terça-feira, 28 de maio de 2019

Dixon Edward Hoste, missionário para a China


Dixon Edward Hoste serviu a Cristo por mais de seis décadas. Homem de profundas convicções cristãs, ele foi o diretor geral da Missão ao Interior da China de 1900 a 1935. Ele mostrou que, com tolerância e orações, era possível levar os homens à fé em Deus.
Phyllis Thompson
Dixon Edward Hoste nasceu na Inglaterra, na cidade de Brighton, em 23 de julho de 1861, apenas quatro anos antes da fundação da Missão ao Interior da China (MIC). Seus pais eram cristãos tementes que o criaram em uma casa cheia de disciplina, amor e formação nas Sagradas Escrituras. O conhecimento da mãe sobre a Bíblia era profundo. Ela transmitiu a ele o amor de Deus, a necessidade de arrependimento e fé em Cristo. Também lhe incutiu um interesse caloroso por missões e sólidos princípios evangélicos.
Quando criança, Hoste frequentou o Clifton College, onde se destacou em seus estudos, inclusive aprendendo a língua grega, que dominou aos 8 anos de idade. Mais tarde, aos 17 anos, ele ingressou na Royal Military Academy of Woolwich, onde aprendeu obediência, precisão e ordem; mais tarde, como entender e dirigir os homens. Comissionado, um ano depois, como tenente em um regimento da Real Artilharia, ele viveu uma história longe do Senhor. No entanto, o Evangelho sempre tocou seu coração naqueles dias.
Em 1882 sua existência foi transformada quando ele compareceu, guiado por seu irmão William, que acabara de se render ao Salvador, a uma reunião realizada pelo servo Dwight Moody em Brighton. A pregação do evangelista americano convenceu-o de que ele vivia em pecado e lembrou-lhe que a eterna ira esperava os incrédulos. Naquele momento, ele decidiu aceitar Jesus como seu salvador e se ajoelhou para se submeter ao poder do Altíssimo. Instantaneamente, o perdão e o amor do Criador o dominaram e ele se encheu de profunda alegria.
CRENTE FIEL
Após sua conversão, ele começou a ler a Bíblia de maneira voraz, como se fosse o único livro do mundo. Ele também sentiu uma enorme convicção de que compartilhar as boas novas era mais importante do que qualquer outra atividade. Então, seu pai o aconselhou a orar pela direção de Deus. Seu desejo de absorver mais do Evangelho levou-o a entrar em contato com seguidores de Jesus Cristo que tinham idéias semelhantes às dele. Além disso, ele pregou a Palavra em diferentes lugares e dedicou-se em seu tempo livre para aprofundar sua fé.
No início de 1883, um de seus novos amigos, Montagu Beauchamp, um estudante da Universidade de Cambridge, forneceu-lhe informações sobre a Missão no Interior da China e colocou-o em contato com quatro crentes universitários. Imediatamente ele sentiu um enorme desejo de ser um missionário e levar a mensagem do Senhor ao povo chinês. Oito meses depois, ele conheceu Hudson Taylor, fundador da organização, e ficou sabendo das provas que os fiéis que optaram por se mudar para a Ásia tiveram que suportar, mas ele não desanimou.
Na companhia dos cinco estudantes universitários e junto com um colega de seu regimento, Dixon formou mais tarde o grupo The Seven of Cambridge e fortaleceu sua esperança de levar a mensagem de salvação à China. Em fevereiro de 1884, ele compareceu perante as autoridades da Missão no Interior da China. Naquela época, o missionário Taylor aconselhou-o a ganhar experiência e ajudar os fiéis ingleses nos cultos celebrados por Moody e pelo cantor Ira Sankey. Da mesma forma, ele sugeriu aprofundar seu conhecimento das Escrituras.
Em 5 de fevereiro de 1885, depois de visitar várias universidades na Inglaterra e na Escócia, nas quais evangelizaram milhares de jovens, os Sete de Cambridge partiram para a nação asiática. Eles chegaram em 18 de março e Hoste viajou para a província de Shanxi para começar sua vida missionária. Então, ele se estabeleceu na cidade de Quwo, onde se dedicou a estudar a língua local. À noite, ele se sentava no pátio de sua casa e pregava a Palavra para uma multidão de espectadores. À noite, distribuía folhetos cristãos.
TENAZ PREGADOR
Em 1886, Hudson Taylor visitou o sul de Shanxi e comprovou o trabalho evangelístico frutífero feito em Hongtong County pelo pastor Hsi, um homem devoto, que foi um dos missionários responsáveis ​​pela difusão do cristianismo em solo chinês. Algum tempo depois, Dixon se juntou a este icônico servo chinês e colaborou com ele como seu assistente pessoal. Ambos, que eram entusiastas da oração, visitaram vários lugares onde grupos de novos crentes surgiram graças à bênção de Deus.
Ao lado do pastor Hsi, o evangelista passou um período de formação que o preparou para os desafios que ele mais tarde assumiria na Missão ao Interior da China. Naquela época, como o reverendo oriental, ele confiava somente em Cristo para mudar o coração dos homens a quem ele espalhava a mensagem do Altíssimo. Além disso, ele percebeu que os crentes tinham que apelar para sua fé quando foram perseguidos por confiar no Redentor e aprenderam a esperar que o Todo-Poderoso amadurecesse a esperança e o amor dos recém-convertidos.
Por quase uma década, o pregador contribuiu para uma enorme colheita de fiéis em Hongtong. Partidário de que a Igreja na China estivesse fundada em colaboradores locais, trabalhadores e pastores, apoiou decididamente o trabalho silencioso do Ministro Hsi, que levou milhares de pessoas aos pés de Jesus Cristo. Os dois obtiveram inúmeros triunfos espirituais que ampliaram a entidade estabelecida por Taylor, até 19 de fevereiro de 1896, quando o Senhor chamou o missionário Hsi à sua presença.
LÍDER EXAMPLAR
No início dos anos 1900, enquanto estava na cidade de Xangai, Hoste testemunhou a rebelião dos Boxers, uma revolta popular que colocou em xeque a segurança e a paz dos pregadores estrangeiros. Depois, o reverendo Taylor, que estava na Suíça, pediu que ele ficasse lá para ajudar o vice-diretor da instituição, o pastor J W Stevenson. No entanto, em 7 de agosto do mesmo ano, quando soube dos ataques sangrentos contra ministros do evangelho estrangeiros, ele o nomeou regente da Obra.
Nos 35 anos seguintes, o pregador inglês sabiamente liderou a Missão ao Interior da China e a levou a superar grandes desafios e dificuldades. Apoiado pelos membros da organização, ele implantou uma série de esforços evangelísticos baseados nos ensinamentos do Messias. Com a bênção do Criador e amparado na Bíblia, ele forneceu um governo estável à sociedade missionária, que sobrevive até o presente, e a levou a ser o corpo evangélico mais importante em território chinês.
Acreditando que o reino de Deus deveria vir em primeiro lugar, em seu trabalho à frente do MIC, orou muitas horas por dia para contar com a direção de Jesus. Além disso, embora ele fosse reservado e, às vezes, parecesse distante, ele dava abundante amor aos pequeninos que ele evangelizava em seus deveres pastorais. Da mesma forma, comprometido em seguir os passos de Cristo, escolheu a paciência e a humildade para exercer sua liderança. Do mesmo modo, suas decisões sempre se basearam nos preceitos da fé e responderam a uma análise cuidadosa.
De forma permanente, Dixon recordava aos missionários estrangeiros que eles deveriam servir os chineses e não se impor a eles. Segundo ele, a oposição espiritual precisava ser enfrentada com a gentileza e a oração. Ele também nomeou crentes nativos em posições vitais com o objetivo de construir fortes congregações locais. Até o dia de sua aposentadoria, que ocorreu em junho de 1935, sua vida foi uma jornada contínua para o crescimento do cristianismo na Ásia. Abraçando as Escrituras, ele também suportou as vicissitudes da Primeira e Segunda Guerra Mundial.
Em 19 de maio de 1946, quando o sol estava nascendo sobre a metrópole de Londres, o missionário Dixon Edward Hoste foi para o céu depois de mais de seis décadas a serviço do Todo-Poderoso. Um homem simples com profundas convicções cristãs, o servo britânico mostrou em sua longa história que, com tolerância e orações, era possível levar os homens ao caminho de Deus. Paciente e perseverante ao mesmo tempo, ele também desempenhou um papel vital no desenvolvimento da Missão ao Interior da China e na evangelização da China.

sexta-feira, 24 de maio de 2019

PREGUE A MISSÃO - Dez esboços de sermões sobre Missões


Há algum tempo publiquei aqui no blog seis esboços de sermões que havia escrito, para inserção na antologia de sermões missionários, de diversos autores, em que estou trabalhando. Pois bem, a esses seis fui acrescentando no mesmo post mais um, e outro, e outro... Por fim, chegamos a dez esboços. Achei por bem então preparar um pequeno PDF reunindo esses dez esboços, reunião a que chamei (um pouco pretensiosamente) Pregue a Missão.
Perceba que tais esboços são apenas indicações, linhas de reflexão, e que você, caso queira utilizá-los, poderá os ampliar, encurtar e adaptar da maneira que o Senhor lhe inspirar. Tais esboços prestam-se também como pequenos estudos bíblicos missionais, para seu momento devocional a sós ou em grupo.
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sábado, 18 de maio de 2019

Relatório Como Ouvirão: As realidades e desafios missionários do Brasil e do Mundo - Baixe grátis


O Relatório Como Ouvirão é uma iniciativa inovadora do Departamento de Pesquisas da Missão Juvep, através do pesquisador Alisson Gomes de Medeiros. Nele, o leitor encontrará informações sobre os principais desafios missionários, organizados em duas partes. Na primeira parte estão as informações referente ao mundo e suas principais realidades. Já a segunda parte do relatório é dedicado aos principais desafios do Brasil.
O Relatório Como Ouvirão surge com o objetivo de apresentar um panorama dos principais desafios missionários e do avanço do Evangelho no Brasil e no mundo, para promover maior conhecimento dos desafios existentes, suprir às igrejas, professores de seminários, agências, mobilizadores e líderes de missões com informações estratégicas, e para encorajar novas iniciativas e oração em favor dos desafios apresentados.
O Relatório traz em suas páginas, de maneira especial, 32 mapas, 27 gráficos e 15 tabelas. Todo esse material visual está disponível para download gratuito em um arquivo no formato PowerPoint, com as imagens em alta resolução. De maneira que você possa usar esses recursos em suas aulas, palestras e reuniões, multiplicando assim o número daqueles que ouvirão sobre esses desafios.
Inicialmente, desejamos lançar uma nova edição a cada ano. Sugestões de novos temas são muito bem vindos, bem como, atualizações das informações apresentadas, e feedback sobre possíveis erros nos dados.
Louvamos a Deus que permitiu elaborarmos esse material e disponibilizá-lo a igreja evangélica brasileira. Esperamos Nele que muitas pessoas sejam mobilizadas efetivamente para missões com o apoio de suas igrejas.

O link para o download é www.comoouvirao.com.br/rco

terça-feira, 14 de maio de 2019

A glória de ser missionário



Luiz M. Ortiz

Nenhuma empresa no mundo enfrenta tantos obstáculos como a Obra de Deus, mas também é verdade que nenhuma outra empresa no mundo obtém mais triunfos e vitórias com resultados eternos que a Obra de Deus.
Nenhuma tarefa na Obra de Deus é mais obstaculizada, combatida, perseguida, pouco reconhecida e menos recompensada que a Obra Missionária nos campos estrangeiros. Desde que uma pessoa diz que recebeu um chamamento para ira um pais estrangeiro, começa a ser mal-entendida, malquerida, obstaculizada, combatida e perseguida.
Quando sai para o campo missionário, abandonando seu lar, seu ambiente, suas amizades, a pessoa se encontra sozinha, esquecida, enfrentando os mais duros trabalhos, sem o estímulo oportuno, sem os meios adequados, sem os fundos necessários. Tem que suportar semanas sem comer, sem os companheiros de sempre, fadigada pela indiferença, acossada pela nostalgia, ferida pela ingratidão. Quando volta a seu país, onde acha que encontrará um pouco de fôlego e compreensão, já ali é como um estrangeiro, foi relegada, é observado com suspeita e desconfiança, é tratado com desconsideração e mesmo pode ser considerada uma ameaça.
• Se não faz nada, falta ação
• Se faz alguma coisa, é ação demais.
• Se não diz nada, falta expressão.
• Se diz alguma coisa, não tem razão.
• Se volta jovem, perde a visão.
• Se volta maduro, não tem ocasião.
• Se volta idoso, pano paredão.
Todas estas coisas que para o superficial, o cobiçoso e o ambicioso são desvantagens que despreza e recusa, para o verdadeiro missionário são precisamente suas glórias, suas riquezas, seu caudal. Glórias, riqueza e caudal que não mudam pelas posições nem pelas hierarquias dos que os menosprezam e fustigam.
O verdadeiro missionário não poderá ser outra coisa. Sua vida e atividades giram em torno a esse chamamento e a essa paixão. O verdadeiro missionário pode suportar tudo, menos que queiram desviá-lo de sua vocação divina. O verdadeiro missionário está disposto às grandes renúncias, menos a renunciara seu chamamento. O verdadeiro missionário sabe que Deus o chamou, e seu chamamento e seu ministério estão por acima de homens e coisas. O verdadeiro missionário vive sua missão, e esta é uma obrigação imposta (1 Coríntios 9:16), que não pode recusar nem abandona O verdadeiro missionário compreende que a tarefa suprema da Igreja é a evangelização do mundo, e para esse fim decidiu e rendeu sua vida. O verdadeiro missionário não antepõe nenhum outro interesse ou relação ao supremo interesse da salvação das almas e à indispensável relação com seu Mestre, a quem ama, serve e obedece. O verdadeiro missionário não pode ocultar nem calar, tem que sofrer, mas essas são suas glórias, pois "o discípulo não é superior a seu mestre".
Por estas firmes convicções e poderosas razões é que o verdadeiro missionário não pode ocultar nem calar, tem que sofrer, mas essas são suas glórias, pois "não é o discípulo mais do que o mestre, nem o servo mais do que o seu senhor' (Mateus 10:24). Como com seu Senhor, também é julgado e vestido com roupas da crítica malsã. É cuspido com palavras de agravo. É obrigado a carregar a cruz do descrédito. É sepultado na tumba do menosprezo e o esquecimento.
Mas assim como seu Mestre ressuscitou no terceiro dia, o verdadeiro missionário ressuscita todos os dias, porque todos os dias é julgado, crucificado, sepultado, cumprindo-se assim real e diariamente as palavras daquele outro grande missionário, o apóstolo Paulo, que escreveu: "Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também no nosso corpo; e assim nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também na nossa carne mortal. De maneira que em nós opera a morte, mas em vós a vida" (2 Coríntios 4:8-12).
Por isso o verdadeiro missionário se levanta a cada dia com nova vida, novas forças, novo entusiasmo, nova visão, nova determinação; oferecendo visão, forças e vida àqueles que ele ministra.
Quando Alexandre o Grande perguntou ao sábio sirgo Diógenes: "O que quer de mim?”, este respondeu: "Não me tires o que não me podes dar!".
E o apóstolo Paulo disse: "Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo. E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor, pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que prisca ganhara Cristo" (Filipenses 3:7-8).

Fonte: Revista Impacto Evangelístico 776 / Set 2018 (edição em português).

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Páginas de Ouro da Oração - Mil citações, 150 esboços de sermão e muitos outros recursos num livro gratuito


Uma antologia é fundamentalmente um filtro e uma espécie de condensador (meta)literário. Por seu caráter de antologia, e por antologiar gêneros diversos, como frases, sermões e orações, agregando a isso outros recursos práticos, este humilde e gratuito livro, que circula apenas em formato eletrônico, se configura num dos mais significativos livros sobre a Oração já publicados em língua portuguesa. 
Nosso objetivo, ao nos apoiarmos nos ombros de gigantes e usufruirmos dos recursos da lavra dos mais diversos irmãos e ministérios, não é trazer prejuízo a qualquer, mas prestar um serviço à Igreja de Cristo. E cumprir a vocação da literatura cristã de ofertar o melhor conteúdo possível ao máximo de pessoas possíveis, da maneira mais graciosa possível, rendendo nisso glórias ao Deus vivo, de onde todo o bem emana.
Estão aqui coligidas em torno de mil citações, de autores os mais diversos da cristandade, citações divididas em duas partes: Frases Gerais sobre a Oração e Frases sobre a importância da Oração nas obras de Evangelização e Missões.
Para além disso, coligimos 150 esboços de sermões sobre o tema da Oração. Tais esboços, claro esteja, prestam-se igualmente como estudos bíblicos, muito oportunos para os momentos devocionais em particular ou em grupo.
Coligimos ainda trechos de orações de grandes nomes do cristianismo, desde Pais da Igreja como Clemente de Roma até nomes recentes como Martin Luther King. Tais textos não devem ser tomados como modelos rijos e nem prestam-se a objetos para a repetição, mas objetivam apenas ilustrar e aclarar aspectos da oração e dar notícia da devoção e correição de fé de nossos co-herdeiros da graça de Cristo.
Como referido, agregamos a este livro recursos outros que poderão auxiliar todos aqueles que trilham os caminhos da comunhão divina através da oração. Concordância Bíblica Exaustiva, Datas Comemorativas para a Intercessão específica, um modelo de Diário de Oração e outros recursos, são itens que irão enriquecer a devoção do leitor.
Oração é oração praticada; sua ciência é quase toda ela empírica, desenvolvida pelo contato dos joelhos no chão e a abertura de coração.
Que este humilde livro, mais do que agregar conhecimento teórico, enriqueça seu ferramental prático e lhe constranja a orar mais e melhor, crescendo de fé em fé, até assenhorear-se de todas as promessas de Deus a que só temos acesso através da oração.
Compartilhe este livro, sempre gratuitamente, com todos os irmãos ao seu alcance.

Sammis Reachers
Organizador

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terça-feira, 23 de abril de 2019

Nove esboços de sermões missionários - Sammis Reachers



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Estamos trabalhando numa antologia de esboços missionários, da lavra de diversos autores. Nesse ínterim, acabamos por elaborar também, por nossa conta e risco, nove pequenos esboços no tema.
Perceba que tais esboços são apenas indicações, linhas de reflexão, e que você, caso queira utilizá-los, poderá os ampliar, encurtar e adaptar da maneira que o Senhor lhe inspirar. Tais esboços prestam-se também como pequenos estudos bíblicos, para seu momento devocional a sós ou em grupo.

Sammis Reachers


Noli me tangere (Não me toques) – Jo 20.17

Recomendou-lhe Jesus: Não me detenhas; porque ainda não subi para meu Pai, mas vai ter com os meus irmãos e dize-lhes: Subo para meu Pai e vosso Pai, para meu Deus e vosso Deus” (Jo 20.17).

Jesus tinha uma obra a fazer, a culminação e conclusão de Sua missão, ao retornar ao Pai. Maria tentou impedi-lo, no que foi repreendida (“não me detenhas”, ou “não me toques”). Muitos cristãos podem tentar, por querer ou mesmo “sem querer”, impedir, desanimar ou desviar o missionário de sua missão – missão que é não apenas dele, mas de cada um de nós, pois todos somos emissários (enviados) de Cristo.

1.O covarde tentará parar o missionário:
a. Israel teme a Golias e desacredita a Davi - 1Sm 17.23-33.
b. Josué, Calebe e os espias covardes de Israel - Nm 13.30-33.
c. Ainda: Hb 3.38; 2Tm 1.7; Ap 21.8

2.O carnal tentará parar o missionário:
a. Eliseu e seu ajudante amedrontado - 2Re 6.15-17.
b. Pedro questiona Jesus sobre o fato dEle ter de morrer e é repreendido duramente: Mt 16.21-23.
c. Ainda: Rm 8.5; 1Co 2.14; 2 Co 10.3,4.

3.O avarento tentará parar o missionário:
a. Jovem rico, crente e cumpridor da Lei, prefere suas riquezas terrenas à Cristo - Lc 18.22,23.
b. Ananias e Safira queriam apresentar-se como perfeitos contribuintes da Obra de Deus, que dão tudo o que podem, mas retiveram em segredo parte do lucro: At 5.1-10.
c. Ainda: Jr 6.13; Ez 33.31; Rm 16.3-7; Ef 5.3.

4.O procrastinador tentará parar o missionário:
a. Discípulo deseja priorizar o que é pó e deixar para depois o que é eterno: Mt 8.21,22.
b. Terá, pai de Abraão, propusera-se a ir para Canaã (futura terra da Promessa), mas parou em Harã e lá ficou até morrer – Gn 11.31,32.
c. Ainda: Pv 27.1; Ec 11.4; Ef 5.15,16; 2Ts 3.11 (preguiçoso).

5.O invejoso tentará desanimar (diminuir) o missionário:
a. José e a inveja de seus irmãos - Gn 37.4-11.
b. Saul, sendo rei, inveja a Davi por suas conquistas em batalha - 1Sm 18.6-9.
c. Ainda: Pv 14.30; Pv 27.4; Gl 5.26; Tg 3.16.




As três missões da igreja

1. Salvar o perdido. Mt 28.19,20; Is 61.1-3; Lc 10.1,2; Jo 20.21; Rm 10.13-15.
2. Salvar o que se perdeu (desviou). Lc 15; Tg 5.19,20; Gl 6.1; Hb 5.2; 1Pe 4.8.
3. Conservar o que já está salvo. At 20.28; Hb 3.13,14; Hb 3.6; Tt 1.6-9; 1Pe 4.10.




Imperativos Missionários – Mt 28

Um esboço baseado na frase do teólogo John Stott: “Sua autoridade na terra nos desafia a ir a todas as nações, Sua autoridade no céu nos dá a única esperança da vitória, e Sua presença em nós não nos deixa outra escolha.”

1. Sua autoridade na terra nos desafia a ir a todas as nações
a. Mt 28.18: “E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra.”
b. Mt 28.19: "Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.”
c. Sl 2.8: “Pede-me, e te darei as nações como herança e os confins da terra como tua propriedade.”

2. Sua autoridade no céu nos dá a única esperança da vitória
a. 1Pe 3.22: “O qual está à destra de Deus, tendo subido ao céu, havendo-se-lhe sujeitado os anjos, e as autoridades, e as potências.”
b. Cl 1.16-20: “Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele. E ele é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência. Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude nele habitasse, e que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus.”
c. Rm 8.34: “Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós.”

3. Sua presença em nós não nos deixa outra escolha
a. At 1.8: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra.”
b. 2Tm 1.7: “Pois Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio.”
c. Mt 28.20b: “E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.”




Ezequiel no vale, figura do Missionário – Ez 37

1. Recebeu um chamado – v.1 (1Sm 3.3-11; Is 6.1-8; Mt 4.18-22; Mt 28.19,20).
2. Deslocou-se – v.1,2 (Jn 3.1a; Mc 6.12; Lc 10.1-17; At 13.1).
3. Proclamou a Palavra – v.4-7,10 (Jn 3.1-3; Mc 6.12; At 13.4,5; At 14.1).
4. Deus operou – v.7,8,10 (Jn 3.10; Mc 6.13; Lc 10.17; At 13.9).




Todos somos chamados a semear, mas são dois os tipos de semeador

O semeador fiel oferece-se ao trabalho, mesmo sacrificial: 1Sm 17.22-51; Is 6.1-8; Dn 3.12-26; At 21.10-14; 2Co 11.23-32.
O semeador infiel acovarda-se: Jn 1-4; Mt 25.15,18,24-30; Lc 9.62; 2Tm 1.7; Hb 10.38.

O semeador fiel santifica-se: Js 3.5; Dn 9.3; Gl 1.15-18; Ef 11.4; 1Pe 1.14-16.
O semeador infiel faz a obra de qualquer maneira: Gn 4.1-7; Lv 10.1,2; 1Cr 13.9,10; Jr 48.10; Tg 1.22.

O semeador fiel é liberal e dispõe-se a doar seu melhor: 2Sm 24.24; Mc 12.41-44; Lc 19.8; Rm 16.3-7; Fp 4.14-19.
O semeador infiel é avarento e deseja vantagens: 1Sm 8.1-3; 2Rs 5.20-27; Mc 12.44a; At 5.1-10; Ap 3.17,18.




Cumprindo o Ide

1. O que fazer: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.” - Mc 16.15 (Sl 96.3; Is 58.6-10; Rm 10.13-15).

2. Quando fazer: “Pela manhã semeia a tua semente, e à tarde não retenhas a tua mão; pois tu não sabes qual das duas prosperará, se esta, se aquela, ou se ambas serão, igualmente boas.” - Ec 11.6 (Os 10.12; 2Co 9.6; 2Tm 4.2).

3. O que pedir: “Pede-me, e te darei as nações como herança e os confins da terra como tua propriedade.” - Sl 2.8. (Ex 32.30-35; 2Cr 1.7-12; Mt 9.37,38).

4. Como pedir: “Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.” - Jo 15.7 (Jr 33.3; Mt 7.7-11; Mt 17.19-21).

5. Em quem fiar-se para executar tal empresa: “Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, e pão para comer, também dará e multiplicará a vossa sementeira, e aumentará os frutos da vossa justiça.” - 2Co 9.10,11 (Is 41.10-14; Mt 28.20b; Lc 12.11,12).




A Trindade em Missões

1. O alvo de Missões: A glória de Deus – Sl 117; Sl 72.11
2. A base de Missões: A cruz de Cristo – 1Co 1.17-23
3. O dom de Missões: O poder do Espírito Santo – At 1.8
(adaptado)




Grande Comissão, Grande Cooperação

A obra de Deus deve ser feita em cooperação pelos seus servos. Até mesmo olhar para bandeiras denominacionais é vergonhoso, pois para cumprir seus propósitos Deus já utilizou reis ímpios, prostitutas e até mesmo uma mula, enquanto nós levantamos impedimentos aos domésticos da fé. A Grande Comissão é tarefa gigantesca; sem o Espírito de Deus e sem unirmo-nos em cooperação plena, tal ordem jamais será cumprida. Consideremos a frase de John Stott, falando sobre a cristandade: “No essencial, unidade; no não essencial, flexibilidade; em todas as coisas, o amor.”
Cooperemos com cada irmão e igreja a nosso alcance, pois:

a. Cooperar é obedecer a Deus (ainda que seja um sacrifício): “... não negligencieis a contínua prática do bem e a mútua cooperação; pois é desses sacrifícios que Deus muito se alegra.” Hb 13.16. Ainda: Ef 4.2-6

b. Cooperar é agradar a Deus: “Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!” Sl 133.1. Ainda: Jo 11.22,23

c. Cooperar é aumentar a fazenda de Deus: “E o que ceifa recebe galardão e ajunta fruto para a vida eterna, para que, assim o que semeia como o que ceifa, ambos se regozijem. Porque nisso é verdadeiro o ditado: Um é o que semeia, e outro, o que ceifa. Eu vos enviei a ceifar onde vós não trabalhastes; outros trabalharam, e vós entrastes no seu trabalho.” Jo 4.36-38. Ainda: 1Co 3.4-9

c. Cooperar com a igreja é a única forma de ser igreja: “Então, enquanto temos tempo, façamos bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé.” Gl 6.10. Ainda: Rm 12.4-5

d. Um reino dividido não subsistirá: “Se um reino estiver dividido contra si mesmo, tal reino não pode subsistir; se uma casa estiver dividida contra si mesma, tal casa não poderá subsistir.” Mc 3.24,25. Ainda Lc 16.8



Importa que a mensagem seja publicada – Hc 2.2-4

1. De TODAS as formas:
a. Nas paredes e outdoors (e outras mídias) – Hc 2.2-4
b. Do alto dos telhados – Mt 10.27b
c. Com dramatizações (teatro, cinema etc.) – Jr 19.1-13, 27.2; Ez 4.9-1, 5.1-7
d. Com música – Sl 96; Sl 117.

2. Em TODOS os lugares:
a. Onde está o trono de Satanás (nos piores lugares da Terra) – Ap 2.13
b. Palácio de César (diante dos maiores poderes da Terra) – Fp 4.22; Mt 10.18-20
c. Cemitérios – Jo 11.32-45
d. Festas – Jo 7.14; Lc 15.1
e. Cadeias – At 16.23-34
f. Entre “sábios” (At 17.17-34) e entre “ignorantes” (At 28.1-10)
g. Perto e longe, ao mesmo tempo – At 1.8

E você, acredita que há lugares em que NÃO se deve falar de Cristo, ou formas e meios através dos quais o evangelho NÃO deve ser pregado? Pois reconsidere seus medos e preconceitos (Fp 1.15-18).

Pense em formas criativas de propagar a Palavra. Esforcemo-nos para propagá-la de todas as formas, e em todos os tipos de lugares!

Sammis Reachers


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P.S. - Em tempo: Aos nove sermões acima, acabei agregando mais um e preparando um pequenino e-book (pdf) com os textos.



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quarta-feira, 17 de abril de 2019

A Missão cristã como Pregação



A missão cristã começa com a pregação. O papel desempenhado pelos profetas do Antigo Testamento é continuado pelos pregadores do evangelho. Logo no início do Novo Testamento, aparece João Batista pregando no deserto para cumprir a missão de preparar o mundo para a chegada do Messias (Mt 3.1-2).
Jesus Cristo também começa a cumprir sua missão como pregador. Logo após o batismo e a tentação no deserto, diz a Bíblia que "daí por diante passou Jesus a pregar..." (Mt 4.17). O Salvador da humanidade não inventou um método mais
Sofisticado para cumprir a missão de salvar o mundo, mas utilizou o mesmo método que ele instituíra para os profetas do passado e tornou-se um pregador.
Os apóstolos também não tiveram dúvidas nem questionaram o método da pregação. Tinham aprendido com o próprio Cristo que a missão evangélica devia ser cumprida com a pregação e, mesmo sob perseguição, "iam por toda parte pregando a palavra" (At 8.4).
Após a era apostólica, ainda nos primórdios do cristianismo, os pais da igreja deram continuidade à pregação como forma de cumprimento da missão.
Muitos deles usaram a pregação como defesa da fé e da doutrina contra as heresias dos primeiros séculos e também como defesa do cristianismo perante as autoridades. Tertuliano, Cipriano, Justino Mártir, Clemente de Alexandria, Orígenes e Jerônimo estão entre os que cumpriram a missão por meio da pregação. O mesmo fizeram Ambrósio, Agostinho, João Crisóstomo e outros a partir do quarto século da era cristã."
A Reforma protestante tornou-se o palco de verdadeiros heróis da pregação bíblica, em diferentes países do continente europeu. João Wycliff cumpriu a missão de pregador da Reforma na Inglaterra, Martinho Lutero pregou a Reforma na Alemanha, João Huss e Jerônimo, na Boêmia, hoje República Tcheca, João Calvino, na Suíça, e muitos outros.
No despertamento religioso dos séculosXVIII e XIX, o evangelho foi exaltado pela boca de vários expoentes da pregação bíblica. Entre eles figuram João Wesley (1703-1791), que deu origem ao metodismo, Charles Spurgeon (1834-1892), pregador batista da Inglaterra, considerado o "príncipe dos pregadores", e Dwight Moody (1837-1899), que deu origem a uma nova ênfase evangelística e de avivamento nos Estados Unidos e na Inglaterra.
Para citar um exemplo contemporâneo já apresentado anteriormente em minha experiência, Billy Graham, da Igreja Batista, é o pregador evangélico que tem falado ao maior número de ouvintes em toda a história da humanidade, por meio de suas cruzadas evangelísticas." Por mais de cinquenta anos, Billy Graham pregou o evangelho face a face para mais de cem milhões de pessoas em todos os continentes, de acordo com estatísticas de sua equipe. Acrescentando as pessoas alcançadas por rádio, televisão e satélite, esse número sobe para cerca de dois bilhões de pessoas que o ouviram ao longo de sua vida.
Em maior ou menor escala, inúmeros outros pregadores mantiveram acesa a chama da pregação bíblica ao longo da História. Com essa visão da prioridade da pregação, vejamos no próximo capítulo diferentes métodos de extrair a mensagem do texto bíblico.

Robson M. Marinho

No livro A arte de pregar: Como alcançar o ouvinte pós moderno (Vida Nova).


Notas:
8 Michael Duduit, org., op. cit., p. 21-24.
9 Idem, p. 44-46.

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Coletânea de Sermões Missionários - Envie seu esboço para avaliação


ESBOÇOS DE SERMÕES MISSIONÁRIOS

Caros irmãos, dentro de nossa proposta de prover literaturas variadas e GRATUITAS para auxiliar o avanço da visão e da obra missionária em nosso país e em nossa língua, estamos organizando mais um livro (e-book) gratuito e de proposta inédita: Uma COLETÂNEA de ESBOÇOS de SERMÕES MISSIONÁRIOS (que falem sobre as obras de Missões e Evangelização).
Assim, se você possui ESBOÇO de sermão (pregação) dentro da temática abordada, por favor nos envie para que ela possa ser avaliada e venha eventualmente a compor a obra. Os nomes dos autores constarão junto a cada esboço.
Envie seus textos para o e-mail: sreachers@gmail.com
ABAIXO apresento dois modelos de ESBOÇOS de sermão para que vocês possam ter uma melhor noção do que está sendo coligido. Seu esboço pode ser maior que os exemplificados, mas deve ater-se ao limite de 40 linhas (fonte Arial tamanho 12).
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A pregação da colheita Gn 8.22

1. Ela anuncia a fidelidade de Deus (Gn 8.22).
2. Ela apregoa a grande bondade de Deus (Sl 65.10-12).
3. Eia enche o coração de alegria (ls 9.3).
4. Ela também traz decepções (Mt 13.30).
5.Ela nos exorta a pedir por ceifeiros (Mt 9.37-38).
6. Ela nos compromete a sermos semeadores fiéis (Gl 6.7-8).
7. Ela é uma séria pregação para os não salvos (Jr 8.20).
Georg Brinke – A Bíblia do Pregador
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Por Que Pregar O Evangelho

1. Porque é ordem de Jesus Cristo. - Mc 16:15.
2. Porque o homem somente pode ser salvo crendo no Evangelho. - Rm 1:16.
3. Porque se não pregarmos o Evangelho seremos, até certo ponto culpados da perdição de nossos semelhantes. – Ez 33:8.
4. Porque, pregando o Evangelho, estamos gozando de um privilégio que foi negado aos próprios anjos. - 1Pe 1:22.
5. Porque, pregando o Evangelho, estamos cooperando com Deus na obra de redenção dos perdidos. - 1Co 1:21.
6. Porque, pregando o Evangelho, estamos apressando a vinda de Jesus Cristo a este mundo. - Mt 24:14.
D. Peixoto da Silva – Mil Esboços para Sermões


P.S. - Já foi publicado o livro SERMÕES MISSIONÁRIOS - Centenas de esboços de sermões sobre Evangelização e MissõesCLIQUE AQUI PARA BAIXAR!

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