quinta-feira, 30 de abril de 2009

O Manual das Missões

Esequias Soares

Extraído da Revista "Lições Bíblicas"
Jovens e Adultos - Lições do 3o. trimestre de 2000
CPAD - Casa Publicadora das Assembléias de Deus

A Bíblia é o manual de missões por excelência. Nela encontramos precedentes de toda experiência, estratégia de trabalho, e até exemplos dos problemas que o obreiro pode enfrentar no campo missionário, pois a obra missionária está presente em toda a Bíblia, desde o Gênesis ao Apocalipse.
O empreendimento missionário constitui-se parte fundamental do interesse de sua igreja?
Para respondermos a esta pergunda, devemos antes, examinar as fontes básicas da nossa fé, exatamente como estas se encontram nas Escrituras Sagradas. O que a Bíblia nos ensina sobre missões?

Livros Idéias Missionárias
no AT
Livros
Idéias Missionárias
no NT
Pentateuco Adão Gn 1.28;3.15
Noé Gn 9.1
Abraão Gn 26.2-4
Isaque Gn 26.2-4
Jacó Gn 28.12-14
Moisés Êx 19.5,6
Evangelhos Lc 9.1-6; 24.45-49
Mt 10.16-42; 23.16-20
Históricos Naamã 2 Rs 5
Raabe Js 2; Hb 11.31
O livro de Ester
Atos At 1.8; 5.28,42; 8.4,11,20;
17.6
Poéticos Salmos 47; 50; 67; 72;
89; 96; 98; 104;117.
Epístolas Rm 15.9; Gl 1.15,16; 3.8;
Ef 3.4-6; Fp 2.10,11;
1 Tm 2.4; 3.16.
Proféticos Is 45.21,22; Jr 3.17; Hb
2.14; Ag 2.7; Zc 9.10; Ml
1.11
Apocalipse Ap 5.9,10,13; 7.9; 10.11;
11.15; 20.11-15; 21.9-27.

O empreendimento missionário não é de origem humana, e muito menos obra filantrópica; surgiu do coração de Deus, e está revelado em sua Palavra. Muitos livros tidos como sagrados, mostram o homem à procura de Deus. Porém, a Bíblia nos apresenta um Deus pessoal, buscando e restaurando a coroa de sua Criação. O grande propósito do Altíssimo é a redenção de todo o mundo. Por esta razão, as boas novas destinam-se a todas as raças, tribos e nações.

INTRODUÇÃO

Todos os cristãos reconhecem a origem divina das Escrituras. Não é possível separar missão da Bíblia. Nesta encontramos o tema de missões: JESUS, e “tudo o que diz respeito à vida e a piedade” (2 Pe 1.3). O estudo de hoje não é uma defesa à inspiração e à autoridade das Escrituras, porque todos os cristãos já reconhecem a origem divina da Bíblia, mas mostra que a obra missionária está presente em toda a Bíblia, desde o Gênesis ao Apocalipse.

I. POR QUE A BÍBLIA É O MANUAL DE MISSÕES POR EXCELÊNCIA?

1. Porque ela evidencia os propósitos universais de Deus para a Redenção do homem. A Bíblia é a única obra literária do planeta que registra a nossa origem: o que somos, de onde viemos e para onde vamos. Deus quer que todos os seres humanos conheçam a verdade sobre Ele e de como Ele se revelou nas Santas Escrituras; e, também sobre a natureza humana. A vontade de Deus é que todos os homens se arrependam e venham ao conhecimento da verdade (1 Tm 2.4). Deus sempre se preocupou com o bem-estar do homem. Essa vontade só pode ser conhecida pela revelação e isso encontramos nos oráculos divinos, a Bíblia Sagrada.

2. Porque ela nos apresenta o fundamento, o norte, e as estratégias missionárias. É na Bíblia que encontramos os registros das primeiras missões. Além disso mostra como plantar igrejas locais, as estratégias de evangelização, as possíveis atividades de um missionário no campo, o papel da igreja missionária e os problemas enfrentados no campo missionário. Essas coisas nos inspiram e orientam como fazer missões. O registro das viagens missionárias na Bíblia serve também para mostrar o modus operandi, ou seja: como fazer. Deus nos manda fazer missões e além disso ordenou fosse registrada em sua Palavra as viagens missionárias, principalmente as do apóstolo Paulo, para que todos possam visualizar uma viagem missionária e todas as possível atividades de um obreiro no campo missionário. A Bíblia é o manual por excelência de missões porque é a revelação de Deus à humanidade. Além de ser a única fonte inspirada de teologia e ética, ela nos ensina como fazer missões.

II. A VISÃO MISSIONÁRIA PRENUNCIADA NO ANTIGO TESTAMENTO

1. Exemplificada no comissionamento dos Patriarcas. A obra missionária está no coração de Deus. O patriarca Abraão foi chamado por Deus para deixar sua terra e partir para uma terra distante e desconhecida (At 7.2-4). Quando Deus apareceu a Abraão, em Harã, prometeu: “Em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.3). Essa promessa foi confirmada depois a Isaque (Gn 26.4) também a Jacó (Gn 28.14). Isso significa que o próprio Deus pregou o evangelho primeiramente a Abraão prevendo sua extensão por toda a terra (Gl 3.8). Nisso podemos ver missões tanto no exemplo, no comissionamento de Abraão, como também de maneira direta: as famílias da terra sendo abençoadas no patriarca Abraão.

2. Cantada nos Salmos. Os salmos também vislumbravam a obra missionária em toda a terra: “Anunciai entre as nações a sua glória; entre os povos, as suas maravilhas” (Sl 93.3). O salmo 67 é essencialmente missionário. A chegada do evangelho entre os etíopes é cumprimento de uma profecia bíblica cantada nos Salmos (Sl 68.31). Assim, a conversão do eunuco da rainha Candace, da Etiópia (At 8.27, 39), eram as primícias do Pentecostes representadas nas 17 nações que começavam a se espalhar entre as nações: Etiópia, casa de Cornélio, Antioquia da Síria e finalmente “os confins da terra”.

3. Conscientizada nos profetas. Estudamos na lição 3 a visão missionária nos discursos proféticos, sendo Jonas enviado para Nínive. Deus é apresentado nos profetas como Deus universal, de toda a terra, e não meramente um Deus tribal restrito aos filhos de Israel (Is 40.28). Encontramos tanto de maneira implícita como explícita a natureza missionária do Cristianismo em termos proféticos (Is 42.4; 49.6). Veja o cumprimento dessas profecias no Novo Testamento (Mt 12.21; At 13.47).

III. A VISÃO MISSIONÁRIA CONFIRMADA NO NOVO TESTAMENTO

1. Os evangelhos – Jesus o maior exemplo. O Senhor Jesus está presente em cada livro da Bíblia, mas somente os quatro Evangelhos revelam sua vida e ministério e o reconhecem como o cumprimento das promessas de Deus. Estudamos na lição passada que Jesus é o enviado do Pai (Jo 3.16,17), sendo o maior exemplo para os missionários de todos os tempos. O objetivo da obra missionária é tornar o nome de Jesus conhecido em todas as nações da terra. De todos os 66 livros da Bíblia os evangelhos se destacam na revelação da pessoa de Jesus e de sua história: nascimento, vida, morte, ressurreição e ascensão ao céu.

2. As epístolas. Sabemos que a história da vida de Jesus está registrada nos quatro Evangelhos, mas a interpretação teológica está nas epístolas. Elas tratam dos mais variados assuntos fundamentais da fé cristã. No que tange à missiologia, servem também para estabelecer disciplinas e encorajar as igrejas às missões (Rm 10.13-15; Gl 2.9). O papel de Atos é decisivo em missões, por isso vamos estudá-lo à parte, na próxima lição. No Apocalipse encontramos o fim glorioso da jornada da Igreja (Ap 21.3,4). O Senhor Jesus é o centro das Escrituras e da mensagem dos missionários. Nenhum missionário pode fazer coisa alguma sem o Espírito Santo, sem o Senhor Jesus e sem a Bíblia.

IV. A VISÃO MISSIONÁRIA ULTIMADA NA GRANDE COMISSÃO

1. A Grande Comissão. Registrada nos quatro Evangelhos e repetida em Atos (Mt 28.18-20, Mc 16.15-20; Lc 24.46-49; Jo 20.20-2; At 1.8). Essas diferentes narrações se completam entre si apresentando um resumo dos elementos básicos para missões. No Evangelho de João, lemos que Jesus veio pela autoridade do Pai, e na sua própria autoridade enviou seus discípulos ao mundo, e esse poder abrange todo o universo “o céu e a terra”, que na ação do Espírito Santo Jesus deu aos seus discípulos o poder sobrenatural para que a obra de Deus seja realizada (Mc 16.17, 18; At 1.8).

2. Uma ordem e não uma recomendação. Fazer missões é mandamento bíblico. Trata-se de uma ordem bíblica imperativa e não meramente um parecer ou uma recomendação. É algo que não depende mais de mandamento específico ou de receber uma visão especial da parte de Deus para iniciar a obra missionária. Essa ordem, como vimos, já está na Bíblia (1 Co 9.16). Essa mensagem de salvação é para ser pregada a “todo o mundo” (Mc 16.15), até aos confins da terra, mediante a atuação do Espírito Santo (At 1.8). Essa incumbência foi dada à Igreja. O que é necessário é buscar a direção do Espírito para saber como realizar tal tarefa.

CONCLUSÃO

Missões está em toda a Bíblia. Visto que o propósito fundamental da Palavra de Deus é a redenção humana e missões se insere nesse contexto, é correto afirmar que está presente desde o Gênesis ao Apocalipse. Essa presença pode ser direta ou indireta, nas ilustrações, figuras, profecias. O livro de Atos se sobressai em missões, registra os grandes trabalhos missionários. Missões, contudo, está em toda a Bíblia. O livro do Senhor é o manual de missões.

via http://www.semipa.org.br

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sexta-feira, 24 de abril de 2009

Quem se interessa pelos pequenos e pobres povoados?

foto3

Na década de 60, fugi de pedradas por estar entregando folhetos de porta em porta aqui na cidade de São Paulo. Eu era a única crente na sala de aula.
Hoje temos uma grande variedade de CDs, DVDs, materiais: livros e bíblias para todos os gostos e públicos; temos até a “rua dos crentes”; eventos, mega eventos, pavilhões de exposições para cristãos, marcha para Jesus, TVs e Rádios evangélicas, igrejas bem equipadas que recebem um grande número de ouvintes…
Qualquer cristão há de se alegrar com o crescimento da Igreja no Brasil.
Não sou contra os shows gospel, porém, me angustia ver o desperdício de energia e dinheiro das igrejas dos grandes centros urbanos, enquanto no sertão nordestino, nas comunidades ribeirinhas, nos acampamentos ciganos, nas vilas quilombolas e nas tribos indígenas não há NADA disso. Não há nem programação, nem concessões de rádios evangélicas, não há missionários, não há verbas para o alcance desses povos ainda não alcançados.
Não me entristeço pelos shows, pelos eventos, muito menos pelo crescimento, mas pelo investimento dos crentes em si mesmos e na própria comunhão.
O fundo missionário das igrejas é uma vergonha comparado aos investimentos em ampliações, decoração, troca de poltronas, ar condicionado, novos departamentos… Em passagens aéreas para trazer pregadores e cantores famosos sem pensar em promover uma conferência missionária.
Segundo pesquisas, o crente brasileiro investe R$ 1,30 POR ANO em missões.
Quando falamos em perseguição religiosa pensamos logo nos países comunistas e muçulmanos (e com certeza devemos fazer alguma coisa para amenizar seu sofrimento), mas aqui dentro do Brasil há sim, perseguição religiosa. Recentemente troquei e-mails com o pastor Barbosa que durante muitos anos foi padre e vale a pena visitar seu blog para saber o que, sem nenhum remorso, pode fazer um padre no sertão nordestino contra um crente.
Na década passada víamos a Igreja despertando como “noiva”. Pensei comigo, que maravilha, agora quem sabe a Igreja pensará nas almas perdidas, pois a noiva aguarda as Bodas, certo? Não. Não foi dessa vez, pois a “noiva” não quis sair do salão de beleza e começou a louvar a si mesma.
Se o crente brasileiro despertar de seu sono (deitado eternamente em berço esplêndido como disse Julio Severo) poderemos ter um reavivamento verdadeiro como Igreja de Cristo.
Só faz missões, só investe em missões, quem AMA a JESUS.
As pessoas estão equivocadas a respeito de missões, pois há muitos mitos sobre o assunto:
“Não sirvo pra isso, não tenho dinheiro pra isso, não senti o chamado, missionário sofre muito, missionário está sempre sem dinheiro”, etc.
Tem mais pessoas sofrendo por motivo torpe neste mundo, do que em campos missionários!
Neste instante alguém está contraindo malária na busca de minério.
Tem alguém sofrendo da coluna carregando sacos pesados com garrafas de cachaça nas costas para vender aos índios.
Onde estão os pés daqueles que levam as boas novas?
Há sofrimento sim, mas há muita alegria e suprimento no campo missionário e felizmente (porque Deus é confiável e é o dono da seara), nunca faltarão recursos para a pregação do evangelho. Portanto, investir em missões é um privilégio e só quem compreende o que significa ter o nome escrito no livro da vida, dá atenção à igreja perseguida, às ações missionárias e aos povos não alcançados.

Obrigada por tua atenção, pois a tua sintonia de amor e intercessão faz boa diferença no mover missionário da Igreja brasileira.

Deise Felipe

Fonte: Cruzada Água Viva Para o Sertão - http://aguavivaparaosertao.wordpress.com/

NOTÍCIAS LUSÓFONAS


Amados, apresentamos aqui a dica de um excelente site com notícias de todos os países lusófonos (onde é falada a língua portuguesa):

É o Notícias Lusófonas - http://www.noticiaslusofonas.com/

via blog Equattoria

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Projeto Missio-ecológico - Missão em Boa Vista - Roraima


01 à 31 de julho de 2009

Precisamos de voluntários para Julho de 2009.

A Missão em Boa Vista é uma operação missionária realizada pela Convenção Batista de Roraima em parceria com a Fundação Kubitz e Igreja Batista de Lethen (Guiana Francesa), Igreja Batista de Santa Helena (Venezuela), Primeira Igreja Batista em Cascavel (Paraná-Brasil) e UBLA - União Batista Latino Americana.

De 01 à 31 de julho de 2009 terá como objetivo plantar uma nova igreja Batista, apoiar 22 igrejas da região e dar início ao Projeto Missiológico que visa treinar missionários com visão e ação missiológica para o mundo.

Venha fazer parte da equipe Missio-ecológica.

Informações:

Pr. Gilson Fontes da Cruz
Fone: (0xx) 45 3224-6032
E-mail: prgilsoncruz@uol.com.br
Site: www.uniaonet.com/missoescascavel.htm

Primeira Igreja Batista em Cascavel
Avenida Paraná, 2277 Cascavel - PR
(0xx) 45 3224-6032

Convenção Batista de Roraima
Rua Gal Penha Brasil, 731 Boa Vista - RR
(0xx) 95 3224-0865 / 3224-4641

domingo, 19 de abril de 2009

ABC do Missionário



Autoria: Alzira Sterque


A de Amor
Pois sem amor nos nossos corações jamais alcançaremos os campos missionários.

B de Bíblia
Porque o homem mais desprezível e pecaminoso pode semear a Palavra de Deus. A vida não está no semeador, mas na semente ---a Bíblia.

C de Cristo
Pois Deus forma o homem; o pecado o deforma; a escola o informa; mas somente Cristo o transforma.

D de Deus
Pois não somente acreditamos nele, mas O amamos, O conhecemos e todos os dias O buscamos mais e mais.

E de Esperança
Porque sabemos que só pode vencer aquele que sabe esperar.
http://veredasmissionarias.blogspot.com
F de Família
Pois nenhuma família será completa enquanto Cristo não for membro dela.

G de Graça
Pois o caminho para os céus não atravessa uma ponte com pedágio, e, sim, uma ponte livre, a saber, a graça imerecida de Deus em Cristo Jesus.

H de Humildade
Porque verdadeiramente Deus nos ajuda quando nos tornarmos mais humildes que o próprio pó em que estamos pisando.

I de Ideal
Pois o homem que empreende grandes coisas para Deus pode esperar receber grandes coisas de Deus.

J de Justiça
Pois Deus é justo e misericordioso; é um Juiz, e, ao mesmo tempo, Pai.

L de Louvor
Porque existem variadas formas de louvar a Deus, mas nemhuma delas é válida sem fé.

M de Missionários
Pois os missionários consideram os problemas e as tragédias sociais como oportunidades de servir.

N de Natal
Deus, em Sua sabedoria infinita abalou o mundo com um bebê, e não com uma bomba.

O de Oração
Pois as melhores orações contêm mais lágrimas do que palavras.

P de Paz
Pois a verdadeira paz é uma bênção do Evangelho, e somente do Evangelho.

Q de Queixas
Sabe por que as queixas são tão destruidoras para a alma? É porque os gemidos do desepero afogam a voz de Deus ---aquela voz que vinha trazer o bálsamo para as feridas.

R de Renúncia
Porque para nenhuma dor ---nenhuma palma;
Para nenhum espinho --- nenhum trono;
Para nenhuma amargura --- nenhuma glória, nenhuma coroa.

S de Salvação
Pois o sangue sozinho nos salva e a Palavra sozinha nos confere segurança.

T de Tudo
Porque o nosso alvo é Jesus Cristo. Tudo em todos.

U de Unidade
Pois, ainda que as doutrinas nos dividam, o serviço nos une.

V de Verdade
Porque o que o povo diz não é da minha conta. O meu dever é proclamar a verdade, que é Jesus Cristo.

X de Xingamentos
Porque é geralmente durante os ventos das aflições, das lutas, que nos encontramos com as mais doces experiências do amor de Deus.
http://veredasmissionarias.blogspot.com
Z de Zelo
Pois o zelo é como o fogo; precisa ser, ao mesmo tempo, alimentado e observado.

*Ao reproduzir, cite sempre o autor e a fonte.

terça-feira, 14 de abril de 2009

África para Cristo


Assembléias de Deus no continente lançam campanha para batizar 10 milhões de novos fiéis em uma década.

A Aliança Africana das Assembléias de Deus (AAAD) estabeleceu uma meta ousada de evangelismo. O objetivo das igrejas ligadas à denominação pentecostal é batizar 10 milhões de novos crentes dentro de um período de 10 anos. O lançamento da “Década de Pentecostes” ocorreu na última reunião de dirigentes assembleianos, no início deste mês, em Joanesburgo, na África do Sul. O evento acontece a cada quatro anos. Durante a campanha, que terá início em 2010 e prosseguirá até 2020, as igrejas das Assembleias de Deus vão se mobilizar para as missões transculturais, com ênfase na própria África, mas também visando aos povos não-alcançados pelo Evangelho ao redor do mundo. As informações foram divulgadas pela agência de notícias da denominação, a AG News.

De acordo com dados da instituição, há cerca de 16 milhões de membros das Assembleias de Deus e por volta de 50 mil congregações da denominação em 50 nações da África Subsaariana e da Bacia do Índico. O censo revela um crescimento significativo em relação a 1990, quando havia apenas 2 milhões de fiéis. As estratégias da AAAD para atingir sua meta incluirão um Dia Anual de Pentecostes, quando cerca de 48 mil pastores africanos serão desafiados a pregar sobre o “batismo com o Espírito Santo e a missão de Deus” e a orar para que os crentes recebam a plenitude do poder pentecostal.

Fonte: http://www.cristianismohoje.com.br/

quinta-feira, 9 de abril de 2009

John Nelson Hyde : O Homem que orava


* Nota do Tradutor: Talvez, depois da Bíblia, o relato da vida de João Nelson Hyde tenha sido a história que mais inspirou os cristãos dos nossos tempos.
Este livro trata da vida de João Hyde, que partiu dos Estados Unidos em 1892 para ser missionário na Índia, país de língua difícil e árduo campo de evangelização. Morou numa vila de Punjab, em uma choça de taipa. Em sete anos, contou-se somente nas cem vilas circunvizinhas 1.200 pessoas que foram salvas!
Hyde também trabalhava nos grandes centros urbanos da Índia, onde "multidões foram constrangidas a cair de joelhos pelas orações que pronunciou quando cheio do Espírito Santo".
Hyde não pregou muito sobre sua experiência de santificação, mas tinha uma vida santa. Sua vida era um sermão. Não falou muito sobre oração, mas uma coisa ele fazia: ele orava.


Preparação

Cristo no lar

Em Lucas 19:5, Jesus diz: "Hoje me convém pousar em tua casa". Que dia abençoado no lar de Zaqueu! Mas no lar dos Hyde, Jesus era hóspede permanente!
O senhor Smith Harris Hyde, pastor da Igreja Presbiteriana em Carthage, Illinóis, era um homem de alma robusta e alegre, de estudos esmerados, de ânimo transbordante e, sobretudo, de propósito fixo em servir a Deus de todo o coração. Sua esposa era apaixonada pela música, e neste lar carinhoso e feliz, achavam-se seis filhos.
O Dr. Hyde costumava orar - tanto de púlpito como nos cultos domésticos - pedindo ao Senhor da seara que mandasse ceifeiros para a sua seara. Não admira, portanto que Deus tivesse chamado três de seus seis filhos!
Alguns dizem que a sua denominação carece de pastores... Um dia ouvi um ministro dizer que seu filho nunca seguirá seu exemplo porque sabe o que é sofrer nas mãos do povo... Mas o Dr. Hyde dignificava seu ofício, e regozijava-se em entregar seus filhos para uma vida de lutas e provações.
Fico pensando: por que milhões de perdidos em outras terras morrem sem a salvação? Por que talvez somente seus bisnetos tenham a oportunidade de ouvirem a voz de algum homem a proclamar a boa-nova eterna do Filho de Deus? Por que estes povos esperam tanto tempo?
Por que leio no jornal, de punho do ex-missionário W. B. Anderson, que na Índia existem cem milhões de pessoas que jamais ouviram falar de Jesus Cristo, e que, nas atuais circunstâncias, morrerão sem O conhecer? E por que há outros tantos milhões assim perecendo na África e em outros países, simplesmente por ignorância acerca de Cristo? Qual é a razão?
São os quartos de oração vazios. São os cultos domésticos abandonados. São as orações sem vida e cheias de formalismo proferidas nas igrejas.
Quero que saibam que as escolas bíblicas e os seminários nunca produzirão os obreiros de que o mundo carece. Minha mãe orava, quando ainda jovem, pedindo para que as portas dos países pagãos se abrissem. Depois, já com dez filhos, orava pedindo que obreiros entrassem por essas portas, e Deus enviou um de seus filhos à Índia e duas filhas à China!
Na Bíblia lemos que a avó Lóide e a mãe Eunice oravam! Quando Paulo - o Apóstolo dos Gentios - começava suas viagens missionárias, podia contar com Timóteo, o fruto daquelas orações!
João Hyde foi uma resposta à oração, e, anos mais tarde, quando orava no idioma da Índia, Deus levantou dezenas de obreiros nacionais em resposta às suas orações! O Grande Cabeça da Igreja tem um meio para levantar obreiros: "vejam as terras... elas estão brancas para a ceifa... os trabalhadores são poucos... ROGUEM!"


Dá-me almas ou morrerei!

No tabernáculo judaico havia um compartimento tão sagrado que somente o sumo-sacerdote poderia entrar uma vez por ano. Podíamos ver diariamente em cena este quadro na vida de Hyde, quando ele encontrava-se com Deus. São cenas demasiadamente sagradas para olhos comuns, e hesito em relatá-las aqui.
Mas ao lembrar-me de Jacó no vale de Jaboque, de Elias no Carmelo, de Paulo em agonia espiritual por Israel e, especialmente, do querido Mestre em agonia no Getsêmane, então sinto que estou sendo impelido pelo Espírito de Deus a relatar tais experiências, para admoestação e inspiração.
Colocando-nos ao lado do quarto de Hyde, podemos ouvir suspiros, sentir gemidos e contemplar o querido rosto banhado, repetidamente, de lágrimas. Podemos fitar o corpo enfraquecido após dias sem comer e noites sem dormir. Ali podemos ouvir, entre soluços, o insistente clamor: "Ó Deus, dá-me almas ou morrerei!"
Hyde foi levado a trabalhar na Índia impressionado pela morte de seu irmão mais velho, que preparava-se para ser missionário no exterior. Decidiu-se ir somente um ano depois, quando, ao término do seminário, pediu a um colega seu que lhe apresentasse todos os argumentos que pudesse sobre o trabalho missionário no estrangeiro. Seu colega retrucou que ele não precisava de argumentos, mas de prostrar-se de joelhos diante de Deus e assim permanecer até resolver em absoluto a questão. Na manhã seguinte, o brilho no seu rosto refletia a decisão que tomara!
Embarcou no outono de 1892 rumo à Índia. Os dias seguidos de somente água o levaram a um exame próprio e à oração. No início da viagem, ele recebeu uma carta de um amigo de seu pai, que muito desejava ser missionário mas que era impossibilitado de fazê-lo. Ela instava em que Hyde buscasse o batismo com o Espírito Santo como habilitação essencial na obra missionária.
Isto aborreceu Hyde, pois insinuava que ele ainda não havia recebido o Espírito Santo. Irritado, amassou a carta e jogou-a no convés, mas, mais tarde, com mais juízo, apanhou-a e releu, reconhecendo então que carecia de algo que ainda não havia recebido.
Assim, entregou-se por toda a viagem à oração, para que fosse, de fato, cheio do Espírito Santo e soubesse, por uma experiência autêntica, o que Jesus queria dar a entender quando disse: "Recebereis poder, ao descer sobe vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra" (Atos 1:8).
E, a essas orações a bordo, veio maravilhosa resposta.


Os primeiros anos na Índia

A princípio Hyde não era um missionário conceituado. Era pesado de língua e não ouvia bem. Quando acontecia de ouvir e também entender a pergunta formulada a ele, demorava em formular a resposta. Os amigos receavam de que não aprendesse a língua nativa.
Era, por natureza, calmo e quieto, e parecia faltar-lhe o fundamental em um missionário: entusiasmo e iniciativa. Mas os seus olhos azuis pareciam penetrar as profundezas do íntimo das pessoas. Pareciam brilhar da alma de um profeta!
Chegando na Índia, descuidou-se um pouco no estudo da língua, a ponto de ser reprovado num exame lingüístico. Ele dizia: "o que é de primeira importância deve ocupar o primeiro lugar". Explicava que tinha ido à Índia para ensinar a Bíblia, e, para tanto, era necessário conhecê-la. E o Espírito Santo abriu-lhe o entendimento de modo maravilhoso!
Mas não desprezou o estudo, chegando a falar muito bem o urdu e o punjabi. Sobretudo, aprendeu a falar a língua dos céus, deixando auditórios de centenas de indianos boquiabertos perante as verdades da Palavra de Deus.
Em todo avivamento sempre há duas partes: a divina e a humana. Em alguns, como no de Gales, a parte divina foi mais acentuada, e praticamente não havia organização e pregação. Mas o avivamento de Sialkot, apesar de também vir do alto, não parecia tão espontâneo: havia - sob a direção de Deus - organização, e planos eram realizados, além de longos períodos de oração.
Antes de continuar a mostrar a importância da parte humana, quero descrever os princípios da Associação de Oração de Punjab. Eles foram criados mais ou menos no tempo da primeira convenção em Sialkot (1904), e foram redigidos em forma de perguntas, que eram assinaladas pelos que desejassem tornar-se seus membros:

1. Estás orando, pedindo um avivamento para a tua vida, para a vida dos teus companheiros de trabalho e para a Igreja?
2. Estás anelando mais poder do Espírito Santo na tua própria vida e serviço, e estás convicto de que não podes avançar sem esse poder?
3. Orarás pedindo graça para não te envergonhares de Jesus?
4. Crês que a oração é um grande meio de alcançar um despertamento espiritual?
5. Reservarás trinta minutos diariamente, logo após o meio-dia, para orar pedindo esse despertamento, e estás pronto a orar até que venha o despertamento?

Os membros da associação erguiam os olhos da fé - conforme a ordem de Cristo - e contemplavam os campos brancos para a ceifa. No Livro liam as imutáveis promessas de Deus. Percebiam que o único método de adquirir tal despertamento era por meio de oração. Então mantinham em seus corações deliberada, definitiva e determinantemente o propósito de usar a oração até alcançarem o resultado.
O avivamento de Sialkot não foi por acaso, nem um sopro que veio do Céu, sem ninguém o buscar. Carlos Finney disse que um avivamento não é maior milagre do que uma colheita de trigo. Em qualquer lugar pode-se obtê-lo quando almas valentes entrarem na luta determinadas a vencer ou morrer - ou, se for necessário, vencer e morrer. "O reino dos céus é tomado à força e os que se esforçam são os que o conquistam" (Mt.11:12).

Este texto é um resumo do primeiro capítulo do livreto "O Homem que Orava" (Praying Hyde), de Francisco A. McGraw, editora CPAD. Você pode encontrá-lo nas livrarias evangélicas deste Brasil, ou clicando no título.

* Tradução de Orlando S. Boyer, em 1953/58.

Via http://www.orepelaindia.com

sábado, 4 de abril de 2009

Situação do Brasil – Etnias Indígenas

*


Foram divulgadas pelo IBGE as estatísticas populacionais dos municípios brasileiros em 2008, com a estimativa de 189.612.814 brasileiros morando em nossa pátria. Destes mais de 180 milhões, 700 mil são indígenas, distribuídos em 345 etnias e representando 0,37% da população brasileira. Apenas 165 etnias têm presença evangélica, e mais da metade, 180 etnias, continua sem a existência de uma igreja, sem a presença de missionários, evangelistas ou crentes. Precisamos de 540 missionários ou mais, para completar a evangelização de todas as etnias no Brasil.

O desafio da Igreja hoje, portanto, encontra-se espalhado por matas, rochas, montanhas, desertos, ilhas e planícies remotas e grandes centros urbanos em países resistentes.

O cântico profético de Simeão continua clamando por uma oportunidade para os povos sem Cristo. Para que as nações sejam alcançadas pela salvação de Deus em Cristo, a igreja, sua testemunha fiel, tem sobre seus ombros a responsabilidade da grande comissão. Não temos o direito de reter para nós a mensagem que foi dada a todos os povos. Precisamos anunciar o evangelho aos confins da terra.

Compilado por Jadir Siqueira

Fontes: Ethnos – cultura dos povos
Dados da NTM – Jill Goring
Instituto Antropos

*Texto extraído da revista CONFINS DA TERRA, Ano 42, número 136 (Jan – Mar 2009), publicada pela Missão Novas Tribos do Brasil.

segunda-feira, 30 de março de 2009

GUERREIRAS DO SENHOR

*
*

Catherine Booth

DEDICAMOS NAS LINHAS A SEGUIR UM PEQUENO TRIBUTO A UM GRUPO DE SOLDADOS DE CRISTO QUE O MUNDO CONHECEU E QUE, POR SUA CORAGEM E NOBREZA DEVE SER SEMPRE LEMBRADO. SE VOCÊ É UM SOLDADO E SEU NOME NÃO CONSTA DA LISTA, NÃO ESQUEÇA QUE: “PORQUE, QUANTO AO SENHOR, SEUS OLHOS PASSAM POR TODA TERRA, PARA MOSTRAR-SE FORTE PARA COM AQUELES CUJO CORAÇÃO É PERFEITO PARA COM ELE...” (2 CRÔNICAS 16:9) “SOFRE COMIGO COMO BOM SOLDADO DE JESUS CRISTO.” (2 Timóteo 2:3)

DOROTHY CAREY: “É um exemplo notável. Quantas esposas serviram ao Senhor fielmente, apesar de não estar fazendo o que realmente desejavam.”

BETSY STOCKTON: “Esta foi a primeira missionária negra solteira e ex-escrava a servir ao Senhor fora do país. Ela trabalhou em Missões no Havaí em 1823.”

CYNTHIA FARAR: “Ela serviu ao Senhor em Bombaim, na Índia, na Missão Marathi em 1820.”

CATHERINE BOOTH: Ela é a Mãe do Exército De Salvação e certa vez afirmou: “Ó como seria bom se os ministros da religião pesquisassem os registros originais da Palavra de Deus a fim de descobrir se... Deus realmente pretendeu que a Mulher sepultasse seus dons e talentos...”

FLORENCE NIGHTINGALE: “Eu teria dado a ela (à Igreja), minha cabeça, minhas mãos, meu coração. Mas não os aceitou” Ela serviu ao Senhor na Criméia, como Missionária-enfermeira.

CHARLOTTE DIGGS MOON: “Médica missionária entre os Árabes na Palestina. Também ensinou como professora antes de servir ao Senhor na China.”

AMY CARMICHAEL: “Serviu ao Senhor na Índia. Sua modéstia e personalidade amável e sincera a colocaram também naquela rara categoria de pessoas boas de mais para existir.”

JOHANA VEENSTRA: “O meio de transporte comum de Johana, de vila em vila, era uma bicicleta. Johana serviu ao Senhor na Nigéria, na África em 1919.”

HELEN ROSEVEARE: “Ela serviu ao Senhor no Congo no período de 1953 (na guerra civil) e em 1964 foi violentada.”

HANNA WOLFF: “Ela também serviu ao Senhor na Índia. Publicou obras literárias incluindo Jesus Universal, que trata do cristianismo hindu-asiático.”

AIMEE ELIZABETH KENNEDY (SRA. SEMPLE MACPHERSON): “Depois de servir ao Senhor na China, fundou a Igreja do Evangelho Quadrangular.”

O QUE ACABAMOS DE VER, FORAM TEXTOS EXTRAÍDOS DO MARAVILHOSO LIVRO DE RUTH TUCKER, "...ATÉ AOS CONFINS DA TERRA". RUTH É PROFESSORA DE MISSOLOGIA NO CALVIN THEOLOGICAL SEMINARY EM GRAND RAPIDS – MICHIGAN, EUA.

O QUE VIMOS É MUITO POUCO PELO MUITO QUE ESTES SOLDADOS FIZERAM A FAVOR DO REINO DE DEUS. ENTÃO, QUE FIQUE REGISTRADO TAMBÉM OS NOSSOS AGRADECIMENTOS A: RACHEL SAINT, ELIZABETH GREEN, BETTY STAN, BETTY OLSEN, KATE TAYLOR, ANNA BAGBY, HELENA GORDON, LOIDE ANDRADE, LIDIA CORENCHUC, MARY HAWKINS, IDA SCUDDER, EVELYN PIKE, VALNICE MILHOMENS, ROBERTA WINTER, ELIZA DAVIS GEORGE, NELLY TOURNIER, HELEN SCHWITZER, NEUZA ITIOKA, BILQUIS SHEIKH, MARGARETHA ADIWARDANA, STEPHANIE GRACE, E A TODOS OS SOLDADOS ANÔNIMOS QUE TÊM ESTADO NO CAMPO DE BATALHA.

DEVEMOS NOS LEMBRAS TAMBÉM DAS: ANAS, MARIAS, BETES, CRISTINAS, DRUSILAS, EDNAS, FÁTIMAS, GABRIELAS, HELGAS, IDAS, JOÉLIAS, KATRINS, LUCIANAS, MIRIANS, NAIRS, OFÉLIAS, PRISCILAS, QUÉSIAS, ROSANAS, SILVIAS, TERESAS, ÚRSULAS, VERÔNICAS, WILMAS, YONES E ZÉLIAS, QUE TÊM ENFRENTADO CORAJOSAMENTE ESTE MUNDO TENEBROSO!

“Contudo, não vos alegreis porque se vos submetem os espíritos; alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus.” (Lucas 10:20)
______________

Textos do livro: “...até aos confins da TERRA”, de Ruth Tucker (Editora Vida Nova), capítulo nove, cujo título é AS MISSIONÁRIAS SOLTEIRAS - “CIDADÃS DE SEGUNDA CLASSE”.

Por Elisabete Pereira

“Respondeu Jesus: Em verdade vos digo que ninguém há, que tenha deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou mãe, ou pai, ou filhos, ou campos, por amor de mim e do evangelho, que não receba cem vezes tanto, já neste tempo, em casas, e irmãos, e irmãs, e mães, e filhos, e campos, com perseguições; e no mundo vindouro a vida eterna.” (Marcos 10:29-30)

Fonte: http://www.uniaonet.com/espmissoes.htm

Via blog da Missionária Kelem Gaspar - http://www.missionariakelem.blogspot.com/
______________

Aproveitando este texto, disponibilizamos aqui para download o estudo 'MULHERES MISSIONÁRIAS', escrito pelo Pastor Leonério Faller. O arquivo está disponível para download gratuito no Portal Luterano. Um estudo abrangente sobre o tema, em 27 páginas (PDF). Leitura recomendada!

Para baixar o arquivo, Clique Aqui.

Leia as últimas três postagens no blog Equattoria

Acima, bandeira de Missões idealizada pela Missão Amme Evangelizar

Abaixo os links diretos para os últimos posts do blog Equattoria, que é um canal auxiliar ao Veredas Missionárias:



MAIS DE 40 MILHÕES DE CRIANÇAS AFRICANAS SÃO ÓRFÃS
- Para Ler Clique Aqui.

Os países que falam a Língua Portuguesa
- Para Ler Clique Aqui.

Conheça o VODU, uma das religiões oficiais do Haiti
- Para Ler Clique Aqui.

Um novo blog para a Poesia Evangélica: LIRICOLETIVO


Caros irmãos e leitores, é com prazer que comunico o nascimento de mais um projeto visando incentivar e divulgar a poesia evangélica: O blog Liricoletivo (http://liricoletivo.blogspot.com), um blog coletivo dedicado totalmente à poesia e aos poetas evangélicos.

São diversos poetas, de diferentes gerações e fazeres poéticos, que têm atuado (isoladamente) pela internet, em blogs e sites, agora congregados num espaço franco e que, além de incentivo e divulgação, propicia um intercâmbio de idéias e iniciativas.

O Blog começou esta semana, mas já conta com 7 poetas colaboradores, e outros serão convidados.

Visite. Divulgue. Comente. Apóie essa idéia!


Uma palinha do que já foi publicado:


Coroa de espinhos

Coroa de espinhos
Cravada na fronte
Derrama no Linho
Com sangue pesponte
Abre o caminho
Além do horizonte
Ele sozinho
Madeiro no monte
Sangue era vinho
Água era fonte
A todos filhinhos
Escreva e conte
Foi mais que carinho
Amor foi a ponte.

Camilo Borges



O Milénio

O leão não será mais rápido que o boi
em busca de pastagens
o cordeiro e o pássaro
nascerão de uma fórmula poética
e o lobo
o beijo terá na sua boca
Os jogos dos meninos
serão com as aves
uma pomba e uma águia
navegarão
em águas de branco lôdo
Um anjo passará
em forma lírica
ao mundo o seu desejo.

João Tomaz Parreira



Confissão e agradecimento de um ex-inimigo

Dos que amam a Ti:

pude estar perto a eles,

e conhecê-los.



Apertaram minha mão

sem importar com o odor do pecado.

Comi-lhes do pão,

e , defronte e dentre a

meus olhos,

cansados ossos,

me disseram:


"Irmão".

Sammis Reachers

quarta-feira, 25 de março de 2009

Enviando Para Longe Aqueles que Estão Perto


“Havia na igreja de Antioquia profetas e mestres: Barnabé, Simeão, por sobrenome Níger, Lúcio de Cirene, Manaém, colaço de Herodes, o tetrarca, e Saulo. E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me, agora, Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado. Então, jejuando, e orando, e impondo sobre eles as mãos, os despediram.” (At 13.1-3.)

O primeiro versículo desse texto enumera cinco líderes da igreja em Antioquia, descritos sob a categoria de profetai kai didaskaloi (profetas e mestres). Profetes era aquele que “falava em nome de Deus”. É também utilizado no grego ático tanto para “pregador” quanto para “expositor das leis”. O didaskalos é o mestre (de didasko, ensino) aplicado para aquele que possui discípulos. E parece-me que, nesse caso, os didaskaloi estavam mais ligados à instrução dos novos convertidos em Antioquia. Nessa lista, primeiramente é mencionado Barnabé, o qual era “natural de Chipre” (At 4.36) . Logo em seguida Lucas cita Simeão, referindo-se provavelmente a um africano “Níger” (negro), e menciona Lúcio “de Cirene”, provindo do norte da África. Também lista Manaém, colaço (syntrophos, irmão de leite) de Herodes, e, finalmente, Saulo.

O versículo 2 começa com uma ação coletiva: “servindo eles ao Senhor...” E as duas questões que devem ser levantadas aqui são: quem são “eles” e como serviam ao Senhor. Há três possibilidades para entendermos esse “eles”, já que o texto não os define: a) refere-se a toda a igreja em Antioquia; b) refere-se aos cinco líderes do verso anterior; c) refere-se a Paulo e Barnabé. Por ausência de ligação textual, creio que podemos excluir a “igreja em Antioquia”, restando-nos assim os cinco líderes do versículo 1 e Paulo e Barnabé do versículo 2. De qualquer forma, estes últimos são também mencionados na lista de líderes. Sendo assim, vamos utilizá-los como pressuposto para “eles”.

Leitourgoi – edificadores do corpo de Cristo

O verbo “servindo” (leitourgounton) utilizado aqui aponta para aqueles que serviam ao Senhor como leitourgoi. Havia três formas de alguém se apresentar como “servo” no contexto neotestamentário:

Como doulos – escravo. Nas palavras de Candus, “aquele que pessoalmente acompanha o seu Senhor para realizar-lhe os desejos do coração”. Doulos, no contexto do Novo Testamento, é aquele que tem um compromisso direto com Deus; que serve diretamente ao seu Senhor.

Como diakonos – mordomo. Aquele que serve ao seu Senhor através do serviço à comunidade. Na Bíblia, o termo é usado para aqueles que, sensíveis à necessidade do corpo de Cristo – física e espiritual – servem a Deus.

Como leitourgos – edificador. O termo, ligado à leitourgía, não é restrito como o usamos hoje. Refere-se àquele que serve ao Senhor sendo um canal de bênçãos para seus irmãos. E essa é justamente a raiz do verbo que expressa que Paulo e Barnabé “serviam” ao Senhor. Afirma assim que eles eram, antes de mais nada, “abençoadores” ou “edificadores” do corpo de Cristo em Antioquia. Eram uma bênção, como podemos falar hoje. Eram leitourgoi e, em última análise, serviam to Kuryo (ao Senhor).

Desse modo, podemos identificar a primeira característica apontada pelo texto a respeito desses dois homens que iniciaram a obra missionária como a conhecemos hoje. Não foi a competência intelectual, o título ministerial ou a profundidade teológica, mas sim a fidelidade, e fidelidade de vida em relação aos de perto. Isso nos ensina que aqueles que não são uma bênção perto dificilmente serão uma bênção longe.

Spurgeon já falava, em 1885, que “nada é mais difícil do que se mostrar fiel aos de perto que bem lhe conhecem”. E aqui três rápidas aplicações poderiam ser feitas:
Do ponto de vista pessoal: Não há nada mais perto de nós do que a nossa família. Aquele que não pode ser apontado pela esposa, esposo ou filhos como leitourgós no dia-a-dia em casa dificilmente será uma bênção fora dela.
Do ponto de vista ministerial: Líderes que se destacam nos púlpitos de suas igrejas, mas fracassam com a família e amigos chegados, cedo ou tarde entenderão a incompatibilidade da Palavra com a hipocrisia.
Do ponto de vista eclesiástico: Não há nada mais perto da igreja do que a própria igreja, os irmãos com os quais nos encontramos a cada semana. Se os cristãos não demonstram ser leitourgoi, uma bênção, para aqueles com os quais compartilham o mesmo banco durante os cultos semana após semana, creio que não estão habilitados a pensar em nenhum tipo de programa que leve o testemunho do evangelho aos de longe.

Aphorizo – separando para o envio

O texto conta que, “servindo eles ao Senhor... disse o Espírito Santo: Separai-me...” O texto não esclarece como o Espírito se manifestou e eipen – falou – à igreja. Mas toda a ação deixa bem claro que a igreja ouviu prontamente.

O conteúdo do que o Espírito falara foi “separai-me” (aphorisate), do verbo aphorizo, que é um verbo exclusivista. Este é também usado em Mateus 25.32, quando fala que o pastor “separa” as ovelhas dos cabritos. Aphorizo se diferencia de ekklio, pois não se trata de uma separação de relacionamento (foram excluídos da igreja de Antioquia), mas sim uma separação para uma função (permanecendo ligados à igreja, são agora designados para uma função além da igreja local). É o mesmo termo usado nos Documentos de Cartago, quando cidadãos comuns eram chamados para engrossar as fileiras do exército romano. Portanto Paulo e Barnabé seriam separados porque, primeiramente, haviam sido chamados.

É bom também entendermos que a ergon (obra) para a qual foram chamados é um termo genérico. Tanto pode significar um ato quanto uma função e poderia ser usado por se tratar de uma obra já bem conhecida por todos na igreja – a evangelização dos gentios – ou então para chamar a atenção para o ponto principal desse comando: não a obra, mas sim quem os chamou para ela. Demonstra também flexibilidade ministerial. A obra pode mudar, mas o chamado permanece, pois se baseia naquele que nos chamou.

A expressão “jejuando, e orando” vem como um conjunto que se completa, já que, segundo Stott, “o jejum é uma ação negativa (abstenção de comida e outras distrações) em função de uma ação positiva (culto e oração)”. E continua com “impondo sobre eles as mãos”, que traz a expressão epithentes tas cheiras, a qual possui vasto significado para o conceito de envio missionário. Vejamos os principais:

Sinal de autoridade. Esse “impor de mãos” remonta ao grego clássico – quando um pai “impunha as mãos” sobre o filho que o sucederia na chefia da família, ou seja, uma transferência de autoridade. Para Paulo e Barnabé, isso significaria que eles possuíam a autoridade eclesiástica para fazer tudo o que a igreja faria, mesmo onde esta não estivesse presente. É, portanto, simultaneamente, uma carga de autoridade e de responsabilidade. Como a igreja em Antioquia, eles poderiam pregar a Palavra, orar pelos enfermos e desafiar os incrédulos, mas, ao mesmo tempo, precisariam também compartilhar da fidelidade e da dedicação que existiam em Antioquia.

Sinal de reconhecimento. Também era usado em momentos oficiais, como na cidade de Alexandria. Ali, quando vinte oficiais foram escolhidos especialmente para guardar a entrada da cidade, que sofria com freqüentes ataques de nômades, sobre eles “foram impostas as mãos”. Representava um sinal de reconhecimento de que eram dotados das qualidades necessárias para aquela função. Para Paulo e Barnabé, consistia no fato de que a liderança da igreja reconhecia não apenas o chamado (que era, sobretudo, claro), mas também a capacidade e os dons para cumprirem a missão.

Sinal de cumplicidade. Encontramos também no grego clássico o “impor de mãos” no sentido de cumplicidade. Quando generais eram enviados a terras distantes para coordenar uma província, as autoridades “impunham as mãos”, demonstrando ao povo que eles não seriam esquecidos”; ou seja, permaneciam como parte do corpo. Para Paulo e Barnabé, significaria dizer que, por mais distantes que fossem, permaneceriam ligados à igreja de Antioquia. Dava a entender que a igreja continuaria responsável por eles, amando-os, torcendo para que tudo desse certo e, com certeza, sustentando-os. Ao meu ver, impor as mãos como sinal de autoridade e reconhecimento não é tão difícil como impô-las como sinal de cumplicidade, pois este último é um ato contínuo que demanda dedicação e profundo amor. Kent Norgan afirmou que “é mais fácil amar aquele que se vê e ter compaixão pelo que está sempre ao seu lado”.

Por fim os membros da igreja “os despediram” (apelusan), do grego apoluo, que significa “fazer as honras do envio”. Creio que havia aqui um aspecto prático, em que os líderes e os irmãos pensaram também nas necessidades práticas de Paulo e Barnabé. Apoluo é uma expressão formal, portanto leva-nos a crer que não foram despedidos de forma simples. Houve antes um culto no qual a igreja se reunira oficialmente para enviá-los – um abençoado culto de envio.

Temos aqui alguns princípios que podem ser observados no envio missionário:

No processo do chamado não há apoio bíblico ao individualismo. Isso significa que não é válida a posição de irmãos que alegam ter recebido a direção do Espírito Santo quanto à vocação missionária mas que desejam levar adiante sua missão sem a participação da igreja local. Mesmo em um contexto para-eclesiástico, a igreja local precisa permanecer na linha de frente no processo de seleção e confirmação do chamado. Precisamos crer que o Espírito fala à igreja e devemos esperar submissão daqueles que foram chamados.

No desafio ao envio missionário devemos evitar o institucionalismo. É o outro lado da mesma moeda: a igreja tomando decisões e definindo metas, estratégias e prioridades a despeito da visão daqueles que foram chamados. Precisamos crer que Deus colocará, nesses co-rações, de maneira diáfana, os desejos certos e a motivação que vêm do Alto.

Não devemos enviar para longe aqueles que não são uma bênção perto. Um critério bíblico que encontramos aqui é que irmãos sobre os quais pesam nossa esperança de abençoar os que estão distantes de nós devem, primeiramente, ser reconhecidamente uma bênção para nós, que estamos perto.

No processo do envio missionário, o cordão umbilical não é cortado. No momento do envio, passamos para os enviados, pela autoridade eclesiástica, o reconhecimento de que são qualificados e, especialmente, cumplicidade com a obra para a qual foram separados.

Deus fala a muitos, contudo me parece que aqueles que se humilham ouvem mais a voz dele. Ninguém sabe ao certo como e quando Deus falará, mas jejum e oração – sinais de uma comunidade piedosa e crente – são a postura daqueles que ouvirão a voz do Senhor.

Este artigo foi extraído do livro Com a Mão no Arado, publicado pela Editora Betânia.
Ronaldo Lidório é missionário presbiteriano, doutor em Antropologia Cultural e autor de vários livros.

sexta-feira, 20 de março de 2009

1º Encontro de Missões Mundiais PIB Camargo Velho


Você está convidado:

1º Encontro de Missões Mundiais PIB Camargo Velho

28 de Março de 2009 - sábado

16 Horas – Palestra “Missões Urbanas” com Sandro Baggio

17 Horas – Palestra“Angola” com Denis Ferreira

18 Horas – Momento de Confraternização

19 Horas – Culto de Missões (término previsto para 21h30min)


Local e Endereço

Primeira Igreja Batista do Itaim Paulista

Rua Curicharas nº203 – Itaim Paulista – Zona Leste – São Paulo - SP

(Rua Paralela com a famosa Avenida Marechal Tito e próximo a estação de trem do bairro Itaim Paulista)

quinta-feira, 19 de março de 2009

Negócios do Reino - Redimindo as antigas rotas de comércio para o evangelho


Leia o Seguinte Capítulo em Sua Bíblia
Isaías 35

Este é o Versículo para Ser Memorizado
E o seu comércio e a sua ganância de prostituta serão consagrados ao Senhor; não se entesourará, nem se fechará; mas o seu comércio será para os que habitam perante o Senhor, para que comam até se saciarem, e tenham vestimenta durável. Isaías 23:18.

Depois Fale Sobre Isto
Quantos de vocês estão nos negócios? Podem orar e pensar sobre algumas formas em que os negócios possam ser adaptados para que possa se tornar um veículo para o evangelho?

Atividade Para Ser Realizada Antes da Próxima Vez
Reúna empresários de diferentes igrejas, tantos quantos forem possíveis. Faça uma pequena apresentação das necessidades de parceria entre negócios e missões utilizando-se de teatro e explicações e com comes e bebes.

Trabalho Escrito Para O Diploma
Em uma página reescreva a teologia dos negócios do reino de Lucas 19 em linguagem moderna e com uma aplicação atual.

Medite Sobre Estes Versículos Palavra Por Palavra
Isaías 19: 21-25

Separe um Minuto para Mudar o Mundo
Ore pela Nigéria – 101.000.000 em 426 grupos étnicos Empresários viajam pelo mundo todo, 50% de cristãos, 40% de muçulmanos, conflito e muita opressão e corrupção.


Certifique-se de ensinar esta lição às outras pessoas.
Ore e prepare-a bem, adicionando seus próprios
versículos e histórias para dar vida à lição.


Temos observado algumas formas naturais e espirituais em que os trabalhadores da 11ª hora podem entrar na colheita do fim dos tempos, na vinha do Senhor. Aqui estão mais algumas

Novas estradas de Santidade

Você já pensou que as rotas de comércio poderiam ser redimidas para os propósitos de Deus? Lembra-se de como as grandes religiões do mundo, incluindo o cristianismo utilizaram as antigas Rotas de Seda da Europa à China. Pense sobre isto.

O Poder do Homem e da Mulher Filipinos

Um dos maiores produtos de exportação das Ilhas Filipinas é o trabalho de muitos milhares de Filipinos, que trabalham no exterior como empregados e marinheiros e enviam seus salários para a família em casa. Com freqüência, eles trabalham em países fechados ao evangelho, como a Arábia Saudita. Muitos Filipinos conhecem o Senhor. E se as igrejas treinassem e orassem pelos trabalhadores no exterior para serem missionários, e usar os seus empregos como um veículo de testemunhar de Cristo. A força missionária mundial poderia dobrar de noite para o dia com esta simples estratégia.

Empresário ou Missionário?

Alguns dos empresários nas linhas aéreas africanas e indianas são profundamente cristãos, mas alguém já lhes contou que eles poderiam realizar a Grande Comissão ao mesmo tempo em que ganham dinheiro? E que o fariam tão bem quanto a maioria dos pregadores, senão melhor por causa do dinheiro que eles têm e todas as pessoas que encontram que nunca foram à igreja?

Nigerianos Em Londres

Alfred Williams é um evangelista da Nigéria, mas ele foi para Londres como um executivo para importar gengibre e brinquedos de seu país. Os lucros custearam um novo trabalho na parte decadente de Londres. A nova igreja está realmente cheia, e não existe pressão financeira. O Senhor usou uma rota de comércio para abençoar uma cidade.

Coreanos, Chineses e Libaneses.

Os missionários coreanos vão direto às lojas de proprietários coreanos em outros países do mundo e ali trabalham para Jesus. Cristãos libaneses, chineses e indianos estão ao redor do mundo. O que aconteceria se a igreja deles lhes ensinasse a serem missionários e permitissem que pastores dirigissem reuniões em seus restaurantes, lojas e hotéis?

Um Exército Esperando Por Ordens

Quando oramos por obreiros sempre imaginamos um pastor ou um evangelista, mas que tal orar por um exército de empresários, ou ‘fazedores de tendas’ como Paulo?
Os negócios e as missões têm sido parceiros, como as duas faces da moeda, desde os dias da antiga Rota da Seda. Lembre-se de como o evangelho foi para a África e para a Índia em navios comerciais britânicos. Nossos empresários poderiam facilmente fazer discípulos em todas as nações. Muitos têm a sabedoria de anos de transculturação ou habilidade de ganhar dinheiro em casa para novas obras missionárias.

Três Tipos de Negócios

Miguel Diez tem mais de 200 pequenos negócios em sua missão espanhola presente em 31 países. Ele ensina todos os seus líderes sobre como ganhar dinheiro na terra que Deus lhes enviou. Ele diz radicalmente que existem três tipos de negócios no mundo.

Os Negócios Normais
Existem somente para dar lucro para os propósitos egoístas e às vezes pecaminosos dos proprietários e sócios.

Os Negócios de Um Cristão
Estes negócios tem um proprietário que dizima 10% para sua igreja e dá ofertas de tempos em tempos, mas a maioria dos lucros permanece sob seu controle pessoal.

Os Negócios do Reino
Nestes negócios, o sócio majoritário é o Senhor. Depois que o staff tem suas necessidades supridas, todos os rendimentos vão para o avanço do evangelho o para ajudar os pobres da terra.

Uma Teologia Para os Negócios do Reino

Em Lucas 19: 11-27, uma história que se refere ao Senhor Jesus, os servos recebem instruções até que seu mestre retorna. Cada servo recebe 3 meses de salário, digamos 5000 rúpias, e lhes é dito para, “por o dinheiro para trabalhar, comprar e vender” quando ele retorna ele quer saber o que aconteceu com o dinheiro.
Um servo multiplicou as 5000 rúpias em 50.000 rúpias, dez vezes mais! O que o Rei disse? Algumas pessoas crêem que o comércio é mundano e deve ser evitado. Alguns missionários pensam assim, esquecendo-se que muito de seu apoio vem de negociantes de sua igreja.

Mas O Que O Rei Disse?
Ele disse, "Muito bem, servo bom e fiel! Ele quis dizer com isso que o comércio foi bom e ganhar dez vezes mais era uma questão menor. Ele deu dez cidades ao servo, assim ele poderia fazer prosperar suas economias também com suas habilidades. O servo, que não fez nada com seu dinheiro, foi ruidosamente repreendido e perdeu tudo.

Uma História Verdadeira

Nos anos cinqüenta, um missionário, para um país muito pobre da África ocidental, encorajou alguns comerciantes novos convertidos para não serem pastores, mas permanecerem como comerciantes para Jesus, para fazer dinheiro para ajudar o evangelho, e prover edifícios para as novas igrejas. Outros disseram que os crentes não deveriam trabalhar para ganhar dinheiro e quase todos rejeitaram seu conselho. Ele voltou desanimado para casa. Somente uma igreja lembrou-se do que ele disse e refletiu sobre seu conselho. Um comerciante em particular decidiu não ir para uma escola bíblica, mas para vender tudo o que tinha e partir para Gana para comprar coisas baratas para vender.
Anos mais tarde aquele homem ainda era um crente firme no Senhor e tinha também se tornado o segundo homem mais rico em toda a nação. Hoje, a maioria da nação ainda está na miséria, mas por causa daquele único homem de negócios para Jesus, as igrejas em seu distrito têm bons prédios, carros, escolas e até envia missionários para o exterior. Recentemente, em idade avançada, o homem foi para o Senhor.

Agora que você sabe destas coisas, será abençoado se as seguir. João 13:17.

Fonte: DCI Internacional / O Jornal Missionário - http://www.worldchristians.org/portugues/

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