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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Carta aos Missionários


Carta aos Missionários

Sammis Reachers

Você a esperança
Em pés de barro
Você ave de barro
Você asa de barro
Você construto de barro
Como nós, e de quem
Esperamos tanto
Perdoa-nos

Heroicizamos sua vida e cegos achamos
Que o carbono de sua carne
É na verdade aço
Mas você chora e sangra como cada um de nós
Só que com mais frequência
E estamos longe, longe demais e
Alheios demais
Para chorar contigo
Perdoa-nos

A cada carta que arrebenta-se
Contra nossa indiferença, e-mails
Não abertos, o abraço que lhe negamos;
Nossa avareza, deusa lar de quem não nos livramos,
Que nos impede de irmos, segurarmos a corda, intercedermos,
Sequer lembrarmo-nos de que um dia um de nós foi enviado:
Perdoa-nos; ore por nós, ó irmão de mais lágrimas,
Deite-as por nós, os miseráveis do Reino, braço mirrado
De Cristo: pois sequer sabemos de quantas curas carecemos.
E corações ardentes, que de milagres temos fome, de milagres
Tem fome o mundo que nos espera e morre
Enquanto em paz nos deitamos e levantamos, em o nome do Senhor.

Que o Senhor nos perdoe através do teu perdão, meu irmão.

Do livro Antologia de Poesia Missionária - Volume 3. CLIQUE AQUI para baixar.

domingo, 10 de dezembro de 2017

Antologia de Poesia Missionária Volume 3: Uma seleção de Poemas e Frases para inspirar a Igreja em sua Missão

       
      “A poesia é o idioma mais destilado e mais poderoso”, asseverou a poeta americana Rita Dove, ciente de que a poesia é a melhor maneira de comunicar, e comunicar com grandeza, a verdade. E isto é o que uma heterogênea coletividade de poetas cristãos faz, com rara felicidade, nas linhas aqui coligidas: empregam sua lírica para versejar sobre a mais sublime das tarefas dada a um homem – comunicar a tempo e fora de tempo a Verdade, a Boa-nova de Cristo, e Seu poema escrito em sangue naquele rude madeiro. Sim, trabalhar em Deus e por Deus para a obra de salvação dos demais: sobre tal tarefa e sobre aqueles que a executam se desenvolvem estes versos.
        A produção de grandes poetas de saudosa memória como Mário Barreto França, Mirthes Matias, Jonathas Braga e Celso Diniz une-se à de poetas de agora, colaboradores que gentilmente enviaram seus textos para esta seleta. Além de autores pátrios, contamos com textos de autores de todo o mundo, alguns traduzidos especialmente para esta obra, caso, dentre outros, dos poemas do exemplar missionário e verdadeiro herói da fé dos tempos modernos, Charles Studd; de Sarah Judson, segunda esposa do insigne Adoniran Judson, e do pastor e grande promotor missionário porto-riquenho Luis M. Ortiz. E ainda coligimos textos anônimos, alguns cujo conteúdo adaptamos para vestir-lhes de conotação missionária.
        Mas esta é também uma seleta de frases. Sim, muitas: são 48 páginas de frases sobre a missão da igreja, colhidas em livros, revistas, artigos e ainda por nós traduzidas diretamente do inglês e do espanhol. E ao lado dessas frases escritas ou proferidas eminentemente em contexto eclesiástico/missiológico, por aqueles que promovem, sustentam, pensam e fazem a Missão, reunimos também frases motivacionais de origem diversa, tudo isso com o objetivo de ferramentar a igreja para o cumprimento de sua razão de ser terrena, a qual seja, proclamar a cada povo, língua e nação a boa nova de Cristo.
        Assim, após diligente esforço apresentamos aos leitores esta seleta, neste algo inusitado formato de almanaque literário, já consagrado no primeiro e no segundo volumes desta iniciativa, e cujo motivo de ser e conteúdos visam acima de tudo a despertar e avivar o ímpeto missionário de cada cristão e igreja ao seu alcance.
        Compartilhe esta obra e seus textos das formas que lhe parecerem oportunas, pois os campos branquejam e os segadores permanecem ainda poucos em face da gigantesca seara, cujos meandros de mais difícil e inseguro acesso esperam a manifestação dos filhos de Deus.

      Não temos opção outra senão avançar, até que Ele venha! Maranata!
Sammis Reachers, editor

Para baixar o livro pelo site Google Drive, CLIQUE AQUI.
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quarta-feira, 26 de abril de 2017

Seleção de poemas para a Antologia de Poesia Missionária Volume 3 - Participe!


Nos anos de 2010 e 2013 organizei e publiquei, respectivamente,  os volumes 1 e 2 da Antologia de Poesia Missionária. A obra reúne, em ambos os volumes, uma seleção de poemas de incentivo à militância cristã e à obra de evangelização e missões, de autoria de diversos poetas evangélicos. E ainda, uma ampla seleção de frases sobre os mesmos temas de missões/evangelização, recolhidas de livros, periódicos e outras fontes. 
Além de reunir ótima poesia devocional, a ideia maior do livro é suprir conteúdo para a promoção missionária.
Pois bem, acredito que já seja tempo de editar um terceiro volume da antologia. Para isso, aqueles que são autores estão desde já convidados a enviarem para avaliação seus poemas que se enquadrem nas temáticas propostas. E se você não é autor, mas conhece algum texto interessante, por favor colabore com esta obra me enviando o mesmo, ou indicação de onde encontrá-lo.

Os textos e informações podem ser enviados para:  sreachers@gmail.com

Para quem não conhece ou ainda não baixou os dois volumes já publicados, disponibilizamos abaixo o link para download direto pelo Google Drive.

Antologia de Poesia Missionária - Volume 1 - Para baixar, CLIQUE AQUI.
Antologia de Poesia Missionária - Volume 2 - Para baixar, CLIQUE AQUI.

sábado, 10 de setembro de 2016

HINOS MISSIONÁRIOS - Antologia de hinos de teor missionário, coligidos dos hinários tradicionais das igrejas evangélicas brasileiras. Baixe grátis

         

          Amados irmãos, é com alegria que apresentamos e ofertamos a todos o nosso mais novo trabalho, o hinário Hinos MissionáriosEsta obra colige hinos com enfoque missionário e motivacionais ao serviço de evangelização e mordomia cristãs, coligidos dos principais hinários das igrejas tradicionais (históricas) e pentecostais do Brasil.

          Nosso objetivo principal, ao reunir em uma única obra tal quantidade de hinos, é melhor capacitar a igreja brasileira em seu esforço missionário, ampliando o leque de recursos litúrgicos à sua disposição. Indiretamente, ao coligirmos trabalhos de hinários denominacionais, celebramos aquele tipo de comunhão, de união entre cristãos que, pela misericórdia e para a glória de Deus, sempre existiu e tem se tornado a cada dia mais comum no campo missionário, união inter ou transdenominacional sem a qual jamais concluiremos a Grande Comissão que nos foi outorgada pelo Cordeiro.

          Não espere encontrar aqui apenas hinos de teor estrita e explicitamente missional; reunimos, por exemplo, desde hinos de Natal até hinos dedicados ao encerramento de culto, mas que, em alguma de suas estrofes ou versos, faz referência à necessidade de proclamação do Evangelho. Hinos que em maior ou menor grau convidam a igreja e o crente a evangelizar, a proclamar a Boa Nova; que conclamam a abrir a boca “pelo direito de todos os desamparados” (Pv 31.8), a seguir em marcha para a batalha de semeadura e colheita, evangelização e discipulado, “tanto em Jerusalém, como em toda a Judeia e Samaria, e até os confins da terra” (At 1.8).


          Tais tesouros aqui coligidos não são patrimônio de uma ou outra denominação, mas sim depósito dos santos, herança comum à todo aquele que, em fé, deseja ver a Boa Nova que o salvou repartida com todos os povos. Assim, este hinário surge como mais uma ferramenta à serviço da promoção missionária, franqueado à disposição de todos, útil para avivamento e despertamento acerca daquela que é nossa inolvidável obrigação enquanto igreja.

          Os Hinários antologiados foram os seguintes: Salmos e HinosHinos e CânticosCantor CristãoHarpa CristãHinário EvangélicoHinário AleluiaNovo CânticoLouvor e AdoraçãoHinos do Povo de DeusHinário Para o Culto Cristão e Cantai Todos os Povos. O hinário conta com recursos para facilitar sua utilização, como nota introdutória sobre cada hinário antologiado, índice dos primeiros versos dos hinos e índice de autores e tradutores.

           É pois com imenso prazer que oferecemos à irmandade de nossa pátria e de outros solos de amplitude lusófona, esta seleta reunindo uma fração do melhor da hinologia cristã já produzida. Riquezas que são fruto de séculos de abnegado trabalho, empreendido por servos de Cristo conhecidos e anônimos, em nossas terras e alhures.

          Convido você a utilizar este hinário tanto em sua igreja quanto em sua vida devocional, e a compartilhá-lo graciosamente com todos os irmãos ao seu alcance.

Sammis Reachers

Para baixar o Hinário pelo site Google Drive, CLIQUE AQUI.
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Caso queira receber o arquivo diretamente por e-mail, escreva para: sammisreachers@ig.com.br

quinta-feira, 16 de julho de 2015

O amor por Missões na poesia de Myrtes Mathias


OS QUE FICAM
Senhor,
por que me convidas?
Por que consultas minha vontade?
Manda-me como um senhor
que dispõe da escrava,
ou o possuidor de um objeto seu.
A luta contra Tua Vontade
cansa, deprime, mata.
Estou cansada de ser
aquela que queria ir,
aquela que fica no porto,
acenando o lenço.
Um dia me apontaste uma estrela,
amarrei nela o meu ideal
e comecei a subida.
Sei que parar é retroceder,
é deslizar
e por isso insisto:
por que me convidas, Senhor?
Por que consultas minha vontade?
Preciso de paz
contigo e comigo.
A gente foge de várias maneiras:
escondendo-se,
mudando,
tomando um navio para Társis.
No fundo apenas esta necessidade
de sintonização contigo,
de submissão absoluta.
Sei que me entendes,
mas sei também que não amas os tímidos,
os covardes,
e isto me faz menor ainda.
Sabes que não sou rebelde
e que Te amo.
Mas que é isto diante
da imensa necessidade do Teu reino,
da Tua obra que exige ação?
Por que me convidas, Senhor?
Envia-me como um senhor
que dispõe da escrava
ou o possuidor de um objeto seu...

Do livro Menina Sem Nome

Flor de Cacto

O Criador plantou-o no deserto,
deu-lhe areia e pedras por companhia.
A água chega-lhe em gotas
esparsas, egoístas,
tão vaidosas de si mesmas
que mal tocam a terra sedenta.
Gotas que ele absorve,
com reconhecimento,
e transforma, sob a luz do sol,
em mensagem de beleza
quando produz a flor.
Flor que faz menos triste o deserto
e quase bela a solidão.
No campo difícil
que Deus te colocou,
tua alegria é uma flor assim.
Pura e verdadeira,
de dentro e do alto,
derramando-se num sorriso
que faz mais belo teu rosto,
e menos triste a vida dos que te cercam,
dos que esperam por ti.

Do livro Deus Precisa de Você (JUERP)

terça-feira, 19 de agosto de 2014

QUEM É ELE?, poema de David Gomes


QUEM É ELE?

Mas, que é esse de jeito assim cansado
que a sorrir percorre o nosso povoado?
Quem é ele que leva na viagem
um cofo com seu rancho
e a Bíblia com a mensagem?

Já o vi pelos rios, navegando alegre
e o encontro outras vezes em pensões de margem
com o povo bom, com o povo incréu
ele é sempre o mesmo, apontando o céu...

Quanta vez mal chegou e vai seguir além
levando seus tratados, com a mensagem do bem.
Canta e ensina ao povo, chora ao ver a dor
combate o pecado, mas transborda em amor!

Deixou atrás sua gente e o conforto alegre
da cidade festiva, cativante e viva
e veio ao nosso encontro
       sem gáudio
        nem comendas,
a viver nosso drama, a desfazer nossa lenda...

De Deus nos fala e que autoridade!
De amor ensina o ideal que anima.
Quem é ele, afinal, conhece-lhe o sinal?

Uma Junta o mandou,  dizem uns
outros protestam, pois contam sua vinda
como oferta de Deus, risonha e linda...
E ele vai feliz, abrindo seu caminho
escola veio dar,
remédio receitar,
e prega o Salvador
que liberta o mesquinho!

Distância ele não vê, calor jamais reclama.
Encarna em sua calma, o Deus bom que proclama,
a pergunta, no entanto, ainda está no ar:

     Mas quem é esse de jeito assim cansado
     que a sorrir percorre o nosso povoado?

É o missionário, amigo, a luz que o céu proclama
o arauto que o sertão veio tirar da chama,
sacando ao pecado, as almas vis, perdidas,
por Cristo, Salvador, Reconstrutor de vidas!
               Bendito sejas,
                             MISSIONÁRIO!

Do livro Antologia Missionária (Casa Publicadora Batista, 1967)

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Verdades Que Falam ao Coração, livro de poesias de Jairo de Oliveira - Concorra a exemplares!

Clique na imagem para ampliar

O missionário, pastor e escritor Jairo de Oliveira, autor de diversos livros missiológicos e vencedor do Prêmio Areté, traz a público nesta obra sua bela produção poética, numa seleta de poemas que falam sobre temas caros ao cristão, da obra missionária à família, da salvação à adoração. Poemas biblicamente embasados, onde o autor deixa transparecer toda a sua vivência e sabedoria, expressas com a argúcia de quem domina verdadeiramente as palavras. Um livro onde a edificação e o encanto unem-se na perfeição de uma dança, para o pleno deleite dos leitores.
Tivemos a honra de escrever o prefácio desta obra, que conta também com a recomendação de autores como Hernandes Dias Lopes e João Tomaz Parreira, dentre outros.
Um excelente presente de Natal, em preço promocional. Não deixe de adquirir!
Escreva para:  jairinhodeoliveira@gmail.com

CONCORRA A EXEMPLARES AUTOGRAFADOS DO LIVRO - O blog Veredas Missionárias sorteará dois exemplares entre os leitores do blog, autografados pelo autor (serão dois os leitores premiados). Para concorrer, basta deixar um comentário neste post, com seu nome e e-mail para contato.  Simples assim. O sorteio acontecerá no dia 03 de janeiro de 2014, e os vencedores receberão o livro em suas casas.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Pés Que Trazem Boas Notícias, poema de Elio Roldan Anderson


Como são formosos, os teus pés,
missionário, que veio me falar do Evangelho.
Mesmo com essas feridas, cicatrizes e deformações
Os teus pés são muito bonitos.

Foi maravilhoso vê-lo chegando,
dolorido, o corpo exausto,
alegria imensa,
trazendo a notícia...

- Jesus nasceu,
- Jesus morreu,
- Jesus ressuscitou.

E eu, naquele dia, ouvindo mais uma vez essa notícia, 
pus-me a cismar:
Ah, eu não cria, eu não queria acreditar que Jesus, 
o Cristo, é Deus, 
e morreu em meu lugar.

Imaginava no coração o que eu havia aprendido
Achava que eu é quem pagaria por tudo o que havia vivido
E que não havia outro jeito, e, com tudo o que eu tinha feito...
Como é que eu iria pagar?

Imaginava que Deus fosse apenas uma força enorme,
Nunca uma pessoa; e se o fosse, como é que me veria?
Olhar para mim, me amar? Impossível, eu garantia.
E assim eu persistia, vivendo como um verme

Depois do que você me disse, eu fiquei preocupado
Ajoelhei-me, sozinho, em um banco apoiado.
E, na capela vazia, comecei a falar...

“Jesus! Se você é Deus, como me diz esta pessoa,
Eu te peço, me perdoa se não consigo acreditar”
E ali, ainda prostrado, as lágrimas a correr,
Comecei a falar de mim, e tudo eu lhe falei

Falei dos meus desacertos, e dos sonhos que vi morrer,
das tristezas, desenganos, sobre nada eu me calei
Falei do mal que fiz às pessoas, e a quantos decepcionei...
Falei da minha família, daqueles que abandonei

Jesus! Se, de fato, tu és Deus, como dizem estas pessoas
Revela-te, me toca!  Renova a esperança em mim.
Eu preciso ser tocado, curado, perdoado, aceito,
Já não creio mais em mim... Só tu podes dar um jeito.

E, à medida em que falava, eu o sentia mais perto,
E de repente, todo aperto, que eu sofria, se foi
Fui inundado pelo amor que de Jesus emanava
Diante dele eu chorava...
Foi assim que o encontrei.

Tudo mudou então, e nada mais eu temia
Seu sacrifício, que envolveu tanto sofrimento,
Não foi só para aquele momento, mas foi eterno, universal.
Morreu pelo ser humano de qualquer época ou lugar,
E, mesmo tão diferentes, por Sua morte, nos tornamos iguais.

Renova tua esperança, pois existe uma saída...
Estou contigo, meu filho, você não precisa temer
Apenas creia, sossega, renovarei tua vida
Vou curar tuas feridas, você não precisa sofrer

Aquele foi o início de uma vida transformada
A esperança renovada... Agora eu já tinha a paz.
Jesus abriu os caminhos, e mostrando que me amava
Me deu o que eu precisava, e hoje eu não choro mais.

Obrigado, missionário,
Evangelista, pregador
Que Deus abençoe tua vida
E retribua tanto amor.


“Quão formosos são, sobre os montes, os pés do que anuncia as boas novas, que faz ouvir a paz, do que anuncia o bem, que faz ouvir a salvação, do que diz a Sião: O teu Deus reina! “

Isaías 52:7

Visite o blog do autor: http://velhopescador.blogspot.com.br/


sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Antologia de Poesia Missionária Volume 2 - Seleção de poemas e citações sobre Missões neste livro gratuito para você


Em 2010 publicamos a Antologia de Poesia Missionária – uma rica seleta de poemas missionários, e também frases temáticas, para edificação e deleite dos leitores. Tendo colhido uma muito boa recepção, vimo-nos estimulados a encetar agora este segundo volume da Antologia, reunindo desta vez as obras de alguns de nossos maiores poetas evangélicos de ontem, como Myrtes Mathias (1933 – 1996) e Mário Barreto França (1909 – 1983), ao lado de novas e pulsantes vozes.

       Esta antologia cumpre um duplo papel. Podemos dizer que ela é um devocional e uma ferramenta. Devocional em seu objetivo de despertar, reforçar ou reavivar no indivíduo e na igreja o amor e o ardor missionários, sem os quais ambos, o indivíduo e a coletividade de indivíduos comungantes, não são igreja. E também uma ferramenta, por seu conteúdo útil para promotores de Missões, missionários, pregadores, escritores...

       Mesmo que particularmente você não aprecie poesia, lembre-se que esta é uma antologia também de frases. São 28 páginas de citações de teólogos, missiólogos, missionários e outros servos de Cristo cuja opinião e conhecimento são dignos de nota – autores do Brasil e do mundo, de ontem e de hoje.

       Este é um livro gratuito, e lhe convidamos a compartilhá-lo com quantos irmãos você puder. O livro não pode ser comercializado de nenhuma forma, mas você pode copiá-lo, republicá-lo, imprimi-lo para seu uso ou para ofertar a outros - e nós lhe incentivamos a fazer isso!

       Enquanto cristãos, avancemos em nossa colaboração e serviço à igreja e ao mundo, levando cada vez mais longe a chama do Evangelho - e o Evangelho é a pessoa de Jesus Cristo -, salvação gratuita para todo aquele que nele crer.

       Que esses versos e pensamentos possam ser usados pelo Santo Espírito para servir-nos de inspiração e motivação, pois o tempo de Deus é agora. Militemos sem embaraços até que Ele venha!

Sammis Reachers

Para ler o livro online, ou baixá-lo pelo site Scribd,CLIQUE AQUI.

Para baixar o livro pelo site 4Shared, CLIQUE AQUI.

*Caso tenha dificuldades em fazer o download, por favor, solicite-me o envio por e-mail: sammisreachers@ig.com.br

**Você pode redistribuir (sempre gratuitamente) este livro entre seus amigos e contatos, bem como reproduzir este post/livro em seu site, blog ou outra mídia, sem necessidade de prévia autorização.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Antologia de Poesia Missionária, volume 2 - Envie seus poemas!


Em 2010 tivemos o prazer de organizar a Antologia de Poesia Missionária, reunindo dezenas de poemas sobre e para Missões, da lavra de diversos poetas evangélicos de todo o Brasil. No mesmo livro inserimos um apêndice, reunindo uma antologia de frases e citações sobre Missões e Evangelismo, de pensadores, missiólogos, missionários, pastores, escritores etc.
Pois bem, estamos agora preparando o segundo volume desta obra, que objetiva, além de edificar a igreja, servir de auxílio para promotores de missões, missionários, pregadores, pastores, professores de escola dominical e outros empenhados na obra do Mestre.
Neste novo volume, incluiremos uma nova e extensa seleta de frases e pensamentos sobre Missões, além, é claro, de poemas diversos.
Convidamos a você, poeta evangélico que possui genuíno amor pela obra missionária, e que possui poemas dentro desta temática, a enviar seus poemas para avaliação. Caso sejam selecionados, serão publicados na Antologia. O prazo para o envio é até a primeira semana de agosto (07/08/2013). Por isso, não deixe para depois! Contribua com sua arte para a obra missionária, e tenha seu trabalho divulgado.
O livro circulará apenas como livro eletrônico (e-book) gratuito, em livre circulação.

Envie seus poemas para meu e-mail: sammisreachers@ig.com.br

Caso não sejam aproveitados no livro, seus poemas poderão ser publicados no blog Poesia Evangélica.

domingo, 7 de julho de 2013

Kerigma Kyrios - Os Semeadores de Glória


Kerigma Kyrios

Aproxime-se, observe mais de perto
Aquele é Hudson Taylor plantando uma igreja
em solo seco, regando o chão com lágrimas,
despertando a sua fertilidade

Veja o fabricante de máquinas de escrever,
é Underwood enviando seu irmão e muitos mais
para os confins do mundo

Aquele é Carey traduzindo para esclarecer
Elliot morrendo para renascer
Truxton voando para alcançar
Townsend traduzindo e ensinando a traduzir
todos queimando-se
pela causa única que existe,
a causa da Cruz.

Venha, junte-se ao time 
venha morrer pregar traduzir
venha para o centro do Corpo Santo,
a Guarda Imperial do Deus de vivos e de mortos
Finque sua bandeira na Rocha das Ressurreições
e faça dela sua bandeira, e avance sem olhar para trás

Há dois mil anos Ele deixou a convocação
Venha senhor, venha menina,
 ser um ambulante kerigma,
uma Proclamação
como Kalley no Rio de Janeiro
Thompson em meia América Latina
Livingstone em meia África
Lottie Moon na China, Adoniram Judson na Birmânia
valdenses e morávios indo sem medo por todo o mundo
venha para os últimos da terra,
venha ser um dos últimos dentre os homens
como Paulo,Timóteo e Silas, e com eles
venha para ocupação dos tronos no Reino dos Céus

Cristo foi e é um abraço de Deus nos despedaçados
Deflagrador da revolução contra a opressão milenar da Morte
venha para a ação missionária, venha ser
um pedaço, uma ampliação desse abraço
um agente avançado da revolução cristã
soldado especializado em infiltração & sabotagem
sabotando as fortalezas de Satanás
buscando longe
buscando fundo
buscando os inalcançados.

Não importa a sua idade: Seu Senhor, sua Pátria Celestial
precisam de você: sua ação seus joelhos seus recursos
sua VIDA

Missionários: Ponta de lança, ponta de espada,
vanguarda das forças de Cristo.

Amigo, amiga, venham!

Abracem a mais honrosa ocupação do Universo: Sejam semeadores da glória de Deus!

Sammis Reachers

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Alegoria missionária: O Clamor do Indígena



O Clamor do Indígena

(Alegoria: um jovem, vestido de índio, com arco e flecha. Um fundo de floresta. A lua boia no céu. Um toque surdo a bombordo, ao longe.)

- Tupã! Tupã! Deus do trovão, do raio,
das chuvas e do fogo que devora,
ouve este meu clamor da alma nascido,
dá-me do teu amor que revigora!

Nas selvas nascido,
por males ferido,
suplico a Tupã,
das noites serenas,
em horas amenas,
ao pôr da manhã!

Nasci na taba, ao toque surdo e triste
da gaita e do boré. Rompia ao longe
a fria madrugada. Espesso véu
cobria a terra, como um véu de monge!

A lua, branca, era um espelho argênteo
refletindo, na face, aquele lago...
A graúna cantava no arvoredo,
madura fruta dava o doce bago.

O céu – era um pálio aberto,
a mata – um vasto deserto
onde a areia era – a folhagem!
E a brisa, fria e gemente,
cantando um hino dolente,
tinha por harpa – a ramagem!

Nasci assim, nessa hora um tanto aziaga,
nessa hora, quando o grito dos selvagens,
jogando a tora, pelo espaço troava,
um tom álacre dando as mil paisagens!

E agora, sem Deus,
chorando a desdita,
me fico a cismar...
Quem dera, quem dera,
a História de Cristo
poder escutar!

Ouvi falar de um Homem, certa vez,
lá para as bandas da Judéia antiga,
que morrera na cruz para livrar-nos
de tristezas, de dores e fadiga!

E nunca mais me falaram
do Amor desse Homem Bendito,
- tão grande como o Infinito...
Oh! nunca mais me contaram!

Morrer na ignorância,
que vindo da infância
irá até a morte!
Ai, que sorte ingrata...
Tanta dor me mata,
e eu ainda tão forte!

Se aqueles homens brancos da cidade
mandassem nos contar a bela História
- somente para nós...
Conhecemos, apenas, campos, matas,
pescarias, caçadas, danças, guerras,
as nascentes de rios caudalosos,
até a sua foz!

Mas, espera, índio sedento!
Tupã ouviu teu lamento,
brancos mandou para cá...
Eles vem trazer a Luz
do Homem que morreu na cruz
o Perdão a todos dá!

Eles vêm! Porém, se um dia
deixando a sua terra,
o índio triste, chorando,
pouco a pouco vai voltando
às danças, ao crime, à guerra!

O índio é valente,
feroz, mas temente
ao grande Tupã!
Tem alma que fala...
da morte salvá-la
não é cousa vã!

Ó, branco, tem pena!
O índio te acena
com o seu coração!
Ó branco, ouve o brado
de quem, sendo escravo,
também é irmão!

E quando a morte vier buscar na selva densa
a alma do índio cansado, após a luta intensa
da vida laboriosa,
por certo, ele que creu na doce e bela História
do Salvador – terá por recompensa a Glória
que todo o justo goza!
Bendirá, para sempre, o esforço e o amor ingente
de quem mandou e foi levar alegremente
às selvas o Clarão!
Bendirá quem deixou o conforto e a cidade
para levar-lhe a Luz, a Paz e a Liberdade,
ao índio dando a Mão!

Pr. Alfredo Mignac

No livro Horas Vibrantes (1939)

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