sábado, 30 de maio de 2009

Pesquisa da AMTB sobre os missionários transculturais brasileiros

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O Depto de Alianças Estratégicas da AMTB (Associação de Missões Transculturais Brasileiras) lança necessária pesquisa (levantamento de dados), que nos dará um quadro atualizado do número de missionários transculturais do Brasil.

Abaixo transcrevemos o texto de apresentação da campanha:


Amados irmãos,

É com alegria que iniciamos através do site o Departamento de Alianças Estratégicas da AMTB.
Nosso objetivo é unir cada vez mais o movimento missionário Brasileiro para que possamos como corpo avançar em direção a povos que ainda não foram alcançados com a graça do Nosso Maravilhoso Salvador.

As palavras de Jesus: "que eles sejam um para que o mundo creia", é o que nos move a buscar ferramentas que possam gerar parceria entre as mais diversas organizações e movimentos missionários no Brasil e assim podermos impactar o mundo.

Como parte deste projeto estamos juntamente com a Sepal refazendo a pesquisa entre as Organizações Missionárias no Brasil. Sua participação é imprecindivel, pois após a coleta do dados estaremos publicando como em anos anteriores a relação de organizações missionárias presentes no Brasil. Participe!

Paulo Feniman - Coordenador do Depto. de Alianças Estratégicas da AMTB

Para maiores informações visite: http://www.aliancasestrategicas.org.br

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Nota de falecimento do missionário Ralph Winter

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Morre missionário que foi considerado pela Time como um dos evangélicos mais influentes de sua época.

Na penúltima quarta faleceu, aos 84 anos, o doutor Ralph Winter, considerado em 2004 pela revista Time como um dos 25 evangélicos mais influentes então existentes.

Winter morreu na sua casa em Pasadena após uma batalha de sete anos contra múltiplos mielomas e após lutas adicionais contra um linfoma desde fevereiro deste ano.

A maior parte das contribuições da longa carreira de Ralph Winter's como missionário e professor na área de missões são provenientes de sua convicção de que as organizações cristãs atuam melhor quando cooperam umas com as outras de forma estratégica.

Foi no ano de 1974, durante o Congresso de Lausanne, que Winter compartilhou o conceito de "grupos não alcançados" que influenciou de forma significante as ações das missões evangélicas desde então.

Fonte: http://www.cristianismohoje.com.br

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Três livros do pastor Silas Tostes liberados para download


O pastor Silas Tostes escreveu 3 livros (agora convertidos em e-books) sobre o tema do Islã, que estão sendo disponibilizados GRATUITAMENTE através do Instituto Antropos, de Ronaldo Lidório.

Islamismo e a Trindade, Islamismo e a Cruz de Cristo e Jihad e o Reino de Deus.

Três excelentes livros que não podem faltar em sua biblioteca missionária. Ferramentas essenciais para missionários, professores, estudiosos, apologistas e qualquer interessado em conhecer mais sobre o islã, sobre como defender a nossa fé dos ataques islâmicos e como evangelizar de uma melhor maneira os muçulmanos.

Para baixar os livros, visite a página do Instituto Antropos, CLICANDO AQUI.
Louvável iniciativa!

domingo, 24 de maio de 2009

51º Projeto Missionário da Juvep

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Participe do 51º Projeto Missionário da Juvep
São José da Lagoa Tapada - PB
03 a 27 de Julho

Para maiores informações Clique Aqui.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

6° Congresso de Missões - Ceifeiros Missionários - CEMIS


6° Congresso de Missões - Ceifeiros Missionários - CEMIS
Assembléia de Deus de Ipaba - MG

Clique na imagem para ampliar

Maiores informações no site: http://www.adipaba.com.br/

Missionário batista que atuou na Índia ministra curso no Recife


"Missão da Igreja à Luz do Apocalipse" é o tema do curso que será ministrado em julho, de 20 a 24, pelo pastor Tomé A. Fernandes, que atuou como missionário na Índia e que hoje coordena, desde sua residência em Portugal, o programa missionário dos batistas brasileiros (Junta de Missões Mundiais da CBB) na Ásia.

O curso é uma realização da Coordenação de Pós-Graduação do Seminário de Educação Cristã da Convenção Batista (SEC-CBB) e será oferecido a todos os interessados, mediante uma taxa de inscrição e com direito a Certificado de Participação.

Mais informações:

Seminário de Educação Cristã - Recife/PE Fone: (81) 3423-3396

via Agência Soma

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Entrevista com Sâmia Oliveira de Castro Rosário - Evangelização de surdos


MÃOS QUE FALAM


Você sente um chamado de Deus para evangelizar pessoas surdas, mas não sabe por onde começar?
Tem desejo de implantar um ministério de libras em sua igreja, mas são poucas as pessoas que querem se empenhar nesta área?
Veja o testemunho da Sâmia, de Fortaleza, que desenvolve um trabalho de implantação de ministérios de surdos nas igrejas.

Sâmia Oliveira de Castro Rosário, Pedagoga atuante na área de educação, participou de todos os níveis do FENEIS (Federação Nacional de Educação e Integração de Surdos), nasceu em um lar cristão e sempre esteve envolvida nas atividades de sua igreja (IBMC-Fortaleza). Começou a trabalhar nas áreas de ensino, recepção e louvor, mas o que Deus havia preparado para ela, estava bem distante do que podia imaginar. Trabalha na Convenção Batista Cearense, no departamento de missóes.

Evangelizabrasil - Como surgiu seu interesse por aprender libras?

Sâmia - Uma noite após um culto, em minha igreja de coração, em Manaus (IB Constantinópolis), um irmão convidou a todos para fazerem parte de um grupo de obreiros que trabalhavam com surdos. Muitos procuraram o irmão para participar, mas depois desisitiram. Restaram apenas 10 pessoas para fazer o curso, porém, somente eu e mais duas amigas persistimos nos estudos.

Evangelizabrasil - Quais as dificuldades que você enfrentou para implantar este ministério em sua igreja?

Sâmia - O início de nossas atividades não foi fácil, pois não tínhamos surdos em nossa igreja e muitos não tinham o convívio com a comunidade surda. Meses e meses buscando em sites, informações sobre a Língua de Sinais, igrejas que já tivéssem este ministério, visitas a locais onde eles se encontravam, afim deconhecermos surdos, porém parecia mais difícil do que imaginávamos. Mas algo começou a se tornar mais claro. Depois de estudarmos bastante, começamos o ministério de surdos em nossa igreja, mas não tínhamos surdos e sempre aprendemos que não deveríamos pescar no aquário do vizinho. Por isso, os surdos de outras igrejas nos visitavam, mas acabavam não permanecendo, pois já tinham suas igrejas.
Começamos então a fazer as interpretações nos primeiros bancos, sem nenhum surdo presente. Uma fazia a mensagem, outra os louvores enquanto as outras observavam tudo e anotavam os erros e as dúvidas para depois podermos conversar com nosso professor. Durante meses foi assim… às vezes irmãos na igreja nos perguntavam porque fazíamos aquilo tudo. A minha resposta era uma só: “Quero que todos saibam que em nossa igreja tem um grupo capaz, preparado para receber os surdos que nos visitarem”. E assim foi, durante quatro anos não tivemos surdos em nossa igreja. Tínhamos irmãos dispostos a trabalhar, mas além do grande desejo em ter surdos em nossa igreja, sabíamos também da necessidade de se ter um nome, uma marca para sermos reconhecidos pelos surdos. Depois de muitas sugestões e mudanças, escolhemos “Mãos que falam”.
Neste período o grupo cresceu e se fortaleceu e um dia depois de fazermos um evangelismo em um shopping, recebemos nosso primeiro surdo, o Valério. Tivemos então que nos adaptar e montar outros grupos de trabalho, porque ele precisaria de um intérprete na sala de jovens da EBD, ter sempre alguém com ele nas atividades da igreja. O Valério se preparou, se batizou, trouxe sua família para a igreja e com ele veio Diane, uma outra amiga surda, que trouxe sua família e por aí o grupo foi aumentando.

Evangelizabrasil - Que passos devo tomar para implantar um ministério de surdos em minha igreja?

Sâmia - Deve se tomar as seguintes ações:

1- Saber quem são as pessoas interessadas e convidá-las para uma reunião. Cadastrar estas pessoas para que você tenha os dados e os contatos delas.
2- Apresentar a proposta para a igreja e o pastor. Fale com ele sobre o desejo de montar este ministério na igreja e apresente a lista de interessados.
3- Fazer um curso de libras. Se o número de interessados for grande, quem sabe você possa conseguir alguém para dar aula de libras em sua igreja.
4- Preparar um material de divulgação.
5- Incluir libras nas atividades da igreja. Durante o louvor, cantatas, nas coreografias, programações especiais, etc… isto vai ajudar você apraticar libras e pode despertar o interesse de outros.
6- Procurar associações, escolas, igrejas que trabalhem com surdos perto de sua igreja.

Quem quiser saber mais informações sobre o curso de Implantação de Ministério de Surdos em igrejas, envie um e-mail para samia_oliveiracastro@hotmail.com ou samiamissoes_batistasnoceara@yahoo.com.br ou pelos telefones da CBC (85) 4008-2329 / 4008-2371.


Fonte: Missão AMME Evangelizar - http://www.evangelizabrasil.com

sábado, 16 de maio de 2009

CURSO PARA FAZEDORES DE TENDAS

Com o objetivo de equipar líderes profissionais para atuação em missões, paralelamente ao exercício de sua profissão, o Centro Evangélico de Missões, em parceria com a Associação de Fazedores de Tendas do Brasil - AFTB, oferece o Programa para Treinamento de Fazedores de Tendas.

Público Alvo:

Profissionais (com formação superior, média e também com outras capacidades práticas para servir no campo) e universitários. Candidatos para servir como missionários alternativos, testemunhando do amor de Cristo através do exercício de sua profissão de maneira ética e responsável e através dos relacionamentos pessoais que evidenciam o caráter cristão e o compromisso com o Reino de Deus.
O profissional ou estudante normalmente é muito ocupado. Por isso o Fazedor de Tendas poderá fazer um programa com algumas matérias presenciais - cursadas junto com as turmas da pós graduação - que facilitam a integração, a convivência, debates, a comunhão, etc., além de outras a distância.
A maioria das matérias será feita como Curso a Distância, com orientador para acompanhar o aluno. As matérias presenciais são oferecidas na Escola de Missões do CEM.

PARA MAIORES INFORMAÇÕES ACESSE: http://www.cem.org.br/academico/disciplina_fts.asp

quinta-feira, 14 de maio de 2009

III Clamor das Nações

III Clamor das Nações - realização Igreja Missionária Tabernáculo de Deus
Local Rua das Palmeiras- Itararé -vTª - ES - Prox ao colégio Caic

Programação - Treinamento de Missões - COm TV Missões de SP - Horário 09h - Local na Igreja Evangelica Batista em Itararé
Conferência com Missionários da faixa 10/40 voz e video - Kit de Misões ( camisa,CD,Apostila e Certificado) - Faça sua inscrição, será um grande treinamento contatos abaixo:

Inicio Evento: 15h - Grande Ação Social - JOCUM (Meio Ambiente e outros) AJUNAM ( Atendimento Judiciario para pequenas causas) Mundo Jovem Cidadão ( aferir Glicose, pressão, concientização e outros ) - APES - IEBV
Missão Portas Abertas ( Igreja Perseguida) .

Apresentação: Rozeani Ribeiro- RJ - G- Hoffman e Banda - Bruna Olly e outros
preletora: Pra Elis Rovenia

MAIORES INFORMAÇÕES: 9841 2592/3381 6719 ( SERV) - 3225 6006 ( RES)
Contato : Pra Elis Rovenia

http://www.tvmissoes.com.br/

domingo, 10 de maio de 2009

Baixe Apresentações Missionárias

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Disponibilizamos aqui para download algumas excelentes apresentações em PowerPoint, voltadas para Missões e temas correlatos. Vale a pena fazer o download e divulgar!

A Grande Comissão - Para Baixar Clique Aqui.

Dados sobre o a presença do Evangelho na região Nordeste (SEPAL) Para Baixar Clique Aqui.

Dados sobre o Evangelho na região Sudeste (SEPAL)Para Baixar Clique Aqui.
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Fontes: Escola de Missões Mundiais e SEPAL.

Leia os últimos posts do blog Equattoria


Leia os últimos três textos publicados no outro blog missionário que mantemos, o Equattoria:


Missão transcultural: o fenômeno migratório em Portugal

Salvação entre os Indígenas - RS

O que é Animismo

terça-feira, 5 de maio de 2009

ENTREVISTA: Dr. Paul Hiebert - Contextualização Missionária

Nota Veredas: a entrevista abaixo foi extraída da revista TodosNós, Nº 1, Maio- Julho de 2003. O honrado Dr. Hiebert veio a falecer em 2007.
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Ele também foi missionário. É professor de antropologia e autor de vários livros sobre antropologia missionária. Ele é considerado o principal antropólogo cristão da atualidade. Viaja ao redor do mundo dando palestras e cursos sobre missões em escolas missionárias e seminários. Ele é referencial para muitos líderes de missões em vários países.

Dr. Hiebert foi um dos principais preletores do 1º Congresso Nordestino de Missões, que aconteceu em outubro de 2002 na cidade de Caruaru/PE, onde gentilmente concedeu esta entrevista à Revista TODOSNÓS.

TODOSNÓS – Qual a importância da antropologia para a obra missionária?

PAUL HIEBERT – Eu creio que o missionário precisa pelo menos de duas coisas: uma é estudar as Escrituras, estudando teologia, teologia bíblica e teologia sistemática. A outra é estudar as pessoas e saber como se comunicar com as pessoas. A antropologia é importante para ajudar-nos a entender as pessoas. Muitos missionários não conhecem o povo, a cultura; a antropologia é essencial para que sejamos bons missionários. Mas a antropologia também pode nos ajudar a estudar as Escrituras porque ela nos ajuda a entender as pessoas envolvidas nas Escrituras.

TODOSNÓS – Quais os perigos e benefícios da contextualização das Sagradas Escrituras na pregação transcultural?

PAUL HIEBERT – O perigo da contextualização é quando colocamos a mensagem na língua local e na cultura do povo, porque a língua e a cultura do povo podem destruir, mudar a mensagem, ou afastá-la da verdade. Se não tivermos cuidado, o Evangelho pode ser convertido à cultura.
Mas há um perigo em não contextualizar; não teremos testemunha, nem mensagem, nem evangelismo. Em ambas as partes há perigo, mas o perigo de não contextualizar é maior do que o perigo de contextualizar.

Nós precisamos contextualizar criticamente, pensando e sabendo o que estamos fazendo, não só adotar tudo ou rejeitar tudo, mas fazer isso com critério.

TODOSNÓS – Quando fizermos alguma contextualização ou usarmos a antropologia para a pregação e ensino, não há algum perigo de deixarmos as Escrituras em segundo plano?

PAUL HIEBERT – Eu diria que o perigo é colocar a nossa teoria acima das Escrituras, a teoria social que usamos para estudar as pessoas, porque o Evangelho é para ganhar as pessoas. Então não podemos colocar as pessoas contra as escrituras; o Evangelho é para as pessoas. Mas também há o mesmo perigo na teologia sistemática e teologia bíblica, porque usamos métodos humanos para estudar as Escrituras. Então, existe o mesmo perigo em fazer teologia e fazer missiologia.

TODOSNÓS – O senhor pode citar algum exemplo na Bíblia onde Jesus usou a contextualização em seus ensinos?

PAUL HIEBERT – Todas as parábolas são contextualizações locais. Hoje nós devemos usar parábolas, não somente as parábolas bíblicas, mas situações reais do nosso dia-a-dia também.

TODOSNÓS – O senhor deve saber que a igreja brasileira foi influenciada na sua formação e ao longo do tempo pela cultura européia e americana, que implantou seus costumes como sendo “o certo”, é possível para a nossa igreja hoje resgatar sua identidade cultural e aplicá-la a uma teologia nos moldes brasileiros?

PAUL HIEBERT – Num certo sentido a igreja católica trouxe o catolicismo da península ibérica, Portugal e Espanha, e trouxe para cá um modelo de catolicismo ibérico. Os protestantes trouxeram mais da Europa do norte e dos Estados Unidos. Minha pergunta é: Qual é a identidade brasileira?Porque aqui há uma influência muito grande ibérica, depois, norte da Europa, Estados Unidos, também árabe, dos índios nativos e dos negros africanos... È uma grande mistura. Por isso eu vejo no Brasil um bom modelo de integração transcultural. Então todos esses detalhes devem ser estudados para se estabelecer qual é a “identidade brasileira”. Então vem a questão da nova contextualização cristã brasileira.
Os estudiosos precisam trabalhar exatamente nessa questão da identidade, de como juntar essas partes, porque isso pode se tornar um modelo na evangelização tribal, nos vilarejos, e inclusive urbana. Não existe só uma identidade brasileira; existem muitas influências de tudo quanto é lugar, misturado. Não podemos somente pegar uma identidade – aquela que achamos correta – e aplicarmos o Evangelho para ela; ela é muito mais complexa. Eu creio que a igreja evangélica no Brasil pode ajudar a formar essa identidade brasileira, mais vai ter que avaliar todas as influências que teve dos Estados Unidos e Europa e não somente aceitá-las como se fossem as respostas.

TODOSNÓS – Bruce Olson em seu livro “Por esta cruz te matarei”, comenta que quando estava ensinando os índios sobre a questão de “construir sua casa sobre a rocha”, os índios não conseguiam aceitar essa parte, pois eles não conheciam esses métodos de construção e construíram suas casas (ocas) apoiadas em estacas fincadas na areia; então ele inverteu os fatos bíblicos para que eles compreendessem a moral do ensino e ensinou que o homem sábio edificou sua casa sobre a areia. O que o senhor acha? Ele contextualizou correto ao inverter os fatos bíblicos?

PAUL HIEBERT – Antigamente se pensava que não se poderia fazer isso, porque a Bíblia não diz isso. A tradução teria que ser literal, sem nenhuma contextualização. Depois começaram a dizer: “Não, temos que contextualizar, então foram para o outro extremo”. Bruce, nesse caso representa o outro extremo. Ele tentou corrigir o modelo antigo, porque o modelo antigo estava errado. Talvez as pessoas entendessem melhor dessa forma, mas não é o que as Escrituras estão dizendo. Agora estamos chegando mais para a contextualização crítica, temos que manter a Bíblia como foi escrita, depois podemos colocar notas no roda-pé ou notas explicativas. È mais fácil fazer esse processo com parábolas, porque elas são literais. Nos ensinamentos de Jesus, temos que ter ainda mais cuidado para manter a forma como está nos originais. Eu compreendo o que ele fez, mas eu não faria dessa forma. O que eu faria era o seguinte: traduziria como está no texto sagrado, mas colocaria uma nota de roda-pé, explicando o que isso significa na nossa cultura.

TODOSNÓS – Dentro da mesma questão: nós queríamos saber se ele poderia ensinar aos índios o método de edificação sobre a rocha? Ou se ele fizesse isso estaria adulterando a cultuara dos índios?

PAUL HIEBERT – O que eu acho que poderia fazer era dizer: “Isso é o que a Bíblia diz”. Jesus disse: “Façam suas casas sobre a rocha”. Então, nas notas de roda-pé, um comentário dizendo o que isso significa para essa cultura. Isso não mudaria a cultura, mas explicaria o que Jesus estava dizendo para aquela cultura. Um exemplo simples disso seria o dinheiro. A Bíblia pode dizer lá que “eram trinta ciclos”. Nós podemos traduzir como trinta ciclos. Alguém diria: “Temos que traduzir isso como quinhentos dólares. Agora todos compreenderiam”. A questão é que na época não havia dólares. Então com a inflação o valor vai mudando e na próxima edição sairia por setecentos ou novecentos dólares. Então devemos traduzir como trinta ciclos e colocarmos uma nota do roda-pé, dizendo que isso corresponde a mais ou menos tantos dólares. Assim ficaria fácil mudar a nota de roda-pé, porque todos sabem que roda-pé é uma explicação e não o texto em si.

TODOSNÓS – O senhor concorda com a afirmação de que o missionário é um destruidor de culturas, como dizem os antropólogos? Quando é que isso é verdade?

PAUL HIEBERT – Missionários destroem culturas, o comércio destrói culturas, o governo tem destruído culturas, educação tem destruído culturas, Coca-cola tem destruído culturas, Mercedes Benz tem destruído culturas. As culturas estão sempre mudando. Não existe cultura estática.
O comércio e o governo têm destruído as culturas muito mais que os missionários. A questão sobre mudança é: a mudança é boa ou ruim. Não queremos olhar para aquelas pessoas que estão morrendo de fome e dizer que isso faz parte da cultura e deixá-las morrerem de fome. Não queremos que elas morram de pragas ou doenças se nós temos remédios e podemos ajudar. Nós como missionários, devemos ajudar as pessoas a manter suas culturas, mas transformá-las fazendo com que elas sejam melhores.Muitos antropólogos acusam os missionários falsamente de destruírem culturas, mas o sistema educacional moderno destrói mais culturas do que os missionários. Cientistas, sociólogos...Todos estão tentando fazer mudanças culturais. Programas de desenvolvimento e outros mais. Agora, os antropólogos não querem que elas mudem. Nesse caso, o antropólogo é colonialista, porque o antropólogo decide: “Eles não podem mudar, mesmo que eles queiram”. Se sair um novo modelo de computador , o antropólogo quer um ; mas se um nativo quiser também, o antropólogo diz que não, que eles não podem ter.
Então os antropólogos devem ter muito cuidado porque às vezes eles não mudam culturas, mas eles se transformam em colonialistas, tão maus quanto aqueles que mudam as culturas.

TODOSNÓS – No Brasil os antropólogos não querem que os missionários entrem nas tribos indígenas, dizendo que essas tribos devem continuar com sua cultura original. Será que isso não é remorso pelo que o próprio país fez com o índio no passado, desprezando sua cultura e sua gente?

PAUL HIEBERT – Eles estão tentando nos lembrar que não devemos destruir culturas de uma forma maléfica. Como missionários devemos ser sensíveis ao que as pessoas das tribos estão falando. Mas se querem ser honestos, os antropólogos deveriam falar muito mais alto contra os grandes projetos, (empreendimentos onde milhões de árvores são cortadas). Onde os missionários foram, acabaram traduzindo a Bíblia para a língua nativa. Fazendo isso estamos mostrando respeito pela cultura e tentamos preservá-la. Quando o governo diz para os índios que eles devem aprender o português, o governo está destruindo a cultura. Muitas vezes os missionários têm ajudado essas tribos a se modernizarem, mas manter a sua cultura dentro da “modernidade”. Então isso é uma ponte entre o tradicional e o moderno. Muitos antropólogos querem mantê-los, querem que eles permaneçam tradicionais, mas o povo quer os remédios, eles querem os computadores, nós dizemos: “Não, não podem”. Nós mantemos essas pessoas como animais num zoológico para que possamos estudá-las e ganhar dinheiro com elas. Se os antropólogos gostam tanto delas, então por que não vão lá viver com elas? Não, eles não querem isso, eles querem viver em suas casas grandes. Eles não amam essas pessoas, eles não vivem toda sua vida lá. Eles as estudam como animais, você compreende? Eles dizem: “vamos preservar essa cultura”, mas eles não as amam realmente; se não, eles iriam lá e tentariam ajudá-las. Num mundo moderno, não haverá pessoas que não sejam afetadas pelo modernismo. Porque as pessoas tribais , na primeira oportunidade que têm, vão logo comprar lanternas, facões, facas e outros artefatos ou até mesmo armas de fogo? Elas querem isso. Nós não devemos forçá-los a permanecer num estado tradicional. Nós devemos deixar que eles mesmos tomem essa decisão, e devemos estar lá para ajudar da melhor forma possível. Dessa forma eu acho que os antropólogos nem sempre são amorosos.

via site da Missão Avante - http://www.missaoavante.org.br/

quinta-feira, 30 de abril de 2009

O Manual das Missões

Esequias Soares

Extraído da Revista "Lições Bíblicas"
Jovens e Adultos - Lições do 3o. trimestre de 2000
CPAD - Casa Publicadora das Assembléias de Deus

A Bíblia é o manual de missões por excelência. Nela encontramos precedentes de toda experiência, estratégia de trabalho, e até exemplos dos problemas que o obreiro pode enfrentar no campo missionário, pois a obra missionária está presente em toda a Bíblia, desde o Gênesis ao Apocalipse.
O empreendimento missionário constitui-se parte fundamental do interesse de sua igreja?
Para respondermos a esta pergunda, devemos antes, examinar as fontes básicas da nossa fé, exatamente como estas se encontram nas Escrituras Sagradas. O que a Bíblia nos ensina sobre missões?

Livros Idéias Missionárias
no AT
Livros
Idéias Missionárias
no NT
Pentateuco Adão Gn 1.28;3.15
Noé Gn 9.1
Abraão Gn 26.2-4
Isaque Gn 26.2-4
Jacó Gn 28.12-14
Moisés Êx 19.5,6
Evangelhos Lc 9.1-6; 24.45-49
Mt 10.16-42; 23.16-20
Históricos Naamã 2 Rs 5
Raabe Js 2; Hb 11.31
O livro de Ester
Atos At 1.8; 5.28,42; 8.4,11,20;
17.6
Poéticos Salmos 47; 50; 67; 72;
89; 96; 98; 104;117.
Epístolas Rm 15.9; Gl 1.15,16; 3.8;
Ef 3.4-6; Fp 2.10,11;
1 Tm 2.4; 3.16.
Proféticos Is 45.21,22; Jr 3.17; Hb
2.14; Ag 2.7; Zc 9.10; Ml
1.11
Apocalipse Ap 5.9,10,13; 7.9; 10.11;
11.15; 20.11-15; 21.9-27.

O empreendimento missionário não é de origem humana, e muito menos obra filantrópica; surgiu do coração de Deus, e está revelado em sua Palavra. Muitos livros tidos como sagrados, mostram o homem à procura de Deus. Porém, a Bíblia nos apresenta um Deus pessoal, buscando e restaurando a coroa de sua Criação. O grande propósito do Altíssimo é a redenção de todo o mundo. Por esta razão, as boas novas destinam-se a todas as raças, tribos e nações.

INTRODUÇÃO

Todos os cristãos reconhecem a origem divina das Escrituras. Não é possível separar missão da Bíblia. Nesta encontramos o tema de missões: JESUS, e “tudo o que diz respeito à vida e a piedade” (2 Pe 1.3). O estudo de hoje não é uma defesa à inspiração e à autoridade das Escrituras, porque todos os cristãos já reconhecem a origem divina da Bíblia, mas mostra que a obra missionária está presente em toda a Bíblia, desde o Gênesis ao Apocalipse.

I. POR QUE A BÍBLIA É O MANUAL DE MISSÕES POR EXCELÊNCIA?

1. Porque ela evidencia os propósitos universais de Deus para a Redenção do homem. A Bíblia é a única obra literária do planeta que registra a nossa origem: o que somos, de onde viemos e para onde vamos. Deus quer que todos os seres humanos conheçam a verdade sobre Ele e de como Ele se revelou nas Santas Escrituras; e, também sobre a natureza humana. A vontade de Deus é que todos os homens se arrependam e venham ao conhecimento da verdade (1 Tm 2.4). Deus sempre se preocupou com o bem-estar do homem. Essa vontade só pode ser conhecida pela revelação e isso encontramos nos oráculos divinos, a Bíblia Sagrada.

2. Porque ela nos apresenta o fundamento, o norte, e as estratégias missionárias. É na Bíblia que encontramos os registros das primeiras missões. Além disso mostra como plantar igrejas locais, as estratégias de evangelização, as possíveis atividades de um missionário no campo, o papel da igreja missionária e os problemas enfrentados no campo missionário. Essas coisas nos inspiram e orientam como fazer missões. O registro das viagens missionárias na Bíblia serve também para mostrar o modus operandi, ou seja: como fazer. Deus nos manda fazer missões e além disso ordenou fosse registrada em sua Palavra as viagens missionárias, principalmente as do apóstolo Paulo, para que todos possam visualizar uma viagem missionária e todas as possível atividades de um obreiro no campo missionário. A Bíblia é o manual por excelência de missões porque é a revelação de Deus à humanidade. Além de ser a única fonte inspirada de teologia e ética, ela nos ensina como fazer missões.

II. A VISÃO MISSIONÁRIA PRENUNCIADA NO ANTIGO TESTAMENTO

1. Exemplificada no comissionamento dos Patriarcas. A obra missionária está no coração de Deus. O patriarca Abraão foi chamado por Deus para deixar sua terra e partir para uma terra distante e desconhecida (At 7.2-4). Quando Deus apareceu a Abraão, em Harã, prometeu: “Em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.3). Essa promessa foi confirmada depois a Isaque (Gn 26.4) também a Jacó (Gn 28.14). Isso significa que o próprio Deus pregou o evangelho primeiramente a Abraão prevendo sua extensão por toda a terra (Gl 3.8). Nisso podemos ver missões tanto no exemplo, no comissionamento de Abraão, como também de maneira direta: as famílias da terra sendo abençoadas no patriarca Abraão.

2. Cantada nos Salmos. Os salmos também vislumbravam a obra missionária em toda a terra: “Anunciai entre as nações a sua glória; entre os povos, as suas maravilhas” (Sl 93.3). O salmo 67 é essencialmente missionário. A chegada do evangelho entre os etíopes é cumprimento de uma profecia bíblica cantada nos Salmos (Sl 68.31). Assim, a conversão do eunuco da rainha Candace, da Etiópia (At 8.27, 39), eram as primícias do Pentecostes representadas nas 17 nações que começavam a se espalhar entre as nações: Etiópia, casa de Cornélio, Antioquia da Síria e finalmente “os confins da terra”.

3. Conscientizada nos profetas. Estudamos na lição 3 a visão missionária nos discursos proféticos, sendo Jonas enviado para Nínive. Deus é apresentado nos profetas como Deus universal, de toda a terra, e não meramente um Deus tribal restrito aos filhos de Israel (Is 40.28). Encontramos tanto de maneira implícita como explícita a natureza missionária do Cristianismo em termos proféticos (Is 42.4; 49.6). Veja o cumprimento dessas profecias no Novo Testamento (Mt 12.21; At 13.47).

III. A VISÃO MISSIONÁRIA CONFIRMADA NO NOVO TESTAMENTO

1. Os evangelhos – Jesus o maior exemplo. O Senhor Jesus está presente em cada livro da Bíblia, mas somente os quatro Evangelhos revelam sua vida e ministério e o reconhecem como o cumprimento das promessas de Deus. Estudamos na lição passada que Jesus é o enviado do Pai (Jo 3.16,17), sendo o maior exemplo para os missionários de todos os tempos. O objetivo da obra missionária é tornar o nome de Jesus conhecido em todas as nações da terra. De todos os 66 livros da Bíblia os evangelhos se destacam na revelação da pessoa de Jesus e de sua história: nascimento, vida, morte, ressurreição e ascensão ao céu.

2. As epístolas. Sabemos que a história da vida de Jesus está registrada nos quatro Evangelhos, mas a interpretação teológica está nas epístolas. Elas tratam dos mais variados assuntos fundamentais da fé cristã. No que tange à missiologia, servem também para estabelecer disciplinas e encorajar as igrejas às missões (Rm 10.13-15; Gl 2.9). O papel de Atos é decisivo em missões, por isso vamos estudá-lo à parte, na próxima lição. No Apocalipse encontramos o fim glorioso da jornada da Igreja (Ap 21.3,4). O Senhor Jesus é o centro das Escrituras e da mensagem dos missionários. Nenhum missionário pode fazer coisa alguma sem o Espírito Santo, sem o Senhor Jesus e sem a Bíblia.

IV. A VISÃO MISSIONÁRIA ULTIMADA NA GRANDE COMISSÃO

1. A Grande Comissão. Registrada nos quatro Evangelhos e repetida em Atos (Mt 28.18-20, Mc 16.15-20; Lc 24.46-49; Jo 20.20-2; At 1.8). Essas diferentes narrações se completam entre si apresentando um resumo dos elementos básicos para missões. No Evangelho de João, lemos que Jesus veio pela autoridade do Pai, e na sua própria autoridade enviou seus discípulos ao mundo, e esse poder abrange todo o universo “o céu e a terra”, que na ação do Espírito Santo Jesus deu aos seus discípulos o poder sobrenatural para que a obra de Deus seja realizada (Mc 16.17, 18; At 1.8).

2. Uma ordem e não uma recomendação. Fazer missões é mandamento bíblico. Trata-se de uma ordem bíblica imperativa e não meramente um parecer ou uma recomendação. É algo que não depende mais de mandamento específico ou de receber uma visão especial da parte de Deus para iniciar a obra missionária. Essa ordem, como vimos, já está na Bíblia (1 Co 9.16). Essa mensagem de salvação é para ser pregada a “todo o mundo” (Mc 16.15), até aos confins da terra, mediante a atuação do Espírito Santo (At 1.8). Essa incumbência foi dada à Igreja. O que é necessário é buscar a direção do Espírito para saber como realizar tal tarefa.

CONCLUSÃO

Missões está em toda a Bíblia. Visto que o propósito fundamental da Palavra de Deus é a redenção humana e missões se insere nesse contexto, é correto afirmar que está presente desde o Gênesis ao Apocalipse. Essa presença pode ser direta ou indireta, nas ilustrações, figuras, profecias. O livro de Atos se sobressai em missões, registra os grandes trabalhos missionários. Missões, contudo, está em toda a Bíblia. O livro do Senhor é o manual de missões.

via http://www.semipa.org.br

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sexta-feira, 24 de abril de 2009

Quem se interessa pelos pequenos e pobres povoados?

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Na década de 60, fugi de pedradas por estar entregando folhetos de porta em porta aqui na cidade de São Paulo. Eu era a única crente na sala de aula.
Hoje temos uma grande variedade de CDs, DVDs, materiais: livros e bíblias para todos os gostos e públicos; temos até a “rua dos crentes”; eventos, mega eventos, pavilhões de exposições para cristãos, marcha para Jesus, TVs e Rádios evangélicas, igrejas bem equipadas que recebem um grande número de ouvintes…
Qualquer cristão há de se alegrar com o crescimento da Igreja no Brasil.
Não sou contra os shows gospel, porém, me angustia ver o desperdício de energia e dinheiro das igrejas dos grandes centros urbanos, enquanto no sertão nordestino, nas comunidades ribeirinhas, nos acampamentos ciganos, nas vilas quilombolas e nas tribos indígenas não há NADA disso. Não há nem programação, nem concessões de rádios evangélicas, não há missionários, não há verbas para o alcance desses povos ainda não alcançados.
Não me entristeço pelos shows, pelos eventos, muito menos pelo crescimento, mas pelo investimento dos crentes em si mesmos e na própria comunhão.
O fundo missionário das igrejas é uma vergonha comparado aos investimentos em ampliações, decoração, troca de poltronas, ar condicionado, novos departamentos… Em passagens aéreas para trazer pregadores e cantores famosos sem pensar em promover uma conferência missionária.
Segundo pesquisas, o crente brasileiro investe R$ 1,30 POR ANO em missões.
Quando falamos em perseguição religiosa pensamos logo nos países comunistas e muçulmanos (e com certeza devemos fazer alguma coisa para amenizar seu sofrimento), mas aqui dentro do Brasil há sim, perseguição religiosa. Recentemente troquei e-mails com o pastor Barbosa que durante muitos anos foi padre e vale a pena visitar seu blog para saber o que, sem nenhum remorso, pode fazer um padre no sertão nordestino contra um crente.
Na década passada víamos a Igreja despertando como “noiva”. Pensei comigo, que maravilha, agora quem sabe a Igreja pensará nas almas perdidas, pois a noiva aguarda as Bodas, certo? Não. Não foi dessa vez, pois a “noiva” não quis sair do salão de beleza e começou a louvar a si mesma.
Se o crente brasileiro despertar de seu sono (deitado eternamente em berço esplêndido como disse Julio Severo) poderemos ter um reavivamento verdadeiro como Igreja de Cristo.
Só faz missões, só investe em missões, quem AMA a JESUS.
As pessoas estão equivocadas a respeito de missões, pois há muitos mitos sobre o assunto:
“Não sirvo pra isso, não tenho dinheiro pra isso, não senti o chamado, missionário sofre muito, missionário está sempre sem dinheiro”, etc.
Tem mais pessoas sofrendo por motivo torpe neste mundo, do que em campos missionários!
Neste instante alguém está contraindo malária na busca de minério.
Tem alguém sofrendo da coluna carregando sacos pesados com garrafas de cachaça nas costas para vender aos índios.
Onde estão os pés daqueles que levam as boas novas?
Há sofrimento sim, mas há muita alegria e suprimento no campo missionário e felizmente (porque Deus é confiável e é o dono da seara), nunca faltarão recursos para a pregação do evangelho. Portanto, investir em missões é um privilégio e só quem compreende o que significa ter o nome escrito no livro da vida, dá atenção à igreja perseguida, às ações missionárias e aos povos não alcançados.

Obrigada por tua atenção, pois a tua sintonia de amor e intercessão faz boa diferença no mover missionário da Igreja brasileira.

Deise Felipe

Fonte: Cruzada Água Viva Para o Sertão - http://aguavivaparaosertao.wordpress.com/

NOTÍCIAS LUSÓFONAS


Amados, apresentamos aqui a dica de um excelente site com notícias de todos os países lusófonos (onde é falada a língua portuguesa):

É o Notícias Lusófonas - http://www.noticiaslusofonas.com/

via blog Equattoria

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