sábado, 31 de março de 2018

Os benefícios de fazer Missões de curto prazo



Os benefícios de fazer Missões de curto prazo

Benefício 1: O serviço missionário beneficia a própria pessoa que decide ir.
Amplia sua perspectiva mundial no que diz respeito aos problemas e necessidades.
Dá a oportunidade de testar a si mesmo e a sua capacidade de servir e se adaptar.
Ajuda a perceber os benefícios advindos do cuidado das necessidades espirituais e materiais dos outros.

Benefício 2: O serviço missionário beneficia as pessoas que recebem o missionário.
Elas conseguem ver o cuidado e interesse dos missionários.
Obtêm nova perspectiva de seu mundo e do mundo exterior.
Recebem auxílio espiritual e/ou material.

Benefício 3: O serviço missionário beneficia aquele que envia.
Ocorrem experiências de fé prática compartilhadas na igreja local.
Ocorre maior dedicação à missão e à igreja.
Aumenta em grande medida o potencial para a missão futura na igreja local e no exterior.
Há uma nova visão do que a igreja pode e deve fazer.
É formado um corpo de missionários experientes disponíveis para realizar mais serviços de curto prazo ou para serem missionários de tempo integral.

Extraído de Passaporte para a Missão.

quinta-feira, 22 de março de 2018

Livro DINÂMICAS MISSIONÁRIAS para download: Dinâmicas e quebra-gelos para promover a visão missionária em sua igreja, grupo e família


      Dinâmicas e quebra-gelos para promover a visão missionária em sua igreja, grupo e família.
    Do termo grego dynamis (ou dunamis), que significa “força” ou “poder”, derivamos, dentre outras, a nossa palavra dinâmica.
      O surgimento das chamadas dinâmicas de grupo deu-se em 1914, através do trabalho do cientista comportamental alemão Kurt Lewin.
      As dinâmicas têm sido usadas com sucesso como método geral de auto-conhecimento e interação entre grupos (daí o título de uma de suas variantes, “quebra-gelo”), no treinamento de equipes, atividade pedagógica complementar por profissionais do ensino e ainda em processos de recrutamento e seleção profissional.
      Além de promover uma maior comunhão e interação entre seu grupo, as dinâmicas são excelentes instrumentos de aprendizagem, tanto de conhecimentos quanto de valores morais, além, é claro, do valor lúdico proporcionado pelo clima de brincadeira ou diversão inerentes ao método.
      Procurei neste pequeno livro reunir uma série de dinâmicas e atividades focadas na promoção de valores missionários; atividades que visam o despertamento dos participantes sobre diversos aspectos referentes àquela que é a missão fundamental da igreja na Terra, e motivo único dela, a Igreja, permanecer aqui: Levar o Evangelho de Cristo a todos os homens, cumprir a ordem final de Cristo que conhecemos como a Grande Comissão: “E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos. Amém!” (Mt 28:18-20).
      Esta obra reúne textos de diversos autores, aqui diretamente transcritos, assim como textos que escrevi, e outros, a grande maioria, que adaptei, ou seja: valendo-me de uma dinâmica já existente, voltada para outra temática, adaptei-a mudando seu foco para o objetivo aqui proposto. No entanto, nada impede que você, fazendo o movimento oposto, adapte tais dinâmicas para outros propósitos conforme as suas necessidades.
      Este é um livro GRATUITO, que se insere no escopo de outros livros e recursos abarcando gêneros variados (teatro, poesia, frases, jogos e passatempos, imagens etc.) que temos produzido ao longo dos anos para auxiliar a Igreja em seu despertamento evangelístico e missionário. Solicitamos que você compartilhe este recurso (sempre gratuitamente) com outros cristãos, igrejas e órgãos cristãos de seu conhecimento, para que muitos sejam abençoados.

Sammis Reachers

PARA BAIXAR O LIVRO (FORMATO PDF) PELO SITE GOOGLE DRIVE, CLIQUE AQUI.

Caso não consiga realizar o download, solicite o envio por e-mail, escrevendo para:  sreachers@gmail.com

sexta-feira, 16 de março de 2018

Dinâmica de Missões: Recursos para a Missão


Dinâmica: Recursos para a Missão

Objetivos: Promover a elaboração e o debate de ideias; esclarecer e motivar o grupo sobre a necessidade de fazer a obra com os recursos disponíveis.
Materiais: Folhas A4, canetas ou lápis.

Após reunir o grupo, o líder proporá a seguinte questão: Imagine que você recebeu de um doador milionário, a quantia de cinco milhões de reais, com a seguinte condição: tais recursos deverão ser totalmente gastos para ajudar na expansão do evangelho pelo mundo. Pois bem: Agora, de posse de tal formidável quantia, você deve, individualmente, eleger uma única ação em que investir este dinheiro. Sustento de missionários, criação de um curso de missões, impressão e distribuição de Bíblias em um país carente da mesma, ou o que sua imaginação sugerir. Lembrem-se: todo o recurso deverá ir apenas para uma única iniciativa, a qual você escreverá na folha que recebeu, sem comentar ou debater nada com os outros participantes.
Após todos executarem a tarefa, o líder dirá que, infelizmente, o recursos que seriam de cinco milhões para cada indivíduo do grupo foram reduzidos a cinco milhões para todo o grupo. Mas ainda vale a regra: apenas um único uso deverá ser escolhido para o dinheiro.
Os membros do grupo deverão então expor as ideias que tiverem escrito em suas folhas, debater e escolher apenas uma das propostas apresentadas, a qual será realizada.
Após isso, o líder esclarecerá que, como todos sabem, trata-se apenas de uma brincadeira e que, embora Deus seja realmente senhor do ouro e da prata, como muitos gostam de lembrar (até com certo exagero), o grupo precisa fazer a obra missionária com os recursos que possui. Pois o principal recurso Deus já providenciou e está presente: Pessoas cristãs, agentes e embaixadores de Deus na terra. E a principal ferramenta Deus já depositou nas mãos de todos: A oração.

O líder poderá complementar a mensagem citando e contextualizando passagens onde Deus diminuiu significativamente a quantidade de trabalhadores (recursos?) e fez a obra, como na história dos 300 de Gideão (Jz 7:1-25); de como multiplicou milagrosamente recursos onde havia o mínimo - o azeite na botija da viúva (2Rs 4:1-7); e principalmente como Deus demonstra sua ação através de um homem sem recursos financeiros: Pedro e a cura do coxo em Jerusalém (At 3:1-10).


Sammis Reachers

sábado, 10 de março de 2018

EVANGELIZAÇÃO: MISSÃO DA IGREJA, NECESSIDADE DO MUNDO


O evangelho é a mensagem do Deus santo a homens pecadores. É a mensagem do céu de luz aos que na terra estão mergulhados em trevas. É a mensagem que alcançou os perdidos, transformou-os e por eles é transmitida ao mundo. A evangelização é uma tarefa gloriosa que aos anjos não foi outorgada. É uma missão que somente à igreja foi confiada. Nenhuma entidade humana pode desempenhá-la. Nenhuma outra mensagem pode substitui-la. Ao mesmo tempo que é tarefa exclusiva da igreja é necessidade absoluta do mundo. A salvação só é possível por meio de Cristo, o conteúdo do evangelho. Diante desses pressupostos, três verdades devem ser aqui enfatizadas:
Em primeiro lugar, a evangelização é uma tarefa imperativa. Há cinco mandamentos expressos para a pregação, o ensino e o testemunho do evangelho dados diretamente por Cristo. Essa ordem é dada em todos os evangelhos e também no livro de Atos. A grande comissão, dada pela autoridade máxima do universo, exige obediência imediata da igreja. Todo o universo ouve a voz de Cristo e obedece-a prontamente. A igreja não pode desafiar o soberano Senhor do universo nem desobedecer o seu mandato. Jesus comissionou seus discípulos a ir por todo o mundo, pregar o evangelho a toda a criatura, fazer discípulos de todas as nações, até aos confins da terra. Nosso papel não é questionar essa ordem nem mudar a mensagem. Cabe-nos obedecer e cumprir nossa missão prontamente, imediatamente e fielmente.
Em segundo lugar, a evangelização é uma tarefa intransferível. A ordem de levar a boa nova do evangelho a toda criatura em todas as nações não foi dada aos anjos, mas à igreja. Nenhuma outra instituição tem essa incumbência; nenhum outra agência humana tem essa competência; somente a igreja recebeu esse desiderato e tem essa autoridade. A igreja é o método de Deus para alcançar o mundo e não há outro. Se nos omitirmos, seremos tidos como culpados. Todo alcançado é um enviado. Todo crente é um missionário. Toda a igreja é uma agência evangelizadora. A igreja só tem duas opções: é um corpo missionário ou um campo missionário; evangeliza ou precisa ser evangelizada. Lamentavelmente, a vasta maioria daqueles que foram chamados pelo evangelho, calam a sua voz e não o proclamam. Acovardam-se e sonegam ao mundo a única mensagem que pode trazer esperança e salvação aos pecadores.
Em terceiro lugar, a evangelização é uma tarefa impostergável. A mensagem do evangelho não pode ser adiada. Hoje é o dia da salvação. Deixar para amanhã pode ser tarde demais. Não há tragédia maior do que o ímpio morrer na sua impiedade. Não há ingratidão mais profunda do que alguém que encontrou o pão da vida sonegar aos famintos essa boa nova. Não há insensibilidade maior do que alguém que foi perdoado e salvo pela graça, calar a sua voz e deixar perecer aqueles que estão indo para a condenação. A evangelização não é apenas a mensagem mais importante, mas também, é a mensagem mais urgente. Pregar o evangelho, portanto, não é uma opção, mas um mandamento. Não é uma responsabilidade para ser transferida para outrem, mas para ser cumprida sem detença por nós. Não é um trabalho que pode ser deixado para depois, mas uma obra a ser realizada hoje. Cristo morreu e comprou com o seu sangue aqueles que procedem de todas as etnias da terra e o nosso papel é ir a eles, enquanto é tempo, anunciando-lhes a salvação pela graça. Oh, que Deus levante a igreja e desperte seus membros, a fim de irmos por toda a parte, contando à nossa cidade, ao nosso Estado, à nossa nação e todas as nações da terra a melhor notícia, a notícia de que Cristo morreu pelos nossos pecados e ressuscitou para a nossa justificação. Que estejamos atentos à verdade insofismável de que a evangelização é missão da igreja e necessidade do mundo.
Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 4 de março de 2018

Afinal, você sabe quem são os povos não alcançados?


“Povos Não-Alcançados” é um termo que começou a ser usado com mais intensidade na Missiologia moderna na última parte do século 20. É uma referência para designar povos, nações ou áreas geográficas do mundo com pouca densidade ou influência cristã e evangélica. Em outras palavras, são áreas do mundo que compreendem povos, idiomas, culturas e tradições, onde o Evangelho ainda não chegou e a Igreja não existe. Estes grupos humanos e etnias são chamados de povos não-alcançados. Portanto, o Natal e a Páscoa não são celebrados porque discípulos não comunicaram o Evangelho entre eles. Clamam pelo envio de missionários biblicamente treinados e devidamente contextualizados, a fim de que a Igreja e a esperança em Cristo se tornem uma realidade no meio deles. Esse é o plano de Cristo conforme Mateus 24.14 e Atos 1.8.

Povos não-alcançados – um desafio

Segundo pesquisas apresentadas por especialistas no Congresso de Lausanne, realizado em 1974, na Suíça, um marco extraordinário do cristianismo mundial, naquela época, eram cerca de 16 mil povos do mundo ainda sem nenhum contato com o Evangelho. A evangelização se intensificou a partir de então e em Lausanne II, em 1989, em Manila, nas Filipinas, o número de povos não-alcançados caiu para 8 mil. Segundo a Missiologia atual, hoje existem pouco mais de 2.200 grupos étnicos sem a presença cristã e cerca de 4 mil povos sem uma evangelização forte para alcançar a sua própria etnia. Estes clamam pela ação missionária do discípulo de Cristo e da Igreja. Jesus mandou fazer discípulos de todas as nações. As etnias são mosaicos da criação de Deus e não uma anomalia do plano de Deus.
Oswald Smith, um grande estudioso de missões, no início do século 20 foi pastor da Igreja dos Povos em Toronto, no Canadá. Sua igreja sustentou mais de 300 missionários no mundo. Ele conta, em um dos seus livros, uma história interessante. Suponha, diz ele, que você tenha convidado muitas pessoas para a sua festa de aniversário. A alegria é intensa entre os presentes.
Chegou a hora de cortar o bolo. Os pedaços do bolo são colocados nas bandejas e os garçons começam a distribuí-los. As pessoas que estão na frente comem o primeiro pedaço e, também, o segundo pedaço. Alguns até três pedaços. Suponha que o bolo acabe. As pessoas do meio e de trás nem sequer experimentaram um pedacinho. Ninguém se preocupou em distribuir para todos primeiramente. Imagine que você é o aniversariante. Estaria contente? É justo? Assim, da mesma forma, há pessoas que ouvem o evangelho uma, duas ou mais vezes. Há outras, porém, que nem sequer ouviram uma só vez. É justo? Existem povos e regiões do mundo assim.
Uma outra expressão muito usada, chamando a atenção da Igreja para maior mobilização em oração e ação missionária, é a Janela 10/40. É uma referência ao mundo budista, hinduísta e islâmico com pouca ou nenhuma presença cristã. São autênticos “cinturões” de resistência. E o desafio muçulmano naquela região é gigantesco. São cerca de 42 países de maioria islâmica localizados no Oriente Médio, Norte da África e Sul da Ásia. Na Europa ocidental existem mais de 15 milhões de muçulmanos e a maioria é não-alcançada. Sim, eles também precisam da graça do Pai!

Povos não-alcançados – uma prioridade

O livro de Romanos pode ser considerado um tratado missionário. É o livro que contém os pressupostos bíblicos e missionários de Paulo. Ele queria deixar o Oriente e levar o Reino de Deus ao Ocidente (Rm 15.23-24). Sua estratégia para concretizar este objetivo envolvia a igreja em Roma. Como era a capital do Império à época, portanto, um lugar estratégico, Roma era o centro do mundo cultural e político. Paulo percebeu que a igreja poderia ser um centro de apoio muito importante para o avanço do Reino no Ocidente. Ele fez uma exposição teológica do plano e missão de Deus a fim de conseguir o envolvimento missionário da igreja. Após essa elaboração, Paulo fala de suas intenções missionárias. Seu ministério no Oriente terminara (15.17-23) e o alvo agora era a Península Ibérica (15.24). Tencionava passar pela igreja em Roma, ter momentos de comunhão e edificação com ela e, também, desafiá-la para o envolvimento na extensão do Reino de Deus. Naquela altura, a Espanha era a região mais recôndita do mundo.
Paulo declara aos crentes de Roma, então, que sua presença não era mais necessária (Rm 15.23). Porém, o pano de fundo dessa afirmação era o objetivo que ele tinha em mente: evangelizar grupos étnicos sem a presença cristã (Rm 15.20-21). Apesar de ainda haver necessidade da pregação do Evangelho para alcançar mais pessoas, de organizar mais igrejas e de preparar mais discípulos em Roma, Paulo prioriza missões em áreas não-alcançadas, isto é, anunciar as Boas-novas onde Cristo não houvera sido anunciado.
Em Romanos 1.16-17 Paulo apresenta a definição do Evangelho, sua natureza e universalidade. A mensagem é para todos: judeus, gregos, bárbaros, sábios e ignorantes, e a salvação é para “todo aquele que crê”. No capítulo 10.14-15, ele é mais enfático quando pergunta: “Como crerão naquele de quem não ouviram falar?”. Em Romanos 3.21-31 afirma que apenas a fé em Cristo pode salvar o homem do pecado. Deus revelou a sua justiça “pela fé em Jesus Cristo para todos os que creem” (3.22). Note-se que a justiça vem de Deus e é para “os que creem”. Entende-se “justiça” aqui não como a natureza de Deus, nem a qualidade moral do ser humano, mas o meio divino para a salvação do homem (3.25).
Já que a consciência, a natureza (gentios) e a lei (judeus) se tornaram impotentes para salvar o homem, o único meio possível no plano divino é pela fé em Cristo. Como o ser humano pode responder sem ouvir? Não há nenhuma possibilidade de salvação sem o Evangelho. O caminho de Deus para a salvação chegou até nós pela revelação e precisa ser anunciada (Rm 10.8-17, 16.25-26).

O que isso tem a ver com você e sua igreja?

O livro de Romanos demonstra como teologia e missão, fé e vida, convicção e missão andavam juntas em Paulo. Por isso, a Espanha precisava ser evangelizada (Rm 16.25-27). O apóstolo tinha uma consciência clara e profunda de história e de seu tempo, acerca da hora e do lugar onde começar, fronteiras a conquistar e filosofia a nortear o ministério. O capítulo 15.19 fala sobre a hora, o lugar e as fronteiras a conquistar. Em Romanos 15.20-21, Paulo testifica da filosofia que norteava o seu ministério e sua vida. Tinha prazos para sair (vs. 23 e 24). As expressões “Passa a Macedônia e ajuda-nos” e “confins da terra” dão-nos várias implicações missionárias para a Igreja no século 21. Quais as áreas não evangelizadas e não alcançadas hoje? O que a sua igreja pode fazer por elas?

O slogan usado por William Carey, o Pai das Missões Modernas, “Espere grandes coisas de Deus; faça grandes coisas para Deus”, ainda é tão relevante e desafiador hoje como foi há 250 anos. Portanto, seja um instrumento para viabilizar o plano do Deus na Janela 10/40, no mundo islâmico etc. Sim, os muçulmanos e os não-alcançados precisam da graça do Pai. O Senhor nos chama para ser Seus instrumentos da criação e redenção em Cristo. Jesus disse: “E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim” (Mateus 24.14). Deixar os não-alcançados sem o Evangelho do Reino, como é o caso das tribos indígenas, os sertões do Nordeste brasileiro, o mundo budista, hinduísta e islâmico, é uma agressão ao plano mundial de Deus e uma violência à nossa vocação e missão. Mais de 2000 anos já se passaram. Até quando?

Fonte: Revista do Promotor de Missões (2011). Junta de Missões Mundiais da Igreja Batista Brasileira.


segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Dinâmica de Missões: Compreendendo a Mensagem


Dinâmica: Compreendendo a Mensagem

Objetivos: Compreender que a mensagem do “ide” é clara – e universal.
Materiais: Uma folha com o texto impresso, e espaço para a transcrição; canetas ou lápis.

Após reunir o grupo, distribua uma folha (pode ser metade de uma a4) com o seguinte texto impresso, e convide todos para, silenciosamente, tentar compreender e transcrever o texto em espaço reservado abaixo, na mesma folha.

3 D1553-LH3S: 1D3 P0R 70D0 0 MUND0, PR3G41 0 3V4NG3LH0 4 70D4 CR147UR4; QU3M CR3R 3 F0R 8471Z4D0 53R4 54LV0; M45 QU3M N40 CR3R 53R4 C0ND3N4D0.”

É provável que todos consigam “decodificar” a mensagem. Após conferir se todos conseguiram compreender, o líder realizará a leitura do referido trecho, e poderá dizer:
O nosso cérebro pode compreender com certa facilidade e quase automaticamente o conteúdo desta mensagem. Mas, e o nosso coração? Quando vamos entender que a ordem do “Ide” dada por Jesus neste versículo (Marcos 16:15,16), é uma ordem para cada um de nós? Que nenhum, repito, nenhum de nós está isento de dedicar-se com o seu melhor ao esforço missionário, seja indo, orando ou contribuindo, seja fazendo tudo isso ao mesmo tempo, o que é muito melhor.
Deixar algum tempo para reflexão e encerrar com uma oração rogando a Deus por avivamento do espírito missionário do grupo/igreja.


Sammis Reachers


terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Citações Missionárias: 365 imagens/frases para você baixar


 Um projeto que muito nos motivou, logo em fins de 2016 e início de 2017, foi a criação da página Citações Missionárias. A ideia era publicar, a cada dia e durante os 365 dias do ano, uma frase de reflexão/incentivo à obra de Missões. Deu trabalho criar as 365 imagens individuais, e ainda programar a publicação, no Facebook, de uma a uma. Mas valeu, o projeto foi concluído pela graça de Deus. 
Agora você pode baixar todas as 365 imagens com as frases, para usar como quiser! Basta Clicar aqui.

E o projeto continua, só que agora de forma semanal. Assim, a cada semana publicamos uma frase para sua reflexão. Curta e compartilhe!

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Projeto visa evangelizar 90 cidades sertanejas em 2018 - Inscreva sua equipe!



Movimento Nacional de Evangelização do Sertão Nordestino realizará 4 Congresso em Julho, e promove projeto para a evangelização de nada menos que noventa cidades do sertão nordestino.

Esperamos que 90 EQUIPES, de diferentes cidades do Brasil, trabalhem em 90 CIDADES do SERTÃO NORDESTINO, em julho de 2018. O alvo é fortalecer os pastores e as igrejas dessas cidades. Desejamos que essas equipes participem conosco do 4º Congresso Nacional.
INSCREVA SUA EQUIPE E VENHA PARA O 4º CONGRESSO NACIONAL DE EVANGELIZAÇÃO DO SERTÃO NORDESTINO.


Faça parte desse desafio você também! Diversas equipes já estão se mobilizando.
Monte sua equipe, escolha uma ou mais cidades e oferte a sua vida, por alguns dias, em prol do povo sertanejo. Deus tem sonhos com o Sertão, sonhos de lhes dá uma esperança e um futuro. Sonhos de vê-los sorrindo, saindo da escassez, e mandando embora todo jugo.
Porque sou eu que conheço os planos que tenho para O SERTÃO, diz o Senhor, planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro. Então vocês clamarão a mim, virão orar a mim, e eu os ouvirei. 
Jr 29:11-12

Maiores informações e inscrições:
88 9 98061674 - WhatsApp


quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Resenha de livro: O Folheto Falante


Quantas e quantas almas já não foram salvas através da ação de um folheto evangelístico? Por suas características de semente que se lança praticamente sobre qualquer terreno, muitas vezes não se pode conhecer os resultados e nem o alcance, em termos de pessoas e distâncias atingidas por aquele folheto. São inúmeros os testemunhos de conhecidos e anônimos servos de Deus que foram alcançados pela mensagem de salvação através de um simples folheto, o “evangelista que não dormita”.
Mas isso tudo é para falar de um interessante livro. Em O Folheto Falante (Edições Cristãs, 1997) o autor Orlando Arraz Maz relata as conquistas, apuros e peripécias de um folheto. Isso mesmo: de mão em mão, de vida em vida, acompanhamos o pequeno folheto por favelas e mansões, aviões e navios, lixões, hospitais, ruas e celas, em estórias que entrelaçam-se em cadeia de eventos cujo eixo é “um simples folheto de quatro páginas”.
Uma leitura agradável e edificante, que colabora para nos dar a dimensão real das largas possibilidades e oportunidades de ação das literaturas evangelísticas.  Isso é proveitoso ainda para renovar nosso ímpeto evangelístico. Seus capítulos curtos e o agradável estilo do autor permitem que o livro seja utilizado para instrução, edificação e inspiração de pessoas de todas as idades, inclusive nossas crianças.

 O livro pode ser adquiro no site da editora, AQUI.

Aproveitando: Para aqueles que desejam conhecer e/ou adquirir literaturas evangelísticas variadas, apresentamos em nosso blog Recursos para Evangelização uma ampla listagem. Confira AQUI.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Go Mobilize: Manual para Mobilização Missionária disponível para download


O ministério Center for Mission Mobilization é, como seu nome diz, focado em promover a mobilização missionária. Um e seus manuais, o Go Mobilize, foi traduzido e disponibilizado em português.
Go Mobilize é um estudo para pequenos grupos projetado para ajudar os cristãos mundiais a se tornarem mobilizadores e aprender o que é necessário para iniciar um movimento missionário entre seus amigos, igrejas e famílias.
Os participantes aprendem como: Usar as Escrituras para mostrar aos outros o amor de Deus por cada nação, tribo, pessoa e idioma; Apontar aos crentes quais as pessoas e lugares que têm o menor acesso ao evangelho; Usar as ferramentas de mobilização  para discipular outros para a obediência ao propósito global de Deus
Você pode usar este livro em sua igreja, em um grupo pequeno ou mesmo em um relacionamento individual.

Conteúdo:
O que é mobilização?
Qualidades de um Mobilizador Eficaz
A Urgência da Mobilização
Mobilizando as Escrituras: a Palavra de Deus
Mobilizando para os não alcançados: o mundo de Deus
Mobilização de práticas estratégicas: o trabalho de Deus
Vá se mobilizar! Como começar.


Para baixar o manual em português, CLIQUE AQUI.

Há ainda outros manuais e recursos em português disponíveis.
DESCOBERTA - Seis lições para a mensagem, o Mundo e as Metas de Deus. Para baixar este manual, CLIQUE AQUI.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

MISSIOLOGIA: Você conhece a Janela Verde? Baixe o livreto informativo


O missionário coreano Joshua Chang estava numa conferência missionária na região amazônica quando escutou de um companheiro de ministério, um indígena, que ele ouvia bastante sobre a Janela 10-40 e que não se dava importância ao trabalho indígena no Brasil. 

Como um estrategista missionário que trabalha no empoderamento dos povos tribais, Joshua começou a pensar no questionamento do missionário indígena. Joshua está envolvido com o COMPLEI, Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas, que visa conscientizar os indígenas para alcançar outras tribos. Hoje esse movimento é conhecido como “Terceira Onda”. A Primeira Onda é definida pela ação dos missionários estrangeiros em nossa pátria. A Segunda Onda é conhecida pela ação missionária dos brasileiros ao exterior e a Terceira Onda é dos cristãos indígenas a outros povos indígenas. Os Congressos do COMPLEI chegam a reunir mais de 3.000 líderes. 

Joshua começou a estudar a situação apresentada pelo amigo indígena e descortinou a realidade de que os 2.200 PMAs, Povos Menos Alcançados da Terra, se concentram nas Florestas do Mundo: a Amazônica, a Africana e a Asiática. Estes 2200 povos tribais de 35 países estão a 23.5 graus Norte e 23.5 Sul da linha do Equador. Diante de tal quadro foi que ele, inspirado, deu o nome de JANELA VERDE. 

Ele viu que era hora da Igreja no mundo fazer um esforço para dedicar a evangelização destes povos. Sabemos que a tarefa mais difícil ficou para o fim e então é função da Igreja se voltar para o término da Tarefa da Evangelização Mundial, conforme Mateus 24.14. 

Ele se uniu a Steve Saint, outro estrategista norte americano de missões, que nos anos 50, com cinco anos de idade perdeu o pai Nate, que foi mártir com outros quatro colegas entre os Aucas no Equador. Steve, primeiro como missionário e depois como um piloto empreendedor na área de tecnologia, se dedica ao empodoramento dos povos tribais. Ele tem feito kits de saúde para  empoderar  os líderes dos povos tribais. Ele já fez o kit médico, dentário com broca a energia solar e oftalmológico com 250 óculos e todos cabem em uma mochila. Também fez um pequeno avião dirigido por GPS que pode levar medicamentos de emergência, com soro antiofídico que ao chegar no local deixa cair o invólucro.  Como um inventor para beneficiar os povos tribais desenvolveu o primeiro carro que voa. 

Em um Congresso no Paraná Chang, ele e eu fomos compartilhar sobre assuntos diferentes. Sabedor de que foi a Horizontes a pioneira a introduzir o primeiro artigo sobre a Janela 10-40 em português e todas as revistas do Movimento AD2000 e Além. A Janela 10-40 é a região do mundo que está a 10 e 40 graus acima da linha do Equador e onde se encontra 95% das pessoas menos evangelizadas do mundo. Nesta oportunidade fui convidado para me unir ao desafio para divulgar a visão. Como esta visão faz parte de nosso ministério, pois estamos envolvidos nessa região, aceitamos. 

Para tal tarefa Steve doou os direitos a Horizontes do seu livro “GREAT OMISSION” e o curso “MISSIONS DILEMA”. O curso tem o livro, vídeo e o guia de empoderamento dos povos tribais com o objetivo de conscientizar a igreja brasileira sobre a JANELA VERDE. Nosso primeiro desafio é produzir o livro GREAT OMISSION.  O livro está sendo traduzido e agora estamos buscando igrejas e amigos que invistam na produção com o objetivo de popularizar o assunto na Igreja Brasileira. Nosso alvo é de levantar R$ 29.000,00 para imprimir a primeira tiragem. Para alcançar o objetivo estamos convidando 40 igrejas que invistam R$ 500,00 e doaremos 50 livros quando impressos. Para complementar estamos buscando 180 parceiros que invistam R$ 100.00 e enviaremos cinco livros para compartilhar com amigos. 

Nosso alvo com a JANELA VERDE é conscientizar a igreja brasileira para aceitar o desafio de orar, recrutar obreiros, treiná-los e enviar a estes Povos Menos Alcançados da Terra. 

Baixe também o livrete em português THE GREEN WINDOW - A JANELA VERDE, de Joshua Chang, e que apresenta mais informações sobre este conceito e sua iniciativa. Para baixar CLIQUE AQUI.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Orlando Boyer: A visão duma missionária, nas trevas densas da Índia


A visão duma missionária, nas trevas densas da Índia

Os tambores soavam a noite inteira, e a escuridão me envolvia, como se fosse um ser vivente. Não podia dormir, mas deitada, com os olhos abertos, parecia que via o seguinte:
Eu estava de pé sobre a grama, à beira dum abismo. Olhei, mas não podia ver o fundo; havia somente nuvens horríveis e profundezas insondáveis. Afastei-me, atônita.
Então percebi vultos de pessoas andando, uns após outros, pelo gramado. Estavam marchando para a beira do abismo. Vi uma mulher com uma criança nos braços e outra a seu lado, segurando-se-lhe no vestido. Ela estava bem na margem! Vi, então, que era cega. Levantou o pé para dar um passo mais, e caiu, e a criança foi com ela. Oh que grito!
Vi também uma multidão de gente procedente de todos os lados. Todos eram cegos; todos andavam em direção à margem do precipício. Quase todos gritavam quando se sentiam caindo, e levantavam as mãos, como se quisessem segurar-se em alguma coisa para não cair, enquanto outros passavam e caíam, calados.
Então senti grande agonia: Por que não havia alguém para preveni-los do perigo? Eu não podia fazê-lo. Estava paralisada no lugar e não podia clamar. Apesar de fazer os maiores esforços, só podia cochichar.
Depois vi que ao longo da margem, estavam postas algumas sentinelas. Porém o espaço entre elas era grande demais, e nestes lugares caíam multidões de pessoas cegas, sem serem prevenidas. A verde grama parecia-me encarnada, como o sangue; e o abismo parecia a boca aberta do inferno.
Então vi, como se fosse um quadro de paz, um grupo de gente debaixo de algumas arvores, com as costas viradas para o abismo: estavam fazendo enfeites de flores. Às vezes, quando um grito agudo rompia o silencio, eles se turbavam e se queixavam do barulho. E, se alguém se levantava para ir acudir-lhes, lhe seguravam, dizendo: “Por que estás perturbado? Não tens acabado a tua grinalda. É feio ires e deixar-nos trabalhando”.
Havia um outro grupo: era de pessoas que se esforçavam em mandar mais sentinelas, mas poucas queriam ir; em alguns lugares havia espaços de alguns quilômetros, sem sentinelas na margem do abismo.
Vi uma moça parada, sozinha, num lugar, evitando que alguém caísse, mas sua mãe e outros parentes chamaram-na, dizendo que era tempo para as suas férias e que não devia deixar o costume de gozar. A moça, sentindo-se cansada e obrigada a fazer uma mudança, retirou-se por um tempo. Mas ninguém foi enviado para guardar o lugar que ela deixara, e as pessoas caíam constantemente, como uma cachoeira de almas.
Num certo ponto, uma criança, ao cair, agarrou-se numa moita de capim, que estava na margem do abismo. Ficou pendurada, chamando, pedindo socorro, mas ninguém prestava atenção. Por fim arrancou-se o capim pelas raízes, e a criança caiu, dando um grito, tendo as mãozinhas ainda agarradas ao capim.
A moça que desejava estar de novo no seu lugar, pensava ter ouvido o grito da criança. Mas quando falou em voltar, foi reprovada pelos parentes, que diziam não haver necessidade, que o lugar seria guardado por outro. Então cantaram um hino.
Enquanto cantavam o hino, ouvia-se outro som, como se fosse a dor de milhões de corações exprimida numa só gota, num só soluço. Sobreveio-me um horror de grandes trevas, porque entendi que era o grito de sangue.
Então trovejou a voz, a voz do Senhor, que disse: “Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão está clamando a mim deste a terra”.
Os tambores continuavam a tocar pesadamente, e a escuridão ainda tremia ao redor de mim! Ouvia os gritos dos que dançavam a dança dos demônios e o triste clamor dos endemoninhados, fora de nosso portão.
Que importa? Há muitos anos que isso acontece. Continuará acontecendo por muitos anos ainda. Por que falar de uma coisa que tem de ser?

Ó Deus nos perdoe! Deus nos acorde! Que Deus nos faça sentir a nossa dureza!

Do livro Esforça-te para Ganhar Almas (CPAD).

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Carta aos Missionários


Carta aos Missionários

Sammis Reachers

Você a esperança
Em pés de barro
Você ave de barro
Você asa de barro
Você construto de barro
Como nós, e de quem
Esperamos tanto
Perdoa-nos

Heroicizamos sua vida e cegos achamos
Que o carbono de sua carne
É na verdade aço
Mas você chora e sangra como cada um de nós
Só que com mais frequência
E estamos longe, longe demais e
Alheios demais
Para chorar contigo
Perdoa-nos

A cada carta que arrebenta-se
Contra nossa indiferença, e-mails
Não abertos, o abraço que lhe negamos;
Nossa avareza, deusa lar de quem não nos livramos,
Que nos impede de irmos, segurarmos a corda, intercedermos,
Sequer lembrarmo-nos de que um dia um de nós foi enviado:
Perdoa-nos; ore por nós, ó irmão de mais lágrimas,
Deite-as por nós, os miseráveis do Reino, braço mirrado
De Cristo: pois sequer sabemos de quantas curas carecemos.
E corações ardentes, que de milagres temos fome, de milagres
Tem fome o mundo que nos espera e morre
Enquanto em paz nos deitamos e levantamos, em o nome do Senhor.

Que o Senhor nos perdoe através do teu perdão, meu irmão.

Do livro Antologia de Poesia Missionária - Volume 3. CLIQUE AQUI para baixar.

sábado, 23 de dezembro de 2017

Calendários Missionários 2018: Ásia Central - Baixe e imprima o seu exemplar


Este foi um ano de muitos trabalhos e publicações, pela misericórdia de Deus. Em virtude disto, achamos que não nos seria possível elaborar o já tradicional Calendário Missionário em tempo hábil (ou seja, antes de Jan 2018). Mas Deus é bom em todo o tempo, e conseguimos sim produzir mais este recurso para a promoção e o engajamento missionários.

O tema deste ano é a Ásia Central. Subdivisão do continente asiático que engloba cinco países que foram membros (Repúblicas) da extinta União Soviética, conhecidos por alguns como os "stãos": Tajiquistão, Turcomenistão, Quirguistão, Cazaquistão e Uzbequistão. Embora, em algumas formas de regionalização (pois existe mais de uma) o Afeganistão nem sempre seja incluído entre os países da Ásia Central, achamos por bem listá-lo aqui entre tais países. Embora apresentem variações, o constante nesta região é a presença do Islã, que responde pela esmagadora maioria quando o assunto é religião. É significativo também, em alguns dos países, o número de indivíduos "sem religião", fruto provavelmente da velha política de combate às religiões do regime soviético.
A presença cristã é exígua ou praticamente nula, como no caso do Afeganistão. E tal presença é representada principalmente pela Igreja Ortodoxa Russa. É grande a perseguição aos cristãos: Dos seis países abarcados, cinco estão na lista da Missão Portas Abertas que anualmente elenca os 50 países onde é maior a perseguição à igreja.


São muitas as necessidades missionárias em tais países. Convidamos você a orar especificamente por cada uma dessas nações, durante todo o ano e não apenas nos meses que lhe cabem no calendário. Ore por abertura política e tolerância religiosa; pelo fortalecimento e crescimento da pequena igreja presente em tais países; pela capacitação, envio e sustento de missionários para toda a região; pela tradução da Bíblia para as línguas que pouco ou nada possuem do Evangelho. E por todo outro motivo que o Senhor depositar em seu coração.
Além de uma paisagem do país que ilustra o calendário, cada folha traz ainda algumas informações sobre o mesmo, tais como população, povos não-alcançados (segundo os dados do Joshua Project*), divisão religiosa, principais cidades, bandeira etc.

O Calendário possui seis páginas, formato A4. Você pode baixar o seu exemplar  (em pdf) CLICANDO AQUI.

Baixe, imprima, compartilhe. Mobilize sua igreja, grupo de estudo e família para intercederem. Informe-se e busque apoiar em amizade, orações e recursos a missionários que atuam na região. E mais: A ordem já nos foi dada; VÁ! 

Se você gostaria de obter um outro recurso que pode lhe ajudar no aprendizado e na mobilização missionária em relação a esta região, publicamos há algum tempo uma edição da revista Passatempos Missionários (número 5) dedicada à Asia Central. Para baixar a revista, CLIQUE QUI.

Você pode ainda salvar as imagens individuais do Calendário. Pode compartilhá-las onde desejar, e ainda utilizar como fundo de tela de seu computador ou notebook. Abaixo estão as imagens. Clique com o botão direito de seu mouse, e salve a imagem em seu dispositivo.








* Existem diversos parâmetros para contabilizar-se os povos não-alcançados, e até mesmo para conceituar este termo. Aqui, como mencionado, utilizamos os parâmetros do Joshua Project (Projeto Josué).

domingo, 10 de dezembro de 2017

Antologia de Poesia Missionária Volume 3: Uma seleção de Poemas e Frases para inspirar a Igreja em sua Missão

       
      “A poesia é o idioma mais destilado e mais poderoso”, asseverou a poeta americana Rita Dove, ciente de que a poesia é a melhor maneira de comunicar, e comunicar com grandeza, a verdade. E isto é o que uma heterogênea coletividade de poetas cristãos faz, com rara felicidade, nas linhas aqui coligidas: empregam sua lírica para versejar sobre a mais sublime das tarefas dada a um homem – comunicar a tempo e fora de tempo a Verdade, a Boa-nova de Cristo, e Seu poema escrito em sangue naquele rude madeiro. Sim, trabalhar em Deus e por Deus para a obra de salvação dos demais: sobre tal tarefa e sobre aqueles que a executam se desenvolvem estes versos.
        A produção de grandes poetas de saudosa memória como Mário Barreto França, Mirthes Matias, Jonathas Braga e Celso Diniz une-se à de poetas de agora, colaboradores que gentilmente enviaram seus textos para esta seleta. Além de autores pátrios, contamos com textos de autores de todo o mundo, alguns traduzidos especialmente para esta obra, caso, dentre outros, dos poemas do exemplar missionário e verdadeiro herói da fé dos tempos modernos, Charles Studd; de Sarah Judson, segunda esposa do insigne Adoniran Judson, e do pastor e grande promotor missionário porto-riquenho Luis M. Ortiz. E ainda coligimos textos anônimos, alguns cujo conteúdo adaptamos para vestir-lhes de conotação missionária.
        Mas esta é também uma seleta de frases. Sim, muitas: são 48 páginas de frases sobre a missão da igreja, colhidas em livros, revistas, artigos e ainda por nós traduzidas diretamente do inglês e do espanhol. E ao lado dessas frases escritas ou proferidas eminentemente em contexto eclesiástico/missiológico, por aqueles que promovem, sustentam, pensam e fazem a Missão, reunimos também frases motivacionais de origem diversa, tudo isso com o objetivo de ferramentar a igreja para o cumprimento de sua razão de ser terrena, a qual seja, proclamar a cada povo, língua e nação a boa nova de Cristo.
        Assim, após diligente esforço apresentamos aos leitores esta seleta, neste algo inusitado formato de almanaque literário, já consagrado no primeiro e no segundo volumes desta iniciativa, e cujo motivo de ser e conteúdos visam acima de tudo a despertar e avivar o ímpeto missionário de cada cristão e igreja ao seu alcance.
        Compartilhe esta obra e seus textos das formas que lhe parecerem oportunas, pois os campos branquejam e os segadores permanecem ainda poucos em face da gigantesca seara, cujos meandros de mais difícil e inseguro acesso esperam a manifestação dos filhos de Deus.

      Não temos opção outra senão avançar, até que Ele venha! Maranata!
Sammis Reachers, editor

Para baixar o livro pelo site Google Drive, CLIQUE AQUI.
Para baixar o livro pelo site Scribd, CLIQUE AQUI.


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