domingo, 25 de setembro de 2022

ALGUNS PRECEITOS PRINCIPAIS DE MISSIOLOGIA BÍBLICA

 


 William H. Smallman


1. Deus deseja que toda pessoa e todo povo sejam reconciliados com Ele.

2. O método principal de Deus no mundo é a igreja local.

3. Deus já providenciou TODOS os recursos necessários para as igrejas efetuarem obediência frutífera à Grande Comissão.

4. A diversidade cultural de hoje é devido à maneira de Deus encher a terra. Ele mesmo criou a variedade de línguas, e as usou para guiar pessoas juntas, e povos à parte.

5. TODA sociedade na terra é capaz de entender e abraçar o evangelho em termos de seu próprio idioma cultural, e de gozar a presença de igrejas bíblicas adaptadas ao ambiente cultural.

6. Toda comunicação é a troca de símbolos. Os comunicadores transculturais devem, então, aprender a usar os sistemas de símbolos em vigor no ambiente cultural onde divulgam o evangelho.

7. Deus gosta de se comunicar por encarnação, isto é, por se integrar na população da qual Ele foi alienado. Encarnação, então, é o nosso método de preferência para apresentar Cristo ao mundo. Ele vive em nós, e se manifesta à medida que vivemos entre os povos.

8. O âmago da religião é agir na VERDADE sobre DEUS, e não só melhorar o conforto dos ansiosos nem se harmonizar com o ambiente hostil. O alvo da religião é a reconciliação com o Único Deus Verdadeiro. Existem muitas religiões falsas.

9. Em algumas sociedades, decisões importantes sio feitas individualmente. Mas em muitas sociedades, decisões importantes se fazem coletivamente por discutir as questões até chegarem ao consenso. Decisões comunais são válidas, e são ratificadas pelos indivíduos envolvidos dentro da sociedade.

10. O objetivo do trabalho missionário é a salvação de almas e o estabelecimento de novas igrejas, em vez do melhoramento duma sociedade. Mesmo assim, a redenção e transformação de cidadãos vai sempre melhorar a sociedade de dentro para fora. Nossa ajuda compassiva, em nome de Cristo com os problemas sociais, pode despertar uma consciência de precisar de Cristo. Tais esforços podem se desempenhar juntos.

11. Os missionários estrangeiros são sempre o elemento temporário, de fora da vida das igrejas que eles estabelecem. O propósito é descobrir e desenvolver a liderança dentro da sociedade para dirigir as igrejas pelo longo prazo.


Do livro Missiologia: Mensageiros de Cristo para o Mundo.


terça-feira, 13 de setembro de 2022

Dica de leitura: O Guia do Missionário - Um manual de sobrevivência para o campo missionário transcultural

 

Prova da maturidade do movimento missionário brasileiro é a publicação de livros de instrução teórica e prática, baseados em estudos e EXPERIÊNCIAS de nossos autores, realizados nos mais diversos lugares do mundo. Isso demonstra que nosso esforço missional se retroalimenta, completando o ciclo de mobilização - preparo - envio - cuidado - manutenção. Autores-missionários como Jairo de Oliveira e Raquel Elana são a prova viva desta maturidade.

Nesta segunda edição (revista e ampliada) de seu O Guia do Missionário - Um manual de sobrevivência para o campo missionário transcultural, a missionária Raquel Elana, que possui graduações em Teologia e Jornalismo, além de larga experiência servindo em diversos países do Oriente Médio, oferece um completo panorama das etapas e processos sobre o preparo e a atuação missionária. 

Escrito numa linguagem clara e direta, a autora apresenta dicas práticas e exemplos reais de como proceder (ou não) na jornada pré, intra e pós-campo. Embora um livro focado nas práticas, a autora não descuida dos assuntos da alma, e transcorre sobre problemas diversos que a missão transcultural pode apresentar para o missionário no seu trato individual e relacional. Uma leitura oportuna tanto para vocacionados quanto para missionários já em atuação, além de pastores, mobilizadores e qualquer cristão que entenda que a obra missionária é obrigação de todos, seja como enviadores, mantenedores ou missionários de apoio ou de campo.

Dois trechos do livro, sobre chamado, mobilização e mantenedores:


"O chamado de Deus sobre você é o que o capacita a desafiar, na unção do Espírito, igrejas e multidões à obra missionária. Exercite sua fé e creia que Aquele que chama é o mesmo que providencia. Não perca seu tempo amargurado ou transferindo responsabilidades. Trabalhe e lute pelo cumprimento da promessa de Deus em sua vida. A responsabilidade final é sua e não das igrejas, organizações o quem quer que seja."


"Missionário: Antes que você se levante convidando amigos e igreja para que se disponham a sustentá-lo na oração, ore. Primeiramente, ore para que Deus levante as pessoas certas. Depois disto torne-se um intercessor (ou intercessora) em favor de cada um deles. Assim, através do seu clamor, o Espírito Santo manterá a chama acesa no coração deles e fará além daquilo que você possa imaginar. Uns poderão ser chamados ao ministério e outros ainda poderão enviar recursos."


O livro possui 272 páginas, e foi publicado pela Editora Descoberta. Pode ser adquirido no site da editora, CLICANDO AQUI.



sábado, 3 de setembro de 2022

Informações para Missões - Conferência Virtual


 Informações para Missões - Mission Information Workers

Conferência virtual 


Na semana de 19 a 22 de setembro de 2022, todos os dias, das 10h às 12h de Brasília, a Comunidade Global de Informações para Missões (CMIW), o Harvest Information Standards (HIS) e a Rede Lausanne de Pesquisa e Informação Estratégica estarão patrocinando uma conferência virtual. O objetivo da conferência é:

Acelerar o desenvolvimento da comunidade de informações para missões (individualmente e em conjunto) fazendo contribuições debaixo de oração, com coração piedoso, respeitosas, cruciais e amplamente compreendidas para a missão da igreja de Deus na próxima década ou mais.

A conferência abordará vários temas, tais como:

1. Treinamento e Capacitação

2. A Iniciativa de Dados Globais

3. Lausanne 4

4. Comissão de Missão da WEA

5. Padrões de dados sobre a Seara pelo HIS

6. Os Surdos e as Informações para missões


Teremos tradução em português. Participe! Faça sua inscrição: https://bit.ly/3Tad71l


terça-feira, 23 de agosto de 2022

A Escória da Sociedade Evangélica Brasileira do Século XXI


D. Botelho

 "Vocês já têm tudo o que querem! Já se tornaram ricos! Chegaram a ser reis — e sem nós! Como eu gostaria que vocês realmente fossem reis, para que nós também reinássemos com vocês! Porque me parece que Deus nos colocou a nós, os apóstolos, em último lugar, como condenados à morte. Temo-nos tornado um espetáculo para o mundo, tanto diante de anjos como de homens. Nós somos loucos por causa de Cristo, mas vocês são sensatos em Cristo! Nós somos fracos, mas vocês são fortes! Vocês são respeitados, mas nós somos desprezados!

Até agora estamos passando fome, sede e necessidade de roupas, estamos sendo tratados brutalmente, não temos residência certa e trabalhamos arduamente com nossas próprias mãos. Quando somos amaldiçoados, abençoamos; quando perseguidos, suportamos; quando caluniados, respondemos amavelmente. Até agora nos tornamos a escória da terra, o lixo do mundo". Apóstolo Paulo

Em termos sintéticos podemos afirmar com muita convicção que o missionário brasileiro transcultural é a escória da sociedade evangélica.

Neste momento de grande frustração, desilusão e decepção, desejamos tornar público o nosso desabafo, será que temos direito a isso?.

Cremos que seriam necessários mais apologistas para defender esta classe que é esquecida, desprezada, ignorada, menosprezada e por que não dizer que é até mesmo rejeitada.

Não nos foi implorado para fazer tal declaração, mas diante da crua realidade vista em nossa pátria, nesta conjuntura, há uma demanda intrínseca em nossas vidas que não pode se emudecer diante dos fatos aqui relatados.

É verdade que há alguns raros privilegiados, apoiados por igrejas e pastores sérios que amam a causa missionária.

Mas são exceção.

O que quero chamar a atenção aqui é para a maioria humilhada, sofrida, resignada e distinta categoria de milhares de missionários que, embora imprescindíveis para a expansão do reino de Deus na terra, hoje é desprezada e abandonada.

 

O que é um missionário transcultural?

 

É aquele que trabalha com outra cultura diferente da sua.

Ele não precisa ir para outro país para ser incluído em tal classificação, pode trabalhar com povos indígenas, que possui mais de 100 tribos sem nenhum obreiro, ou outras etnias: bolivianos, chineses, árabes, japoneses ou haitianos que moram aqui.

Ele não precisa aprender outra língua para ter tal ministério, pois pode trabalhar em Guiné Bissau, Angola, Moçambique ou Portugal, países que têm culturas totalmente diferentes da nossa.

Infelizmente, desvirtuaram o termo "missionário" nos dias de hoje no contexto brasileiro.

Missionário é o tele-evangelista, a esposa do pastor, o obreiro de obra social, o líder de alguma congregação ou de um grupo de oração.

Cremos que foi por isso que os missiólogos brasileiros cunharam um novo termo, "missionário transcultural", para definir a classe esquecida, menosprezada e rejeitada e que precisa do nosso amor.

Ele deve receber o nosso carinho e apoio tanto quando estão nos campos como quando retornam à pátria. Devemos recebê-lo com muito apreço em nossos lares e igrejas, pois a Bíblia diz que alguns sem saber receberam anjos.

Este grupo de servos dedicados tem pago um alto preço, pois deixa família, amigos, irmãos, língua, cultura e país para se embrenhar em lugares difíceis e inóspitos para levar a mensagem de esperança, alegria e salvação, até mesmo disponilizar a bíblia na língua do povo.

Eles podem e devem figurar na lista do escritor aos Hebreus que os inclui na classificação daqueles de quem o mundo não era digno deles.

 

Por que mencionamos e o classificamos como escória?

 

Por definição, escória é a bolha, borra ou resíduo áspero proveniente da combustão de certas matérias e que para nada servem a não ser lixo, portanto, a escória representa o lixo de uma sociedade.

Talvez você questione: não seria um exagero considerar o “missionário transcultural” como escória da sociedade evangélica brasileira?

Contra fatos não há argumentos, então vejamos alguns deles expostos:

 

1 – Raramente, os pais cristãos brasileiros, desejam para seus filhos a carreira ministerial de missionário, pois subsiste a ideia, segundo Tonica, uma catedrática de missões, de que o missionário é “mártir, mendigo e maluco”.

Poderíamos acrescentar ainda que muitos o consideram um ignorante. Alguns líderes contestam o investimento no projeto REGIÃO, que contempla a graduação e pós graduação universitária como estratégia para evangelizar os estudantes em países "restritos".

 

2 - Quando alguém escolhe a carreira ministerial, é enfaticamente desencorajado pela maioria dos pastores, amigos crentes e familiares. Imediatamente, os mais próximos mostram outras áreas onde ele possa servir, normalmente dentro da igreja local. Se ele persistir na visão transcultural não encontrará o apoio necessário para que possa prosseguir no ministério, isso ocasiona muitas desistências. Essa ideia é do tempo do Egito antigo onde o faraó disse que não deveria adorar aqui e quando o povo insistiu sair sua resposta foi que não deveria ir longe.

 

3 – Persiste a ideia de que o missionário é um ET ao escolher tal carreira, pois ele vai para os lugares que ocorrem desastres, fomes, pestes, desgraças, calamidade e onde o povo é oprimido. A maioria dos crentes foge de tais situações desconfortáveis. Há motivos para lhe ser impingido tal estereótipo, pois os desafios os motiva para ir aos lugares e situações mais perigosas, age como uma andorinha na expectativa de reverter os quadros tristes.

O apóstolo Paulo ao ver a fome que assolava a igreja na Judeia rodou o mundo da época para sanear tal situação, além de ir aos lugares mais difíceis e perigosos.

Jesus ao ver a multidão sofredora chorou! Esse sentimento de compaixão é inerente à vida do missionário.

 

4 - Os motivos para não investir no missionário são os mais diversos: alguns consideram a causa missionária como uma “loucura”; outros acham que o missionário é um “preguiçoso que não trabalha”; tem gente que acha que ser missionário é viver passeando devido a necessidade de se deslocar para diversos lugares levando a mensagem; há ainda os que questionam o fato de um missionário não pastorear igrejas, esquecem que ele é um desbravador ou pioneiro e que, muitas vezes, o pastoreio pode não ser a vontade de Deus para ele.

 

5 – Outra imagem persistente é a do missionário como um coitado a quem qualquer coisa serve e come qualquer coisa, aquele que ganha roupas e sapatos usados; que não pode possuir um carro novo e uma casa própria. Tal estigma contribui para justificar o não investimento em Missões. Muitos irmãos acreditam que o missionário não precisa de um bom sustento, pode passar fome e até morrer no campo, e não sentem nenhum remorso por pensar assim.

A realidade mostra que a média de investimento do crente brasileiro é de um vergonhoso valor de R$ 1,66 anual e que cerca de 99% da igreja brasileira não possui um missionário transcultural.

 

6 - Muitos pastores são sinceros e dizem que não querem que o missionário compartilhe suas experiências com a igreja, porque julgam o missionário como alguém em busca de dinheiro e não como alguém em busca de uma oportunidade para compartilhar o poder do Evangelho para salvar o pecador mais renitente.

 

7 - A prosperidade do Brasil, que está entre  uma das 10 maiores economia mundial, levou a maioria dos crentes a um “anestesiamento” a ponto de não querer ouvir os relatos dos campos. Um missionário na Indonésia, maior país muçulmano, com 768 línguas e culturas em 17.000 ilhas, nos disse que a maioria das pessoas lhe dá somente dois minutos para compartilhar suas experiências, mesmo sendo uma pessoa dinâmica e bem preparada.

Sabemos que o que tem motivado muitos crentes no momento é a marca do carro, o apartamento ou a casa a serem adquiridos; o curso a ser feito ou o lugar das próximas férias. A maioria dos evangélicos e líderes está tão centrada em si mesma que não se interessa nem em ouvir os relatos dos campos.

 

8 - O crescimento astronômico das igrejas no Brasil e a prosperidade da nação levaram a um aumento na arrecadação das mega igrejas. Esta grande entrada de dinheiro nas igrejas leva alguns pastores presidentes a receber valores abusivos de 200 salários mínimos mensais, adquirir carros importados, mansões, fazendas, jatinhos e helicópteros.

Será que isso ocorreu por causa da grande influência da "Teologia da Prosperidade" e do pensamento egoísta que não contempla o coração generoso de servir ao Senhor com os bens que foram entregues por Ele para expansão do Seu Reino na terra e abençoar os menos privilegiados?

 

9 - O quadro econômico atual mostra que, em alguns anos, o valor do salário mínimo, saltou de US$ 75 para US$ 200, mas que antes do aumento chegou US$ 300. Isso poderia ter levado a quadruplicar o número de missionários, mas não foi o que ocorreu.

As estatísticas revelam que no final dos anos 80 havia um crescimento de 12,8% no envio de missionários, mas que em meados da década passada esse percentual caiu para 3,5%.

Qual é a realidade no momento?

Pouquíssimas igrejas sustentam integralmente um missionário, a maioria depende do apoio de diversas igrejas e pessoas, o que ocasiona um outro problema: quando volta do campo para descansar, o missionário ainda tem o trabalho estafante de visitar a todos para manter o sustento.

Alguns chegam a ter o sustento cortado quando estão de volta à sua pátria. Até líderes de missões super dimensionaram as estatísticas acrescentando na lista de missionários transculturais os que trabalham no sertão, ribeirinhos e outros não transculturais. Uma lástima!

 

10 - Para cada grupo de 100.000 crentes brasileiros temos um missionário transcultural na Janela 10-40, região onde se encontra 95% dos povos não alcançados da terra. 99% das igrejas no Brasil não tem um missionário transcultural.

 

O contraste é visto na igreja moraviana do século XVIII, que não tinha os mesmos recursos financeiros, informações e meios tecnológicos como avião, internet, TV, carros, computadores, mas havia um missionário para cada 12 membros.

O que os diferenciava é que possuíam uma paixão e compaixão inatas.

Eles chegaram aos cinco continentes e o exemplo deles nunca mais foi repetido na história.

As palavras a seguir foram proferidas pelo apóstolo Paulo em continuação ao texto bíblico inicial registrado em 1 Corinthians capítulo quatro da NVI.

 

"Não estou tentando envergonhá-los ao escrever estas coisas, mas procuro adverti-los, como a meus filhos amados".

 

Que o Senhor ajude a igreja e os líderes a reconhecer e valorizar o ministério transcultural! Que aqueles que verdadeiramente amam ao Senhor possam investir na formação, envio e cuidado dos missionários!

Que o estigma aqui exposto possa ser mudado para que o término da tarefa da evangelização mundial possa ser realizado ainda nesta geração!

 

No amor do Senhor das nações,

D. Botelho

HORIZONTES AMÉRICA LATINA - www.mhorizontes.org.br 

sexta-feira, 12 de agosto de 2022

Cooperação e Missões - Barbara Burns

 

Barbara Helen Burns - https://barbaraburns.com.br/


II Congresso Brasileiro de Missões

9-13 de novembro de 1998

Perguntas Para Discussão: 1) Por que falar de cooperação? 2) Quais as desvantagens de Cooperação? 3) Quais as vantagens?

Introdução

  • “O futuro de missões está baseado na formação de redes internacionais mais do que em organizações multinacionais. Redes edificam pessoas, não programas; enfatizam parceria e espírito de servo, não hieraquia; edifica a igreja local, não prejudica-a” (Paul Hiebert, em Kraakavik e Welliver, sd, p. xiii)
  • “Cooperação Interdependente”
  • Como nunca na história da Igreja Evangélica no Brasil havia cooperação como dentro do movimento missionário (consultas, conversas, amizade, projetos).

Por que Cooperar em Missões

  • Razões Bíblicas (Ef 4 e 2 Fp 2, Rm 12, 1 Cor 12, Salmo 133, João 17)
  • Mais riqueza de idéias – criatividade
  • Cada um pode enfatizar o trabalho na área forte, no dom dele
  • Compartilhar recursos
  • Nenhuma organização pode fazer tudo. Preenchimento da faltas dos outros
  • Menos erros – um corrige o outro (Provérbios)
  • Evita duplicação e competição
  • É a razão da AMTB, APMB e ACMI – construção de um forum onde há ajuda mútua e troca de idéias e recursos. APMB: apostilas, idéias, crescimento do conhecimento, artigos, consultas)
  •  Exemplos:

1. Mongólia – 100 anos atrás 50 missionários foram martirizados. Em 1991 tinha 2 – 3 agências trabalhando. Hoje há 35 ministérios de mais que 10 nações. Já publicaram o NT, traduziram e mostraram o filme Jesus para milhares, há rádio e televisão e 10-12,000 pessoas assistindo cultos em mais que 30 igrejas evangélicas (Phil Butler, 1996:29).

2. Ahmed, no norte da África, ouviu programa de rádio. Escreveu, pedindo curso por correspondência. Outra missão foi alertada, e começou enviar o material. Eles alertaram outra missão, que enviou alguem pessoalmente para levar Ahmed à salvação. Depois Ahmed foi para uma escola bíblica noturna em uma outra cidade, de outra missão ainda, e agora está trabalhando  em uma igreja começada por uma ainda outra missão! (Phil Butler, 1993:2)

Com Quem Cooperar em Missões?

No Brasil

1. Igrejas

1.1 Igreja – Igreja: precisa de reunir recursos para o sustento; Conferências (ex. 1ª de Santo André); PAM;

1.2 Igrejas – Escolas: No preparo, o básico acontece na igreja, mas a escola é necessária para um contacto mais profundo e mais abrangente da teologia e da especialização em missiologia.

1.3 Igrejas – Agências: Se cada igreja enviasse seus próprios missionários, seria uma confusão só! A igreja necessita do conhecimento e das ferramentas da Agência em l) saber mais sobre qualificações do missionário, 2) burocracia do envio e 3) coordenação e supervisão do trabalho no campo. A igreja deve enviar pessoas adequadas – sem mentir no formulário ou nas conversas sobre a pessoa!

2. Escolas

2.1 Escolas – Escolas: podem montar programas em que cada uma oferece uma especialidade. Pode oferecer cursos de reciclagem e especialização de curto prazo. Pode enviar professores para outras escolas (no campo também) para ajudar. Pode deixar o seu material didático disponível para outras escolas e professores.

2.2 Escolas – Igrejas: A escola necessita da igreja. Somente a igreja pode trabalhar o caráter, o ministério, o desenvolvimento dos dons da pessoa. Deve ter um constante contato com as igrejas dos alunos, para dar relatórios, planejar currículo e experiências práticas,

2.3 Escolas – Agências: A escola deve deixar espaço para as agências poderem apresentar seus desafios. Devem consultar as agências para decisões curriculares e objetivos e direções no preparo. A escola deve ter em mente a finalidade do treinamento – o campo através da agência.

3. Agências

3.1 Agência – Igreja: A agência nunca deve se desligar da igreja. O candidato e a agência precisam da base eclesiástica e da comunidade e apoio e amor da igreja. Aceitação do candidato deve ter pleno apoio da igreja local. Decisões sobre os candidatos e os missionários no campo devem ser feitas em conjunto, não isoladas. A agência deve ajudar a igreja a entender a realidade e as necessidades do campo. Necessita de diálogo, conhecimento pessoal, aperfeiçoamento.

3.2  Agência – Escola: A agência deve consultar a escola sobre o nível do candidato. A agência não deve tentar treinar o candidato sozinha. Há muitos recursos de estudo teológico e missiológico no Brasil para cada agência missionária tentar fazer tudo isoladamente! Ou enviar pessoas sem nenhum estudo formal… Deve abrir oportunidades de estágios.

3.3  Agência – Agência: É importante, pois nossas agências não são tão desenvolvidas ainda para serem independentes. Devemos ter projetos em comum, alcançar povos com estratégias cooperativas, ajudar os missionários de outras agências com visitas e ministério pastoral e socorro em casos de emergência.

No Campo

1. Exemplo negativo da Rússia

2. Do ponto de vista do nacional, quando cada um faz separado.

3. Muitas possibilidades: Missão – Igreja Nacional; Missionários – Nacionais; Várias agências com projetos em comum; Missionários de várias agências (isto acontece mesmo..); Agências internacionais, com pessoas trabalhando juntas que vêm de muitas nacionalidades. A necessidade de identificação e contextualização nos relacionamentos e trabalho.

4. Servir os outros

5. Tudo isso requer HUMILDADE e ESPÍRITO DE SERVO.

 Como Cooperar em Missões: pontos práticos

1. Dicas dadas em página xiii em Partners  (veja Bibliografia)

2. Reuniões

3. Textos, currículos, programas, descobertas

4. Recursos financeiros

Critérios de Cooperação

1. Não é cooperação apenas para dizer que coopera.

2. Exige planejamento e esforço

3. Deve ter os mesmos alvos – um projeto em comum.

4. Os alvos devem ser realistas.

5. Devem ser biblicamente compatíveis (vamos mandar ou apoiar pessoas ou projetos que não vão contribuir para o Reino de Deus?)

6. Não é para uma organização “engolir” outra, mas fortalecer uma a outra.

7. Não deve minimizar ou ignorar diferenças.

Portanto é necessário:

1. Alvos Definidos

2. Organização e administração planejado e concordado

3. Papeis de cada parte definidos

4. Humildade e apoio mútuo

Bibliografia

BURNS, Barbara. “O Desenvolvimento do Currículo Missiológico Brasileiro.” Capacitando para Missões Transculturais, Nº 6, 1998, pp 9-10.

BUTLER, Phil. “An Open Letter to North America’s Mission Agency Leadership” e “Do Strategic Partnerships Really Make a Difference: Case Studies in Partnership With Some Remarkable Outcomes”. Mission Frontiers,  v. 18, Nº 9-10 (September-October 1996) pp. 26-30.


quinta-feira, 28 de julho de 2022

Sabenças & Sentenças da Missão: Frases e provocações missionais de Sammis Reachers (E-BOOK GRATUITO)



Amados irmãos, acabo de publicar o pequeno (pequeno mesmo, pois trata-se de um livrinho de bolso) Sabenças & Sentenças da Missão: Frases e Provocações Missionais de Sammis Reachers. O livro reúne uma coleção de frases e reflexões, pequenos insights publicados aqui e ali ao longo de quase 15 anos. Frases de inspiração e exortação, edificação e provocação, para temperar sua caminha cristã com pitadas de sal e pimenta, tudo mixado em 53 suaves páginas. 


O livro em formato PDF pode ser baixado GRATUITAMENTE pelo Google Drive, CLICANDO AQUI.



Se você desejar o livrinho impresso, ele custa apenas 14 reais, já com o frete incluso. Escreva para meu e-mail ( sreachers@gmail.com ).


terça-feira, 19 de julho de 2022

Cartazes para Mobilização Missionária em Lettering - Baixe grátis

 

Sempre buscando ajudar irmãos e igrejas na promoção e mobilização de missões, Veredas Missionárias preparou um valioso recurso: Uma série de 13 cartazes para mobilização. Os cartazes trazem citações (frases) de grande força, escritas/proferidas por renomados autores, e são ilustradas no estilo lettering, bastante bonito e comunicativo.

Um material de imenso impacto, imensa beleza e ideal para você imprimir e fixar em paredes e murais de igrejas, seminários, eventos - e até em sua casa, por que não?

O recurso é totalmente GRATUITO, e você é livre para baixar, imprimir (como, onde e o quanto quiser) e compartilhar com outros irmãos.

 Atenção: Cada cartaz/imagem possui três variações: com FUNDO PRETO, com FUNDO BRANCO, e COLORIDO, para que você escolha aquele que achar melhor.

Preparamos um arquivo PDF contendo TODAS as imagens (13 x 3 = 39 cartazes). E também disponibilizamos PASTAS DO GOOGLE DRIVE com as imagens unitárias, em formato PNG de grande resolução, ideais para a impressão em grandes formatos ou outras superfícies que não folhas A4.

Para baixar os Cartazes em PDF, pelo site Google Drive, CLIQUE AQUI.

Para ver/baixar as imagens separadamente, confira os links das seguintes pastas do Google Drive:

FUNDO PRETO - 

https://drive.google.com/drive/folders/12CKd9yuL77t4T1dRC32aR51YnpausyAj?usp=sharing


FUNDO BRANCO - 

https://drive.google.com/drive/folders/1kx4G3YqBOynpADJE7Ds4jWm_44Q5WKEO?usp=sharing


COLORIDAS - 

https://drive.google.com/drive/folders/11jEm_OJljZ0IFZ73UQAFzND6HVAeL5Vc?usp=sharing

  ATENÇÃO: É proibida qualquer utilização COMERCIAL ($$$) das artes, e recomendamos que, se possível, o nome “Veredas Missionárias”, constante em cada arte, não seja removido.

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"Mas irmão Sammis, posso imprimir a imagem em CAMISETAS para a equipe de evangelismo de minha igreja?" PODE, CLARO!

"E posso imprimir camisetas para VENDER?" Aí NÃO!

"Posso imprimir canecas para dar de brinde, ou pôsteres de dois metros para a parede de minha igreja ou evento?" PODE!    

"E posso vender as canecas, ou vender pôsteres?" Aí NÃO.

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NOS AJUDE A COMPARTILHAR ESTE RECURSO COM MUITOS IRMÃOS E IGREJAS.

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As artes foram elaboradas pelo irmão Bruno Moura, profissional do lettering e do design. Instagram: @breakartsss


segunda-feira, 11 de julho de 2022

Programa HISTÓRIA DAS MISSÕES - A vida de grandes missionários narrada semanalmente


A Rádio Trans Mundial apresenta o programa semanal História das Missões, focado em narrar a vida de grandes missionários. O programa é produzido e apresentado por Samuel Mattos, e já são mais de 70 (!) programas, que duram em média de 5 a 10 minutos. Novos episódios são veiculados às segundas-feiras, no horário de 11h15. Mas no site você pode ouvir os demais episódios a qualquer momento que desejar.

Seja inspirado pelo exemplo de pequeninos e pequeninas de Deus, Deus em cujas mãos tais pequeninos se tornaram verdadeiros gigantes da fé.

Acesse: https://www.transmundial.org.br/radio/programas/historia-das-missoes/pagina/1 


quinta-feira, 30 de junho de 2022

A Grande Comissão nos quatro evangelhos - Esboços


A Grande Comissão em Mateus

Esboço da comissão:

1. O poder (soberania) do Rei – “toda a autoridade”.

2. O propósito do Rei – “fazei discípulos”.

3. O preceito do Rei – “ir... batizar... ensinar”.

4. A presença do Rei – “Estou convosco”.

 

A Grande Comissão em Marcos

Esboço da comissão:

1. O método de missões – pregação.

2. A dimensão de missões – o mundo.

3. A mensagem de missões – o Evangelho.

 

A Grande Comissão em Lucas

Esboço da comissão:

1. A fundação reveladora do Evangelho – as Escrituras, a lei de Moisés, os profetas, os Salmos.

2. A essência do Evangelho – a morte e ressurreição de Cristo.

3. A incumbência do Evangelho – arrependimento e expiação dos pecados devem ser pregados.

4. A dimensão do Evangelho – entre as nações.

5. O instrumento do Evangelho – somos testemunhas.

6. A dinâmica do Evangelho – a promessa do Pai e do Espírito Santo.

 

A Grande Comissão em João

Esboço da comissão:

1. Orientação – “Como o Pai me enviou...”

2. Incumbência – “Eu, pois os envio”.

3. Preparo – “Recebei o Espírito Santo”.

4. Missão – “Perdoar os pecados”.

 

George W. Peters, no livro Teologia Bíblica de Missões (CPAD)


sábado, 18 de junho de 2022

Como Criar um Informativo Missionário - E-book gratuito


O missionário Renato Sousa criou e disponibilizou, gratuitamente, o pequeno e-book Como Criar um Informativo Missionário que Gere Resultados. O material é voltado para missionários e organizações que precisam elaborar informativos para seus mantenedores, e para comunicar seu trabalho de uma maneira em geral.

Renato também produz outros conteúdos de interesse missionário, os quais compartilha em seu perfil no Instagram: @renatoemmissao .

Para baixar o e-book, acesse: https://agencia-keel.herospark.co/p/informativoeficaz


quarta-feira, 8 de junho de 2022

Seja um mobilizador pelos povos não alcançados - Baixe o kit de recursos

 


Os PNA (povos não alcançados) são ou deveriam ser a maior prioridade missionária minha e sua, e de nossos irmãos daqui e dacolá, ou seja, de TODA a igreja.

A Missão Crossover Global preparou uma kit de recursos para nos ajudar a mobilizar a igreja para a causa dos PNAs. 

O kit, GRATUITO, é composto pelos seguintes itens: 

  • O e-book 30 Dias de Oração pelos Povos Não Alcançados, que junto aos motivos de oração apresenta valiosas informações sobre muitos desses grupos; 
  • Uma apresentação em PDF ou PPT sobre os PNAs;
  • Um infográfico sobre os oito blocos de afinidade cultural menos alcançados, em formato digital ou para impressão em tamanho A2;
  • Um vídeo com informações sobre os PNAs.

Acesse o site e baixe seu kit: 

https://www.tarefainacabada.com.br/mobilize


sábado, 4 de junho de 2022

O missionário merece uma resposta

 


Valter Júnior - @projetojoao9 

Não me parece que um missionário acredite que toda a Igreja para a qual apresenta o seu projeto de trabalho, irá acolher e se prontificar a apoiar. 

Muitas razões legítimas podem levar a Igreja a precisar dizer não ao convite para ser parceira do missionário na extensão que ele gostaria.

Quanto a isso, tudo bem! 

Mas que a Igreja efetivamente comunique isso ao missionário.

É realmente desconfortável e constrangedor para quem apresentou uma proposta e nutriu esperança de obter uma resposta positiva, não receber resposta nenhuma. 

Consideremos o missionário digno de receber uma resposta, mesmo que seja negativa.

Não oferecer qualquer retorno a pretexto de assim se esquivar do desconforto de dizer não, vai deixar um coração que ama a obra de Deus e precisa de apoio, alimentando uma esperança que a Igreja já sabe que não vai se concretizar. 

Se a parceria não pode se efetivar em um compromisso de sustento, quase sempre pode se firmar em um compromisso de oração.

Para o missionário, saber que uma Igreja ora por ele é realmente confortador, revigorante e encorajador. 

No entanto, muitas Igrejas agem como se acreditassem que a única ajuda de fato significativa é a financeira.

Se não podem dar uma resposta positiva quanto a este auxílio, nada fazem. 

Parece que informar que “apenas” vão orar por ele, pode ser tão desapontador que preferem nada comunicar.

Sabemos a importância do sustento financeiro, mas não podemos elevar tão auxílio e cooperação a uma condição sem a qual, nenhuma outra seria possível. 

Se não pudermos contribuir financeiramente, oremos, divulguemos, apoiemos de formas que não incluam recursos monetários.

Por outro lado, se o missionário reclama que algumas igrejas não assumiram compromisso de suporte financeiro, lamentando que elas vão “apenas orar por ele”, estaria com isso colocando o auxílio financeiro em um patamar superior a oração pelo seu ministério. 

Sabemos a importância e real necessidade dos recursos financeiros para se fazer algo nos campos missionários, mas não permitamos que esse componente assuma um valor maior, nem menor do que realmente possui.

Assim, quem convida para uma parceria missionária e quem recebe o convite, não estarão com o coração nos recursos financeiros, mas sim em Deus que responde as orações e nos concede o privilégio de nos tornarmos participantes da obra que Ele está fazendo no mundo, usando os dons, talentos, habilidades e bens que a nós confiou. 

Que a boa comunhão e contato regular entre missionário e Igreja local independa  da existência de uma parceria ampla e completa em todos os aspectos, mas sim do fato de sermos entes diferentes entre si, mas membros do mesmo Corpo, cuja cabeça é Cristo.

Não é o auxílio mútuo entre os membros que os torna partes do Corpo, mas por serem membros do mesmo corpo, deles se espera tal atitude.


🙏 Ore pelos missionários 

🙏 Ore por mais missionários 

🙏 Ore pelas igrejas parceiras em oração, contribuição, suporte e/ou envio

🙏 Ore por mais igrejas parceiras em oração, contribuição, suporte e/ou envio

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domingo, 22 de maio de 2022

Onde estão os MOBILIZADORES DE MISSÕES?

 


André Lopes Wanderley - JUVEP

 

Em Romanos 10, a partir do verso 14, se lê: “Como, porém, invocarão aquele em que não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas!”

Agora de trás para frente: “Como os pés formosos anunciarão coisas boas, se não forem enviados? Como serão enviados, se ninguém os pregou? Como poderão pregar, se nada ouviram? E como poderão ouvir, se em nada creram? E como irão crer, se não foram invocados ou mobilizados por ninguém?


PRECISAMOS DE MOBILIZADORES COM A VISÃO DE REINO

Alguém precisa repassar a visão missionária. Alguém precisa dizer: “continuem a orar por missões”. Alguém precisa encorajar as pessoas a investirem no Reino com os seus recursos e com os seus dons. Alguém precisa convocar, conclamar a Igreja do Senhor Jesus a mobilizar os recursos que possam suprir as reais necessidades do campo missionário, para que, por fim, o Espírito Santo possa trabalhar nos corações de quem vos faça ouvir à Sua voz. Deixe o Espírito Santo fazer o Seu papel.

Um fato importante é que as pessoas não vão adivinhar quais são as reais necessidades do campo missionário, pois a Bíblia também nos diz que os adivinhadores não entrarão no Reino de Deus (Lv 19:31/Jr 27:9/Dt 18:10). Portanto, alguém precisa se dispor a ser um arauto de Deus para proclamar as verdades bíblicas.

Sabemos que o papel do Espírito Santo não é o de apenas convencer o homem do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16:7-11), mas também o de nos fazer lembrar de todas as coisas que Cristo ensinou e que estão registradas nas Sagradas Escrituras (Jo 14:26). Ele é o Consolador para todas as horas, que nos encoraja a crer e nos anima a avançar quando não acreditamos nem em nós mesmos.

O Espírito Santo também nos impulsiona a interceder pela obra missionária quando ouvimos falar das necessidades do campo, ampliando a visão do nosso Mestre: “A seara é realmente grande, mas poucos são os ceifeiros. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande ceifeiros para a sua seara” (Mt 9:37,38).

Nesse sentido, o Espírito Santo dirá à Sua Igreja, por meio de um mobilizador, que continuem a pregar a visão, que intensifiquem-se nas orações por missões, que contribuam com alegria e sejam generosos de coração. Chamando àqueles à obra missionária aonde Ele vos enviar.

Os campos já estão brancos para a colheita (Jo 4:35), portanto, precisamos de mobilizadores que sejam usados por Deus, para que a vontade de Deus se cumpra através da Sua igreja.

“Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1 Tm 2:3-4).

Seja você, portanto, um MOBILIZADOR DO REINO!

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Confira abaixo alguns recursos GRATUITOS para lhe auxiliar nos esforços de mobilização missionária. Clique sobre os títulos e baixe pelo Google Drive:

Manual de Mobilização Missionária Go Mobilize 

Ideias criativas para o Promotor de Missões 

Manual do Mobilizador de Missões JMM

Manual de Mobilização Missionária APMT

Mais de 200 Maneiras Práticas de se Envolver em Missões


Para mais recursos úteis, confira o LinkTree de Veredas, AQUI.



quarta-feira, 11 de maio de 2022

Cursos e eventos missionários e missões de curto prazo pelo Brasil

 







Dia 20/5 realizaremos o 1° Encontro de Boas Práticas na Gestão Missionária, organizado pela @amtboficial.
O evento é gratuito, e as inscrições podem ser feitas através do link bit.ly/bpgm-1.
Local: Plenarinho da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul
Endereço: Praça Marechal Deodoro, 101 - Centro Histórico, Porto Alegre.




@missao.kadosh realiza trabalho de evangelismo em locais menos alcançados desde 2006. Estamos trabalhando no Sertão Pernambucano com três segmentos menos alcançados no Brasil (Sertanejos, Indiginas Sertanejos e Quilombolas). Nosso alvo é uma transformação na cidade de Mirandiba-PE e Carnaubeira da Penha-PE em 10 anos. Por isso estamos retornando a cidade todos os anos, e este é o segundo ano.


Dias 10, 11 e 12 de Maio em Braga, Portugal.
Link para inscrição: https://bit.ly/3u5mvYn





Ajude a evangelizar o Rio Grande do Sul.
Maiores informações com o Rev. Sérgio Rezende - Instagram: @revsergiorezende










Encontro online com o DEMI-Departamento de Educação Missiológica da AMTB-Associação de Missões Transculturais Brasileiras - Sábado, 2 de julho de 2022, das 14h às 16h

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