sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

DVDs de Ronaldo Lidório em boa promoção


Esse é um anúncio que eu tenho que fazer: A SEPAL está com uma promoção sensacional: Um Kit Material de Missões, contendo 2 DVDs de Ronaldo Lidório (cada um com duas mensagens) e 1 DVD do Primeiro Congresso de Missões Brasil 21 para Pastores e Líderes (8 horas de vídeo). Tudo isso por R$ 50,00.

Ao receber o anúncio pela newsletter da SEPAL, resolvi me dar um 'presente de Natal' e comprei pela Internet o pacote. Chegou em 4 dias. Neste exato momento acabei de assistir às palestras de Ronaldo Lidório no Congresso Brasil 21, e fui profundamente impactado. Por isso resolvi fazer este anúncio, para que muitos outros possam ser abençoados. A promoção vai até o dia 31/12/2008.

Siga este link direto para a página da promoção (há ainda outros Kits) - http://www.lideranca.org/cgi-bin/mods/ecart/index.cgi?action=viewart&cat=pregacoes&art=promomissoes.dat&catname=pregacoes

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

O EVANGELISTA - anunciador das Boas Novas de salvação


É aquele que por Amor as almas perdidas e em Obediência a Palavra de DEUS prega o Evangelho do nosso SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO.

COMO DEVE SER O EVANGELISTA

1. CONVERTIDO - Lucas 22:32 mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; e tu, quando te converteres, fortalece teus irmãos.

2. APROVADO - II Tm 2:15 “Procura apresentar-te diante de Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.”

3. EXPERIENTE - I Tm 3:6 “Não neófito, para que não se ensoberbeça e venha a cair na condenação do Diabo.”

4. CHEIO DO ESPÍRITO SANTO - Atos 1: 8 “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra.”

CINCO LEMBRETES IMPORTANTES

1.ORAR ANTES DE AGIR

2.RESISTIR O INIMIGO E ASSUMIR POSIÇÃO DE AUTORIDADE SOBRE ELE. “Satanás, eu o repreendo em nome de JESUS CRISTO. Você não irá controlar meu casamento, nem meus filhos, nem meu pastor, nem esse meu irmão, nem esta cidade,....”.

3. RECEBENDO UMA CRÍTICA OU REPREENSÃO, procurar verificar se ela tem fundamento, em vez de lutar contra carne e sangue. nos arrepender e acertar tudo.

4. NUNCA PERDER A FÉ NEM ACEITAR SENTIMENTOS DE CONDENAÇÃO - II Tm4:7 Combati o bom combate, acabei a carreira, [guardei a fé].

5. PRESERVAR O RELACIONAMENTO COM OS IRMÃOS À TODO CUSTO - Pv 18:19 “um irmão ajudado pelo irmão é como uma cidade fortificada; é forte como os ferrolhos dum castelo.” JESUS NOS LIBERTA e nos capacita a viver como ELE deseja que vivamos. 1Jo 4:4.

Dentro de nós há o “poder de DEUS”, o ESPÍRITO SANTO que é maior do que o que há no mundo, maior do que todo o poder que o inimigo puder usar. Efésios 6:10 nos exorta a tomarmos toda a armadura de DEUS e resistir “às ciladas do diabo”. DEUS tem providenciado armas “poderosas em guerra” para nossa proteção e para nossa luta ofensiva.
Assim, podemos resistir a todo assalto contra nós e atacar o inimigo! “O SENHOR é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador; o meu DEUS, a minha fortaleza, em quem confio;o meu escudo, a força da minha salvação, e o meu alto refúgio”. Sl. 18:2

FONTE: http://www.missoesmundiais.org.br/

No blog Equattoria - ISLAMISMO: 3 milhões celebram o Haj

Veja a notícia sobre a celebração do Haj em Meca, na Arábia Saudita - http://www.equattoria.blogspot.com/

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

A Glória de Deus como Grande Objetivo Missionário


Antônia Leonora Van der Meer

A glória de Deus é o objeto da esperança religiosa, o conteúdo da revelação universal vindoura. Isaías é o profeta da glória que virá. Esta glória está no contexto da disseminação universal da graça de Deus. Para Isaías a salvação futura das nações e a honra de Israel são aspectos indispensáveis da glória de Deus. O Filho do homem glorificado (12.23) transmite a vida no Espírito a todas as nações. Está a raiar o dia em que o Espírito será enviado para colher a Igreja universal através dos embaixadores proclamadores do Evangelho. Em 2 Coríntios 3, Paulo fala do ministério da Antiga e da Nova Aliança. contrastando com sua glória. Paulo mostra a superioridade do Novo Testamento em relação ao Velho Testamento e a conexão íntima entre glória, Espírito e a Igreja proclamadora. A Glória de Deus era uma revelação do ser divino, e isto se aplica de maneira mais ampla ao ministério do Espírito. Em que consiste essa glória? Não numa luz radiante e visível, mas na glória imaterial do Evangelho. A ousadia da proclamação dos embaixadores de Cristo em contraste com a glória que Moisés escondia dos filhos de Israel (2 Co 3.12-13). É a manifestação da verdade, à luz do Evangelho da glória de Cristo brilhando sobre todos os homens (4 .1-6). A glória de Cristo é manifesta através da vida do Espírito no corpo de Cristo, a Igreja, e é resultado do seu testemunho do Senhor crucificado e ressurreto. A unidade da Igreja não consiste na habitação passiva do Espírito, mas na proclamação do Evangelho e na vida cristã que flui do mesmo. A unidade e a vida de Igreja testemunham a glória de Cristo... ...Assim, a glória de Deus é manifesta na sua graça salvadora que alcança ao homem perdido, sem limites geográficos, nem temporais, nem de mérito. A glória de Deus é expressa na vida nova da Igreja, salva pela sua graça imerecida, e na proclamação do Evangelho, que ilumina os que estão nas trevas (há uma conexão profunda entre glória e luz). A Igreja, a nova humanidade redimida, também renderá a Deus, a glória devida ao seu nome. O cristão agradecido pela graça imerecida que recebeu, movido pelo poder do Espírito Santo, preocupa-se com a glória de Deus que está sendo negada pelos homens perdidos, e preocupa-se com os homens que perecem porque carecem da glória de Deus. A glória de Deus é a grande motivação missionária, que nos faz voltar para Deus, que merece a dedicação e obediência incondicional do homem salvo, mobilizando-nos para o próximo que necessita do brilho e do calor dessa glória, e da vida transbordante que ela produz. Sabendo ainda que o propósito de Deus é alcançar toda tribo, língua, povo e nação. Jamais poderemos nos contentar ou acomodar enquanto não chegarmos a essa proclamação ampla, profunda e clara a todos os homens de todas as gerações.

O texto completo pode ser lido na Revista Capacitando para Missões Transculturais, volume 1 nº1, pág. 55

FONTE: http://cleuzano.blogspot.com/

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Curso de Tradução Bíblica

Quando penso em tradução da Bíblia, lembro-me de Irene Benson. Conheci essa missionária em visita a tribo de Mapuera no Pará em 1996. A tradução da Bíblia para os índios Waiwai começou em 1955 e terminou 46 anos depois, em 2001. Na ocasião faltavam ainda 5 anos para a conclusão do trabalho de tradução, mas os olhos dessa irmã brilhavam ao falar desse tempo traduzindo a Bíblia para esse povo. Estava claro que não importava o tempo investido, mas a relevância da obra concluída. Os Waiwai são um povo que, além do Pará, habitam também a Guiana e Suriname e estão entre os quatro grupos indígenas que possuem a Bíblia completa em sua própria língua. Há um grande desafio pela frente, pois temos 257 tribos indígenas no Brasil.
Por isso é motivo de grande alegria compartilhar essa importante notícia para a Igreja brasileira. Agora é possível fazer um curso de tradução bíblica com certificado de uma universidade. O curso de Introdução aos Estudos de Tradução Bíblica I será oferecido pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, campus São Paulo. É resultado de parceria entre o Mackenzie e APMT - Agência Presbiteriana de Missões Transculturais, SIL – Sociedade Internacional de Linguística e ALÉM – Associação Linguística Evangélica Missionária.
O objetivo do curso é fornecer noções fundamentais de teoria e descrição linguística para a formação de profissionais capacitados a trabalhar em contexto intercultural. Destina-se preferencialmente a graduados e graduandos em letras, letras/tradutor, teologia, pedagogia, ciências sociais e interessados com ensino médio completo. O início do curso será em março de 2009 e tem a duração de 60 horas. As aulas serão de segunda a sexta-feira das 14h00 as 18h00. São apenas 40 vagas.

Siga o exemplo de Irene e inscreva-se pelo site: http://www.mackenzie.br/introducao_estudos_biblicos.html
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via
Portal Evangeliza Brasil

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

O CONTRIBUINTE DE MISSÕES NO BRASIL


Motivações, envolvimento e expectativas


Entre os versos 21 e 24 de I Samuel 30, o Rei Davi esclarece que tanto os que desceram à peleja como os que ficaram guardando a bagagem “receberão partes iguais”, afinal, todos contribuíram para que a vitória contra o inimigo ocorresse. Com base na Escritura Sagrada, entendo que o “contribuinte” de missões também é um missionário, e, tanto o que tem o ministério de ficar quanto o que tem o ministério de ir receberão sua parte no galardão. É aquela velha história: um vai, outro financia e o outro ora. De qualquer forma, TODOS são comissionados. A pergunta é: qual a minha parte nessa história toda? Um dia, ouvi, aliás com muita propriedade, uma pessoa dizer que na Igreja você se enquadra em uma das duas únicas categorias de pessoas que existem: ou você é um missionário ou, então, um “campo missionário”. E eu, feliz da vida só pude dizer: AMÉM! Ainda sobre esse assunto, há uma frase famosa e muito difundida no nosso meio, cuja autoria é atribuída a William Carey, que diz: “Existem dois tipos de missionários, aquele que desce o poço e o que segura a corda”.
Sabedores, então, de que todos os homens e todas as mulheres que um dia foram lavados e remidos pelo sangue do Cordeiro são missionários, fica mais fácil darmos continuidade a esse assunto. Contudo, em detrimento da conclusão que acabamos de ler, os crentes, de uma forma geral, se enquadram em certas categorias quando falamos sobre aquele que contribui. Veremos então essas categorias:

1. O amigo – é aquele que contribui com o missionário porque é amigo pessoal dele. Já o conhecia antes de ir ao campo, já se relacionavam, sabe de sua seriedade e compromisso. Acima de tudo, o considera seu grande amigo.

2. O frustrado – é o que contribui porque ele mesmo gostaria de ser um missionário. Contudo, as coisas não saíram como ele queria e, contribuindo, ele sente que tal missionário está sendo missionário no lugar dele.

3. O visionário – esse contribuinte quer ver o propósito de Deus sendo cumprido no mundo e sente-se responsável por isso. Seu pressuposto está em textos como o de Mt 28:19

4. O constrangido – esse aqui sente desconforto em dizer “não” quando é desafiado a envolver-se num ministério.

5. O apaixonado – é motivado pelo amor que sente por Jesus. Além disso, acha que dando ao missionário está dando também a Deus.

6. O solidário – esse contribuinte é sensível à grande necessidade mundial do conhecimento de Cristo. Ademais, ele se sensibiliza com a miséria, menores abandonados, epidemias, guerras etc. Ele também poderia ser chamado de o “empático”.

7. O paizão – geralmente são pessoas idosas que resolvem “adotar” o missionário e trazê-lo guardado no coração como um filho. Pode ser, também, a mãezona.

8. O abençoado – esse aqui contribui porque recebe bênçãos as quais atribui ao fato de ter ofertado.

9. O transvisionário – ele já é um missionário atuante e por admirar o ministério de alguém quer abençoá-lo financeiramente.

10. O esclarecido – contribui por saber que o trabalho que determinado missionário realiza é, em última instância, um trabalho de Deus.

11. O corporativo – esse aqui nem sequer conhece o missionário, mas conhece a missão ou organização a que ele pertence e a admira muito, por isso contribui.

12. O interesseiro – contribui para poder deduzir do imposto de renda.

13. O parente – esse contribui por ser parente do missionário. Ele pode nem ser crente, mas deseja participar daquele “trabalho”.

14. O vaidoso – esse que ver seu nome publicado no jornal da denominação ou na lista dos contribuintes de determinado ministério.

15. O anônimo – em contrapartida, há aquele que deposita a oferta para alguém sem jamais identificar-se, crendo que o importante mesmo é Deus saber sobre seu ato e suas intenções.

16. O articulador – é aquele que além de contribuir, movimenta a igreja, faz campanhas e incentiva outros a contribuírem.

17. O indeciso – é aquele que em cada mês envia a oferta para um missionário diferente.

18. O Papai Noel – aquele que só contribui em dezembro.

19. O oportunista – só manda a oferta quando está bem financeiramente, sem dívidas, ou com algum dinheiro sobrando.

20. O ovelha – só contribui para os projetos ou missionários autorizados pelo pastor da igreja.

Observando essa lista, vemos que alguns contribuintes são louváveis e outros nem tanto. Um desafio para nós seria passar paulatinamente a visão correta para nossas igrejas e nossos contribuintes, não nos esquecendo de regar todo esse processo com muita oração. O importante mesmo é oferecer à Igreja um lenitivo que venha curar as seqüelas herdadas através dos anos – ou dos séculos – e que esclareça, de fato, quais devem ser as reais motivações daquele que contribui para missões, lembrando que os dois alicerces principais são: doar segundo a orientação do Espírito Santo e doar sem segundas intenções. No mais, se o seu ministério for o de “ir”, dou graças por isso, mas se o seu ministério for o de “ficar”, não se permita deixar de ir, pois, de alguma forma, você vai estar lá. A Deus toda a glória!

Mônica Mesquita
monicagmesquita@uol.com.br

FONTE: Portal EVANGELIZA BRASIL - http://www.evangelizabrasil.com/

* Se você aprecia artigos sobre Missões e Evangelismo, lhe aconselho a assinar a newsletter do Portal Evangeliza Brasil, pois diariamente excelentes textos são divulgados. Edificação garantida!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

A teologia da Anti-Missão


Paulo Feniman

Ao olhar para igreja atual parece que há algo de errado, que de alguma forma ela conseguiu mudar seu propósito e sua natureza, conseguiu desviar-se do que a princípio foi estabelecido pelo próprio Jesus.

A igreja Brasileira nos últimos anos foi invadida por aquilo que denominamos de teologias da anti-missão. Uma dessas teologias é a teologia da prosperidade que levou a igreja evangélica brasileira a uma mudança de paradigma. As igrejas, bem como seus ministérios, suas pregações e suas ações deixaram de servir para serem servidas. Neste processo nossa igreja busca somente satisfazer seus próprios interesses.

Nos últimos anos a igreja deixou de ser agente missionário para se tornar uma instituição mercadológica onde o evangelho é vendido sem escrúpulos, e onde o melhor vendedor é aquele que possui uma mega-igreja ou uma igreja de destaque na sociedade, não por aquilo que faz mais pela aparência que tem. Tenho uma séria preocupação com o modo com que à igreja brasileira absorve modelos pré-prontos, tornando-os mais importantes os princípios teológicos da missão. Quando olhamos atentamente para a igreja brasileira percebemos que ela sofre de uma síndrome que a distancia a cada instante da sua natureza missionária. Nossas igrejas não conseguem desenvolver uma ação prática que possa transformar nossa comunidade.

A respeito da realidade da igreja brasileira, Ariovaldo Ramos a descreve desta forma:

A face mais visível da igreja brasileira e, aparentemente, a que mais cresce, em vez de denunciar a injustiça social e propor e viver uma economia solidária, passou a pregar uma teologia que sustentava a desigualdade, ao afirmar que a riqueza deveria ser o alvo do crente, e que o caminho é a fé atestada pelo nível de contribuição e pela capacidade de arbitrar, por, decreto, sobre o que Deus deve fazer. (...)

Em vez de viver , sinalizar e anunciar o reino, passou a caçar os principados e potestades nas regiões celestiais, ora localizando e derrubando os seus potes-ídolos, ora ungindo de alguma forma criativa a cidade, inaugurando o que James Houston chamou de evangelização cósmica. (...)

Outro houve que assumiu a igreja como uma empresa, sonhando também com impérios, e passou a importar modelos de gerenciamento que a organizasse, desenvolvesse excelência ministerial e produzisse crescimento, usando muitas vezes o princípio do apartheid as ovelhas foram transformadas em mão-de-obra e os pastores, em gerentes de programa. (Ramos, 2005, p. 201-203)

Diante deste quadro tão preocupante que se encontra a igreja brasileira, para que possamos retomar os princípios neo-testamentários a cerca da missão é necessário redescobrir na igreja de que forma a missão cristã pode exercer mudanças em nossa geração, buscar a luz de uma pesquisa teológica e bíblica quais são os princípios e valores inerentes à função da igreja cristã em nossa sociedade.

David Bosh ao falar sobre esta natureza da igreja diz:

Na eclesiologia emergente, a igreja é vista como essencialmente missionária. O modelo bíblico que está por trás dessa convicção e que tem sua expressão clássica em AG2 ("A igreja peregrina é missionária por sua natureza"), é aquele que encontramos 1 Pedro 2.9. Aqui a igreja não é a remetente, mas a remetida. Sua missão (o fato de "ser enviada") não é secundária em relação à sua existência; a igreja existe ao ser enviada e edificar-se visando à sua missão (Barth 1956:725 - estou me baseando aqui no original alemão, e não na tradução inglesa). A eclesiologia, portanto, não constitui uma atividade periférica de uma igreja firmemente estabelecida, [está] queimando fulgurantemente (...) A Atividade missionária não é tanto uma ação da igreja, mas é simplesmente a igreja em ação (Bosh, 2002, p. 447)

Através de um estudo aprimorado sobre a identidade da igreja e sua ação missionária quero propor um novo pensamento a cerca de nossa caminhada e uma ação mais efetiva que possa trazer mudanças palpáveis em nossa sociedade, principalmente entre aqueles que necessitam de uma transformação integral, mostrar apontamentos de como podemos reverter essa realidade.

É preciso retomar nossas idéias, parar com tudo e entrar num processo de reavaliação de nossos conceitos e paradigmas. Deixar de lado nossa ansiedade em "evangelizar" o mundo e começar a pensar em missão como um processo de transformação integral na vida daqueles que são atingidos por ela.

Nosso primeiro passo deve consistir em buscar de forma bíblica e teológica os conceitos da missão deixada a nós por Cristo, identificar quais são as verdades bíblicas a respeito deste tema e quais são os modismos que devemos abandonar, pois nossos modismos nos levam a servir muito mais a nós mesmos do que aos que ainda não conhecem o evangelho.

Sem uma visão clara a cerca da missão, corremos o risco de nos tornarmos uma simples instituição mercadológica preocupada só com o numero de almas ou com as metas numéricas que devemos alcançar.

A igreja deve deixar seus programas gerenciais e voltar-se a vida das pessoas, trazendo um evangelho integral que atenda as necessidades. Precisamos tornar nossas igrejas úteis aos necessitados, nossos cultos acessíveis a todos sem exceção, assim poderemos vivenciar e demonstrar o amor de Deus pelos povos. Um dos grandes passos para a igreja atual é romper com o evangelho apenas falado e começar a viver um evangelho prático que caminha em direção às pessoas.

Usando Cristo como exemplo, poderemos encontrar os parâmetros necessários para o cumprimento desta missão. Olhar para Cristo nos levará a abandonar nosso orgulho e hipocrisia que gera um muro que nos separa da missão autêntica.

Quando deixarmos de lado nosso próprio eu, daremos espaço para que o Espírito Santo aja através de nós.

A missão começa quando nós experimentamos uma intimidade autêntica com Deus que nos leva a compreender seu amor, sua graça e sua bondade. Mesmo que isso não seja uma atitude fácil, e não é, precisamos caminhar para um processo de busca neo-testamentária, seguindo o exemplo dos cristãos do primeiro século.

De forma prática a busca para responder ao chamado da missão, deve ser um só:

Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, que embora sendo Deus, não considerou o ser igual a Deus era algo que devia apegar-se; mas se esvaziou a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens.

E sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até a morte, e morte de cruz! (NVI, p. 941)


BIBLIOGRAFIA

BIBLIA SAGRADA NOVA VERSÃO INTERNACIONAL. São Paulo: Sociedade Bíblica Internacional, 2002.

RAMOS, Ariovaldo. "A Ética e a Igreja". IN: CONGRESSO BRASILEIRO DE EVANGELIZAÇÃO 2. Missão Integral: proclamar o reino de Deus, vivendo o evangelho de Cristo. Viçosa: Ultimato; Belo Horizonte: Visão Mundial, 2004, p.197-205.

BOSH, D. Missão Transformadora: Mudanças de Paradigma na Teologia da Missão. São Leopoldo: Sinodal, 2002.


FONTE: Missão Para o Interior da África - http://www.miaf.org.br/

Duas matérias interessantes no blog Equattoria

O Equattoria é um blog irmão do Veredas Missionárias – publico lá informações sobre países, línguas, povos e suas culturas, no objetivo de agregar conhecimentos de valor missionário, mas também cultural. Sempre que você visitar Veredas, não deixe de passar no Equattoria, pois pode encontrar informações interessantes por lá. E se você possui site ou blog, e está envolvido ou se interessa pela obra missionária, divulgue os links destes blogs para que a informação chegue mais longe.

As últimas postagens do Equattoria:

Alfabeto Devanágari - o mais usado na Índia - Clique Aqui e leia

A África e seus climas - Clique Aqui e leia

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

DESNASCIDOS DE NOVO! Grupo radical hindu obriga cristãos a se 'reconverterem'


O maior grupo radical hindu da Índia pretende eliminar o cristianismo com reconversões e violência.

Laba Digal, 50, fica sentado remendando pneus de bicicletas e triciclos perto de Kasinipada, um vilarejo da Índia que presenciou a maior violência anticristã deste o outono. Digal diz que ele era cristão até Setembro, quando um oficial local do grupo radical hindu Rashtriya Swayamsevak Sangh (RSS) veio falar com ele duas vezes.

“Ele me disse para me tornar hindu. Disse que se eu não fizesse isso, perderia minha casa. Disse que eu não poderia morar no vilarejo sendo um cristão. Eu não queria problemas. Então aceitei”, disse Digal.

Agora como um hindu, Digal diz que conseguirá um certificado do governo declarando que ele é um Dalit. Esse certificado o qualificará para outros benefícios, como trabalhos do governo reservados aos Dalits.

O RSS tem reconvertido pessoas ao hinduísmo, como Digal – geralmente do cristianismo –, por mais de uma década. A campanha de reconversão é chamada “de volta ao lar”. É bem organizada e tem oficiais distribuídos em quase todas as partes da Índia.

O RSS tem grupos que usam propaganda e grupos que usam violência. Os grupos encarregados da tarefa de levar a mensagem com palavras comandam encontros em que denunciam a igreja como sendo o inimigo. Acompanham tudo com avisos de que os cristãos devem se reconverter ao hinduísmo ou morrer. O exército RSS encarregado da força segue com ataques.

Uma lei de 1967 em Orissa proíbe conversões religiosas pelo uso da força e por meio de indução ou violência. A lei diz que o oficial da administração distrital deve permitir toda conversão. O RSS diz que, apesar da lei, poucos convertidos ao cristianismo em Orissa obtiveram sanção legal, embora o número de cristãos no Estado esteja crescendo rapidamente.

No dia 25 de Setembro deste ano, Vidyaram Pandey, oficial de uma divisão do RSS em Uttar Pradesh, fez uma denúncia de que o RSS havia reconvertido 50 mil cristãos até então, em todo o Estado, o maior da Índia. Acrescentou ainda que o RSS expulsaria todos os pastores de Uttar Pradesh em cinco anos.

A declaração de Pandey dá um vislumbre do cronograma estabelecido pelo RSS para sua investida contra os cristãos na Índia. A organização foi fundada em 1925 e agora já tem aproximadamente 30 divisões, incluindo o Bharatiya Janata, principal partido político de direita da Índia.


Continue a ler esta matéria no Portal CRISTIANISMO HOJE - Clique aqui e siga o link direto

Conheça o maravilhoso trabalho de TEARFUND (e baixe excelentes materiais!)

A Tearfund é uma agência cristã evangélica de assistência em situações de desastre e desenvolvimento, que trabalha através de parceiros locais, procurando trazer auxílio e esperança às comunidades carentes por todo o mundo.

Eles publicam a revista Passo a Passo, que a cada número enfoca um tema diferente, e oferecem no seu site, além dos números da revista para download, uma enorme quantidade de boa informação (como artigos, apostilas e manuais) para capacitar você e sua igreja a fazerem a diferença na sua comunidade. Informações que vão desde noções de higiene e saneamento básico, combate a doenças e epidemias, agricultura, ecologia, direitos e deveres e até estudos bíblicos focados nas questões sociais. Ao relatar experiências e modelos bem-sucedidos, levados a cabo nos mais diversos países de todos os continentes, eles oferecem a você a oportunidade de conhecer e adaptar estas idéias para a realidade de sua igreja/comunidade.

Visite hoje a página em português: http://tilz.tearfund.org/Portugues/

E, para você que tem pressa, preparamos um pequeno ‘pacote’ com alguns itens disponibilizados por Tearfund, para download.

O pacote contém:

2 Manuais PILARES: Incentivando a Higiene e o Saneamento e Mobilização da Igreja;

4
exemplares da Revista Passo-a-Passo:

N° 58 - Usando o Teatro para o Desenvolvimento
N° 49 – Pessoas com Deficiência
N° 41 – Cuidando de Nossa Terra
N° 62 – Alfabetização

Para baixar o pacote, Clique Aqui.

FONTE: Blog CIDADANIA EVANGÉLICA - www.cidadaniaevangelica.blogspot.com

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Profissionários


A profissão na missão de Deus e
a missão de Deus como estilo de vida.

“Alguns irão ganhar seu salário na edificação da comunidade como especialistas no planejamento de cidades ou conselheiros familiares, enquanto outros o receberão mediante evangelismo ou carpintaria. A maneira como o indivíduo ganha seu sustento acaba sendo incidental. A verdade é que a vocação exige tudo de nós”[i].

Este é um pequeno ensaio que escrevo a partir do tempo em volta de estudantes, como eu, ansiosos por servir a Deus, sem, no entanto, saberem o que fazer com seu diploma universitário. Resolvi, por isso, escrever algumas considerações, sugestões e apontamentos, porque creio que existe um perfil missionário a ponto de incendiar, e as igrejas e agências missionárias já podem começar a soltar suas faíscas.
Chamo de profissionário não somente o fazedor de tendas. Também não se restringe àquele profissional que dedica suas férias de trabalho para um projeto missionário e nem, por outro lado, àquele profissional que largou sua profissão e atua integralmente na plantação de igrejas. Profissionário é aquele que possui uma formação diferenciada da teologia, e atua nela, mas tem o trabalho missionário como estilo de vida. Explicaremos mais à frente as implicações deste estilo de vida.
Desde os povos mais antigos, as pessoas migram para um local que traga a elas segurança e provisão. Era assim quando os povos antigos formavam comunidades à beira dos rios, por exemplo. É assim também quando as pessoas migram para as metrópoles, em busca de melhor emprego ou oportunidades. É assim quando buscamos um local mais seguro, mais próximo da família. O profissionário, pelo contrário, vai até os desertos. Todas as decisões da vida de um profissionário são tomadas a partir do projeto missionário que Deus colocou em seu coração, isto é, onde morar, onde trabalhar, quando terá filhos, se será ou não sustentado pela igreja, são decisões tomadas com o foco no seu projeto missionário, mesmo que este projeto seja simplesmente uma presença cristã num campo dominado pelo inimigo, levando a própria oração e a oração da igreja, hasteando a bandeira do Reino.

Quanto à formação: um profissionário deve ter o treinamento bíblico e transcultural que a agência missionária o exigir. Pode ser um problema de orgulho não se sujeitar ao treinamento não universitário. Além do mais, poucos anos a mais de estudo podem tirar muitos anos de problemas no campo. O antropólogo e missionário Ronaldo Lidório aponta que a formação do missionário deve ser de antropologia cultural, teologia bíblica e aprendizado de línguas. Todo este treinamento é necessário, segundo ele, porque “grande parte destes povos não alcançados já sofreram algum tipo de tentativa de contato missionário ou exposição do evangelho no passado, sem sucesso, colocando-os na categoria de ‘mais difíceis’ em algum nível, e muitos deles a nível lingüístico[ii]”.

Quanto à escolha do campo: Abraão, ao se separar de Ló, permitiu que ele escolhesse o caminho a seguir. O sobrinho escolheu o lugar que lhe traria melhores oportunidades de vida. Abraão, assim, seguiu pelo outro caminho, o pior caminho[iii]. Mas quem traçou o caminho de Abraão, na verdade, foi Deus. Abraão sabia que o pior deserto floresce com as pegadas do servo de Deus. O local não é escolhido pela segurança ou pelas oportunidades de emprego, mas o local é escolhido por Deus e, sobretudo, para os lugares que mais precisam dEle.
Outro ponto importante, apontado por Os Guinnes[iv], é sobre o aspecto empreendedor do chamado. O chamado missionário, sobretudo o profissionário, é empreendedor. Sob muita oração e orientação de Deus, segue-se planejado e ousadamente os passos indicados por Deus. Paul Stevens também aponta algumas categorias didáticas para pensarmos sobre quais delas melhor se encaixam ao nosso perfil, são os países fechados, parcialmente cristãos, nominalmente cristãos ou pós-cristãos[v]. Acrescentaria ainda os povos não alcançados, aqueles que nunca receberam a mensagem do evangelho.

Quanto ao projeto: o profissionário deve direcionar o seu projeto interseccionando a necessidade do povo com sua formação. Não é profissionário aquele que não envolve sua formação específica em seu projeto. A missão do profissionário, com seus conhecimentos específicos, vem para corrigir a opressão e o desconcerto que o pecado causou no mundo na criatura de Deus: o advogado trazendo justiça, o médico saúde; o estudante é a melhor pessoa, auxiliada por Deus, para saber onde mais é útil sua ciência.
Há, ainda, missões que trabalham especificamente com pessoas com conhecimento específico, como as agências que possuem pilotos de avião, agentes de saúde e agentes sociais ou ministérios de tradução da Bíblia, pedindo lingüistas, educadores etc. Por outro lado, as agências missionárias em geral necessitam de missionários de base com formação específica.
Além do mais, a formação universitária tem sido muito útil para a entrada do missionário onde há perseguição religiosa, seja pela política, seja pela religião, como é o caso de algumas áreas indígenas no Brasil.

Quanto ao sustento: um profissionário pode ser auto-sustentado, desde que o seu emprego remunerado esteja como parte de seu projeto. Ele pode ser parcialmente sustentado por um trabalho remunerado quando o salário não for suficiente, mas o trabalho é importante no projeto. Então, a igreja deve ajudá-lo no complemento. Porém, um profissionário deve ser sustentado integralmente pela igreja quando atuar numa comunidade tão pobre que não poderá sustentá-lo. Outra forma é o auxílio financeiro da igreja somente com as despesas de projeto, como a construção de um templo, as passagens de ida e volta, uma emergência, etc.

Quanto ao envio: outra característica do profissionário é que ele deve ser enviado por igrejas, isso porque a missão de Deus é da igreja, mesmo no caso de ser auto-sustentado. Ir ao campo sem uma igreja pode ser também um problema de orgulho. O profissionário precisa da cobertura de oração que as igrejas oferecem e precisa prestar contas a elas.
O profissionário precisa ser, também, agenciado. As agências missionárias, na maioria das vezes, estão preparadas e têm experiência logística e pastoral para auxiliar os missionários numa emergência, como uma guerra que estoura de repente, um grave acidente onde não há hospital, etc.

As igrejas, as agências missionárias e os mobilizadores de missões em geral têm um campus florido de cristãos para serem enviados ao mundo, aguardando direcionamento. Antes que se perca esta preciosa mão de Obra para os estágios e o mercado de trabalho, incendiemos os corações universitários com a certeza da provisão de Deus.
Por fim, irmãos universitários, a missão de Deus é uma só, restaurar o Reino de Deus nos corações humanos, e todos os corações restaurados devem engajar-se com paixão nesta missão. Ser missionário não é uma profissão, e desde que cremos que Deus capacitou o homem com a ciência e a tecnologia para o uso de ajustar o mundo de seu desajuste, há vagas para todo servo que queira deixar de ser pescador, engenheiro, publicitário, administrador etc, para ser administrador, publicitário, engenheiro e pescador de homens.

André Filipe Noronha Silva - Aefe!
________________________________________
[i] STEVENS, Paul. Os outros seis dias. Viçosa: Ultimato.
[ii] LIDÓRIO, Ronaldo. Formação Missiológica ou treinamento missionário. Cf. site. www.ronaldo.lidorio.com.br
[iii] Gn. 13.
[iv] Também encontrado em GUINNESS, Os. O chamado. São Paulo: Vida.
[v] Idem a i.


FONTE: Blog da Aliança Universitária para Missões - http://blogdaalumi.wordpress.com/

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domingo, 16 de novembro de 2008

QUEM É ALÁ - O que os muçulmanos pensam sobre o Deus da Bíblia e dos cristãos


O que os muçulmanos pensam sobre o Deus da Bíblia e dos cristãos

Por Silas Tostes

Qual seria nossa reação ao ouvir um muçulmano afirmar que o Alá do Alcorão é o Deus da Bíblia? Apesar do pouco conhecimento que muitos possuem acerca do islamismo, não é difícil identificar as imensas diferenças que esta religião possui em relação ao cristianismo. Apesar deste abismo doutrinário que nos separa, esta é a crença islâmica: o Alá do Alcorão é o Deus da Bíblia! Nosso propósito, ao longo desta matéria, é demonstrar que isso é impossível, uma vez que o islamismo se opõe ao entendimento cristão de que há um único triúno Deus. Ressaltamos que não temos a intenção de denegrir o islamismo, mas somente expor seu entendimento sobre Deus. Ratificamos a necessidade desta abordagem em Defesa da Fé pelos seguintes fatores:

1. Há um avanço numérico islâmico. Tem sido noticiado pela imprensa que o islamismo possui muitos seguidores. Segundo Jaime Klintowitz, jornalista, o islamismo tem hoje 1,2 bilhões de adeptos.1 Isto representa um quinto da população mundial. O mesmo artigo informa que o islamismo governa cinqüenta países do mundo.2

2. Há um ardor missionário islâmico em ação e um ataque do islamismo contra as doutrinas cristãs. Sabemos que o islamismo esforça-se por difundir sua doutrina em todo o mundo livre. Isto é facilmente visto pelas mesquitas construídas e inúmeros livros escritos e publicados ao redor do mundo. Há nas últimas páginas do livro Islamismo Mandamentos Fundamentais, de Mohammad Ahmad Abou Fares, 25 fotos de mesquitas construídas no Brasil. Tem sido observado por nós que onde há uma mesquita há também um esforço de proselitização, o qual se dá por meio de distribuições de livros religiosos islâmicos e doações do Alcorão. Neste contexto, o islamismo se opõe às doutrinas cristãs por meio de regulares publicações.3

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UM PROJETO DE MISSÕES


Um projeto de Missões pode ser dividido em três grandes momentos:

1) O momento “pré-missão” - Trata-se do momento em que decidimos a que tipo de grupo não-crente iremos – VICIADOS? CRIANÇAS? JOVENS? DESVIADOS? PROSTITUTAS? MENDIGOS-DE-RUA? IDOSOS ABANDONADOS? EXTRANGEIROS (alcançados, 'semi'-alcançados ou não alcançados)? – Depois de escolhido o alvo, iniciamos um processo prévio de preparação específica...

2) O momento de “missão” propriamente ditoEfésios 6:10-18. Trata-se do momento da prática, ação, movimento – É preciso estar determinado - Todo o cuidado “moral” e “espiritual” precisará ser observado, Satanás não deixará barato. É como o militar no campo de batalha: Literalmente fardado. Equipado com armas de defesa e ataque. DEFESA: Capacete e escudo . ATAQUE: A espada • Pés protegidos com calçados rígidos [COTURNO]. Os pés do missionários precisam estar protegidos pelo Evangelho do Senhor Jesus. Pés apontam para as atividades do servo.• Cantil [reserva de água potável]. O missionário precisa ser um receptáculo das riquezas da Graça de Deus. Um depósito de bênçãos espirituais.• Audição excelente para conhecer os toques de clarim de avançar, recuar, parar. O missionário precisa conhecer a voz de Deus. Pois, agindo assim, saberá desvencilhar-se das vozes do Diabo e dos homens.• Não pode e nem deve nutrir algum tipo de simpatia pelo adversário . É preciso ser radical quando o assunto for Satanás e mundanismo.• Respeitar a voz de comando da autoridade maior .• Cinto apertado à cintura.
A Missão é o segundo e o mais importante momento. É neste momento que se vai concretizar e executar tudo que foi pensado na Pré-Missão. É hora de viver todas as atividades pensadas e preparadas anteriormente. O tempo para realizar a Missão dura de acordo com o empreendimento missionário. A missão pode durar um só dia ou até meses e anos.

3) O momento “pós-missão” - “...Eu os destinei para ir e dar frutos, e que o fruto de vocês permaneça” [Jo 15,16]. Salmos 126:5-6. Obs.: Cuidar de peixes é mais difícil que pescá-los...A Jornada Pós-Missão é o terceiro e talvez o mais duradouro dos três momentos. A Pós-Missão é o que vem depois, é o momento seguinte à Missão e, assim como os dois momentos anteriores, exige que sejam pensadas atividades que garantirão a sua realização. O tempo para a Pós-Missão não se limita a um, dois, três meses. Dependerá, portanto, do que o grupo missionário e a comunidade definirem durante a Missão como continuidade das atividades. Cada um desses três momentos exige cuidados especiais e uma preparação que considere as suas necessidades e características próprias.

FONTE: http://semadjac.blogspot.com/

terça-feira, 11 de novembro de 2008

O Valor de uma Oferta Missionária


A casa tinha apenas um quarto e uma sala, o telhado de um velho eternit, o fogão a lenha.
As duas missionárias dormiam no quarto e os seis missionários, amontoados na única sala da casa.
Essa foi a base da Edem na reserva Pataxó durante os dias 16 a 21 de dezembro.
As caminhadas para chegar as aldeias, diariamente, variavam em torno de 12Km.
Durante cinco dias, os missionários tiveram experiências inesquecíveis.
A todos, o Senhor JESUS deu o privilégio de ganhar almas, e o evangelho foi anunciado a mais duas aldeias da Tribo Pataxó.
Sentado no chão da base, contemplava um saco de arroz em cima da mesa, e me lembrei do irmão Josué.
Que bom se ele soubesse, que a alimentação básica da equipe missionária durante todos aqueles dias foram os cinco quilos de arroz e outros tantos de feijão, que ele, com amor, ofertou.
Vendo o último saco de arroz, me emocionei e refleti sobre a importância da Oferta do irmão Josué, que fora de grande valor, para JESUS e para a nossa equipe.

Pr. Simião Sousa Campos

In http://www.missoesmundiais.org.br/

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

MAL-ESTAR MISSIONÁRIO


Segundo os estudiosos no assunto
e mesmo na opinião de autores renomados da área missiológica, um contingente expressivo de missionários retorna do campo prematuramente ou sentem-se impedidos de continuar a obra missionária por razões relacionais.

Há, porém, aqueles que esmorecem por questões financeiras, é o que nos informa Guthrie, no capítulo MAL-ESTAR MISSIONÁRIO. “Um casal veio até George Murray, então um missionário da grande agência TEAM, em uma conferência missionária para se voluntariar ao serviço no exterior, dizendo: ‘Deus falou conosco. Nós temos treinamento bíblico. Acreditamos que Deus nos quer no campo missionário. Só há uma coisinha que nos impede de ir. Acabamos de comprar uma casa e gostaríamos de quita-la antes de irmos’. Bem, disse Murray, um ex-missionário na Itália – e quanto tempo isso vai levar? ‘Vinte anos’ – eles responderam.

Para muitos candidatos a missões, a barreira mais desestimulante para o ministério no exterior não é aprender uma nova língua ou fazer cursos bíblicos de pós-graduação durante dois anos. Não é a possibilidade de um choque cultural, ou a solidão, ou até mesmo a perseguição. É o dinheiro. Freqüentemente é o desafio de levantar o sustento necessário junto aos amigos, aos vizinhos, às igrejas, às vezes, até mesmo às igrejas do outro lado do país.

Guthrie afirma também que “muitos missionários estão em estado crônico de sustento abaixo do almejado. Alguns dos contribuintes, sobrecarregados de dívidas, simplesmente deixam de pagar a contribuição mensal prometida. Outros contribuintes mais fiéis acabam morrendo, e ninguém surge para ocupar o seu lugar.(...) Murray, no entanto, nos faz refletir: “Minha pergunta é: se os missionários estão dispostos a irem sem capital, será que deveríamos considerar a possibilidade de ficarmos sem capital a fim de ajudar em seu envio?”

(Guthrie, Stan - Missões No Terceiro Milênio - Horizontes Amércia Latina - Pgs.: 43/44/47)

Via Missão Aliança Evangélica do Brasil - http://www.maeb.org.br/site/

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