sexta-feira, 3 de outubro de 2014

As estratégias evangelísticas de Paulo - Hernandes Dias Lopes


Hernandes Dias Lopeshttp://hernandesdiaslopes.com.br/

Paulo foi o maior missionário da história da igreja. Investigar o conteúdo da sua mensagem e a relevância de seus métodos é um desafio para a igreja contemporânea. Na busca do crescimento da igreja, não precisamos recorrer às novas técnicas engendradas no laboratório do pragmatismo, mas devemos nos voltar ao exemplo daquele que foi o maior bandeirante do Cristianismo. Algumas estratégias de Paulo merecem destaque:
1. Paulo sempre buscou as sinagogas para alcançar os religiosos. Sempre que Paulo chegava em uma cidade, procurava ali uma sinagoga. Sabia que nesse ambiente religioso, judeus e pessoas tementes a Deus se reuniam para estudar a lei e orar. Seu propósito era argumentar com essa pessoas, a partir do Antigo Testamento, que o Jesus histórico é o Messias, o Salvador do mundo. Não podemos perder a oportunidade de pregar a Palavra nos templos, onde pessoas religiosas se reúnem, para expor a elas as Escrituras e por meio delas apresentar-lhes Jesus.
2. Paulo sempre aproveitou os lugares seculares para alcançar as pessoas não religiosas. Tanto em Corinto como em Éfeso, Paulo lançou mão desse recurso. Não podemos limitar o ensino da Palavra de Deus apenas aos locais religiosos. Em Corinto Paulo ensinou na casa de Tício Justo e em Éfeso, na escola de Tirano. Paulo ia ao encontro das pessoas, onde elas estavam. Era um evangelista que tinha cheiro de gente. Estava nas ruas, nas praças, nas escolas. Era um pregador fora dos portões. Ainda hoje podemos e devemos usar esses recursos. Podemos e devemos plantar igrejas, usando espaços neutros, como fábricas, escolas e hotéis. Muitas pessoas que, ainda hoje, encontram resistência para entrar num lugar religioso não oferecem qualquer resistência para ir a um lugar neutro.
3. Paulo sempre utilizou os lares como lugares estratégicos para a evangelização e o ensino. Paulo ensinava publicamente e também de casa em casa, testemunhando tanto a judeus como a gregos o arrependimento e a fé em Cristo Jesus. Paulo era um evangelista e um mestre. O lar sempre foi um lugar estratégico para o crescimento da igreja. Na igreja apostólica não havia templos. As igrejas se reuniam nas casas. E a partir desses núcleos, a igreja espalhou-se e multiplicou-se por todo o império romano. O lar deve ser uma embaixada do reino de Deus na terra, uma agência de evangelização e uma escola de discipulado.
4. Paulo sempre plantou igrejas em cidades estratégicas. Paulo foi um pregador fiel e relevante. Ele lia o texto e o povo. Conhecia as Escrituras e a cultura. Jamais mudou a mensagem, mas sempre buscou os melhores métodos para alcançar os melhores resultados. Por isso, fixou-se nas cidades mais importantes do império, porque estava convencido de que a partir dali, o evangelho poderia se espalhar para outros horizontes. Nas quatro províncias que Paulo plantou igrejas, as províncias da Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia Menor, procurou sempre se estabelecer em lugares geográfica, econômica e religiosamente importantes, pois sabia que as igrejas nessas cidades tornar-se-iam multiplicadoras na evangelização mundial.
5. Paulo sempre acreditou no poder da verdade para convencer e converter os corações. Paulo pregou com lágrimas, mas sem deixar de usar seu cérebro. Por onde passou, dissertou sobre a verdade das Escrituras e persuadiu as pessoas a crerem em Cristo. Ele dirigiu-se à mente das pessoas e tocou-lhes o coração. Paulo rejeitou a sabedoria humana, mas não a sabedoria divina. Ele não confiou nos recursos da retórica, mas usou todos os argumentos lógicos e racionais, na dependência do Espírito, para alcançar as pessoas com o evangelho. Hoje, à semelhança de Paulo, precisamos de pregadores que conheçam a verdade; pregadores que ousem pregá-la com clareza, exatidão e poder.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

John Stott: A perspectiva global da igreja

John Stott

Deus, nosso Salvador [...] deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade. [1 Timóteo 2.3-4]
O que chama atenção de imediato nos primeiros sete versículos de 1 Timóteo 2 é a repetição por quatro vezes (e por certo deliberadamente) da expressão “todos os homens”, com o sentido de “todas as pessoas”.
Primeiro, a igreja deve orar por todos. Não somente por todas as pessoas em geral, mas especialmente pelos reis e pelos líderes das nações, para que preservem a paz — mesmo que naquele tempo não houvesse nenhum governante cristão em lugar algum do mundo.
Segundo, o desejo de Deus diz respeito a todos. Deus quer que todos sejam salvos (v. 4). Ou seja, a igreja deve demonstrar interesse por todas as pessoas, pois Deus se interessa por todos. Além disso, a universalidade da mensagem do evangelho repousa sobre a unicidade de Deus: “Pois há um só Deus” (v. 5). O principal fundamento para as missões mundiais é o monoteísmo.
Terceiro, Cristo se entregou como resgate por todos. “Há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus, o qual se entregou a si mesmo como resgate por todos” (v. 5-6). Não é suficiente afirmar que há somente um Deus; devemos acrescentar que há somente um mediador, um Salvador — o Filho de Deus, que se tornou “o homem Cristo Jesus” através de seu nascimento e se entregou a si mesmo, em sua morte, como resgate por nós. É importante manter essas três palavras juntas — homem, resgate e mediador; elas remetem ao nascimento, à morte e à ressurreição. Deus primeiro se tornou homem para então nos resgatar, por isso não há nenhum outro mediador. Ninguém mais possui essas qualificações.
Quarto, a proclamação do apóstolo diz respeito a todos. Paulo foi chamado para ser apóstolo, arauto e mestre aos gentios (ou seja, a todas as nações). Embora atualmente não existam mais apóstolos comparáveis a Paulo, há uma necessidade urgente de mais arautos e mestres do evangelho.
Resumindo, a igreja deve orar por todos (v. 1) e pregar a todos (v. 7). Por quê? Crisóstomo, um dos Pais da Igreja, nos dá a resposta: “Para imitar a Deus!” Como o desejo de Deus e a morte de Cristo dizem respeito a todos, então a missão da igreja também deve ser para todos. Cada igreja é parte de uma comunidade local, mas deve ter uma perspectiva global.


quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Baixe e imprima diversos cartazes que vão lhe auxiliar na obra missionária

Dentro de nossa proposta de oferecer recursos, ainda que humildes, para servir às igrejas, elaboramos mais uma vez diversos cartazes temáticos, que podem ser usados para evangelização e para conscientizar a sua igreja sobre a importância de evangelizar e fazer Missões. Há também cartazes para crianças, e ainda cartazes contra as drogas. Confira! E ajude-nos, espalhando esses materiais entre outros irmãos e igrejas de seu conhecimento.



JESUS: PROCURADO e outros cartazes



Traduzimos e adaptamos um antigo cartaz evangelístico, originalmente elaborado na década de 60 por uma Missão norte-americana que era uma ramificação da Cruzada Estudantil e Profissional para Cristo. Um excelente e criativo recurso para evangelização, principalmente de jovens.


Junto também disponibilizamos mais três cartazes para incentivar sua igreja a evangelizar. 
Imprima e espalhe à vontade! O arquivo está em formato PDF.

Para baixar pelo site 4Shared, CLIQUE AQUI.
Para baixar pelo site Scribd, CLIQUE AQUI.

____________________________________

Cartazes contra o uso de drogas, álcool e cigarros


Elaboramos uma série de seis cartazes simples, em tamanho A4 e preto-e-branco, com mensagens de combate ao uso de drogas, álcool e cigarro. Para tal, valemo-nos tanto da criação 'pura' como da adaptação de materiais/mensagens já disponíveis na internet, como a mensagem sobre o álcool solvente, ou o cartaz da caveira formada por drogas, que é um cartaz do artista americano Jude Landry, e que nós traduzimos. São materiais ideais para você imprimir e tirar cópias, e espalhar por sua comunidade, e em murais de escolas, faculdades, empresas etc.
Outra dica: note que os cartazes sobre álcool e cigarro possuem dois modelos de cada um: em um está inserida uma pequena mensagem evangelística, e no outro não, para que ele possa ser veiculado em locais onde é proibida ou mal recebida a mensagem religiosa.
O arquivo com os cartazes está em formato PDF.

Para baixar o arquivo pelo site 4Shared, CLIQUE AQUI.
Para baixar (ou visualizar online) pelo site Scribd, CLIQUE AQUI.






______________________________________________





Cartazes para Escola Bíblica Infantil, com o 
foco em Missões e Evangelização


Desta vez disponibilizamos uma série de 9 cartazes, em preto e branco, para serem utilizados com crianças (Departamento Infantil, EBI, EBF, Culto Infantil etc.). 
São cartazes que podem ser coloridos pelas crianças, e cujo foco é incentivá-las a evangelizar e apoiar Missões. Há ainda um bonito cartaz para você marcar os aniversariantes do mês.
O arquivo está em formato PDF.

Para baixar o arquivo pelo site 4Shared, CLIQUE AQUI.
Para baixar (ou visualizar online) pelo site Scribd, CLIQUE AQUI.



Caso não consiga realizar o download dos arquivos, por favor solicite-me o envio por e-mail:sammisreachers@ig.com.br

































sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Pedalando no Sertão - Documentário sobre o missionário que evangelizou o sertão montado numa bicicleta

O Pr. Ubiratã Souza evangelizou pessoas do sul do Piauí e do oeste da Bahia
Debaixo de sol, sobre duas rodas de uma bicicleta, com poucos recursos, mas com muita vontade em levar a Palavra de Deus, assim, por muitos dias, foi a rotina do pastor e missionário Ubiratã de Souza que, desde os 22 anos, tem dedicado grande parte do seu tempo em ganhar vidas para Jesus.
“Quando ainda era jovem, Jesus me apareceu. Vi Suas mãos, Seu sangue e demônios correndo. Desde esse dia não parei mais de pregar o evangelho; dizer que Cristo é o salvador de nossas vidas e que grandes coisas Deus têm feito por nós”, explicou Ubiratã.
Pastor Ubiratã
Pastor Ubiratã
O pastor, que não imaginava ganhar este título, logo após seu encontro com Jesus, comprou um chapéu, no qual escreveu: “Ao Deus Desconhecido”, baseado passagem bíblica de Atos 17.23; e saiu de bicicleta pelo sul do Piauí e o oeste da Bahia evangelizando pessoas carentes – (“Porque, passando eu e vendo os vossos santuários, achei também um altar em que estava escrito: AO DEUS DESCONHECIDO. Esse, pois, que vós honrais, não o conhecendo, é o que eu vos anuncio” – Atos 17.23).
Segundo Ubiratã, ele visitou diversos lugares, pregando a Palavra de Deus, bem como vendo milagres acontecerem. Além disso, muitas pessoas se converteram e também serem batizadas. Quantos aos quilômetros percorridos em cima de duas rodas, o pastor declara que esses são incalculáveis.
“Certo dia, minha netinha estava chorando muito. Várias pessoas a pegavam no colo, mas ninguém conseguia fazer com que ela parasse de chorar. Então, o pastor Ubiratã veio até a minha casa, orou e a criança urinou bastante. Logo em seguida, ela parou de chorar”, contou Terezinha, moradora do Estado do Piauí.
Pastor Ubiratã
O documentário
O “Pedalando no Sertão” surgiu por meio de um encontro entre o cineasta, Ricardo Reis, e o missionário e pastor Ubiratã, durante a Conferência da Igreja Cristã da Família.
Ao ter conhecimento da história do pastor, Ricardo, junto a outras pessoas como Matheus Ortega, Saulo Augusto, Afonso Flores, Bruna Manzoli, Vanessa Laitano e José Nilson Rodrigues, decidiu documentar a vida deste homem que tem sido uma inspiração para muitos cristãos.
Segundo o diretor do documentário, Matheus Ortega, a produção do filme teve vários objetivos, os quais foram todos alcançados. “Impactamos a juventude cristã; honramos a vida do Pr. Ubiratã e sua família; e arrecadamos fundos e apoio para o Sertão brasileiro. Para nossa surpresa, também conseguimos enviar mais de R$ 50 mil para o Sertão do Brasil; e muitos jovens se interessaram em realizar missões no local”.
Gravações do documentário "Pedalando no Sertão"
Gravações do documentário “Pedalando no Sertão”
Ainda, segundo Matheus, a produção do documentário durou seis meses e foi realizada de forma totalmente voluntária. “Por meio deste filme, conseguimos realizar o sonho de retratar a história de um verdadeiro homem de Deus. Não contávamos com recursos para realizar uma mega produção, no entanto, contamos com a força de vontade e talentos de todos os envolvidos”, explicou. “Além disso, aprendi que não precisamos de muito para servirmos no Reino de Deus. Assim como o Pr. Ubiratã falou e viveu, o que precisamos é de força de vontade e disposição, pois Deus faz o resto”, finalizou.
Equipe de produção do documentário:
Direção: Matheus Ortega
Direção de Fotografia: Ricardo Reis
Produção: Ricardo Reis e Saulo Augusto
Som Direto: Afonso Flores
Assistente de Direção: Bruna Manzoli
Edição: Vanessa Laitano
Ator que interpretou o Pr. Ubiratã: José Nilson Rodrigues
Trilha Sonora: Palavrantiga, Susana de Oliveira, Carlinhos Veiga, Roberto Diamanso e Salvador Rodrigues.
Se você tem interesse em conhecer um pouco mais sobre a história deste homem que tem vivido para realizar a obra do Senhor, acesse vimeo.com e não deixe de assistir ao documentário “Pedalando No Sertão”.
Fotos: Arquivo do documentário

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Fazendo funcionar uma secretaria de missões


Não basta apenas criar uma Secretaria de Missões apenas por criar, é necessário que esta Secretaria funcione realmente, exercendo fielmente as atividades para a qual foi criada.
Certo missionário disse certa vez: “Secretaria de Missões, é tudo muito bonito, mas na prática não funciona”. Ele disse isso por estar a vários anos no campo missionário sem nunca receber uma carta da Secretaria de Missões, ou membros de sua igreja; em dois anos só tinha recebido uma carta do seu Pastor. É claro, que isto, infelizmente continuará a acontecer, mas não deve ser regra e sim exceção. Pois cabe a igreja, através da Secretaria de Missões dar o apoio financeiro, moral, emocional e espiritual ao missionário no campo.
A Secretaria de Missões tem a obrigação de manter a igreja sempre bem informada a respeito de seus missionários e também da obra missionária de maneira geral e abrangente.
Abaixo vamos ver quais são as funções básicas de uma Secretaria de Missões:
  1. Coordenar toda a ação missionária da igreja, em parceria com o Pastor Local;
  2. Envolver a igreja em oração intercessória constante pelos missionários;
  3. Informar a igreja das vitórias, necessidades e motivos de oração de missionários;
  4. Manter contato com missionários que estão no campo, prestando o apoio moral, e também estimular a outros irmãos que façam o mesmo;
  5. Descobrir vocações, apresentá-las a igreja e cuidar de todo o preparo transcultural do vocacionado;
  6. Promover cultos missionários, conferências, seminários, cursos e outras atividades similares para o despertamento e maior envolvimento da Igreja;
  7. Organizar uma biblioteca missionária;
  8. Se possível organizar um boletim informativo missionário;
  9. Adquirir cartazes, bandeiras, e outros materiais de ornamentação que desperte para a obra missionária;
  10. Arrecadar recursos para a obra missionária, promovendo todos os meios de mobilização para arrecadação de fundos. Uma boa maneira é incentivar cada crente a ter seu carnê missionário para que ele possa contribuir sistematicamente todos os meses. Incentive-o depois de acabar um a pegar um outro novo;
  11. Apresentar a Igreja relatório financeiro, bem como das atividades dos missionários;
Organize comissões de trabalho. É importante que todos os membros da Igreja estejam envolvidos, pois, além de ajudar nos serviços, estarão colocando a mente e o coração na obra missionária.

Trecho de artigo retirado de: http://www.semipa.org.br/?page_id=175
Via Miaf

terça-feira, 19 de agosto de 2014

QUEM É ELE?, poema de David Gomes


QUEM É ELE?

Mas, que é esse de jeito assim cansado
que a sorrir percorre o nosso povoado?
Quem é ele que leva na viagem
um cofo com seu rancho
e a Bíblia com a mensagem?

Já o vi pelos rios, navegando alegre
e o encontro outras vezes em pensões de margem
com o povo bom, com o povo incréu
ele é sempre o mesmo, apontando o céu...

Quanta vez mal chegou e vai seguir além
levando seus tratados, com a mensagem do bem.
Canta e ensina ao povo, chora ao ver a dor
combate o pecado, mas transborda em amor!

Deixou atrás sua gente e o conforto alegre
da cidade festiva, cativante e viva
e veio ao nosso encontro
       sem gáudio
        nem comendas,
a viver nosso drama, a desfazer nossa lenda...

De Deus nos fala e que autoridade!
De amor ensina o ideal que anima.
Quem é ele, afinal, conhece-lhe o sinal?

Uma Junta o mandou,  dizem uns
outros protestam, pois contam sua vinda
como oferta de Deus, risonha e linda...
E ele vai feliz, abrindo seu caminho
escola veio dar,
remédio receitar,
e prega o Salvador
que liberta o mesquinho!

Distância ele não vê, calor jamais reclama.
Encarna em sua calma, o Deus bom que proclama,
a pergunta, no entanto, ainda está no ar:

     Mas quem é esse de jeito assim cansado
     que a sorrir percorre o nosso povoado?

É o missionário, amigo, a luz que o céu proclama
o arauto que o sertão veio tirar da chama,
sacando ao pecado, as almas vis, perdidas,
por Cristo, Salvador, Reconstrutor de vidas!
               Bendito sejas,
                             MISSIONÁRIO!

Do livro Antologia Missionária (Casa Publicadora Batista, 1967)

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

21º Congresso Missionário de SEMIPA


21º Congresso de SEMIPA já tem data para acontecer, de 13 a 20 de setembro, no parque de exposições de São José do Vale do Rio Preto – RJ. Este ano, já temos confirmada a presença do Pr. Elias Torralbo, Jean Max, Nerildo Accioly, Angelo Galvão, dentre outros.

Te esperamos aqui!

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

19 maneiras fáceis de despertar os seus amigos para as Nações (e 5 maneiras para garantir que eles fiquem longe delas)



Dicas para aproximar seus amigos da realidade missionária, despertando o interesse e a curiosidade sobre outros povos/países. Traduzido e adaptado para a realidade brasileira por Veredas Missionárias, a partir de Mission Catalyst .

Todos nós sentimos isso, não é? Você experimenta algo bonito, legal, ou incrível, e você tem de compartilhá-lo com alguém. Talvez seja um livro, um lugar, um pensamento ou uma descoberta. Seja como for, você quer que as pessoas mais próximas a você saibam! Você quer que seus amigos e familiares compartilhem a alegria e admiração que você sente.
Quando a "coisa legal" é o amor de Deus pelas nações, e particularmente a sua preocupação com as pessoas atualmente sem acesso à Boa Nova do Evangelho, a sua preocupação não é apenas que eles admirem o que você compartilha, mas que eles juntem-se para resolver o problema.
Assim, a “mobilização prática" realmente significa apenas "venha compartilhar esta paixão e inclinar o ombro a este trabalho comigo." Em junho nós vimos 75 maneiras de colocar o seu dinheiro para uso em Missões . Confira agora essa lista de formas simples, baratas e eficazes para trazer seus amigos para a sua obsessão.

19 maneiras fáceis de introduzir os seus amigos para as Nações

1.      Comprar-lhes um livro. Ridiculamente antiquado? Pode apostar que sim. Mas também ainda eficaz. Eu sou quem eu sou hoje, em parte, devido ao livro In The Gap: O que significa ser cristão no Mundo, de David Bryant . Procure por livros de Missões, mas também por livros em geral (viagens, história etc.) que podem introduzir os leitores a uma parte do mundo que eles provavelmente não poderiam descobrir sozinhos.
2.      Os seus amigos são mais inclinados para filmes do que livros? Por que não fazer uma viagem de poltrona para a África ou Ásia? Acesse essa listagem de filmes que vão colocá-los em contato com outras culturas.
3.      Expresse sua necessidade de ajuda em organizar uma classe ou evento missionário. Pense em convidar alguém com as palavras: "Você tem uma habilidade que me falta.Você pode me ajudar com isso? "
4.      Leve-os em uma viagem de missões de curtíssimo prazo, ou impacto evangelístico. Você pode ainda visitar e servir um grupo de pessoas não alcançadas em sua cidade ou nas proximidades. Pode iniciar com algo que dure pelo menos metade de um dia, mas não mais do que dois dias.
5.      Convide-os a participar de um grupo de oração de curto prazo por Missionários e pelas Nações; por exemplo, 15 minutos antes de irem para a igreja, ou antes de iniciar-se o culto, por quatro semanas. E até mesmo um menor compromisso: Pergunte ao seu pequeno grupo ou igreja, se você pode realizar uma oração mundial, uma vez por mês.
6.      Faça em sua próxima reunião, um pequeno prato de culinária estrangeira, e incentive os participantes a trazerem algo de uma parte diferente do mundo. Considere abrir a sua cópia do livro Intercessão Mundial, de Patrick Johnstone, e orar pelas nações representadas pela comida.
7.      Leve seu amigo para comer comida indiana. Ou etíope. Nervosismo sobre o desconhecido vai manter muitas pessoas afastadas de desfrutar destes pratos fascinantes - e as culturas complexas e belas por trás deles. Sua experiência e incentivo podem abrir novas portas.
8.      Leve-os para conhecer um professor estrangeiro visitante na sua universidade. Ou deixe o carro na garagem e assistam a uma palestra TED ministrada por um inovador brilhante de uma outra cultura (as palestras TED levam de cinco a no máximo 20 minutos, e são ministradas por especialistas de todo o mundo, apresentando ideias e inovações de todos os campos do conhecimento humano. Veja AQUI o diretório dos vídeos já legendados em português).
9.      Convide-os a contribuir para o trabalho focado especificamente em um povo não alcançado. Jesus estava certo sobre a proximidade de nossos corações em relação ao nosso tesouro (Mt 6.21).
10. Convide-os para participar de um culto ou congresso de Missões, seja em sua igreja ou em outro lugar. Especialmente se você souber que pregador ou missionário que ministrará possui uma pregação/testemunho impactante. Considere também convidá-los para fazer um curso introdutório ou básico de Missões (há opções de cursos à distância, por correspondência ou online – veja sobre cursos AQUI). 
11. Apresentá-los a músicas significavas para mobilizar para Missões. Na rádio online Veredas disponibilizamos mais de 140 músicas focadas em Missões/Evangelização/Chamado, de diversos artistas. Confira AQUI.
12. Vão conhecer estudantes ou trabalhadores internacionais juntos. Encontre lugares onde vocês poderão conhecer alguns. Uma boa forma de abertura é: vá com o objetivo de aprender um pouco de árabe ou outra língua de sua escolha. Poucos falantes nativos irão se espantar de alguém tentando aprender a sua língua.
13. Convide seus amigos para participar do programa de intercâmbio de uma universidade ou escola próxima, abrindo sua casa para receber e hospedar um estudante de outro país.
14. Tome um amigo com você para ser voluntário em um programa de assistência aos refugiados em seu estado ou região. Por exemplo, o Brasil tem recebido ultimamente diversos refugiados sírios, que chegam aqui fugindo da guerra civil.
15. Visitem uma mesquita, templo ou local de cultos de algum povo estrangeiro juntos (você não estará traindo Jesus!).
16. Leve as crianças ou o seu grupo da igreja em uma gincana cultural – em alguma exposição num museu dedicada a algum país, ou em algum bairro de imigrantes localizado em sua cidade ou região (caso exista).
17. Não seja chato com isso, mas fale sobre como Jesus era profundamente conectado com as pessoas que estavam para além do fluxo principal de sua cultura, muitas vezes aquelas mesmas pessoas que os religiosos queriam evitar (samaritanos, soldados romanos, prostitutas etc.)!
18. Se você estiver atuando no ministério missionário, convide seus amigos para orar e apoiar você.
19. Faça perguntas ao seu amigo de forma que você possa encontrar um terreno comum, ouvir as suas paixões, e ouvir as suas preocupações. Isso pode acontecer melhor durante um café (ou chá) e com tempo dedicado a isso, durante o qual você poderá introduzir assuntos missionários pertinentes e condizentes com as paixões de seu amigo.

Bônus: Cinco maneiras para garantir que eles Fiquem Longe

Quer que seus amigos fiquem longe de seu interesse/envolvimento em missões? Estes hábitos devem fazer com que o truque funcione com folga:

1.      Constantemente humilhar ou menosprezar a cultura de origem de vocês, dando a  entender que ela não é tão boa / pura / legal como a cultura estrangeira com que você está envolvido.
2.      Constantemente criticar sua igreja (dirigindo palavras particularmente desagradáveis sobre o seu pastor) por não se preocupar com o "verdadeiro coração de Deus".
3.      Agir como se Deus só amasse as pessoas que não são como você e seus amigos. Ou dar a entender que talvez Ele apenas goste mais delas.
4.      Tocar constantemente trombeta sobre suas viagens e realizações missionárias no exterior, enquanto apenas mascara seu desdém para o evangelismo e missões "locais".

5.      Não se importar com seus amigos. Ter cuidados apenas para com a sua “causa”.

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...