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sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Histórias que Salvam! O missionário como contador de histórias


“O Vento, as árvores, a atmosfera eram controlados pelo poder da Palavra. Mas a Palavra não era algo que se pudesse ver. Era uma força que permitia que uma coisa criasse outra.” - Parte do mito Wapangwa - Tanzânia- da Criação.  (FORD 1999:177)

Joed Venturini

Tive o privilégio de ser criado por uma das maiores contadoras de histórias que conheci.   Minha mãe, Márcia Venturini de Souza.  Ela não apenas contava histórias, ela as tornava vivas na minha imaginação. Cada inflexão, gesto, mudança de ritmo, alteração de voz, cada pormenor serviam para dar cor, textura e mesmo paladar e perfume às histórias. 


Recordo-me que no culto infantil da Primeira Igreja Batista de Nova Iguaçu, mamãe sempre começava  dirigindo-se aos adultos e pedindo que fizessem de conta que eram crianças.  Achava divertido o pedido, mas era na verdade desnecessário, pois qualquer pessoa que a ouvisse contar histórias tornava-se criança na hora, e com todo gosto!

 Lembro-me ainda de a ver contando histórias a rudes pescadores da aldeia de São Mateusnos Açores em Portugal. Aqueles homens curtidos pelas tempestades do Atlântico Norte terminavam os episódios com lágrimas nos olhos. 

Uma boa história rompe barreiras, ganha corações, é universal.



Vivendo no contexto de Missões em África, aprendi que a habilidade de minha mãe era uma das mais valiosas para os missionários.  Na grande maioria dos casos, o evangelista terá muita dificuldade em pregar um sermão ou passar os famosos três pontos da homilética anglo-saxônica.  Mas, se souber contar e aplicar bem uma história, estará garantido.  Qualquer auditório pode ser ganho e elucidado se o orador for um bom narrador de casos e é por isso que vejo o missionário (e porque não dizer o pastor) como um contador de histórias. Nessa arte, creio que o missionário deve se desenvolver em três caminhos principais que passaremos a considerar. 



Trabalharemos o contexto Africano que é o que conhecemos melhor, mas na perspectiva que as verdades expressas sobre os povos africanos podem ser extrapoladas para outras partes do planeta.



O primeiro caminho a ser seguido pelo missionário contador de histórias é o do garimpo de histórias tradicionais que servem para comunicar o evangelho. Um estudo cuidadoso providenciará muito material de valor. Quase todas as etnias do mundo têm histórias da criação do mundo e do homem, algumas com expressões surpreendentes como a citada no inicio deste artigo. 



Também interessante é notar que muitos desses chamados mitos, falam de algo que o homem fez que afastou Deus de seu convívio. Para os Mende (Serra Leoa) Deus se foi porque ficou cansado dos pedidos constantes do homem. Os Ashanti (Gana) dizem que Deus foi embora porque a mulher o incomodava batendo com seu pau de pilar na sola de seus pés. Os Banyarwanda (Ruanda) crêem que Deus ia acabar com a Morte, mas enquanto Deus a caçava houve uma mulher idosa que se apiedou dela e a escondeu. Deus se irou com isso e deixou o homem ficar com a morte. Já os Bambuti (Congo) dizem que o pecado original foi a curiosidade da mulher que queria ver o homem. Ela levava água até a cabana de Deus diariamente e a deixava na porta. Um dia se escondeu para ver quando Deus sairia para pegar a água e desse modo viu quando a divindade colocou o braço de fora para alcançar o balde. Deus se irou com isso e foi embora.



Muitos outros povos contam a queda do homem em termos muito próximos do relato de Gênesis. O homem pecou ao comer o que era proibido. Para os Pare (Tanzânia) o fruto proibido era o ovo, para os Chaga (Tanzânia) o nhame, para os Barotse (Congo) foi a carne dos animais que Deus dera como companheiros e não alimento, para os Mbuti da floresta de Ituri (Congo) foi o “tahu”. Já na etnia Fang (Gabão) o pecado original foi o orgulho do homem que se deixou encantar pela força e beleza que Deus lhe dera.



Em outros contextos, além do pecado encontramos contos messiânicos extraordinários. O povo Sonjo (Tanzânia) tem um herói nacional chamado Khambageu. Ele viveu entre os Sonjo fazendo milagres de cura e maravilhas, mas foi morto por homens maus. Ressuscitou e foi para o Sol e um dia voltará, antes do fim do mundo, para levar todos os que tiverem a sua marca. Por isso cada Sonjo recebe uma cicatriz no ombro esquerdo para estar preparado para a vinda de Khambageu. Vários outros povos africanos contam de crianças messiânicas que tiveram nascimento milagroso e que vieram ao mundo para acabar com o mal na figura de um monstro ou feiticeiro. É o caso do mito de Lituolone dos Basuto (África do Sul), de Mwindo dos Nyanga (Congo) e de Bagoumâwel dos Fula (Mali). Em todos esses mitos, a criança milagrosa vem ao mundo para vencer o mal, sofre morte atroz, mas renasce para ser vitoriosa e libertar o mundo.



Há histórias tradicionais comoventes como a que os Ila (Zâmbia) contam sobre uma mulher que queria ver a Deus. Inicialmente ela construiu várias torres para tentar chegar ao céu, mas em cada caso a madeira da base apodrecia antes de ela chegar a seu objetivo. Por fim ela resolve andar até encontrar o ponto onde o céu e a terra se tocam para achar o caminho até Deus. Ela nunca chega a esse lugar e morre sem solução. Dificilmente poderíamos criar um conto mais vivo para falar da inutilidade das nossas obras na busca da salvação.



Encontramos igualmente, inúmeras histórias morais na tradição dos povos, que servem para transmitir verdades sobre questões sociais diversas.  Na Guiné-Bissau onde trabalhamos, são comuns as histórias usando animais.  Um grande número delas usam como personagens principais o lobo (no caso guineense a hiena) e a lebre.  Nesses contos, o lobo (símbolo da força bruta) é sempre derrotado pela lebre (símbolo da esperteza) e desse modo se demonstra a superioridade da inteligência sobre a massa muscular.  



Os provérbios pictóricos também são úteis para ilustrar princípios vitais. “A tartaruga quer dançar mas não tem cintura” é um dito crioulo que explica que muitas vezes querer não é poder. “Janti i ka nada, tchiga ki tudu” (adiantar-se não é nada, chegar é que é tudo) é outro dito que ressalta a importância da finalização dos projetos. Outra maneira de colocá-lo em linguagem popular brasileira seria “Iniciativa não é nada, acabativa que é tudo”. Estes são apenas uns poucos exemplos de como contos e provérbios da terra podem ser usados pelo missionário.



O obreiro que souber procurar, certamente terá à sua disposição um rico arsenal de histórias, lendas e provérbios que podem ser utilizados para falar de verdades bíblicas. O seu uso o tornará simpático à população local, demonstrará sua valorização da cultura da terra e fará com que sua mensagem seja entendida mais facilmente. É uma excelente opção na busca da transmissão contextualizada da palavra.





O segundo caminho a percorrer pelo missionário contador de histórias é o das histórias bíblicas. Não é por acaso que as Escrituras são repletas de histórias para ilustrar suas lições. 

Num contexto de cultura oral e contos tradicionais, as histórias da Palavra se tornam mais vivas do que podemos imaginar. Provavelmente os ouvintes do missionário terão mais facilidade em compreenderem muitas dessas histórias do que o próprio obreiro. Tem sido essa a nossa experiência na África. 

Quando falamos da luta entre Ana e Penina ou da rivalidade entre Raquel e Leia, as mulheres entendem perfeitamente, pois vivem num contexto de poligamia e sabem o que significa a luta por ter mais filhos que sua concorrente. Afinal, elas são valorizadas quase que unicamente como produtoras de crianças. As histórias que falam das atividades diárias, da agricultura e criação de gado ou que narram as lutas entre lideres tradicionais tocam poderosamente o homem e a mulher africanos e certamente em outros continentes também.

 O missionário sábio deverá aprender a buscar essas histórias e a basear suas mensagens nelas. Precisamos reavaliar nossa apreciação do antigo testamento pois ele esta muito mais perto das culturas a que ministramos do que de nossas culturas. O obreiro precisa desenvolver a arte de contar esses episódios de forma viva. Pode e deve contextualizá-los aproximando os relatos da realidade local. Quando se fala de frutas, animais ou fenômenos que não existem na região, será preciso adaptar. Será o caso ao se falar de ursos, videiras ou neve na África subsaariana. Ficará mais fácil passar o recado de Deus tendo em conta uma história bíblica do que tentando falar em princípios e conceitos abstratos.



O terceiro caminho que o missionário contador de histórias deverá trilhar é o da criação de histórias. Reconheço que aqui a natureza poderá ter dotado alguns de mais criatividade do que outros, mas a verdade é também que a criação de histórias é um processo que pode ser aprendido e exercitado e mesmo os menos imaginativos podem chegar a se tornar bons criadores de contos.  Ler livros de histórias tradicionais e contos clássicos e modernos pode ser útil para iniciar este processo e também encontrar idéias.  



O grande exemplo como sempre é o Senhor Jesus.  O Mestre criou algumas das histórias mais sublimes da literatura mundial. Episódios como o do Bom Samaritano ou do Filho Pródigo, merecem figurar em qualquer seleção de contos universais. Mas as estórias de Jesus eram simples e fáceis. Lidavam com os elementos do cotidiano, falavam de coisas conhecidas do auditório e levavam os ouvintes a conclusões inescapáveis.



Num estudo das parábolas, entendemos estão, que nossas histórias devem ser ligadas ao cotidiano. Afazeres domésticos, transações comerciais, atividades de lazer, particularidades da fauna e flora, relações familiares, questões entre amigos e conhecidos, acontecimentos recentes da vida local e nacional, tudo isso serve de material para ótimas histórias.



O missionário atento não terá dificuldade em retirar do cotidiano os episódios que ilustrarão suas mensagens e servirão de base à sua pregação. Além de simples, essas histórias deverão ter uma conclusão clara e fácil de guardar.  Assim como as parábolas ensinavam ,em regra, uma verdade central, as histórias do obreiro deverão ensinar uma única lição objetiva. Os ouvintes deverão ser capazes de entender da história não somente sua verdade mas também sua aplicação. Devem entender o que será preciso fazer com tal ensinamento. Aqui estará outro ponto fundamental deste tipo de transmissão da Palavra. A praticidade. 



Vezes demais pregamos sermões excelentes, mas que deixam nossos ouvintes sem alteração. Foram brilhantes discursos, cheios de argumentação lógica e princípios valiosos. Porém, o auditório não sabe o que fazer com eles além de reconhecer que foi bom e bonito. O missionário deve ter alvos maiores que o elogio dos ouvintes. Não somos enviados a impressionar auditórios, mas a ganhar almas. A Palavra não nos foi dada para entretenimento nem informação, mas para transformação progressiva de vidas. A utilização de histórias, por serem práticas e vivas, leva o ouvinte a entender a aplicação e a saber onde poderá praticar o que ouviu.



Se ensinarmos sobre crer em Deus o crente sai do culto com a convicção de que precisa de mais fé, mas também que não sabe onde obtê-la. Se contarmos histórias de fé ele sai da igreja com idéias bem claras de como exercer sua fé. Se pregarmos sobre o amor cristão incondicional, o ouvinte percebe o quanto está longe de ser aquilo que a Palavra pede e pode concluir que isso é assim mesmo, uns amam mais que outros.  Se contarmos histórias de amor cristão em prática, o crente sai do culto com noções exatas de como poderá mostrar amor ao próximo.  Se pregarmos sobre a Ira de Deus e a necessidade de salvação poderemos levar o ouvinte à convicção de pecado, mas o deixamos sem saber o que fazer para se salvar.  Se contarmos histórias de pessoas que se converteram e como o fizeram damos ao ouvinte um guia para sua própria conversão.  



É a força do exemplo, é o estímulo da ilustração, é o poder da história.



- Lembram-se de histórias que ficaram na sua memória e que lhe ensinaram sobre Deus e a Salvação?
- Conhece bons contadores de histórias? 

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Capacitar 2015 - Treinamento missionário

Clique na imagem para ampliar

Capacitar 2015 ocorrerá de 2 a 7 de agosto em João Pessoa PB, nas dependências da Primeira Igreja Presbiteriana de João Pessoa .
O Capacitar é uma iniciativa anual de treinamento, sob coordenação de Ronaldo Lidório e Cassiano Luz, que visa servir a comunidade missionária brasileira oferecendo capacitação nas áreas de Antropologia Cultural, Plantio de Igrejas e Aquisição de Línguas. É direcionado a missionários, líderes de missões, seminaristas e vocacionados para a obra missionária.
As edições anteriores ocorreram em Brasília (2012), Porto Velho, RO (2013) e Benevides, PA (2014). Esta é a primeira vez que será realizado no Nordeste .
A programação iniciará no dia 02/08 (domingo) às 18hs e terminará às 22hs do dia 07/08 (sexta).

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Livros e recursos missiológicos em lançamento - diversas editoras

(ao clicar sobre os nomes das editoras, você será direcionado para os respectivos sites)
A Missão de Deus - Christopher J. W. Wright (Editora Vida Nova) - Esta obra é considerada um dos mais importantes livros sobre Missões já escrito.

A maioria dos cristãos concorda que a Bíblia fornece a base da missão. Chris Wright crê que, na verdade, o que existe é uma base missional para as Escrituras: elas são geradas pela missão de Deus, e essa missão é seu tema fundamental.
Para entendermos a Bíblia, precisamos de uma perspectiva interpretativa que esteja sintonizada com esse grande e abrangente tema missional. Devemos enxergar o quadro maior da missão de Deus e perceber como todas as partes das Escrituras se encaixam em sua grande narrativa. 




Sangue, Sofrimento e Fé - William W. Taylor, Antonia Leonor van der Meer e Reg Reimer (Editora Ultimato) - A cada dia sabemos mais sobre lugares em que a igreja de Jesus Cristo sofre uma perseguição injusta, obscurantista, sistemática e cruel.

No entanto, como brasileiros não pensamos nos irmãos nossos que são perseguidos, expulsos de suas casas e até morrem “simplesmente” porque fazem o que “nós fazemos”.
Sangue, Sofrimento e Fé – A Missão Cristã em Contextos de Perseguição reúne vários autores, de várias nacionalidades, que escrevem a partir de suas próprias experiências e paixão. Prepare-se para se emocionar. E, claro, permaneça atento e, quando apropriado, que a oração o desperte à ação, além das lágrimas.

Compartilhando Jesus com os muçulmanos - Phil Parshal (Editora Esperança) - Dr. Parshall desafia a igreja a olhar com olhos críticos para o assunto da evangelização de muçulmanos. Devemos abandonar antigas pressuposições e nos conscientizar de que Deus está falando de uma nova maneira – não em relação à sua Palavra imutável – mas em relação a áreas da contextualização e metodologia.


Perseguidos - O ataque global aos cristãos - PaulMarshall, Lela Gilbert e Nina Shea (Editora Mundo Cristão) - Perseguidos não é um livro fácil de ler. Não foi concebido como obra de referência; não é mero estudo demográfico e estatístico sobre excessos sofridos por um segmento da sociedade. Seu enfoque é altamente pessoal e narrativo, apontando muitos casos específicos de abuso e tortura com pessoas reais em situações registradas e documentadas. Com dezenas de cenas de brutalidade e horror, o conjunto dessas narrativas é arrasador.
Também vista como uma obra com escopo e objetivos similares aos encontrados em O livro dos mártires, de John Foxe, publicado no século 16, é considerado um dos livros mais influentes do último milênio. Seu alvo não é providenciar registro histórico, é mudar a história.
Se de fato reservamos as emoções mais fortes para o que nos afeta diretamente, sugerimos que o leitor se sensibilize para a leitura deste livro. Nosso objetivo ao publicar Perseguidos em português não é apenas informar, mas degelar mentes e corações, e conclamar o povo de Deus para comprometer-se em oração, conscientização e ação social em defesa daqueles que sofrem. (Mark Carpenter).




Comunicação e Cultura - Ronaldo Lidório (Editora Vida Nova) - Comunicação e cultura são indissociáveis. O ato de comunicar pressupõe um contexto cultural dinâmico em que uma mensagem se insere. Compreender o universo cultural do indivíduo ou da comunidade que receberá essa mensagem é essencial para assegurar uma comunicação inteligível e relevante.
Este é um dos grandes desafios que se apresenta à igreja de Cristo em sua ação missionária: comunicar o evangelho de forma clara e compreensível, portanto dentro do código cultural do receptor e, ao mesmo tempo, manter-se fiel ao conteúdo teológico da mensagem. A fidelidade teológica associada a uma comunicação inteligível deve ser o alvo de quem comunica o evangelho em qualquer contexto, e de forma especial em um ambiente transcultural.




Fenomenologia da Religião - Cácio Silva (Editora Vida Nova) - Quem deseja anunciar a mensagem de Cristo para outra cultura de forma inteligível, relevante e aplicável precisa desenvolver uma habilidade essencial: analisar as manifestações religiosas e as ideias que estão por trás delas. E para isso, esta obra apresenta uma ferramenta importantíssima, a Fenomenologia. 
Nesta obra a Fenomenologia será considerada como área da Antropologia voltada para o estudo das manifestações religiosas e como disciplina a serviço da Missiologia. Seu objetivo é responder as seguintes questões: Que ideias estão por trás das manifestações religiosas? Quais as implicações dessas ideias para a comunicação do Evangelho?




Devocional Explorer (Editora Cristã Evangélica) - EXPLORER é um livro com espírito latino, nascido na América do Sul, porém adotado nos EUA e Europa. É o resultado de uma sinergia cultural de um ministério que integra mais de 12 nacionalidades e culturas.
Mais de 25.000 exemplares distribuídos nos EUA, América Latina e Europa.
É um livro que convida à reflexão bíblica, ao desafio missionário e à oração pelos menos alcançados. É um livro jovem e de leitura agradável, porem de profundidade bíblica e teológica. Os ensinos tem força particular de seus escritores, que transmitem tanto teoria quanto princípios vividos por eles mesmos. Acompanha um plano para ler a Bíblia em um ano.
EXPLORER é o fruto do esforço, tempo e dinheiro investidos por muita gente da América Latina, dos EUA e da Europa. É uma ferramenta útil para levarmos a leitura diária da Bíblia, dobrar nossos joelhos e orar pelos povos que ainda não conhecem Jesus. Irá abençoar não somente você, mas também todos os povos por quem você irá orar.



Ciganos - Um desafio missionário esquecido pela igreja - Igor Shimura (Editora Descoberta) - Há em torno de 700 mil ciganos calón no Brasil e menos de 1% se declara cristão evangélico. Neste livro prefaciado por Ronaldo Lidório, o pr Igor Shimura, presidente da Missão Amigos dos Ciganos (MACi), adentra esta questão e desvela este grupo esquecido pela igreja brasileira, mas não por Jesus.


Duvelismo - Identidade e pluralidade religiosa cigana - Igor Shimura (Editora Descoberta) - Segundo Ronaldo Lidório, os ciganos são talvez o grupo menos evangelizado no Brasil. Neste livro o pr. Igor Shimura, presidente da Missão Amigos dos Ciganos (MACi), traça um panorama da cultura cigana. 



Amor além das fronteiras - Jairo de Oliveira (Editora Reflexão) - Jairo é missionário desde seus 17 anos, tendo servido ao Senhor em 4 diferentes países africanos. É autor de sete livros, tendo vencido Prêmio Aretê 2010 na categoria Missões. Neste lançamento, ao longo das suas 204 páginas, a obra conta uma parte da  jornada missionária do autor e sua família, desenvolvida ao longo de oito anos (de 2005 a 2012) de trabalho no continente africano. 


A Grande Comissão - O resgate da estratégia divina para o discipuladoMichael Horton (Editora Cultura Cristã) - Deus não se fez carne e não sofreu vergonhosa morte pelas nossas mãos para que pudéssemos ter propriedades, programas atraentes e grandes orçamentos para a igreja. Está em andamento algo mais profundo – mais radical. Mas do que se trata?  
Este livro está dividido em três seções:
- A Primeira parte focaliza “A grande proclamação”. A Grande Comissão começa com um triunfante anúncio de que toda a autoridade nos céus e na terra pertence a Jesus Cristo.
- A Segunda parte examina “Os termos da missão”, que se acham no centro da Grande Comissão.
- A Terceira parte investiga “O plano estratégico”, que Jesus inclui em seu mandato.
"Uma rigorosa, mas acessível exegese da Grande Comissão e da cultura ocidental. Diante de pressões sociais os evangélicos recuam no cumprimento de sua missão ou vão em frente com empreendimentos missionários defeituosos, desvinculados da teologia e do discipulado, obcecados com resultados numéricos. Contra esse cenário, Horton nos convoca para recuperarmos o entendimento bíblico de missão e restaurar sua centralidade na vida da igreja. A Grande Comissão contém análise perspicaz e orientação pastoral. Eu o recomendo com entusiasmo."

Missões do jeito que Deus quer - O papel da igreja no envio e sustento do missionário - Mônica de Mesquita (Editora Cultura Cristã) - Este livro o levará a compreender de forma ampla e prática algo essencial na missão que é o cuidado missionário. William Carey, Charles Studd e Hudson Taylor já apontaram no passado para a estreita relação entre o cuidado missionário e a qualidade do trabalho realizado nas linhas de frente.
Sugiro que leia este livro em pessoal reflexão sobre o seu envolvimento com a missão por meio do envolvimento e cuidado com seus missionários. O propósito de Deus se dá pela revelação da Palavra que nos ensina a verdade do Evangelho, pela igreja local que é o celeiro usado para o nascer das vocações e o envio missionário, pela oração dos santos e o cuidado com aqueles que ficam e aqueles que vão, para que, ao fim, o Nome de Jesus seja conhecido e adorado entre todos os povos. - Ronaldo Lidório (Do Prefácio)



Bíblia Missionária de Estudo (SBB) - Com texto bíblico na tradução de Almeida Revista e Atualizada, a Bíblia Missionária de Estudo é uma publicação inédita e totalmente desenvolvida no Brasil. A obra enfatiza as perspectivas missionárias da Bíblia ao mesmo tempo em que reforça a importância da Bíblia Sagrada como o livro da missão de Deus. Um de seus diferenciais é contar, ao longo de todo o texto bíblico, com extensas notas de estudo escritas por líderes do movimento missionário no Brasil, como Russell Shedd, Bárbara Burns, Hernandes Dias Lopez, Antonio Gilberto, Samuel Escobar, Edison Queiroz, Valdir Steuernagel, Ronaldo Lidório e Timóteo Carriker, este último um dos idealizadores da obra. A publicação oferece recursos como: introdução a cada livro bíblico, com informações sobre conteúdo e visão missionária, encarte com mapas e gráficos sobre missões e apêndice com artigos e recursos missionários. Entre seus propósitos, visa informar cristãos e igrejas sobre como a Bíblia orienta a ação missionária em várias vertentes, tais como evangelismo pessoal, implantação de igrejas e virtudes da vida cristã. 




Bíblia do Pescador (Editora CPAD) - A Bíblia do Pescador oferece muitas respostas úteis para todo aquele que milita no ministério do evangelismo pessoal. 
Através de mais de 500 notas de versículos, aborda de forma acessível conceitos fundamentais que tornam simples e claro a evangelização, o discipulado e o aconselhamento de pessoas em nosso dia a dia.




Revista Povos e LínguasUma compilação de conteúdo jornalístico e teológico sobre o universo missionário – essa é a Revista Povos e Línguas.
A cada edição um time de renomados escritores, missiólogos e correspondentes no Brasil e ao redor do mundo promovem reflexões profundas e substanciais, colocando em pauta assuntos como o diálogo e a relação entre agência missionária, igreja local e vocacionados.

Se você é autor ou editora, e deseja comunicar o lançamento de algum produto editorial voltado para as temáticas de Missões ou Evangelização, envie-nos um e-mail: sammisreachers@ig.com.br  . Se você deseja nos enviar alguma obra para ser resenhada no blog, escreva-nos solicitando nosso endereço postal.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

40 mapas que explicam o mundo



Max Fisher
Os mapas podem ser uma ferramenta extremamente poderosa para a compreensão do mundo e como ele funciona, mas eles mostram apenas o que você perguntar-lhes. Por isso, quando vi um post que circula na Web intitulado " 40 mapas que eles não ensinam na escola ", pensei que poderia ser capaz de contribuir com a nossa própria coleção. Alguns deles são muito nerds, mas acho que eles não são menos fascinantes e são facilmente compreensíveis. A maioria são originais deste blog (ver a nossa cobertura de mapas completa aqui), com os outros a partir de uma variedade de fontes. Eu incluí um link para você poder ler mais sobre cada um.
1. Um mapa político do mundo, cerca de 200 d.C.
Clique para ampliar.  (Imgur)
Clique para ampliar. (Imgur)
O que é mais surpreendente: o quanto as coisas mudaram ao longo dos últimos 1.800 anos, uma grande fatia da história civilizatória da humanidade, ou quantas divisões deste mapa ainda estão conosco hoje?

2. Onde as pessoas são mais e menos acolhedoras para estrangeiros
Clique para ampliar.  (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: Fórum Econômico Mundial. (Max Fisher / Washington Post)
Isso pode ser útil no planejamento de suas próximas férias, embora existam algumas grandes surpresas nos resultados .

3. Principais sistemas de escrita do mundo
Clique para ampliar.  (Wikimedia Commons)
Clique para ampliar. (Wikimedia Commons)
Este mapa é um lembrete de que as divisões e semelhanças do mundo vão muito mais longe do que as fronteiras nacionais. Ela também ajuda a contar as histórias de alguns acontecimentos importantes que ainda moldam o mundo, os ecos de que você pode ver em quase todos os mapas desta página: colonialismo europeu , as conquistas islâmicas (de língua árabe) do século 7, as expansões russas dos séculos 19 e 20, e as unificações da Índia e da China.

4. Os melhores e piores lugares para se nascer
Clique para ampliar.  Fonte dos dados: Economist Intelligence Unit.  (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte dos dados: Economist Intelligence Unit. (Max Fisher / Washington Post)

5. Mapa-múndi das principais religiões
Clique para ampliar (Pew)
Clique para ampliar (Pew)
Leia aqui sobre como o cristianismo passou a dominar grande parte do mundo e o que isso significa hoje. Leia abaixo para saber mais sobre o mundo islâmico.

6. Os países onde as pessoas são mais e menos emocionais
Clique para ampliar.  Fonte de dados: Gallup (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: Gallup (Max Fisher / Washington Post)
Pessoas nos países em amarelo são os menos propensos a relatar ter experiências emocionais de qualquer tipo, positivas ou negativas. Países roxos são onde as pessoas relatam experimentar a maioria dos sentimentos. Se você é surpreendido ao ver que os Estados Unidos estão entre os países mais emocionantes do mundo (mas longe de ser n º 1) ou quer saber por que algumas regiões são tão sem emoção, você pode ler tudo sobre isso aqui .

7. Mapa de um missionário europeu de África, cerca de 1908
Clique para ampliar (coleção mapa histórico de David Rumsey)
Eu tenho este que paira sobre a minha mesa, em parte por causa de seu apelo como um documento histórico, mas também como uma lembrança do legado colonial na África, que as potências europeias dividiram um século atrás, com pouco respeito pela forma como os africanos queriam realmente ser agrupados. Essas fronteiras arbitrárias ainda estão conosco hoje, em parte porque os líderes africanos concordaram em não disputá-las quando eles conquistaram a independência. As fronteiras contribuem significativamente para o conflito e instabilidade no continente , porque existem tantas diferentes comunidades forçadas a habitar juntas.

8. Onde as pessoas são mais e menos racialmente tolerantes
Clique para ampliar.  Fonte de dados: World Values ​​Survey (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: World Values ​​Survey (Max Fisher / Washington Post)
As pessoas nos países azuis são mais propensos a dizer que seria OK viver a vida ao lado de alguém de uma raça diferente. As pessoas nos países em vermelho são menos prováveis. O mapa sugere algumas grandes e potencialmente surpreendentes lições de como a raça é tratada em todo o mundo . Mas é uma imperfeita (e controversa) métrica, assim como ler estas cinco idéias de um especialista em conflitos étnicos no mapa e que ele nos diz .

9. Países com mais e menos diversidade étnica do mundo
Clique para ampliar.  Fonte dos dados: Instituto de Harvard para Pesquisa Econômica (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte dos dados: Instituto de Harvard para Pesquisa Econômica (Max Fisher / Washington Post)
Isso mostra os mais diversos países do mundo, os seus mais homogêneos e, se você olhar de perto, um lote inteiro mais .

10. Onde as pessoas se sentem mais e menos amadas
Clique para ampliar.  Fonte de dados: Gallup (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: Gallup (Max Fisher / Washington Post)
Países vermelhos são onde as pessoas se sentem mais amadas; países azuis são onde eles se sentem a menos amadas. Aqui está a história por trás daqueles mais tristes, os mais azuis pontos no mapa .

11. Um professor russo acha que os EUA vão dividir-se em quatro países
(Laris Karklis / Washington Post)
(Laris Karklis / Washington Post)
Professor Igor Panarin tornou-se uma pequena celebridade na Rússia , quando ele apresentou pela primeira vez sua previsão sombria para o futuro dos Estados Unidos, que foi amplamente coberto pela imprensa estatal russa e tratado como credível. Panarin disse que os Estados Unidos iriam quebrar sob pressão interna e formariam quatro países diferentes, com apenas um totalmente independente, enquanto os outros cairiam sob a influência ou controle estrangeiro. Eu o incluí aqui tanto para uma visão de como os Estados Unidos às vezes é percebido no exterior...

12. Quem ama e odeia a América
Clique para ampliar.  Fonte de dados: Pew (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: Pew (Max Fisher / Washington Post)
As pessoas nos países azuis são mais propensas a ver os Estados Unidos favoravelmente, as pessoas dos países em vermelho são mais propensas a vê-lo desfavoravelmente. O mapa tem algumas grandes implicações para o papel da América no mundo .

13. Como os EUA e a China são comparados em termos de popularidade mundial
Países Azul ver os EUA de forma mais favorável do que fazem a China, os países vermelhos são o inverso.  Fonte de dados: Pew (Max Fisher / The Washington Post)
Países Azul veem os EUA de forma mais favorável do que o fazem em relação à China, os países vermelhos são o inverso. Fonte de dados: Pew (Max Fisher / The Washington Post)
Este mapa é realmente uma boa notícia principalmente para os Estados Unidos. Aqui está o porquê .

14. O Passaporte 'desastroso' da China
Minha anotação de uma foto do novo passaporte da China.  (AP Photo / Ng Han Guan)
Minha anotação de uma foto do novo passaporte da China. (AP Photo / Ng Han Guan)
Às vezes, os mapas podem desencadear eventos geopolíticos ao invés de apenas refleti-los, como a China fez quando emitiu novos passaportes com este mapa. Por que a polêmica? As áreas que eu destaquei em vermelho são marcadas como chinesas no mapa, mas na verdade estão em disputa ou são administrados por outros países . Isso não ir mais além .
15. Os direitos dos homossexuais em todo o mundo
Clique para ampliar (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar (Max Fisher / Washington Post)

16. Onde as pessoas são mais e menos tolerantes com a homossexualidade
Clique para ampliar.  Fonte de dados: Pew (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: Pew (Max Fisher / Washington Post)

17. Línguas e dialetos da Ásia Central e Oriente Médio 
Clique para ampliar.  Cada cor representa um grupo de idiomas, com tons para cada dialeto.  (O Projeto Gulf/2000 na Universidade de Columbia)
Clique para ampliar. Cada cor representa um grupo de idiomas, com tons para cada dialeto. O Projeto Gulf/2000 na Universidade de Columbia)
A primeira coisa que este mapa mostra a você é a notável diversidade em uma das regiões mais antigas e mais célebres do mundo, do Iraque no Ocidente até a China, no Oriente e no Norte da Rússia. Há uma centena de outras histórias embutidas aqui: a expansão do Irã além dos povos de língua persa apenas, o fraturamento do Afeganistão e do Paquistão, e a diversidade realmente impressionante que lotou o Cáucaso, que inclui as regiões russas conturbadas da Chechênia e do Daguestão .

18. Onde as pessoas fumam mais (e menos) cigarros por pessoa
Anual taxas de consumo de cigarros per capita.  As fontes de dados: Fundação Mundial do Pulmão e American Cancer Society.  (Max Fisher / Washington Post)
Anual taxas de consumo de cigarros per capita. As fontes de dados: Fundação Mundial do Pulmão e American Cancer Society. (Max Fisher / Washington Post)
Leia mais aqui sobre o problema do cigarro da Rússia , que custa ao país cerca de 48.000 milhões de dólares a cada ano, e sobre as outras tendências sobre fumantes vistos no mapa.

19. A desigualdade econômica em todo o mundo
Escores mais altos de coeficiente de Gini indicam desigualdade econômica superior.  (Wikimedia Commons)
Escores mais altos de coeficiente de Gini indicam desigualdade econômica superior. (Wikimedia Commons)
Este mapa mostra o coeficiente de Gini de cada país, que mede a desigualdade econômica. Os países em vermelho são as mais desiguais sob a métrica e os países verdes são o mais próximos de igualdade econômica em todo o país. Mais aqui .

20. Como os EUA se comparam ao mundo em desigualdade econômica
Clique para ampliar.  Países azuis são mais iguais do que os EUA, os países vermelhos são mais desigual.  (Max Fisher)
Clique para ampliar. (Max Fisher)
Países azuis são mais iguais do que os EUA, os países vermelhos são menos iguais. Este mapa dá-lhe um sentido de quão grave é a desigualdade econômica nos Estados Unidos, muito maior do que em qualquer outro país desenvolvido, e a maioria dos países em desenvolvimento também.

21. Rendimento das culturas globais estão estagnados
Um dos quatro mapas mostrando as mudanças projetadas em grandes colheitas.  (Universidade de Michigan)
Um dos quatro mapas mostrando as mudanças projetadas em grandes colheitas. (Universidade de Minnesota)
Um estudo da Universidade de Minnesota, recentemente publicado na revista científica Nature descobriu que uma parcela significativa das regiões de cultivo do mundo estão vendo estagnar o crescimento, avanço lento ou mesmo o colapso. Eles publicaram três outros mapas, ver os outros e por isso eles acham que é tão importante para "soar o alerta" aqui.

22. Os países melhores e piores para ser mãe
Clique para ampliar.  Fonte de dados: Save the Children.  (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: Save the Children. (Max Fisher / Washington Post)
Uma ONG internacional projetou uma fórmula complexa para indicar quais os países que são melhores ou piores para as mães. Clique aqui para ver quais são as suas medidas de fórmulas e ler sobre as implicações do estudo para as mães em todo o mundo .

23. Como a al-Qaeda está mudando
(The Washington Post)
(The Washington Post)

24. Mais da metade da humanidade vive dentro deste círculo
(Imgur)
(Imgur)

25. Sistemas jurídicos do mundo
Sistemas jurídicos do mundo.  Clique para ampliar.  (Wikimedia Commons)
Clique para ampliar. (Wikimedia Commons)
Uma razão para eu achar este mapa fascinante é a mostra de como o colonialismo britânico levou o sistema legal inglês "common law" (direito comum) - uma vez quase único no mundo - a já espalhar-se agora em todos os continentes. Você também pode ver que a lei religiosa é exclusiva para os países islâmicos  e que o direito consuetudinário, uma vez quase global, é agora quase extinto.

26. Quão longe foguetes do Hamas podem chegar em Israel
Ver GazaMissiles em um mapa maior

Isso ajuda a clarear por que Israel está tão preocupado com o Hamas, grupo militante islâmico baseado em Gaza, e em particular sobre o seu acesso aos foguetes de fabricação iraniana Fajr-5 . Esses são os únicos que podem chegar à região amarelo-claro.

27. Alcance dos mísseis da Coréia do Norte
(Voz da América)
(Voz da América)
Coreia do Norte faz alarde de  seu programa de mísseis como uma ameaça terrível e imediata para os Estados Unidos, mas, como este mapa mostra, que a retórica ultrapassa a capacidade real .

28. A pobreza infantil no mundo desenvolvido
Clique para ampliar.  Fonte de dados: UNICEF.  (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: UNICEF. (Max Fisher / Washington Post)
Os Estados Unidos ocupam a posição 34 de 35 países do mundo desenvolvido pelas taxas de pobreza infantil, acima apenas Romênia. Os Estados Unidos não fazem muito melhor no bem-estar infantil geral .

29. As aldeias de câncer da China
Locais das comunidades onde as taxas de câncer dispararam recentemente.  (Global Times via Weibo)
Locais das comunidades onde as taxas de câncer dispararam recentemente. (Global Times via Weibo)
O problema da China com "vilas de câncer", ou comunidades onde as taxas de câncer são crescentes, o que pensa-se ser devido ao rápido agravamento da poluição, tornaram-se um problema tão grande que até mesmo comunistas do Partido  sentiram-se obrigados a compartilhar este mapa em mídias sociais chinesas .

30. O que os europeus pensam sobre a União Europeia
Fonte dos dados: Eurobarómetro.  (Max Fisher / Washington Post)
Fonte dos dados: Eurobarómetro. (Max Fisher / Washington Post)
A crise econômica da Europa não é nenhum segredo, mas como as pessoas dentro da União Européia sentem sobre a sua grande experiência coletiva pode muito. Este mapa é uma indicação muito esclarecedora sobre quem a UE tem ajudado, a quem ela prejudicou e que pensam que não deveria contar como realmente Europeia (leia-se: o Reino Unido).

31. Conheça 26 monarquias restantes do mundo
(Max Fisher e Caitlin Dewey / Washington Post)
(Max Fisher e Caitlin Dewey / Washington Post)
Existem apenas duas dezenas , e apenas 11 delas estão realmente ainda está no comando, mas todas tem uma história para contar. Leia uma mini-biografia de cada um aqui .

32. A diversidade do Levante
Clique para ampliar.  Cada cor representa um grupo de idiomas, com tons para cada dialeto.  (<A href =
Este mapa colorido mostra os diferentes grupos étnicos da Síria, Líbano, Jordânia e Israel. Há uma enorme quantidade de história embalado para este canto do mundo - e talvez algumas das mais profundas animosidades étnicas e religiosas em todo o mundo.

33. As potências nucleares, após a Guerra Fria
Clique para ampliar.  (Direito Internacional e Instituto de Política)
Clique para ampliar. (Direito Internacional e Instituto de Política)
A Guerra Fria pode ter terminado, mas suas milhares de ogivas nucleares ainda estão por aí - e muitas vezes ainda divididas ao longo das mesmas linhas. Este mapa mostra em azul os "estados guarda-chuva" russos, que estão formalmente sob a proteção das armas nucleares russas, e em laranja os "guarda-chuvas" protegidos por os EUA / OTAN. As outras cinco potências nucleares - Israel, Paquistão, Índia, China e Coréia do Norte - estão em cinza.

34. Como as pessoas pensam que suas economias estão se portando
Clique para ampliar.  Fonte de dados: Gallup (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: Gallup (Max Fisher / Washington Post)
As pessoas nos países em vermelho são pessimistas sobre a economia de seu país, as pessoas nos países em azul são mais otimistas. Com um punhado de exceções (tosse, tosse, China), os economistas parecem concordar .

35. Um mapa parcial de anomalias geopolíticas
Revisto-map-of-Geopolítica-Anomalias
Cada um desses marcadores vermelhos descaradamente indica algum fenômeno incomum ou original - por exemplo, a Abkházia, o "mal reconhecido estado fantoche" apenas entre a Rússia e a Geórgia. (Leia mais sobre Abkházia e outros países ainda-não-reais aqui .) Meus favoritos podem ser os vários territórios franceses ultramarinos, como a Guiana Francesa, que são simplesmente e precisamente rotulados como "França".

36. Onde os ateus vivem
Clique para ampliar.  Fonte de dados: WIN / Gallup International enquete.  (Max Fisher e Caitlin Dewey / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: WIN / Gallup International enquete. (Max Fisher e Caitlin Dewey / Washington Post)
Abundância de impiedade na China, Japão e alguns países europeus, talvez sem surpresa. Mas há muito mais ateus em lugares como a Arábia Saudita do que você imagina , apesar do fato de que ele é considerado um crime grave por lá.

37. O que o mundo muçulmano acredita, parte 1: a democracia
Clique para ampliar.  Fonte de dados: Pew.  (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: Pew. (Max Fisher / Washington Post)
O primeiro dos três mapas a partir de um amplo estudo sobre as atitudes e pontos de vista no mundo muçulmano ( relatório completo aqui ) mostra que a maioria dos muçulmanos em geral apoia a democracia, com algumas exceções.

38. O que o mundo muçulmano acredita, parte 2: o conflito religioso
Clique para ampliar.  Fonte de dados: Pew.  (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: Pew. (Max Fisher / Washington Post)
Partes significativas de praticamente todas as grandes populações muçulmanas se preocupam com os conflitos religiosos (há uma opinião generalizada em muitos países de maioria muçulmana de que a religião está sob o cerco do mundo exterior). Essa parte é mais da metade em quatro países: Tunísia, Paquistão, Nigéria e Níger.

39. O que o mundo muçulmano acredita, parte 3: assassinatos de honra
Clique para ampliar.  Fonte de dados: Pew.  (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: Pew. (Max Fisher / Washington Post)
A cor vermelha indica os países onde a maioria dos muçulmanos entrevistados acreditam que "crimes de honra" - a prática de matar alguém, normalmente um membro da sua própria família, por ter feito sexo fora do casamento - por vezes, são justificadas. Azul indica os países onde a maioria dos muçulmanos entrevistados acreditam que nunca é justificada.

40. O mundo visto do espaço, ao longo de 12 meses time-lapse
Esta imagem em movimento da NASA, registrada por satélite durante um ano inteiro, como parte de seu projeto de mármore azul , mostra o fluxo e refluxo das estações e vegetação. Ambos são fatores absolutamente cruciais em todas as facetas da existência humana - tão crucial que mal sequer pensar sobre eles. É também um lembrete de que a Terra é, apesar de todas as suas divisões políticas, sociais e religiosas, ainda unificada pelos fenômenos naturais que fazem tudo ser possível.

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