sexta-feira, 22 de outubro de 2021

Eventos, cursos e oportunidades em Missões acontecendo pelo Brasil

Consulta DEMI - 2021
Participe conosco da Consulta Missiologica do DEMI. 
Programação online na sexta e no sábado, com participação especial do Diretor Executivo do  COMIBAM. 
Uma oportunidade de reflexão, aproximação e atualização do contexto de Educação Missiológica. 
Contribua nesse diálogo!




Irmãos queridos, não próxima segunda dia 25 faremos a 2ª Consulta junto a igrejas, pastores e organizações da sociedade civil cristãs, dessa vez em Belo Horizonte e região, a respeito da acolhida de afegãos em busca de refúgio no Brasil.
Entendemos que é o momento da Igreja ser resposta a essa crise e com isso, buscamos reunir pastores e líderes para expor os detalhes da situação, mostrar de forma prática o que é acolher uma família e desafiar ao acolhimento.
Convido a todos do grupo a estarem conosco na Igreja Esperança dia 25/10 as 19:30 h e também divulgar àqueles que consideram ser pessoas, igrejas e organizações estratégicas.
O link para inscrição segue em anexo, em Cristo.





Estamos dando start na divulgação do Projeto Harvest África que tem o alvo de preparar obreiros e enviá-los para servir no continente Africano. 
De início estamos dando ênfase na região oeste onde temos obreiros já com trabalhos iniciados e com uma carência urgente de novos trabalhadores para somar forças e avançar com os trabalhos ali. 
O projeto foi dividido em 3 etapas sendo que a primeira e segunda etapa será em nossa base de treinamento e a 3a o aluno em formação terá liberdade de se deslocar pois visitará igrejas e irmãos com o alvo de levantar parceiros para sua ida ao campo. 
O envio será em parceria com a igreja local do aluno e o mesmo será recebido e integrado no campo pelos nossos missionários. 
O treinamento terá início no dia 5 de março de 2022. 
Após primeira etapa de formação, se aprovado, o aluno segue então para o aprendizado intensivo do idioma Francês para então seguir para fase final e envio. 
Estamos a disposição para mais informações e esclarecimentos. 
0 dono da Seara continua chamando por trabalhadores! Ele pode contar contigo ? 
Contatos: 17 99100 5851 














Avanço Missionário em Padre Marcos, no Piauí - Janeiro 2022















A Missão Juvep tem a alegria de informar que está retomando as atividades do Projeto Missionário de Férias e estaremos realizando o plantio de uma nova Igreja no município de Carnaubeira da Penha – PE, entre os dias 7 a 24 de janeiro de 2022.

















terça-feira, 12 de outubro de 2021

O Chamado da Cidade, de George MacDonald - Um poema sobre missões urbanas

 


O Chamado da Cidade

George MacDonald 

Trad. de José Britto Barros

 

Eu disse: "Deixa-me viver no campo".

Ele disse: "Não, vive na cidade".

Eu disse: "Não há flores ali..."

Ele disse: "Flores não, mas há um diadema".

 

Eu disse: "Mas na cidade os céus são escuros,

Não existe nada senão barulho e confusão;

E Ele chorou com profundeza d'alma,

Fazendo-me reconsiderar...

"Há mais que isso, disse Ele, há pecado."

 

Eu disse: "Mas na cidade o ar é carregado,

E nuvens de fumaça encobrem o sol”.

Ele disse: "Ali, porém, os corações estão dilacerados

E as almas se aniquilam na triste solidão espiritual".

 

Eu disse: "Lá na cidade não poderei

Notar, a suave fragrância das coisas,

E os amigos também não me notarão, eles falarão"...

E Ele respondeu: "Escolhe esta noite

Quem é mais importante para ti, Eu ou eles".

 

E eu lhe pedi me fosse dado tempo para resolver...

Ele falou: "Isto é duro para decidir?

Isto não será pesado para alcançar o céu,

Pois estarás seguindo passo a passo

As pisadas do Teu Mestre".

 

Então volvi um longo olhar de despedida para o campo

E decidido voltei meu rosto para a grande cidade.

Ele falou: "Meu filho, tu te rendes enfim?

Trocas as flores por um diadema?"

 

Então Ele pousou a sua mão dentro da minha

E no recesso do meu coração eu o senti...

Uma doce suavidade do céu me dominou o ser

Que levou o meu temor de seguir o seu caminho.


                                 *   *   *

Do livro Inspirações Poéticas do Pastor Britto.



sábado, 2 de outubro de 2021

O chamado às missões é contagioso



 Por Nathan Busenitz, via COMIBAM

O espírito missionário é absolutamente contagioso.

Até uma única vida, ardendo intensamente pelo evangelho, pode inflamar o coração de centenas de pessoas pelas gerações seguintes.

Que coisa poderosa é contemplar essa realidade na história da obra missionária! Consideremos, por exemplo, a seguinte cadeia de influência do evangelho:

  1. John Elliott (1604-1690) foi um colono puritano da Nova Inglaterra, que começou a evangelizar os nativos americanos. Conhecido como o “apóstolo dos índios”, traduziu a Bíblia para sua língua materna, ajudou a estabelecer igrejas e provocou um zelo missionário entre os colonos cristãos no Novo Mundo.
  2. Esse espírito missionário inspirou homens como David Brainerd (1718-1747) a dedicarem, de modo similar, a vida para alcançar índios nativos americanos com as boas novas do evangelho.
  3. Embora Brainerd tenha morrido com apenas 29 anos, seu amigo Jonathan Edwards (1703-1758) ficou tão impressionado com a paixão do jovem missionário que editou o diário de Brainerd e o publicou. O próprio Edwards mais tarde trabalharia como missionário para os índios americanos nativos de Stockbridge, Massachusetts.
  4. Em 1785, um sapateiro inglês chamado William Carey (1761-1834) leu uma cópia de um Relato da Vida do falecido reverendo David Brainerd, publicado por Jonathan Edwards. O livro teve um impacto profundo no pensamento de Carey, acendendo uma paixão em seu coração por levar o evangelho à Índia. William Carey foi para a Índia em 1793 e assim nasceu o movimento missionário moderno.
  5. Em 1802, um pregador britânico chamado Charles Simeon (1759-1836) falava do bem que William Carey estava fazendo na Índia. Ao ouvir essa mensagem, um jovem da congregação chamado Henry Martyn (1781-1812) decidiu que ele também iria para a Índia, em vez de ir à escola de direito.
  6. Martyn morreu jovem. No entanto, suas memórias influenciaram muitos na Inglaterra. Em particular, sua biografia teve um impacto significativo em Anthony Norris Groves (1795-1853), que é considerado por alguns como o “pai da obra missionária de fé”. (Groves foi missionário no atual Iraque e, posteriormente, no Índia) Em suas próprias memórias, Groves escreve:

Terminei de ler, pela segunda vez, as Memórias de Martyn [Henry]. Quanto minha alma o admira e ama seu zelo, abnegação e devoção; quão brilhante, quão transitória é sua carreira; quanto poder espiritual e mental em meio à debilidade do corpo e doenças! Ou, posso ser encorajado pelo seu exemplo a avançar para uma marca superior?

  1. Em 1825, Groves publicou um breve folheto intitulado A Dedicação Cristã, no qual encorajava os cristãos a viverem frugalmente, confiando em Deus para suas necessidades e dedicando a maior parte de sua renda aos esforços de evangelização em todo o mundo. Esse livro teve um grande impacto no pensamento de homens como George Müller (1805-1898) e James Hudson Taylor (1832-1905), formando significativamente sua maneira de pensar sobre o trabalho missionário.
  2. Hudson Taylor foi o primeiro missionário moderno a avançar pelo interior da China. Ele estabeleceu a Missão para o Interior da China e recrutou centenas de missionários para participar dos esforços evangelísticos lá. A certa altura, Taylor voltou à Inglaterra, onde pediu aos jovens cristãos que se juntassem a ele na China. Um famoso jogador de críquete de Cambridge, chamado CT Studd (1860-1931), foi um dos profundamente afetados pela pregação de Taylor. Studd deixou para trás uma vida de ócio para servir a Cristo no exterior. Seis outros estudantes se uniram a Studd e juntos ficaram conhecidos como “Os Sete de Cambridge”.
  3. A publicidade obtida por CT Studd e “Os Sete de Cambridge” na Inglaterra, especialmente sua influência nas universidades britânicas, influenciou o início do Movimento de Estudantes Voluntários para Missões Estrangeiras (iniciado em 1886) na América do Norte. Sob a liderança de homens como DL Moody (1837-1899) e Arthur T. Pierson (1837-1911) (o autor da biografia de George Müller), centenas de estudantes americanos se uniriam ao movimento de voluntários e se dedicariam à obra missionária estrangeira.
  4. O testemunho de Hudson Taylor também foi particularmente influente na vida de outros missionários, como Amy Carmichael (1867-1951), Eric Liddell (1902-1945) e Jim Elliot (1927-1956). Falando desse impacto, Elizabeth Elliot explicou:

Quando eu era uma estudante universitária, meu pai me emprestou dois volumes sobre a vida de Hudson Taylor. Outro estudante da universidade, Jim Elliot, também os leu, e essa era uma das grandes coisas que ele e eu tínhamos em comum: uma enorme fome por esse tipo de piedade e um verdadeiro coração missionário.

Essas breves histórias demonstram que o espírito missionário é contagioso.

De John Elliott a Jim Elliot, uma cadeia perceptível de influência pode ser rastreada e se observa como ela se transfere de um missionário fervoroso para outros. De David Brainerd a Jonathan Edwards, William Carey, Henry Martyn, Anthony N. Groves, Hudson Taylor, CT Studd, Jim Elliot e outros.

Curiosamente, essa cadeia em particular nos leva a um círculo completo – das Américas ao mundo inteiro e vice-versa. John Elliott levou o Evangelho aos índios americanos nativos da Nova Inglaterra. Três séculos depois, Jim Elliot levou o Evangelho aos índios nativos americanos do Equador.

Alguns dos missionários listados acima viveram apenas por um curto período de tempo. David Brainerd tinha 29 anos quando morreu. Henry Martyn, apenas 31. Jim Elliot, 28. No entanto, o impacto de sua vida se estende muito além de sua curta estada nesta terra. Sua abnegação inspirou milhares de pessoas a darem sua vida pela causa do evangelho. Isso é algo que devemos considerar seriamente.

Certamente, este é só um pequeno fio na grande tapeçaria que Deus tem tecido ao longo dos séculos. Existem muitas outras conexões, vínculos e influências que poderiam ter sido traçadas. No entanto, ilustra uma profunda lição de uma maneira vívida. Nunca subestime o poder de influência de uma única vida totalmente investida no serviço do Senhor Jesus. A fidelidade do sacrifício a Cristo em uma geração ressoa para muitas gerações vindouras.

Dr. Nathan Busenitz Ele é professor de teologia histórica no The Master’s Seminary. Depois de concluir dois mestrados (M.Div., Th.M.) e um doutorado (Ph.D.) na mesma instituição, ele se tornou parte do corpo docente do TMS em 2009. Ele e sua família vivem em Los Angeles. Angeles, Califórnia

Fonte: The Master’s Seminary.


quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Por que o preparo faz diferença na obra missionária

 

O missionário Timóteo Bachmann fala sobre sua experiência com o preparo missionário, bem como a importância de capacitar o obreiro para o trabalho que vai desenvolver, além dos riscos de pular essa etapa indispensável à obra missionária. Confira o texto:

Pensando em viajar? Você toparia tomar um voo com alguém que estudou pilotagem no YouTube, e não completou as horas de voo?

Precisando fazer uma cirurgia? Que tal submeter-se a uma cirurgia com alguém que fez apenas metade do curso de medicina?

Mas, pensando bem, se não aceitamos embarcar num voo com alguém não capacitado, será que deveríamos apoiar alguém que deseja servir a Deus sem o preparo necessário?

Da mesma forma que ninguém com juízo aceitaria ser operado por alguém despreparado, assim também nenhum pastor ou líder de agência missionária deveria incentivar o envio de alguém ao campo sem o devido preparo. Isso porque essa pessoa estaria sendo autorizada a exercer um trabalho que só pode ser feito por quem tem capacitação e reconhecimento por parte da liderança da igreja. Na prática, isso muitas vezes se torna uma autorização para fazer estragos, porque é a coisa mais provável de acontecer.

O apóstolo Paulo escrevendo sua primeira carta a Timóteo (3:10) chega a instruí-lo a certificar-se que os diáconos sejam avaliados. E que sejam encomendados à obra somente se forem aprovados. Assim também as outras recomendações de Paulo quanto a obreiros, como em Tito 1, transbordam de cuidados em aprovar obreiros, e a observar vários fatores que fazem parte da sua capacitação para exercer o ministério.

Será que por alguma razão os obreiros da idade moderna estão isentos dos critérios sagrados estabelecidos por nosso Deus para exercer o ministério? Será que os missionários transculturais de hoje estariam isentos da necessidade de preparo completo e adequado só porque “os povos estão morrendo sem Cristo”? Será que pode existir algum fator ou princípio que seja superior ao padrão deixado por Deus para os Seus obreiros em Sua Palavra, que dispense o devido preparo de obreiros para a Sua Seara?

Agora, se concordamos que estes obreiros obtenham o preparo adequado e necessário para o ministério específico que vão exercer, será que vamos concordar que não necessitam renovar e atualizar seus conhecimentos e capacitação com o passar do tempo? Se dissermos que não, deveríamos aceitar a oportunidade de embarcar num voo com um piloto veterano, experiente, mas que nunca fez nenhum treinamento de atualização. Seria como aceitar fazer uma cirurgia com um médico que nunca participou de congressos de medicina e ficou por décadas sem ler informativo algum de sua área.

Quando fui agraciado com a bolsa para o mestrado e comecei a ter aulas e tarefas escolares depois de tantos anos, senti-me como um papagaio velho, que já não consegue aprender palavras novas! Mas Deus me deu graça e coragem de persistir! Várias vezes lutei  contra o desânimo devido à intensidade dos estudos e às altas exigências nas monografias, mas persisti porque sabia da necessidade de termos ferramentas para o trabalho e da importância de estarmos sempre abertos para aprender mais. Fui ensinado que um servo de Deus precisa ser ensinável e consciente da necessidade de crescer sempre no conhecimento dÊle, em Sua Palavra, e nas habilidades que Ele mesmo requer de nós – 2 Timóteo 3.16,17 – ser apto e preparado para toda boa obra!

Que experiência maravilhosa foi, agora em junho do corrente ano, esse papagaio velho, depois de formado, ter mais uma oportunidade de aprender outras palavras novas! E ainda mais sendo através de uma missionária inglesa, Dra. Katy Barnwell, que começou a trabalhar na Nigéria em 1950 e que, até hoje, fala com tanta humildade da necessidade dela mesmo aprender mais! É mais um software de tradução bíblica, é mais grego e hebraico! Imagina! Ela com essa idade e experiência toda, diante dos nossos olhos lutando no laptop para aprender mais! Que inspiração! Que exemplo! Que modelo de vida!

Dra. Katy Barnwell, que Deus nos dê muitos anos de vida e ministério como Ele te deu, sempre aprendendo mais e sendo-lhe cada vez mais útil!

Claro que o missionário Timóteo e nós não estamos defendendo um academicismo frio, ou um intelectualismo vaidoso. A ênfase é no preparo bíblico, espiritual e prático para servir bem no ministério e cooperar com o avanço da obra missionária. Esse preparo deve ser continuado para produzir crescimento ministerial, para fomentar corações ensináveis e para expandir o trabalho. Outro benefício do preparo continuado é que ele gera conhecimento para capacitar a nova geração a ir mais além no cumprimento da Grande Comissão.

Preparar-se bem e continuadamente para o campo missionário é uma forma de viver o seu chamado, e zelar da obra que Deus lhe confiou.

“dedique-se à leitura pública das Escrituras, à exortação, ao ensino. Não seja negligente para com o dom que você recebeu, o qual lhe foi dado mediante profecia, com a imposição das mãos do presbitério. Medite estas coisas e dedique-se a elas, para que o seu progresso seja visto por todos. Cuide de você mesmo e da doutrina. Continue nestes deveres, porque, fazendo assim, você salvará tanto a si mesmo como aos que o ouvem.” 1 Timóteo 4.13–16

Via Missão AMIDE 

terça-feira, 14 de setembro de 2021

Veredas Missionárias em outros canais e redes sociais


Prezados irmãos, nosso blog de informação e mobilização missionária, o Veredas, nasceu em 27 de outubro de 2007, e está perto de completar 14 anos.

O que muitos não sabem é que, além deste espaço principal que é nosso blog, disponibilizamos outros canais em redes sociais para melhor comunicar informações e compartilhar recursos missionários.

Siga, curta e participe destes canais para manter-se sempre informado com tudo o que divulgamos, informações e recursos que nem sempre vêm parar aqui no blog:


Nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/VeredasMissionarias


Grupo REFLEXÃO MISSIOLÓGICA EVANGÉLICA no Facebook: https://www.facebook.com/groups/590303671121146


Outras páginas do Facebook que administramos ou onde colaboramos, com foco missiológico:

Eventos Missionários no Rio de Janeiro: https://www.facebook.com/eventosmissionariosnoriodejaneiro

Missões Urbanas: https://www.facebook.com/MissoesUrbanas.Rio

São Gonçalo por Cristo: https://www.facebook.com/S%C3%A3o-Gon%C3%A7alo-por-Cristo-967248786675454


Perfil Veredas Missionárias no Instagram: https://www.instagram.com/veredasmissionarias/


Grupo Veredas Missionárias no Whatsapp:  https://chat.whatsapp.com/KDvWWxOPmDn6eT0UVYVTEY

(grupo fechado, para compartilhamento de recursos e informações. Apenas os administradores postam, para não haver desvios do foco).



segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Cuidado Missionário: A importância da prevenção

 


O departamento do Cuidado Missionário da AMTB - CIM Brasil, preparou um artigo muito especial para toda comunidade missionária.

Não deixe de ler e refletir para sua vida.

PARA BAIXAR O ARTIGO (em formato PDF) CLIQUE AQUI.


sábado, 28 de agosto de 2021

E-book gratuito para download: MISSÕES EM UM NOVO TEMPO, de Bijoy Koshy

 


A Missão Interserve acaba de disponibilizar um e-book gratuito. Missões em um nono tempo: Uma reflexão, de Bijoy Koshy.

Este e-book é formado por artigos publicados inicialmente na revista Ultimato durante o ano de 2020 na seção Caminhos da Missão. O sétimo e último capítulo, escrito originalmente para a revista Go Magazine, foi gentilmente cedido pela Interserve do Reino Unido. O autor dos artigos, Bijoy Koshy, é o diretor internacional da Interserve, agência missionária interdenominacional presente no Brasil há 17 anos, e no mundo desde 1852. A Interserve envia profissionais cristãos dispostos a compartilhar sua fé intencionalmente, através do serviço ao próximo entre os povos do mundo árabe e Ásia. Os caminhos da missão têm como foco o cuidado da pessoa como um todo - emocional, física e espiritualmente.

Para baixar o e-book, basta cadastrar seu e-mail aqui: https://apoio.interserve.org.br/?ltclid=38b286bf-1f01-48a9-8078-0046fd0de814

terça-feira, 17 de agosto de 2021

COMO VIVER O IDE? E-book gratuito da ESC MISSÕES

 A ESC MISSÕES é uma iniciativa levada a cabo por Raíssa Lorena Diniz de Sá. Através principalmente do Instagram, mas atuando também em outras frentes, a jovem Raíssa compartilha, de uma forma dinâmica e divertida, muitos conhecimentos sobre a obra missionária. Destaque para os divertidíssimos vídeos curtos, nos quais Raíssa aborda diversos temas de interesse missionário. Uma verdadeira máquina de edificação, capacitação e mobilização.

Conheça o perfil da ESC MISSÕES no Instagram: https://www.instagram.com/escmissoes/

Raíssa elaborou também um e-book gratuito: Como Viver o Ide?, no qual transcorre sobre diversos temas de interesse missionário.

O e-book pode ser baixado pelo Google Drive, CLICANDO AQUI.


domingo, 8 de agosto de 2021

Segundo Semestre 2021: Cursos, congressos e eventos de Missões

 

O "Go Movement" , "Década de Evangelizaçao", é uma mobilização global para pregar o evangelho em todo o mundo nos próximos 10 anos. Inserido no "Go Movement" , "Década de Evangelização" foi criado o GO ACTION SERTÃO que atua especificamente na evangelização do Sertão Nordestino.
Esse encontro irá acontecer de 21 a 23 setembro e visa desenvolver relacionamentos intencionais para juntos traçarmos estratégias missionais, para em cooperação mutua alcançarmos todo o Sertão Nordestino com o Evangelho na #decadadeevangelizacao , 2021 – 2030.
PARA MAIORES INFORMAÇÕES, ACESSE: https://www.facebook.com/godbrasil/


Curso de Gestão Missionária.


Curso Missão Urbana.


Semana Conexão Interserve, um evento para celebrar os 18 anos da Interserve Brasil e compartilhar a história que vivemos até aqui. Serão quatro dias de encontros, dos dias 9 a 12 de agosto, sempre às 20h, pela plataforma do ZOOM (mais detalhes da programação abaixo).
Para participar, é necessário se inscrever pelo seguinte formulário https://bit.ly/conexaoISB.






Curso gratuito, secular, voltado para profissionais da Saúde, mas aberto e útil a todos os interessados.


Em São Gonçalo - RJ.














sábado, 31 de julho de 2021

Pedro Valdo e a origem dos colportores

 


Você já ouviu falar em Colportagem ou em Colportor Evangelista?

A história conta que no século XII vivia na França um homem chamado Pedro Valdo, que era muito bem sucedido e possuía muitos vendedores (mascates) que vendiam os seus produtos em diversas regiões.
Pedro Valdo conheceu a Bíblia e se converteu ao Senhor, passando a vivenciar uma mudança de vida.
Valdo passou a amar a Deus e a Sua Palavra, e diante do rigor do regime político da época que perseguiam os cristãos e não permitiam a disseminação da Bíblia, Valdo entendeu que os Escritos Sagrados precisavam ser distribuídos a todas as pessoas e que deveria contribuir para que isso ocorresse.
Foi então que Valdo teve uma ideia. Como não existia imprensa na época, contratou pessoas para elaborarem manuscritos de trechos da Bíblia, confeccionou uma espécie de bolsa tiracolo que os vendedores prendiam no pescoço de forma oculta por debaixo do casaco e, contando com a colaboração da maioria dos seus vendedores que também era homem tementes a Deus, passou a distribuir porções da Escritura por diversas regiões.
Daí surgiu o termo "colportor" da junção das palavras francesas "colo" (pescoço) com a palavra "portare", "carregar", ou seja, "carregar no pescoço". Essa iniciativa se fortaleceu tanto que grande parte do sucesso da Reforma Protestante se deu devido ao trabalho dos Colportores que disseminaram porções da Bíblia quando o acesso a ela era restrito.
Milhares de pessoas passaram a seguir o exemplo de Pedro Valdo, o que fez com que ficassem conhecidos como "os valdenses". Os valdenses foram responsáveis pela chegada do evangelho em diversas regiões do planeta, de modo que desde a Coréia, até o Brasil, temos frutos do trabalho dos Valdenses com a disseminação da Palavra de Deus.
Atualmente milhares de colportores ainda levam esse trabalho avante, unindo a possibilidade da captação de recursos para a sobrevivência através da venda de literaturas, a evangelização através da distribuição de escritos evangelísticos ao redor do mundo, de casa em casa.
Ide.

Via ESC Missões 
- Perfil no Instagram: https://www.instagram.com/escmissoes/ . 
Confira ainda o E-BOOK gratuito COMO VIVER O IDE?, elaborado pela ESC e também a rica Biblioteca Virtual.


sábado, 10 de julho de 2021

RESPONSABILIDADE MISSIONÁRIA: Avaliações que ajudam o missionário e o ministério a prosperar



Os cristãos são diretamente responsáveis ​​perante Deus, mas Ele também estabeleceu líderes humanos para fazerem parte do processo de responsabilização.

Artigo original de Catalyst Services: https://catalystservices.org/wise-accountability/


Responsabilidade, o que é?

A responsabilidade tem sido um componente das boas práticas de negócios, com análises de desempenho usadas como uma ferramenta para ajudar a medir o progresso dos funcionários no cumprimento de metas predeterminadas. Porém, muito antes de as empresas adotarem a ideia, as Escrituras ensinavam responsabilidade. Os cristãos são diretamente responsáveis ​​perante Deus, mas Ele também estabeleceu líderes humanos para fazerem parte do processo de responsabilização. Hebreus 13:17 nos diz que os líderes prestarão contas do cumprimento de suas responsabilidades: “Obedecei a vossos líderes e submeti-vos a eles, porque estão zelando por vossas almas, como os que terão de prestar contas”.

A prestação de contas fazia parte das missões desde o início, já que o apóstolo Paulo prestava contas à igreja que o enviava: “E dali navegaram [Paulo e Barnabé] para Antioquia, de onde tinham sido encomendados à graça de Deus para a obra que já haviam cumprido. E, quando chegaram e reuniram a igreja, relataram quão grandes coisas Deus fizera por eles, e como abrira aos gentios a porta da fé.” Atos 14: 26-27. Aparentemente, essa primeira equipe missionária tinha uma designação específica. Quando a cumpriram, voltaram para dar um relatório completo à igreja que os enviava.

Avancemos até os dias de hoje. Podemos definir os elementos essenciais de uma avaliação e responsabilidade missionária saudável para uma igreja local, particularmente para a igreja que os envia? Como seria?

AVALIAÇÃO DE TRÊS OU QUATRO VIAS

A responsabilidade missionária eficaz deve incluir a colaboração entre o missionário, a igreja enviadora e a agência. Cada vez mais, os líderes locais ao lado dos quais o missionário está servindo também são vozes essenciais neste processo de avaliação. Obter opiniões honestas de líderes nativos/locais exigirá o desenvolvimento de relacionamentos e a construção de confiança para que percebam que suas opiniões são altamente valorizadas.

igreja enviadora comissiona o obreiro e então o envia e o apoia em uma designação específica. agência traz experiência intercultural especializada para ajudar a definir o papel do missionário e objetivos específicos, e então fornece trabalho em equipe e apoio para alcançá-los. entidade nacional receptora / parceiros determinam como o missionário pode dar uma contribuição vital para a obra geral de Deus neste contexto. missionário trabalha proativamente com todos esses parceiros para definir a atribuição, esboçar metas mensuráveis ​​e trabalhar diligentemente para alcançá-las.

Portanto, a avaliação saudável ocorre dentro de um relacionamento complementar onde o missionário, a igreja enviadora, os parceiros locais e a agência colaboram para fazer avaliações regulares e honestas e determinar como aumentar continuamente o impacto do ministério. Outras congregações que apoiam financeiramente devem esperar que esta tríade/quadrante de responsabilidade responsabilize-se mutuamente pelo processo e pelos resultados. Se isso não estiver acontecendo, as igrejas de apoio podem precisar se envolver mais proativamente no processo de prestação de contas.

PROJETADO PARA AFIRMAÇÃO

A responsabilidade do missionário precisa ser projetada como uma prática doadora de vida, não um jogo de “peguei você” para julgar um trabalhador por falhas. Quando o objetivo é identificar motivos para comemorar e áreas onde a melhoria mútua pode resolver as dificuldades, o tom da entrevista de avaliação será edificante e didático. Se os processos de envio e prestação de contas estiverem funcionando bem, na maioria dos casos uma avaliação resultará em missionário e igreja celebrando juntos com alegria o que Deus fez por meio de sua parceria. Esse deve ter sido o resultado quando Paulo e Barnabé relataram à igreja de Antioquia sobre sua primeira viagem.

TRANSPARÊNCIA E TRABALHO EM EQUIPE PARA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS

Se o processo de avaliação realmente trouxer problemas, o ideal é que a tríade / quarteto de responsabilidade trabalhe honesta e humildemente em conjunto para determinar a melhor maneira de resolvê-los. Para que um trabalhador seja receptivo, ele deve saber que todas as partes têm em mente seus melhores interesses, bem como miram o bem final do trabalho. Se um missionário está convencido de que a igreja o considera um fracasso ou se teme que a igreja abandone sumariamente o apoio se forem identificados problemas, será difícil trabalharmos juntos para buscar soluções. Portanto, a construção de confiança deve ser um pré-requisito, bem como um dos resultados desejados.

RECIPROCIDADE

A responsabilidade deve ser uma via de mão dupla - bem, na verdade, uma rodovia com várias faixas! O missionário, a entidade receptora, a igreja enviadora e a agência são responsáveis ​​por ajudar a atingir as metas e melhorar a eficácia. Por exemplo, o missionário deve falar se a igreja enviadora tem cumprido as expectativas e compromissos que assumiu ao enviar o obreiro e como pode melhorar. A agência também deve estar aberta a críticas e melhorias em seu papel de supervisão. Os líderes nativos/locais devem estar comprometidos com a melhoria da integração cultural de seus colegas expatriados.

RETROFITTING DOLOROSO

Muitas igrejas hoje têm missionários em sua lista que foram enviados no passado sem nenhum processo claro de responsabilização e poucas ou nenhumas expectativas estipuladas. Nesses casos, quando a igreja começa a implementar um processo de responsabilização proativa, pode encontrar medo ou resistência do missionário e/ou agência. Isso não significa que o processo deva ser abandonado. A transparência em relação aos propósitos e métodos ajudará, assim como o enfoque na oração, humildade e discernimento guiado pelo Espírito. Visto que a igreja é responsável por administrar seu povo e recursos de uma maneira que honre a Deus, eles precisarão perseverar, mesmo que tenham relutância.

AVALIAÇÃO VS. RELATÓRIOS

Muitas igrejas pedem a todos os seus missionários (não apenas os enviados de sua igreja) para preencher um relatório trimestral, semestral ou anual. Este relatório fornece uma atualização sobre os objetivos e atividades do ministério, pedidos de oração e respostas às orações. Aqui está um exemplo de formulário de relatório . Esses relatórios são principalmente para manter a igreja informada, mas também fornecem informações essenciais para a avaliação com os missionários enviados.

O Processo de Avaliação

Uma pausa anual para um diálogo de avaliação entre o missionário e a igreja que o envia é normalmente uma boa frequência. Essa revisão anual geralmente inclui um relatório escrito do supervisor . Além disso, uma avaliação 360° mais completa deve ser realizada, talvez uma vez a cada período e sempre que problemas mais profundos forem identificados. Uma avaliação 360° envolve obter informações por meio de conversas com supervisor(es), companheiros de equipe e colegas nacionais. A avaliação de um conselheiro profissional também pode ser crucial ao lidar com situações pessoais complexas.

Um processo de avaliação presencial é sempre preferível, especialmente para uma revisão 360°. Algumas igrejas combinam a avaliação com uma visita de campo para fornecer atendimento missionário. Casar os dois faz sentido em termos de eficiência de viagem, mas se questões importantes precisam ser tratadas, é difícil tentar fornecer cuidados aprofundados ao mesmo tempo pelas mesmas pessoas.

Muitas igrejas enviadoras fazem uma avaliação detalhada a partir do lar do missionário. Isso pode ser ideal se o trabalhador não estiver sob severas limitações de tempo ou lidando com questões familiares, de saúde ou financeiras que podem dificultar uma avaliação saudável. Se houver circunstâncias atenuantes, a avaliação é provavelmente mais importante do que nunca e deve ser agendada para um horário mutuamente acordado.

As entrevistas de avaliação devem sempre incluir pelo menos dois representantes da igreja para evitar um preconceito singular. Os membros da igreja com experiência profissional em RH podem vir com habilidades aprimoradas ao longo de anos fazendo perguntas importantes. Pessoas com experiência transcultural também trazem uma perspectiva valiosa para o processo. Algumas igrejas incluem toda a equipe de liderança de missões em entrevistas de avaliação; no entanto, isso corre o risco de fazer com que o missionário se sinta em menor número e reticente para ser tão transparente quanto poderia ser em um grupo menor.


Uma ferramenta de avaliação

Uma igreja enviadora frequentemente entrará no processo de avaliação com alguma ideia das áreas que precisam de enfoque particular. No entanto, é útil também ter uma visão geral dos tópicos para revisão. Aqui está uma ferramenta que as igrejas podem adaptar para ajudá-las a avaliar o trabalho e o florescimento de seus missionários e familiares.


AVALIAÇÃO MISSIONÁRIA 360 °

Baixe esta ferramenta em inglês, em formato Word aqui .

O feedback de ambos os cônjuges é essencial. O diálogo com as crianças, especialmente os adolescentes, também pode fornecer informações importantes. Nota importante: não pare com uma resposta sim/não. A maioria das perguntas deve ser expandida com "Explique melhor", "Por que / Por que não?" e / ou “Como isso poderia ser melhorado?”, dentre outras questões.

  1. Atribuição clara e estratégica
    1. Qual é a atribuição e quais são as metas atuais que eles estabeleceram? Quais objetivos foram alcançados desde a avaliação anterior? Importante: A avaliação deve olhar para metas de ação mensuráveis, não resultados que são determinados por Deus apenas.
    2. Como esta atribuição é considerada estratégica pela igreja? Pela agência? Por parceiros locais?
    3. Para casais, a tarefa envolve apenas um dos cônjuges? Ambos? Igualmente?
    4. Quanto tempo o missionário está investindo para cumprir a designação? Isso é suficiente para atingir os objetivos (especialmente verdade para aqueles que são bivocacionais ou em tempo parcial) ou muito exigente para ser saudável para o missionário e a família?
    5. Existem recursos necessários para ter sucesso nesta tarefa?
    6. Jogo para atribuição
      1. Os dons e o treinamento do missionário (considere ambos os cônjuges, se casado e ambos envolvidos na designação) dão a eles a capacidade de ter sucesso neste papel?
      2. O missionário tem uma paixão profunda por esta tarefa ou a está fazendo porque precisa ser feita ou não há um cargo mais adequado disponível?
      1. Prospectando a situação pessoal / familiar
        1. Como está a saúde espiritual, física, mental, emocional, social e financeira do missionário / casal? *
        2. As crianças são saudáveis ​​nessas áreas? A situação escolar está funcionando bem?
        3. Existem preocupações com pais idosos ou filhos adultos?
      1. Boa responsabilidade e relacionamentos saudáveis
        1. Com a igreja enviadora
          1. Tanto a igreja enviadora quanto o missionário têm clareza sobre os critérios pelos quais estão avaliando seu relacionamento? Como o obreiro e a igreja poderiam fazer um trabalho melhor de avaliação?
          2. O missionário deseja que a igreja enviadora tenha voz ativa nas decisões-chave (local, designação principal, agência)? Há probabilidade de que mudanças nessas áreas sejam iminentes?
        2. Com a agência
          1. Existe uma consistência completa dentro da agência em termos de visão, metas e padrões de responsabilidade, e existe uma boa comunicação desde o líder executivo até o nível da equipe?
          2. A agência tem um sistema de responsabilização claro e implementado de forma consistente?
          3. O supervisor do missionário é capaz de cumprir seu papel?
          4. A relação missionário / supervisor é positiva e eficaz?
        3. Com a equipe deles
          1. Existe uma equipe funcionando ou é apenas uma conexão frouxa de pessoas ou nenhuma equipe? Existem objetivos de equipe compartilhados e mensuráveis?
          2. Os relacionamentos são saudáveis ​​o suficiente para resolver o conflito?
          3. O líder da equipe é adequadamente dotado, preparado e apoiado pela organização para cumprir suas responsabilidades de liderança?
        4. Com seus parceiros nacionais
          1. Existem relacionamentos profundos e mutuamente respeitosos com os nacionais, tanto crentes como não crentes?
          2. Como os nacionais em posições de liderança ministerial avaliam a contribuição atual deste missionário?
          3. Como as preferências dos líderes nacionais moldam o trabalho do missionário e de sua equipe?
        1. Parceria com a igreja enviadora
          1. A igreja evidencia um compromisso e envolvimento com a visão / obra do missionário? Como os dois lados poderiam tornar isso mais forte de forma proativa?
          2. Existe comunicação frequente, de alta qualidade e bidirecional que satisfaça a necessidade tanto do missionário quanto da igreja por informações e relacionamentos crescentes?
          3. Há tempo suficiente para conexões face a face em casa para fortalecer e renovar a parceria?
          4. Existem oportunidades para a igreja participar diretamente no ministério por meio de visitas de curto prazo? Em outros caminhos?
Mind the Gaps: Engaging the Church in Missionary Care (Cuidado com as lacunas: Envolvendo a Igreja no Cuidado Missionário), editado por David Wilson define essas necessidades e fornece ideias sobre como discuti-las com seus missionários.

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