segunda-feira, 16 de julho de 2018

A Festa de Josué - Recurso visual para ensinar crianças sobre a Grande Comissão


O Joshua Project (Projeto Josué) é uma organização dedicada a estudar e listar os povos ainda não-alcançados e mobilizar a igreja para que se engaje no alcance dos que nunca ouviram falar de nosso Senhor Jesus Cristo.
Um dos muitos recursos que o Joshua Project disponibiliza para a igreja é o material A Festa de Josué (Jess's Party), que traduzimos para o português. Ele narra, em linguagem simples e com ilustrações, a história de Josué, um jovem que resolveu dar uma festa, e para isso convidar os amigos de todas as casas vizinhas. Josué encarrega seu amigo Leo de entregar os convites. Mas, durante a festa, Josué percebe que faltaram alguns de seus amigos. Isso porque Leo deixara de entregar os convites a todos, pois havia começado a chover e o caminho ficara enlameado... Ainda assim, em plena festa, Josué resolve reunir todos os amigos ali presentes e juntos saem para convidar os que faltaram. Assim, a festa fica completa, POIS O CONVITE CHEGOU PARA TODOS.
Como você deve ter percebido, essa estorinha ilustra a questão dos povos não alcançados da Grande Comissão que nos foi legada por Jesus, e nossa obrigação de alcançar a cada "casa" (povo, língua e nação da Terra) com o "convite" (as Boas Novas de salvação) para a "Festa" (a vida eterna com Cristo). 
Um excelente recurso para ensinar missões aos nossos pequeninos!

Para baixar o arquivo (24 páginas em formato pdf) pelo Google Drive, CLIQUE AQUI.

quarta-feira, 11 de julho de 2018

II Congresso da Aliança Evangélica Pró Ribeirinhos - Manaus/AM



A Aliança Evangélica Pró Ribeirinhos (AEPR) que converge, à cinco anos, esforços de várias organizações e Igrejas envolvidas em ações missionárias junto aos Ribeirinhos convida você, interessado em se envolver no alcance dos povos da Janela Amazônica, à estar conosco no II Congresso da AEPR (03-06 0ut-18). Este é um excelente espaço para entendermos melhor a região, orientar nossas estratégias e iniciar novas possibilidades de projetos e parcerias num ambiente com vários líderes de diferentes organizações atuantes no alcance na região.



Então, acesse o link abaixo e faça sua inscrição.

Divulgue junto aos seus parceiros e conhecidos com corações dispostos em participar deste desafio missionário! tr
amos lá!

sexta-feira, 6 de julho de 2018

As cinco responsabilidades da Igreja em Missões



As cinco responsabilidades da Igreja em Missões

A Igreja Local é fundamental na responsabilidade das missões mundiais. Ela tem vários papéis importantes a realizar, se quisermos ter sucesso em cumprir a Grande Comissão que nosso Senhor Jesus Cristo nos deixou. Abaixo listamos as diferentes responsabilidades relacionadas à Grande Comissão.


1. A igreja local tem a responsabilidade de TREINAR futuros missionários transculturais.
Ideias práticas para cumprir essa responsabilidade:
·        Oferecer um bom treinamento bíblico (base bíblica de missões) através da escola dominical, sermões, etc.
·        Manter uma ênfase na igreja na Grande Comissão, através de visitas de missionários, conferências e programas especiais sobre missões mundiais.
·        Oferecer viagens de curta duração para os membros da igreja visitarem ou ministrarem com missionários em diferentes partes do país e do mundo.
·        Oferecer oportunidades para o ministério dentro e fora da igreja de maneira constante.
·        Orar regularmente e com fervor para que Deus os use para treinar futuros missionários transculturais.

2. A igreja local tem a responsabilidade de RECRUTAR potenciais missionários transculturais.
Ideias práticas para cumprir essa responsabilidade:
·        Selecionar cuidadosamente os jovens ou outros membros com maturidade espiritual e com os dons e habilidades necessários para o ministério e incentivá-los a considerar as missões.
·        Apoiar os alunos enquanto se preparam para o ministério em um instituto bíblico ou seminário.
·        Orar regularmente e com fervor para que Deus envie missionários transculturais de sua igreja local em obediência à Grande Comissão.

3. A igreja local tem a responsabilidade de PREPARAR missionários transculturais.
Ideias práticas para cumprir essa responsabilidade:
·        Acompanhar ativamente o candidato para ajudá-lo a descobrir a vontade de Deus em relação à agência missionária com a qual ele deveria ir e para qual país.
·        Organizar uma equipe de membros da igreja para se reunir regularmente com o candidato e ajudá-lo a se preparar para sua partida.
·        Apresentar o candidato a outras igrejas para ajudá-lo a obter apoio financeiro e equipe de oração necessários para o seu ministério.
·        Orar regularmente e com fervor para que Deus continue a preparar o novo missionário em todos os aspectos para o seu futuro ministério.

4. A igreja local tem a responsabilidade de ENVIAR missionários transculturais.
Ideias práticas para cumprir essa responsabilidade:
·        Ter um serviço ou departamento especial para enviar o missionário.
·        Assumir responsabilidades com detalhes no país de origem que possam ajudar o missionário que já está longe.
·        Enviar o apoio prometido regularmente e ser generoso no envio de ofertas especiais quando possível.
·        Orar regularmente e fervorosamente pelo missionário e seu ministério.

5. A igreja local tem a responsabilidade de APOIAR seus missionários transculturais.
Ideias práticas para cumprir essa responsabilidade:
·        Manter um fluxo constante de comunicação com os missionários, a fim de promover neles um senso contínuo de pertencimento ao corpo local de Cristo.
·        Proporcionar o cuidado missionário e auxílio pastoral para o missionário e sua família, em colaboração com a agência missionária. Resolver situações de crise, como emergências de saúde, evacuações, ataque físico, etc.
·        Prestação de contas: de acordo prévio, trabalhar com a agência missionária, ter um papel ativo em ajudar a determinar as prioridades e estratégias do ministério.
·        Ajudar os missionários com toda a logística de suas viagens de volta ao seu país natal para descansar, relatar e se preparar para retornar à sua missão.
·        Orar regularmente e fervorosamente pelo missionário e pelas necessidades de sua família.

Das cinco áreas de responsabilidade na missão mundial, quais você está cumprindo? O que você pode fazer nos dias de hoje para começar a assumir responsabilidades na Grande Comissão?


Traduzido por Veredas Missionárias a partir de texto de ObreroFiel.com (via Sociedad Internacional Misionera).

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Conferência Povos Minoritários do Brasil em Curitiba / PR


O Departamento de Alianças Estratégicas da AMTB promoverá nos dias 6 a 8 de setembro, juntamente com as redes e alianças entre os segmentos menos evangelizados do Brasil, a Conferência Povos Minoritários.

Participe dessa conferência para ouvir desafios, oportunidades e testemunhos entre esses segmentos.
Mobilize lideranças e interessados da sua região a estarem conosco.
Inscrições até dia 20/08 com o cupom AMTBCPM20 terão R$20,00 de desconto.

Inscrições e mais informações:
www.amtb.org.br/departamento-de-aliancas-estrategicas/


segunda-feira, 25 de junho de 2018

Dia Nacional de Intercessão pelos Pescadores e Ribeirinhos - Participe!


Você conhece a realidade de ribeirinhos e pescadores do Brasil? Em sua maioria eles vivem isolados em ilhas, canais de mar e encostas de praias. São muito pobres e são explorados pelos chamados “atravessadores” que compram seus produtos por preços baixíssimos.
A MEAP – Missão Evangélica de Assistência aos Pescadores, conhece bem esta realidade e é por isso que promove anualmente o Dia Nacional de Intercessão pelos Pescadores e Ribeirinhos que acontece no dia 29 de junho.
A campanha já começou desde o início do mês. Com pedidos diários você pode se envolver com esta campanha e interceder pelos projetos, missionários e pessoas que são alcançadas pela MEAP.
Você pode orar individualmente, com sua família, no trabalho, em pequenos grupos, na igreja… Seja onde preferir, interceda por este povo.
Acesse www.meap.net.br para conhecer mais sobre este trabalho.
Material da Campanha
Vídeo de chamada para a campanha | https://youtu.be/tIflr_I9KeU
Vídeo do Relógio de Oração | https://youtu.be/6i6EM4kgDr8
Calendário de Oração | Clique aqui para imprimir.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Afinal, quem quer ser um missionário?


Era o ano de 2009 , e estreava em nosso país o filme  de Simon Beaufoy e Danny Boyle intitulado: "Quem quer ser um milionário?". Adaptação cinematográfica do livro Q & A, do indiano Vikas Swarup, o  filme contava a história do jovem indiano Jamal Malik da cidade de Mumbai, que depois de sofrer várias peripécias, se torna milionário em um único dia ao participar de um famoso programa da televisão indiana, numa história que trouxe grande comoção aos espectadores por todo o mundo! O filme foi recorde de bilheteria no Brasil e em vários países e recebeu dez indicações e oito prêmios Oscar!  
É comum vermos em nosso país, pessoas em busca da tão sonhada mudança repentina de status financeiro. O "investimento" em jogos e a persistência em participar de programas de reality shows é algo que aumenta a cada dia em nosso país; pessoas que comprometem tempo, dinheiro e colocam em risco a própria integridade (no caso dos realities) para ajuntarem tesouros nesta terra onde a assertiva bíblica nos afirma que: os ladrões minam e roubam e a ferrugem os consome (Mt 6:19). Há pressa e desespero em acumular riquezas terrenas!
Quanto a nós, cristãos, não deve ser assim. Há uma agência melhor para investirmos: na agência do reino dos céus! Fundo inexpugnável onde os ladrões não roubam e a traça não consome. 
Quem investe no reino dos céus, tem como prêmio final a coroa da vida e inteiro galardão (2 Jo 1:8). Quem quer ser um missionário? Quem ousaria investir seu tempo, seu dinheiro e a colocar em risco sua própria integridade por missões? Pois o mesmo pode sofrer duras perseguições e até mesmo correr o risco de agressões, na missão de investir na salvação de almas! Quem quer ser um missionário? Quem ousaria sair de cena para entrar no anonimato e comover os espectadores celestiais (Hb 12:1)? Em tempos céleres e hedonistas, quem ousaria dedicar-se pacientemente à obra e vontade de Deus, abrir mão de posições para provar literalmente na pele o verdadeiro sentido de ser servo (Sl 126:6; Is 55:7)? Percebemos que a cada dia diminuem as fileiras dos investidores em missões; faltam aqueles que desejam orar por missões, investir em missões e até mesmo ir para o campo missionário! Mas há uma voz do Espírito que ainda ecoa no meio da igreja: Quem irá pregar aos perdidos? Quem enviará os pregadores (RM 10:14,15)? Quem os sustentará? 
Jamal Malik, o famoso jovem dos vinte milhões de rupias, prendeu a atenção de milhões de espectadores; assim também os céus estão com os olhos fitos em nós. É indiscutível a urgência da obra missionária e é dispensável qualquer tipo de argumento para abster-se da ordenança da Grande Comissão (MC 16:15).
 Cristo nos salvou e convoca a todos os salvos para serem seus imitadores: instrumentos de salvação! Nada será tão glorioso quanto contemplarmos nos paços celestiais as almas salvas pelo poder do evangelho, e recebermos a recompensa divina pela obediência dispensada à voz do Senhor que hoje e sempre nos convida: ”Quem há de ir por nós?” (IS 6:8)      

Antônio Adson Rodrigues
Evangelista na Assembléia de Deus Restaurar em Goiânia-GO, foi missionário no estado do Amazonas no período de 2013-2016.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Mais de 200 maneiras práticas de se envolver com Missões - BAIXE O MANUAL GRATUITO



Neste breve manual estão elencadas algumas (na verdade, muitas!) ideias práticas que lhe ajudarão a, direta ou indiretamente, aproximar-se, envolver-se e finalmente comprometer-se com o esforço missionário da igreja de Cristo, vivendo uma vida cristã a cada dia mais autêntica.
Este texto foi traduzido, acrescido e adaptado por Veredas Missionárias, a partir de texto disponibilizado pela Sociedad Internacional Misionera, que por sua vez foi traduzido, acrescido e adaptado a partir de Six Ways to Reach God’s World: Involvement Ideas.

PARA BAIXAR O MANUAL (8 págs., em PDF) PELO SITE GOOGLE DRIVE, CLIQUE AQUI.


Este é um recurso precioso, compartilhe-o com outros irmãos e igrejas!

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Ministério Infantil: Brincadeiras Infantis de Países onde é grande a Perseguição Religiosa



Brincadeiras Infantis de Países onde é grande a Perseguição Religiosa

Coligimos para o blog Veredas Missionárias uma série de brincadeiras infantis e juvenis, brincadeiras essas que são tradicionais de diversos países. Nosso foco foi reunir especialmente brincadeiras de países onde é grande a perseguição contra o cristianismo (você pode ver a lista anual dos países onde é maior a perseguição no site da Missão Portas Abertas).
A ideia é que tal recurso possa ser utilizado por líderes de ministério infantil nas mais diversas atividades, para servir de ‘gancho’ e despertar a atenção das crianças sobre a realidade de tais países, que precisam de maior quantidade e missionários, e onde a situação da igreja neles estabelecida é de grande penúria.
Claro, tais atividades podem ser livremente utilizadas por pais e educadores nos mais variados contextos que não o eclesiástico.
A atividade lúdica, além de despertar indiretamente as nossas crianças para a conscientização e a oração por tais países e por nossos irmãos neles presentes, diretamente trará um crescimento cultural saudável aos nossos pequeninos, aumentando ainda o repertório de brincadeiras à sua disposição (a maioria das brincadeiras são ideais para a realização ao ar livre).
Os textos foram coligidos do livro Jogos de Todas as Cores, do italiano Elio Giacone (Editora Vozes), que traz muitas outras brincadeiras de dezenas de países do globo.

Gundasi (Indonésia)
Coloca-se no chão uma lata vazia e, ao lado dela, vinte pedrinhas, das quais uma de cor diferente de todas as outras. Os jogadores lançam, alternadamente, para o alto essa última pedrinha e jogam as outras na lata, uma de cada vez, antes de pegar a pedrinha lançada para o alto. Depois de uma série de dez lances, ganha aquele que conseguir colocar mais pedrinhas na lata durante seu melhor lançamento.

Hámsa Ibúhesh (Marrocos)
Cavam-se cinco pequenos buracos no chão, a um palmo de distância um do outro. Cada jogador fica a três passos de distância dos buracos e joga cinco pedrinhas dentro dos buracos. Ganha aquele que preencher o maior número de buracos (e não aquele que colocar em cada buraco o maior número de pedrinhas).

Kaab (Arábia Saudita)
Desenham-se duas linhas no chão, a três ou quatro passos de distância uma da outra. Cada jogador arranja dez pedrinhas do tamanho de um amendoim, coloca uma dessas pedrinhas na primeira linha e fica atrás da segunda linha. Os jogadores lançam, alternadamente, uma de suas pedrinhas, procurando acertar as que foram colocadas no chão. Se conseguirem, recolhem as duas pedrinhas (a que foi lançada e a que foi atingida), fazem outro lance (sempre ficando atrás da segunda linha), e assim por diante. Se errarem, deixam a pedrinha lançada no chão e o jogo passa para o jogador seguinte. Quem ficar sem pedrinhas, sai do jogo, que acaba quando não houver mais pedrinhas no chão. Ganha quem conquistar o maior número de pedrinhas.

Nsikwi (Nigéria)
Os jogadores são divididos em duas equipes, que se sentam ao longo de duas linhas paralelas traçadas no chão a uma distância de dois a três metros uma da outra. Cada jogador tem diante de si uma garrafa de plástico vazia. Os jogadores de uma das duas equipes recebem uma bola de tênis cada um, e o jogo pode ter início. Os jogadores devem lançar a própria bola de tênis contra a garrafa do adversário que têm diante de si, procurando derrubá-la. Se conseguirem, ganham um ponto para a própria equipe. Quem derrubar a garrafa de um outro adversário (não daquele que está na sua frente) não só não ganha pontos, mas impede também que o companheiro de sua equipe, que enfrenta aquele adversário, ganhe pontos. Encerrada a primeira série de lances, as garrafas derrubadas são recolocadas em pé e o jogo continua, em papéis invertidos: serão agora os jogadores da segunda equipe a lançar as bolas de tênis, e assim por diante. Ganha a equipe com a maior pontuação depois que as duas equipes tiverem lançado vinte vezes as bolas de tênis.

Saisir et ramasser (Laos)
Desenhe no chão um círculo de um metro de diâmetro e espalhe ao seu redor dez bastõezinhos, a distâncias variáveis de dois a cinco metros. Os jogadores, alternadamente, entram no círculo, lançam para o alto uma bola de tênis, e correm para pegar um bastãozinho, voltam para o círculo e pegam no ar a bola que está caindo. O bastãozinho recolhido também pode ser deixado dentro do círculo, desde que não salte para fora. A bola deve ser agarrada no alto com os pés dentro do círculo, sem pisar a beirada. Quem não cometer erro, pode jogar logo a bola uma outra vez, recolher um outro bastãozinho e assim por diante. Quem não conseguir pegar a bola no ar estando dentro do círculo e pisar a beirada é eliminado. Se um bastãozinho sair do círculo, ele é recolocado no lugar. Não é permitido recolher dois ou mais bastõezinhos ao mesmo tempo. Ganha o jogador que pegar mais bastõezinhos antes de ser eliminado.

Marapachi olikkirathu (Índia)
Os jogadores se sentam no chão, um ao lado do outro. O condutor dá um nome (de pessoa, de animal, de flor, inventado...) a cada jogador (todos devem ouvir os nomes uns dos outros). Feito isso, chama, usando esses mesmos nomes, dois jogadores que se posicionam a alguns passos de distância dos outros, ficam de costas para os companheiros e são vendados. Assim que estiverem prontos, o condutor chama um outro jogador, usando também desta vez seu nome: “Flor-de-lis, flor-de-lis, venha, belisque e volte ao seu lugar”. O jogador chamado levanta-se do chão, vai até os companheiros vendados, belisca-os delicadamente e volta a sentar. A essa altura, o condutor diz: “As cabeças desaparecem!” Todos os jogadores sentados inclinam a cabeça e a escondem debaixo dos braços. Quando nenhuma cabeça estiver mais visível, o condutor tira a venda dos dois jogadores que estavam vendados e pede para eles identificarem quem os tocou. Ganha quem conseguir pôr primeiro a mão nas costas do companheiro certo.

Kyat hpa khut (Mianmar)
Dois jogadores enfrentam-se no meio de um círculo formado pelos companheiros. Saltitam um pouco com um pé só e depois com o outro. Em seguida, ao sinal do condutor, agacham-se, de forma ritmada, e esticam para frente primeiro uma perna e depois a outra, continuando sem parar. Quem se levantar, sentar ou apoiar as mãos no chão, perde. O jogo continua depois com outros dois jogadores no meio do círculo, e assim por diante.

Txila (Argélia)
Os jogadores são divididos em duas equipes. Os jogadores da primeira equipe dividem-se em duplas, os da segunda equipe se espalham pelo campo, cada um por conta própria. Cada dupla da primeira equipe recebe uma bola e o jogo pode ter início. Ao sinal de largada, as duplas de jogadores da primeira linha perseguem os seus adversários e tentam acertá-los com a bola que têm na mão, lançando-a contra eles. Quem for atingido é eliminado e sai do jogo. Os jogadores em dupla devem ficar sempre de mãos dadas e não podem separar-se um do outro. Se o fizerem, devem ficar parados pelo menos dez segundos antes de retomar o jogo. Quando todos os jogadores da segunda equipe forem eliminados, as duas equipes trocam de tarefas. Ganha a equipe que eliminar todos os adversários no menor tempo possível.

Al qarahief (Emirados Árabes Unidos)
Cada jogador pega duas latinhas vazias, faz um furo de cada lado e passa um barbante forte pelos buracos (uma lata boa para isso é aquela de leite em pó). Os jogadores formam uma fila na linha de largada. Cada um deles deve subir nas duas latinhas, empunhando e mantendo esticadas as cordas com as mãos. Ao sinal de largada, os jogadores atravessam o campo usando as latinhas como calçados. Para fazer isso, devem conseguir coordenar os passos com o movimento das mãos, que seguram as cordas esticadas, levantando e abaixando os dois calçados. O jogador que alcançar a linha de chegada em primeiro lugar é o vencedor da prova.

Bay chim (Vietnã)
Os jogadores são divididos em dois grupos. Os jogadores do primeiro grupo formam um grande círculo e se dividem em duplas. Ficam onde estão, levantam os braços e apoiam as mãos contra as mãos do próprio companheiro criando assim vários portões abertos. Ao sinal de largada, os jogadores do segundo grupo devem passar por esses portões (debaixo dos braços dos companheiros) várias vezes, contando em voz alta quantos portões ultrapassam. Quando o condutor gritar “Pare!”, os jogadores em círculo abaixam de repente os braços. Quem for feito prisioneiro é eliminado e senta no meio do círculo. Em uma nova largada, os jogadores ainda em competição recomeçam a passar através dos portões, continuam a contar a partir de onde tinham parado no momento do último “Pare” e assim por diante. A primeira parte do jogo termina quando restar na competição apenas três jogadores. A essa altura, os grupos trocam de lugar e de tarefas e o jogo recomeça novamente. Encerrada também essa segunda parte, ganha quem conseguir (em um grupo ou no outro, pouco importa) atravessar mais portões antes de ser forçado (pela eliminação ou pelo fim do jogo) a parar.

Fti fti (Eritréia)
Os jogadores formam um círculo. Todos juntos cantam uma canção repetindo ritmadamente uma série de quatro gestos: dar um pulo, agachar tocando o chão com as duas mãos ao lado dos pés, dar outro pulo, saltar levantando os braços para cima. Quem perder o ritmo, porque fica cansado ou confuso, sai do círculo e continua a cantar batendo as mãos. Ganha o último jogador que permanecer na competição.

Tukhm-jangi (Afeganistão)
Os jogadores se enfrentam dois por vez. Cada um deles segura um ovo cozido na mão. O primeiro mantém o braço esticado diante de si, com o ovo na mão, segurando-o com a ponta virada para cima. O segundo mantém o braço esticado um pouco mais alto do que o do seu companheiro segurando o ovo com a ponta virada para baixo. O segundo jogador atinge com o próprio ovo o do companheiro. Se um dos ovos quebrar, ganha o jogador com o ovo ainda inteiro. Se nenhum ovo quebrar, os dois jogadores trocam de posição: desta vez será o primeiro a atingir o ovo do segundo, e assim por diante.

Fjodor (Cazaquistão)
Delimita-se um campo com quatro pequenas bases nos cantos. Quatro jogadores vão para as bases, com uma bola de tênis na mão. Os outros espalham-se no interior do quadrado e correm de um lado para o outro. Quando o condutor gritar “Pare!”, quem está correndo deve parar imediatamente e ficar imóvel como uma estátua. Nesse momento (e não antes...), quem está nos cantos lança a própria bola de tênis, tentando atingir um companheiro. Se conseguir, os dois trocam de lugar e de tarefas; caso contrário, o jogo recomeça sem alterações. É proibido movimentar-se para não ser atingido. Não se pode atingir por tabela. Ganha quem, depois de um determinado tempo previamente estabelecido, for menos vezes para os cantos.

Kutkut (Bangladesh)
Desenha-se no chão um tabuleiro retangular formado por dois quadrados (de 30 a 40 centímetros de lado) de base por quatro quadrados de altura (um pouco parecido com o que fazemos no Brasil no jogo de “pular amarelinha”). Os jogadores, alternadamente, lançam uma pedra (chamada chara) no primeiro quadrado, inspiram profundamente e empurram a pedra para a frente, de um quadrado para o outro, pulando com um pé só e atingindo-a com o pé que estão pulando. Enquanto fazem isso, devem repetir sem parar: “Kutkut!” sem retomar o fôlego. Se a pedra ou o pé pararem na linha ou saírem do retângulo, o jogador é eliminado, como também se não conseguir chegar ao quarto quadrado sem retomar o fôlego. No quarto quadrado, o jogador pode descansar um pouco e inspirar de novo profundamente, antes de iniciar o percurso de volta ao longo dos quatro quadrados restantes. Quando o jogador termina o percurso (ou é eliminado), um outro jogador entra no jogo, e assim por diante. Ganha quem conseguir primeiro concluir, corretamente, um determinado número de percursos, decidido por todos antes do início do jogo.

Poi rakau (Malásia)
Todos os jogadores ficam em círculo, em pé com um bastão na mão. Um deles coloca o seu bastão no chão e vai para o meio do círculo. Os companheiros, alternadamente, lançam os seus bastões e ele (o que está no círculo) os lança de volta sem hesitações. Se um bastão cair no chão, quem o lançou recebe uma penalidade e substitui o companheiro no meio do círculo. Se o bastão foi lançado pelo jogador que está no meio do círculo, ele fica onde está e a penalidade vai tanto para ele quanto para o companheiro que não lançou o bastão corretamente. Ganha quem, depois de dez minutos de jogo, receber o menor número de penalidades.

Mush e Gorbe (Irã)
(Esta brincadeira é recomendada para as crianças menores)
Todos os jogadores, com excessão de dois (Mush – o gato, e Gorbe – o rato) dividem-se em grupos de quatro. Três dos quatro ficam de mãos dadas, formando assim um pequeno círculo (a toca) dentro do qual vai o quarto (um ratinho em segurança em sua toca aconchegante). Ao sinal de largada, Mush persegue Gorbe que, para escapar de suas garras, pode se esconder em uma toca. O ratinho que estava seguro naquela toca torna-se o novo Gorbe e foge imediatamente. Quando um rato for pego, torna-se gato. Mush toma o lugar de um companheiro-toca (à sua escolha), este último torna-se o novo Gorbe, e assim por diante. Ganha quem se divertir mais.

Kokon (Somália)
Desenha-se no chão um círculo de 20 a 30 centímetros de diâmetro. Traça-se uma linha a cerca de dois passos de distância do círculo. Cada jogador tem cinco pedrinhas, aproximadamente do mesmo tamanho da dos companheiros. Cada um põe uma pedrinha dentro do círculo e todos ficam atrás da linha. Cada jogador, alternadamente, joga uma pedrinha, tentando acertar e tirar para fora do círculo uma pedrinha de um adversário. Enquanto todos os jogadores não ficarem de mãos vazias, as pedrinhas permanecem onde caíram. A essa altura, as pedrinhas que estão fora do círculo são eliminadas e cada jogador recolhe as suas pedrinhas que caíram dentro do círculo. Quem não tiver mais pedrinha é eliminado. Quem tiver apenas uma pedrinha, deve coloca-la no círculo e também é eliminado. Os outros jogadores colocam cada um uma pedrinha no círculo e continuam o jogo. Ganha quem permanecer por mais tempo no jogo.

Yangolay (Paquistão)
Duas equipes, de seis a oito jogadores cada uma, vão para dois lugares diferentes de uma casa, para que não sejam vistas pela equipe adversária. Cada equipe escolhe o seu capitão. Cada capitão coloca os seus jogadores em fila. Os dois capitães, alternadamente, falam qual é, segundo eles, o nome do primeiro jogador da fila adversária. Se adivinharem, o adversário vai para o campo da outra equipe e fica a alguns passos de distância da fila. Se errarem, quando será a vez deles, terão que adivinhar, dando o nome de um outro jogador. Após ter adivinhado quem era o primeiro jogador da fila adversária, os capitães terão que adivinhar o nome do segundo jogador (que passou a ser o primeiro da fila), e assim por diante. Ganha a equipe que conseguir primeiro levar para o seu campo todos os jogadores da equipe adversária.

Çember ile yürüme (Turquia)
Costuram-se as duas extremidades de uma faixa de tecido de cinco ou seis metros de comprimento por um metro de largura, formando um único grande anel. Os jogadores da primeira equipe (no mínimo cinco e no máximo sete) colocam o anel em posição vertical e se sentam dentro dele, mantendo os pés em cima do anel e erguendo-o acima de suas cabeças. As outras equipes farão o mesmo. Ao sinal de largada, os jogadores, coordenando bem seus movimentos, vão para a frente, fazendo passar o anel de tecido, em sentido anti-horário, embaixo de seus pés e por cima de suas cabeças, até alcançar a linha de chegada. Ganha a equipe que for mais rápida.


SE PREFERIR, FAÇA O DOWNLOAD DESTE TEXTO EM FORMATO PDF, PELO SITE GOOGLE DRIVE. CLIQUE AQUI.

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Frases missionárias do pastor Josemar Bessa


Fique atento. A maior parte das oportunidades que Deus coloca diante de nós não parecem oportunidades, mas obstáculos.

Graça soberana é a única esperança do evangelismo - não o obstáculo.


Faça "fofoca positiva" diariamente. Fale da vida de Cristo para o maior número de pessoas possível.


É trágico segurar uma luz para os outros e ainda andar nas trevas. Falar a verdade não basta, temos que andar nela.


Missão bíblica não é ambição para fazer a diferença, mas a de viver para a glória de Deus!


Se você é um cristão, você nunca estará em um lugar que não seja um campo missionário.


Se nossa evangelização é convidar homens a pedir para Cristo fazer alguma coisa, perdemos totalmente o ponto. O Evangelho é o anúncio do que Ele já fez!


Jamais esvazie a teologia para encher a igreja!


Evangelismo é o culto que não acabou na noite de domingo!


Lembre-se, o Evangelho é para exportação, não apenas para o consumo interno.


Não somos cidadãos do mundo tentando chegar ao céu. Somos cidadãos de céu fazendo a Verdade chegar ao mundo.


Deus usou um erudito (Paulo) e um pescador (Pedro) para mudar o mundo. A missão é para todos os que Deus eficazmente chamou!


É muito melhor testemunhar à tua família enquanto eles estão vivos do que ir ao funeral deles e fingir que eles foram salvos.


Testemunho não é 'olhe para mim.' É 'olhe para Ele.'


Se tua maior alegria for conhecer Cristo, a segunda maior será fazê-lo conhecido.


Você deve estar escondido em Cristo, mas Cristo não deve estar escondido em você.


Enquanto houver alguma "moeda" de Deus perdida aqui, Ele não apagará a vela e encerrará a história.


Não estando pronto para ser criticado e maltratado por sua obediência a Deus, você não está pronto para ser usado por Ele.


Há lugares no mundo que não foram alcançados pelo evangelho... há lugares no seu coração também.


O nível mais alto de egoísmo é conhecer Jesus e não falar dele pra ninguém.


Visite o site do autor: http://www.josemarbessa.com/

sábado, 26 de maio de 2018

Técnicas de captação de recursos em e-book gratuito


A organização cristã Tearfund, especializada em ações sociais, elaborou um Guia de Captação de Recursos, focado em organizações assistenciais (Ongs) e missionárias diversas.
Todas as organizações do Terceiro Setor, independente de seu estágio de desenvolvimento, se deparam em algum momento com a necessidade de Captar Recursos. Mas tão logo surge a necessidade, surge também a questão de como fazê-lo de forma eficaz. No guia sobre Captações de Recursos você encontrará formas práticas de como fomentar os recursos a serem investidos em sua Organização.

Para baixar o Guia (80 páginas, formato pdf), CLIQUE AQUI.

domingo, 20 de maio de 2018

Três e-books de frases para sua edificação, e para você utilizar como ferramentas evangelísticas


Há algum tempo Deus nos concedeu a ideia de criarmos pequenos e-books de frases, com o objetivo de, além de trazer conhecimento, sabedoria e edificação aos leitores, servir como ferramenta de evangelização. A ideia foi apresentar, ao final dos livrinhos, as assim chamadas 4 Leis Espirituais, famoso texto evangelístico de Bill Bright (fundador da Cruzada Estudantil e Profissional para Cristo, atualmente CRU Cruzade). O mesmo é reconhecido por oferecer uma concisa e clara apresentação do evangelho e da situação do homem diante de Deus.
Assim, publicamos os volumes 100 Frases de C. S. Lewis, 100 Frases de Liev Tolstoi, e ainda Frases UP! 250 Frases para iluminar e motivar o seu dia (autores diversos).
Os livros, que possuem entre 43 e 55 páginas e estão em formato PDF, não são caracterizados como "livros evangélicos", até mesmo para facilitar a aceitação inicial do leitor não-cristão. 
Assim, convidamos todos vocês a, além de usufruírem da leitura gratuita, COMPARTILHAREM estes livrinhos entre seus contatos, grupos de Whatsapp e Facebook, e como mais desejarem.




Frases UP! 250 Frases para motivar e iluminar o seu dia - Este e-book reúne uma coleção de frases coligidas de épocas e autores os mais diversos, no objetivo de formar um breve compêndio de sabedoria para iluminar e motivar o seu dia a dia e a sua vida.
Mas o que é, em breves termos, “motivação”? Podemos entender motivação como o conjunto de forças internas que mobilizarão o indivíduo para atingir um dado objetivo como resposta a um estado de necessidade, carência ou desequilíbrio.
A palavra motivação vem do latim movere, que significa “mover”. A motivação é, então, aquilo que é susceptível de mover o indivíduo, de levá-lo a agir para atingir algo (o objetivo), e de lhe produzir um comportamento orientado.
Esperamos que você tenha uma boa leitura, e possa compartilhar esta pequena seleta e suas cápsulas de sabedoria com seus amigos!
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100 FRASES DE C. S LEWIS - O escritor Clive Staples Lewis nasceu em 1898 em Belfast, na Irlanda do Norte (Reino Unido).  Multitarefas, Lewis foi professor universitário, escritor, romancista, poeta, crítico literário, ensaísta e apologista cristão britânico, após abandonar o ateísmo, influenciado por seu amigo, o igualmente famoso J. R. R. Tolkien (de O Senhor dos Anéis). Lewis é reconhecido e estimado em todo o mundo, seja por sua série ficcional As Crônicas de Nárnia, seja por seus escritos que reúnem com rara argúcia e beleza de estilo temas metafísicos, filosóficos e religiosos. Sua obra literária abarca 38 livros, dos quais diversos já foram traduzidos para a língua portuguesa.
Reunimos aqui uma seleção de frases para iluminar sua jornada, amigo(a) leitor(a). De educação à religião, de ética à literatura, de felicidade à dor, passando por temas os mais diversos, a sabedoria de um dos maiores autores do século XX aqui se faz presente, em pequenas doses, cápsulas para o seu dia-a-dia.
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100 FRASES DE LIEV TOLSTOI - O romancista russo Liev (também dito Lev, Leon, Leão) Tolstoi nasceu em 1828, na pequena vila de Yasnaya Polyana.
Para além de sua obra literária que se configura como uma das maiores já criadas, Tolstoi ganhou fama como pacifista e pensador. Suas ideias, que versam do anarquismo ao vegetarianismo, iam de encontro ao status quo vigente, mesmo entre instituições cristãs, algumas das quais ele denunciava como não vivendo o verdadeiro cristianismo, conforme pregado por Cristo no Sermão da Montanha (Mateus caps. 5 a 7).
Reunimos aqui trechos de reflexão que abarcam temas os mais diversos. A sabedoria de um dos maiores autores da humanidade é aqui apresentada, num e-book de leitura breve e edificante.
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