de Outubro de 1927 na cidade de Portland, no estado americano de Oregon. Jim pertencia a uma família cristã dedicada ao Senhor; desde cedo foi instruído nos caminhos de Deus, e veio a receber a Cristo como seu salvador aos 8 anos de idade. Fred, um pastor batista, e Clara Elliot, seus pais, eram bastante cuidadosos quanto à instrução bíblica de seus filhos e exerceram forte influência na formação de suas vidas.

Jim revelou-se um jovem bastante talentoso, destacando-se em todas as atividades que se envolvia. Era líder de sua classe, e detentor de uma brilhante oratória. Elaborou um aclamado discurso de honra em homenagem ao presidente americano, Franklin D. Roosevelt, por ocasião de seu falecimento. Graduou-se em “desenho arquitetônico” na High School e depois se transferiu para a faculdade cristã de Illinois, a Wheaton College, onde se graduou com as mais elevadas honras.

Convicto de sua vocação e chamada, Jim prioriza seus estudos com o intuito de alcançar a melhor preparação possível para o seu ministério. Empenha-se no estudo do grego, já visando uma possível tradução do evangelho para alguma língua nativa. Segundo o registro de seu diário, sua vida tinha sido profundamente impactada pelos testemunhos de missionários como David Brainerd e Hudson Taylor. Jim Elliot orava constantemente: “Consuma minha vida, Senhor. Eu não quero uma vida longa, mas sim cheio de Ti, Senhor Jesus. Satura-me com o óleo do teu Espírito…”. Durante seus estudos conheceu Elizabeth Howard, que também tinha um chamado para missões transculturais. Apesar de seus sentimentos um pelo outro, aguardaram em oração a confirmação de Deus, e somente após a graduação eles se casaram. Jim e Elizabeth se casaram em 1953, na cidade de Quito (Equador) e em 1955, nasceu sua filha Valerie.

Jim recusou convites para pastorear em algumas igrejas nos ministérios da juventude. Para alguns líderes, Jim tinha um futuro bastante promissor no ministério pastoral nas igrejas do EUA. Por esta razão foi criticado quando insistia em sua decisão em levar o evangelho de seu Salvador aos índios na Amazônia. Jim convenceu dois de seus amigos (Ed mcCully e Peter Fleming) que trabalhavam com ele numa rádio de difusão do evangelho a participarem da escola linguística, juntamente com ele e Elisabeth. Mais tarde , os três amigos e suas esposas (Jim e Elisabeth casaram-se no Equador) partem para o Equador para trabalharem com os índios Quechua. No Equador, um piloto missionário, Nate Saint, e sua esposa juntaram-se ao grupo. Conseguiram estabelecer uma estação da missão entre os índios Quechua. Jim e Elizabeth trabalharam na tradução do Novo Testamento para a língua dos quechuas. Nesse tempo Jim se lembrou dos índios aucas (hoje conhecidos como Huaoranis) que tinham a fama de serem muito violentos e que não possuiam nenhum contato com o mundo exterior. Com o propósito de levar o evangelho aos índios huaoranis, o grupo começou a elaborar um plano que ficou conhecido como Operação Auca.

Roger Youderian, um novo missionário, com sua esposa pediram para se juntar ao grupo. Nate Saint, conseguiu avistar alguns índios aucas sobrevoando algumas áreas que foram demarcadas no mapa da operação. A partir de então começaram sistematicamente sobrevoar as áreas dos huaoranis durante quatro meses levando presentes. Amarrado por uma corda, um balde cheio de roupas, bugigangas, cereais e fotografias dos missionários era levado pelo avião que em vôos baixos deixava cair os presentes. Os índios aucas chegaram a colocar no balde um papagaio e alguns enfeites de suas vestimentas. Diante do progresso alcançado, os cinco jovens missionários resolvem montar um acampamento às margens do rio Curray. Através de uma estação de rádio comunicavam constantemente com suas esposas que tinham ficado na base da missão.

Pouco tempo depois, um grupo de quatro índios visitaram os missionários em seu acampamento. Os missionários deram-lhes presentes e alimentos como um sinal de paz. Outros contatos foram feitos por mais algumas vezes e um daqueles índios chegou a voar com Nate Saint em seu avião, sobrevoando sua própria aldeia. Incentivados por uma visita no dia 7 de Janeiro, os missionários decidiram ir até a aldeia dos huaoranis. Acordaram cedo e louvaram ao Senhor na manhã de 8 de Janeiro. Nate e Jim sobrevoando a área da aldeia dos aucas avistaram um grupo de 20 a 30 índios se movendo em direção ao acampamento. Através do rádio comunicaram com suas esposas e decidiram ás 16:30 entrarem em contato novamente.

Ao chegarem na praia de seu acampamento, Nate e Jim avisaram aos outros que os aucas estavam vindo. Munidos de armas decidiram não utilizá-las. Pouco tempo depois chegaram os aucas e pouco esses cinco jovens puderam fazer. Foram mortos pelos aucas naquele dia de 8 de Janeiro de 1956. Angustiadas pela demora do contato de seus maridos, suas esposas solicitaram imediatamente ajuda. Helicópteros e forças do exercito equatoriano sobrevoando o rio Curray encontraram os corpos de quatro missionários (não foi encontrado o corpo de Ed McCully). Seus corpos foram encontrados brutalmente perfurados por lanças e machados. O relógio de Nate Saint foi encontrado parado em 15:12 minutos, do que se deduz a hora em que foram mortos.

As esposas desses missionários, apesar da grande dor que sofreram, decidiram continuar com a missão, e algum tempo depois foram sucedidas na evangelização dos aucas. A tribo foi evangelizada e alguns anos mais tarde, o assassino de Jim Elliot, agora convertido ao Senhor Jesus e líder da igreja na aldeia batizou a filha de Jim e Elizabeth no rio onde seu pai tinha sido morto.

A vida e o testemunho desses cinco missionários martirizados por amor ao evangelho têm inspirado até hoje centenas de jovens a dedicar suas vidas ao Senhor da seara. Jim Elliot procurou servir a Jesus com todas as suas forças e a maior parte de sua vida e de seu ministério é contado por sua esposa Elizabeth em dois livros publicados posteriormente. Sua célebre frase, encontrada em seu diário nos inspira a entregar sem reservas a nossas vidas nas mãos do Mestre: “Aquele que dá o que não pode manter, para ganhar o que não pode perder, não é um tolo”.

Biografia de Jim Elliot produzido por LUCIANO HÉRBET

Imagens extraídas do site: www.atanycost.org

Referências:
* www.atanycost.org
* www.hyperhistory.net
* en.wikipedia.org
• http://en.wikiquote.org/wiki/Jim_Elliot

FONTE: www.evangelizabrasil.com.br

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Jogral para o "DIA DE MISSÕES"


João Oliveira dos Santos


Um excelente jogral para qualquer culto ou evento missionário da sua igreja

A - O Campo é o mundo...
B - O Campo é o mundo...
Todos Cristo, a Única Esperança!
C - Se Cristo é a Única Esperanca,
D - Se muitas almas perecem sem Cristo e sem salvação,
A - Quem levará esta mensagem aos homens?
E - Quem anunciará o amor de Deus ao mundo?
H - Cristãos do nosso querido Brasil, ouvi os clamores de um povo que sofre...
F - Que implora...
G - Busca...
A - Pede...
C - Luz...
B - Luz...
H - Luz...
Todos A luz do Evangelho de Jesus!
D - O caminho que encetamos é tão espinhoso
F - A nossa Cruz é tão pesada,
G - Senhor, dá-nos forças para prosseguir!
A - Lutar!
H - Lutar!
E - Enfrentar com sorrisos nos lábios a amargura do sofrer.
C - Eis que os campos estão brancos para a ceifa, a quem enviarei?
G - A quem?
F - Quem irá?
A - Quem?
B - Não ouvis?
C - Não vedes?
H - Não sentis que a obra é grande demais para tão poucos trabalhadores?
D - Ouvi a chamada do Mestre:
B-C-D- "Levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará."
C - Entregai os vossos bens para o sustento da obra...
A - Não negueis...
H - Não negueis...
B - Não retenhais a vossa oferta...
D - Ajudai a obra missionária...
D-B-A Escutai, escutai, eles clamam por salvação,
F - A obra cresce...
H - Cresce...
E - G Homens consagrados e decididos levantam-se para os campos,
C - Moços que deixam os seus lares,
B - Partem,
H - Partem,
F - Deixam tudo...
H - Deixam tudo...
A - Lares...
E - Pátrias...
G - Condições sociais...
B - A vida feliz da cidade,
Todos E saem a proclamar as benditas sementes do evangelho.
C - O campo é o mundo...
G-H-F-A E ele exige de nós mais,
B- Mais,
E- Mais,
D - Muito mais,
H - Ele exige abnegação das nossas vidas...
todos O mundo tem fome e sede de justiça!
H - O mundo clama por salvação!
A - O mundo precisa de luz!
Todos A luz do Evangelho de Jesus.
C - Os dependentes químicos
F - Os portadores do virus HIV
B - Os doentes terminais
D - Os excluídos por questões de gênero...
E e raça...
H excluídos do sistema,
C sem direitos...
B Os portadores de necessidades especiais
G os privados de liberdade
Todos Quantas vidas a perecer sem Cristo e sem salvação!
G - E ele assim permanecerá
A - Viverá
B - Se não anunciares aos homens o amor eterno de Jesus,
C- Por que permaneceis indiferentes aos apelos de um nundo sofredor?
G - Por que não ergues o olhar para os campos?
H - Ó Senhor, desperta o teu povo,
F - Levante-te, moço corajoso e decidido, para a sua seara,
todos Porque o campo é grande, e poucos são os obreiros.
A - O Campo é o mundo...
Todos Cristo, a Única Esperança!

FONTE: livro Florilégio Cristão


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domingo, 31 de agosto de 2008

Missão Caiuá: Oito décadas de bons serviços

Missão Caiuá, um dos mais importantes ministérios evangélicos de apoio às populações indígenas do Brasil, comemora 80 anos.

A Missão Evangélica Caiuá, uma das mais tradicionais entidades protestantes que atuam entre os índios brasileiros, está completando 80 anos. Para celebrar a data, a instituição, com sede em Dourados (MT), recebe hoje mais de 1.500 indígenas de vários municípios matogrossenses, como Iguatemi, Coronel Sapucaia, Antonio João, Amambaí, Caarapó e Tacuru, para a festa do aniversário. Além deles, são esperados missionários, pastores e obreiros envolvidos com a causa indígena, além do público em geral.
Segundo o pastor Benjamim Benedito Bernardes, que responde pela administração da Missão Caiuá, a programação se inicia com culto de ação de graças, às 9h, na Escola Francisco Meireles, ligada à entidade. Durante todo o dia haverá cânticos, testemunhos, apresentações diversas e ordenação de pastores, entre outras atividades. Tudo para celebrar as oito décadas da instituição, cuja proposta é promover o bem-estar físico, social, cultural e espiritual dos indígenas de diversas etnias que vivem na região.
De orientação presbiteriana, a Missão Caiuá é respeitada não apenas pela comunidade indígena, como também conta com o reconhecimento de órgãos públicos do Estado do Mato Grosso e da Fundação Nacional do índio, a Funai. Além da assistência espiritual, a organização presta serviços médicos, mantém escolas, centros sociais e promove atividades de entretenimento e lazer, sempre respeitando as culturas indígenas e incentivando sua preservação.
Segundo trabalho de pesquisa Nha’aronja Oke (Porta da Esperança), de Margarida Gennari Bernardes, a Missão Caiuá surgiu pro iniciativa do pastor Albert Maxwell, que chegou a Dourados, então uma pequena vila, em meados dos anos 1920. O religioso foi trazido à região por ninguém menos que o marechal Cândido Rondom, o maior indigenista da história do Brasil. Naquela época, a companhia Mate Laranjeira, que atuava na região explorando a erva-mate, causava grande transtorno cultural à comunidade indígena. Preocupado com a situação, Maxwell conseguiu o apoio da Comissão Brasileira de Cooperação das Igrejas Evangélicas, e em 28 de agosto de 1928, organizou a Associação Evangélica de Catequese dos índios, embrião do que hoje é a Missão Caiuá. Os primeiros missionários fixaram residência na vila e, com a ajuda das igrejas, eles compraram terras ao lado de uma aldeia indígena, montando ali a primeira escola.
Dez anos depois, uma epidemia de febre amarela acometeu o povoado, matando vários índios adultos. As crianças órfãs, então, foram levadas para a missão pelo Serviço de Proteção aos índios (SPI), órgão que antecedeu a Funai na execução da política indígena nacional. Nasceu, então, o primeiro orfanato indígena, o Nhanderoga. A partir dali, a missão só cresceu e alargou suas frentes de atuação. Em 1945, foi fundada uma escola bilíngüe indígena, e em 1963, foi inaugurado o Hospital Maternidade Indígena Porta da Esperança, que funciona até hoje e tem 50 leitos, especializado no tratamento de doenças endêmicas como malária e febre amarela.


FONTE: Portal CRISTIANISMO HOJE
http://www.cristianismohoje.com.br

Mais sobre a Missão CAIUÁ: Clique Aqui

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

E-book para download: CURSO DE MISSÕES

"UBE blogando Missões - Eu participo"



DCI
é uma missão internacional, sediada na Inglaterra, e que desenvolve e apóia projetos missionários em todo o mundo.
No site da missão podem ser encontradas diversas informações, notícias dos campos, pedidos de colaboração missionária e recursos úteis.
E é um desses recursos, que a DCI oferece gratuitamente, que apresentamos aqui para vocês:
Um CURSO DE MISSÕES para download. Isso mesmo: são simplesmente 350 paginas de um curso preparado para capacitar os ceifeiros para a grande seara, utilizando o modelo dos 12 com enfoque na plantação de igrejas. Excelente material!

PARA BAIXAR O E-BOOK, Clique Aqui.

Visite também a página de DCI: http://www.worldchristians.org/

domingo, 24 de agosto de 2008

DIVULGAÇÃO: Blogagem coletiva (e missionária!) da UBE

Caros, queridos e amados irmãos: A União de Blogueiros Evangélicos vem convidar todos vocês que fazem parte da grande família blogueira a particiarem de uma nova blogagem coletiva. Para os que não sabem, 'blogagem coletiva' é quando um grupo de blogueiros resolve publicar simultaneamente (cada qual em seu próprio blog), textos sobre um mesmo tema.

MISSÕES. David Livingstone certa vez disse: "Deus tinha um único Filho, e fez dele um missionário."
E nós, o que temos feito? Pensando nisso, a UBE idealizou esta blogagem, sobre aquele que é "O" tema fundamental da Igreja, em todos os tempos: Resgatar os perdidos, onde quer que estejam.



Para participar é só publicar qualquer coisa (um texto, vídeo, imagens) sobre ou relacionado a Missões, no seu blog. Copie e insira também o Logotipo da blogagem ('UBE blogando Missões', disponível em fundo branco ou negro) e se possível o texto "Blogagem missionária UBE - Eu participo". Em seguida deixe um comentário no blog da UBE, informando o link da sua postagem. Tal link será inserido no blog, para que todos possam visualizá-lo e acessá-lo.

E mais: todos os blogs participantes, que nos informarem da participação até o dia 08 de Setembro de 2008, estarão concorrendo a um (1) kit contendo um exemplar do livro MISSÕES - O DESAFIO CONTINUA, de Ronaldo Lidório, e um exemplar da Revista da Missão PORTAS ABERTAS.

O sorteio será no dia 09 de Setembro e o ganhador receberá seu prêmio pelos Correios, através de carta registrada.

Para você que porventura não está bem informado sobre o tema, ou deseja simplesmente conhecer (e se envolver) mais, preparamos uma extensa lista com os links das páginas de dezenas de missionários, Missões e Agências Missionárias, além de outros recursos úteis.
Para acessar a lista, Clique Aqui.

Não deixe de participar. Você estará divulgando um tema fundamental, estreitando os laços de nossa União de blogueiros, e ainda concorrerá a prêmios.

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