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domingo, 31 de maio de 2026

ENTREI PARA O TRÁFICO AOS DEZESSEIS ANOS: Folheto gratuito para evangelizar jovens em risco de criminalidade



O Ministério Veredas Missionárias apresenta o folheto ENTREI PARA O TRÁFICO AOS DEZESSEIS ANOS. O material é na verdade um folder do tamanho de uma folha A4, com duas dobras (compondo seis páginas ou painéis). Sua mensagem é adequada para adolescentes e jovens adultos em risco de envolverem-se, ou já envolvidos, com o tráfico de drogas e a criminalidade em geral. 


O folheto é disponibilizado em duas versões: Colorido e em preto-e-branco. Você pode imprimi-lo em sua impressora caseira, ou pode levar o arquivo a uma gráfica, e imprimir a quantidade que desejar. Isso mesmo: Liberamos o material para uso livre, e sem a necessidade de você pedir licença.

OBS.: Recomendamos que você tenha sabedoria e discernimento ao evangelizar com este material, em virtude de poder estar confrontando, ainda que amigavelmente, pessoas envolvidas de alguma forma com a violência.


PARA BAIXAR O ARQUIVO DO FOLHETO COLORIDO (uma pasta compactada contendo as duas artes, frente e verso), CLIQUE AQUI (para baixar pelo Google Drive) ou AQUI (para baixar pela Biblioteca de Missões).


PARA BAIXAR O ARQUIVO DO FOLHETO em PRETO E BRANCO (uma pasta compactada contendo as duas artes, frente e verso), CLIQUE AQUI (para baixar pelo Google Drive) ou AQUI (para baixar pela Biblioteca de Missões).


ATENÇÃO: Se você verdadeiramente realiza o trabalho de evangelismo e acredita que pode utilizar este material, podemos lhe enviar pequenas quantidades (de 20 a 100 exemplares) deste folheto. Mas é necessário que você nos prove, de alguma maneira, que realmente realiza este tipo de trabalho, pois nossos recursos são escassos e não podemos nos dar ao luxo de desperdiçar material. Escreva para o e-mail: sreachers@gmail.com


LEIA ABAIXO A MENSAGEM DO FOLHETO:


ENTREI PARA O TRÁFICO AOS DEZESSEIS ANOS

 

Uma agonia dilacera minha mente. Sou uma estatística, um número frio. Quando cheguei aqui, me sentia muito sozinho. Estava tomado pela tristeza e esperava encontrar algum conforto.

Não encontrei. O que vi foram diversas outras pessoas com os corpos tão estraçalhados quanto o meu. Recebi um número e fui colocado em uma categoria. A categoria se chamava “Autos de resistência”.

O dia em que morri era um dia normal no morro. Como queria ter ficado em casa! Mas eu achava que era esperto demais para ficar em casa. Agora me lembro de como entrei para o tráfico achando que ia virar alguém.

— Brota lá na boca — me disseram. — Todo mundo aqui faz isso.

Tinha dezesseis anos quando peguei o primeiro rádio e fui pro vapor. A adrenalina parecia liberdade. Parecia poder. Parecia dinheiro no bolso e respeito na rua. Ninguém me ensinara que aquilo tudo não durava. Ou eu não acreditei.

Não importa como aconteceu o confronto, eu estava no lugar errado — fazendo um trabalho que não devia, e em meio a uma grande operação policial. Mas estava vivendo o que achava que era minha vida, minha escolha. A última coisa de que me lembro foi o barulho do helicóptero sobrevoando o morro, gritos de “Lombrou, lombrou! A casa caiu!”, e então o beco virou um inferno de tiros. Ouvi estampidos. Senti um ardor violento no peito, outro na perna. Tudo ficou torto. Ouvi meu próprio grito.

De repente, acordei. Tudo estava em silêncio. Um policial estava de pé ao meu lado. Vi um socorrista da ambulância. Meu corpo estava estraçalhado. Estava coberto de sangue, misturado com a lama da viela. Havia cartuchos de bala espalhados por todo lado. Achava estranho não sentir nada. “Ei, não ponham esse lençol em cima da minha cabeça. Não posso estar morto. Tenho só dezesseis anos. Tinha planejado sair do tráfico. Tinha prometido pra minha mãe. Ainda nem vivi. Não posso estar morto!”

Mais tarde, fui colocado em uma gaveta. Minha mãe veio me identificar. Por que precisava me ver desse jeito? Por que eu precisava olhar nos olhos dela enquanto ela enfrentava o pior calvário da sua vida? Ela veio com o avental de trabalho ainda amarrado na cintura — nem teve tempo de trocar de roupa. Disse ao encarregado com a voz que mal saía:

— É o meu filho. É o meu menino.

O enterro foi estranho. Vi todos os meus parentes e amigos andarem na direção do caixão. Eles olharam para mim com os olhos mais tristes que já vi. Alguns dos meus amigos estavam chorando — os mesmos que me chamaram pra vida que me trouxe até aqui. Algumas meninas tocavam na minha mão e soluçavam enquanto se afastavam.

“Por favor, alguém me acorde! Me tire daqui.” Não posso suportar ver minha mãe sofrendo tanto. Ela trabalhou tanto pra me criar sozinha. Meu irmão mais novo está olhando pro caixão sem entender. Ele tem onze anos. Eu era o espelho dele. Que espelho eu fui. Todo mundo está em transe. Ninguém pode acreditar nisso. Eu também não posso acreditar.

“Por favor, não me enterrem! Não estou morto! Tenho muita vida para viver! Quero rir e correr de novo. Quero ver meu irmão crescer. Quero uma chance de sair do morro por conta própria, com dignidade. Por favor, não me ponham no chão! Prometo que se o Senhor me der só mais uma chance, Deus, vou ser diferente. Vou achar outro caminho. Tudo o que quero é mais uma chance. Por favor, Deus, eu tenho só dezesseis anos.”

 

UM CONVITE À VIDA

Jovem, este relato não precisa ser o seu. O crime faz promessas de poder e dinheiro, mas só entrega duas coisas: a prisão ou o cemitério. Não espere chegar ao ponto onde o arrependimento é apenas um grito no vazio.

Deus oferece a você uma saída agora mesmo. Como diz a Palavra em Atos 3:19-20: "Arrependam-se, pois, e voltem-se para Deus, para que os seus pecados sejam cancelados, para que venham tempos de descanso da parte do Senhor".

Busque um novo caminho. Honre o esforço de quem ama você. Escolha viver com dignidade e deixe que Deus transforme a sua história enquanto ainda há vida em seus pulmões.

 

VERSÍCULOS BÍBLICOS PARA SUA REFLEXÃO:

 

“Como é feliz aquele que não segue o conselho dos ímpios, não imita a conduta dos pecadores, nem se assenta na roda dos zombadores!” – Salmos 1:1

 

“Disse-lhe Jesus: ‘Guarde a espada! Pois todos os que empunham a espada, pela espada morrerão.’” – Mateus 26:52

 

“Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá.” – Gálatas 6:7

 

“Ouça, meu filho, a instrução de seu pai e não despreze o ensino de sua mãe. Eles serão um enfeite para a sua cabeça, um adorno para o seu pescoço. Meu filho, se os maus tentarem seduzi-lo, não ceda!” – Provérbios 1:8-10

 

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.” – 1 João 1:9

 

“Arrependam-se, pois, e voltem-se para Deus, para que os seus pecados sejam cancelados, para que venham tempos de descanso da parte do Senhor [...]” – Atos 3:19,20a

 

“Arrependam-se! Desviem-se de todos os seus males, para que o pecado não cause a queda de vocês. Livrem-se de todos os males que vocês cometeram, e busquem um coração novo e um espírito novo. Por que deveriam morrer, ó nação de Israel? Pois não me agrada a morte de ninguém; palavra do Soberano Senhor. Arrependam-se e vivam!” – Ezequiel 18:30-32


quinta-feira, 4 de setembro de 2025

DISTRIBUINDO LITERATURA EVANGELÍSTICA – DICAS DE GEORGE VERWER


DISTRIBUINDO LITERATURA – DICAS DE GEORGE VERWER


Embora a distribuição de folhetos possa parecer simples à primeira vista, na verdade, pode ser um pouco difícil. Entregar um folheto a um passante é uma coisa, mas entregá-lo de forma a levar a pessoa lê-lo é outra muito diferente. Embora nosso contato com aquele indivíduo seja bastante breve, ele pode ter efeitos duradouros, positivos ou negativos. Damos abaixo algumas sugestões práticas, que consideramos bastante úteis para se fazer uma distribuição mais proveitosa.

 

1. ESTAR BEM ARRUMADO E COM BOA APARÊNCIA

Infelizmente, alguns crentes se descuidam muito da aparência, tornando-se desmazelados. E nisso não existe nenhuma virtude. Paulo disse que fez-se "tudo para com todos" a fim de ganhar alguns para Cristo. Precisamos estar sempre bem arrumados, se é que desejamos ganhar um mundo que se interessa apenas por aquilo que tem uma boa apresentação exterior. As pessoas nos julgam pela nossa aparência, e sua avaliação a nosso respeito muitas vezes vai determinar se querem ou não ler o folheto que estamos oferecendo.

 

2. MOSTRAR-SE BEM HUMORADO E AMIGÁVEL

Um simples sorriso, às vezes, pode ter uma importância básica no fato de alguém aceitar e ler um exemplar da literatura evangélica. É difícil resistir a um sorriso, e uma aparência feliz é essencial para se obter sucesso na distribuição.

 

3. TER UMA ATITUDE CALMA E SEM TEMORES

As pessoas logo percebem quando outra está temerosa e pouco à vontade. Se, ao distribuirmos folhetos, tivermos uma atitude intranquila, de quem deseja sair correndo, os outros nos julgarão mais como um indivíduo que deve ser levado para um asilo de loucos. Devemos fazer a distribuição de literatura como quem está distribuindo notas de cem reais para os pobres. O evangelho é boas-novas. Ele é o poder de Deus para a salvação, portanto sejamos destemidos e arrojados.

 

4. DAR À PESSOA QUE ESTÁ RECEBENDO O FOLHETO A IMPRESSÃO DE QUE ELA ESTÁ-NOS PRESTANDO UM FAVOR.

A maioria das pessoas não gosta de reconhecer que precisa de auxílio espiritual. Muitas vezes, mesmo sem o perceber, elas se dispõem a ajudar a outrem, principalmente se essa ajuda não exigir muito tempo e esforço. Ao entregar o folheto, se dissermos: "Muito obrigado", tornamos mais difícil uma recusa. Talvez seja a melhor coisa para se dizer, principalmente se estamos num lugar movimentado e há muitos passantes. Outras sentenças que podemos dizer ao apresentarmos folhetos são as seguintes:

a) — Olhe aqui um folheto para você ler quando chegar em casa. Obrigado!

b) — Olhe aqui uma coisa muito importante para você ler. Obrigado!

c) — Já recebeu um folheto desses? Provavelmente a pessoa dirá que não, ou então perguntara: "O que é isso?" Então, entregamos-lhe o folheto, dizendo: — É uma oferta muito importante, que você precisa conhecer.

d) — Olhe aqui um panfleto pra você. Obrigado!

e) — É de graça! (Isso pode ser dito quando se aproxima um grupo grande de pessoas e não temos tempo para maiores explicações.)

 

5. LEVAR LITERATURA ÀS PESSOAS

Não esperemos que as pessoas venham a nós e nos peçam os folhetos. Nós é que temos de ir a elas, entregando-lhes os folhetos, como que já esperando que elas o aceitem. Quando alguém recusar, podemos dizer uma das seguintes frases:

a) — É de graça. Ou então — Não paga nada.

b) — Pegue, por favor. Você o lerá num instante.

c) — Pode pegar. Não pesa nada. — Se conseguirmos que a pessoa ria, geralmente ela pega o foIheto. O bom humor pode derrubar a barreira da recusa.

Nunca devemos obrigar ninguém a aceitar um folheto.  Se não conseguirmos convencer a pessoa a aceitá-lo, devemos dizer: "Bem, obrigado assim mesmo.''

 

6. CERTIFICAR-SE DE QUE O FOLHETO É REALMENTE BOM

É de grande importância que distribuamos folhetos bem escritos e bem impressos. O ideal é que seja escrito por uma pessoa do próprio país onde será distribuído. E quando não, deve ser adaptado especialmente ao povo do lugar. Sempre que possível, deve ser impresso no próprio país, para que não tenha características estrangeiras, como por exemplo, Printed in USA.

Devemos verificar se não está cheio de erros tipográficos ou gramaticais. O folheto precisa conter uma mensagem teologicamente correta, mas, ao mesmo tempo, uma linguagem simples que o homem da rua possa compreender.

É importante lembrar também que as pessoas são diferentes, e que os tipos de folhetos devem corresponder a essas diferenças. Portanto, é bom levar sempre consigo um bom número de folhetos “sortidos”, para usar em contatos pessoais, dando a cada pessoa o que melhor atende às suas necessidades espirituais. Por isso, acredito que a melhor maneira de se distribuir literatura é por intermédio do contato pessoal. Deste modo, podemos procurar saber qual é o problema mais sério daquele indivíduo e oferecer um folheto adequado a ele.

Quando selecionamos folhetos para distribuição generalizada, devemos ter em mente tanto o contato inicial, como o objetivo de plantar uma semente no coração de quem o ler. Nesses últimos anos, temos sentido que os que produzem os melhores resultados são as "cartas-folheto". Esses folhetos são feitos sob a forma de uma carta, onde geralmente se apresentam várias razões por que a pessoa deve escrever de volta, a fim de receber mais informações sobre a Bíblia ou sobre o plano da salvação. Ele deve conter uma espécie de cupom, com espaço para colocar nome e endereço, que a pessoa deve enviar ao remetente solicitando mais literatura evangélica. Geralmente, aqueles que enviam o cupom recebem um curso por correspondência. Esse é um dos melhores métodos de se distribuir literatura evangélica [hoje em dia, na era da internet, é possível colocar um link, QR Code e endereço de e-mail para que a pessoa busque retornar o contato inicial].

 

7. PRONTOS PARA IR?

Onde podemos ir? Alguns lugares a que podemos ir são os seguintes:

a) Estação rodoviária ou ferroviária. As pessoas que ali se encontram provavelmente estão aguardando o momento do embarque, e portanto têm mais chance de ler. Pode ser que o segurança da estação lhe peça para sair. Se isso acontecer, aceite sua palavra simpaticamente.

b) De casa em casa. Em minha opinião, este é o melhor método de distribuição em alguns países. Eu aconselharia a falar mais demoradamente com as pessoas, sempre que Deus nos der a oportunidade. Na visita de casa em casa, podemos também tentar a venda de livros. Nas ocasiões em que desejarmos distribuir o máximo possível em tempo limitado, podemos simplesmente colocar folhetos na caixa de correspondência.

c) Mercados. Em muitos países, o mercado é um lugar excelente, pois ali há sempre muitas pessoas. E muitas delas colocam os folhetos nas sacolas de compra, para lerem ao chegar em casa.

d) Numa esquina ou praça. Desejando-se uma distribuição rápida, este é o melhor lugar, principalmente durante a hora do rush. Contudo, depois que o movimento diminui, podemos atingir um maior número de pessoas, se as procurarmos pessoalmente, em vez de permanecermos parados num lugar só, dando folhetos apenas àquelas que passam por nós. É muito fácil ficarmos preguiçosos, depois de passarmos algumas horas parados numa esquina. Mas essa nossa preguiça pode implicar em que várias pessoas fiquem perdidas por toda a eternidade. Sabendo que um homem está perdido e que Cristo o ama e morreu por ele, devemos fazer tudo que pudermos para ganhá-lo para o Senhor.

e) Ônibus e trens, etc. Estes são os lugares ideais para distribuirmos folhetos. Podemos ir caminhando de uma ponta a outra do trem, um sorriso no rosto, dando a todas as pessoas uma literatura qualquer para ler na viagem. Isso exigirá de nós um pouco de destemor, mas, se Deus não nos der um destemor santo, nunca pregaremos o evangelho ao mundo todo.

f) Hospitais, prisões e outras instituições. Nesses casos, precisamos obter permissão para fazer a distribuição. Se a conseguirmos, temos uma excelente oportunidade de divulgar o evangelho.

g) Universidades, escolas e repartições. Devemos ir a esses lugares no horário em que as pessoas estão saindo. Em geral, os jovens são mais prontos a receber a literatura do que os adultos. Mas, por outro lado, podem também rir e zombar. Em momentos assim, temos que nos voltar para Deus e pedir-lhe graça.

h) Pelo correio. As cartas-folheto são as melhores para serem enviadas pelo correio, e geralmente dão melhor resultado quando distribuídas dessa forma. Existem muitos meios de obtermos nomes e endereços, entre os quais a lista telefônica e os jornais, ou mesmo a internet.

 

8. AONDE FORMOS.

Aqui está o segredo da distribuição da Palavra de Deus. Imaginemos se todos os crentes distribuíssem literatura em todos os lugares a que fossem. A distribuição de folhetos seria uma prática normal de nossa vida, e não um esforço especial durante uma campanha evangelística. Seria ato praticado o tempo todo, onde quer que estivéssemos.

Muito mais ainda poderia ser dito acerca da distribuição de literatura, mas o principal é que, antes de qualquer coisa, comecemos a agir. A experiência é nosso melhor mestre. Podemos ler livros e livros sobre o assunto, mas nenhum deles será melhor que sairmos e entrarmos em ação.

Milhares de pessoas têm sido salvas como resultado do trabalho da distribuição de livros, folhetos e cursos de correspondência. E milhões de pessoas poderiam ser ganhas por este método. O grande empecilho somos nós. Se não nos dispusermos a ir e perseverar nesse ministério, esses milhões não serão alcançados com a mensagem. Uma coisa é distribuir folhetos numa semana de campanha especial. Outra muito diferente é usarmos todas as nossas horas de folga para fazer essa distribuição, apresentando Cristo a todos que dele precisam, lembrando sempre que cada pessoa com quem falamos é tremendamente importante, e estando prontos a seguir com o trabalho de consolidação com aqueles que revelarem interesse na mensagem.


George Verwer, no livro Evangelismo pela Literatura.



terça-feira, 27 de fevereiro de 2024

O exemplo de Dorothea Dix

 


A intrépida senhorita Dix

Os médicos proporcionaram a Dorothea Dix, uma professora de 29 anos que viveu na América no início do século passado, uma vida bastante curta, mas frutífera. Os médicos acreditavam que se ela conseguisse se recuperar do sangramento contínuo que sofria, sem dúvida ficaria inválida.

Ela foi para a Inglaterra para se recuperar. Lá ela leu o Novo Testamento repetidas vezes com a intenção de descobrir o que Cristo queria que ela fizesse.

Ela encontrou a resposta quando voltou para casa e seu pastor lhe pediu que ensinasse a Bíblia às presidiárias da prisão feminina na cidade de East Cambridge, Massachusetts.

Enquanto ensinava numa cela, ouviu gritos agudos que não vinham de muito longe.

“Duas pessoas malucas”, comentou uma das mulheres. “Eles deveriam colocar uma mordaça nelas.”

Dorothea insistiu que o carcereiro lhe mostrasse onde estavam “os malucos”. Ele os encontrou em uma cela de pedra fria, em farrapos e acorrentados. Uma delas era uma pobre senhora de setenta e cinco anos que estava quase nua. O outro, ainda adolescente, de dezoito anos, estava machucado de frio.

—Ajude-nos! —suplicaram a Dorothea.

—O que eles fizeram para merecer esse tratamento? — Dorothea perguntou ao carcereiro.

—Nada, senhorita —, ele respondeu. —Eles são loucos.

Dorothea Dix foi embora, mas logo voltou com roupas de inverno e alguns cobertores. Quando pediu a instalação de um fogão em sua cela, simplesmente lhe disseram que não valia a pena se preocupar com os direitos humanos dos loucos.

Mas a senhora Dix estava apenas começando. Ela coletou montanhas de dados que mostravam até que ponto os doentes mentais eram maltratados e os apresentou ao Congresso de Massachusetts:

“Senhores”, começou, “quero revelar-lhes como são tratados os doentes mentais neste Estado: são privados de liberdade em armários, porões e currais; estão acorrentados, nus; são espancados com varas e tratados com chicotes.”

Seu discurso comoveu toda a Nova Inglaterra. Alguns a chamaram de sensacionalista, outros de mentirosa. Mas começaram a levantar-se vozes apelando a reformas.

Ela foi a outros estados e descobriu que os doentes mentais eram tratados de forma semelhante. Ignorando quem a ridicularizava, ela instigou a construção de hospitais e a aprovação de reformas.

Depois foi para outros países, para Canadá, Escócia, Inglaterra e Itália, exigindo reformas. Ela encontrou um manicômio em condições atrozes em um prédio próximo ao Vaticano. Ela disse isso ao Papa e mudanças imediatas foram feitas.

Aos oitenta anos ela ficou inválida. Recebeu honras nos últimos cinco anos de sua vida e foi visitada por muitas personalidades famosas. Quando ela morreu, um superintendente do hospital disse:

—Uma das mulheres mais distintas e trabalhadoras que os Estados Unidos produziram acaba de morrer.

O segredo do seu destemor estava no capítulo 25 do Evangelho de Mateus.

Hoje, no século XXI, todas as nações do mundo juraram defender os direitos humanos, o que é mais ou menos cumprido nos órgãos oficiais dos Estados, mas não podemos afirmar que o coração do homem seja, hoje, diferente de como o consideram muitas passagens da Sagrada Escritura. Ainda existem terroristas e sádicos de todo tipo, e as diferenças sociais fazem com que as pessoas honestas reconheçam que os conceitos mais elevados dos ensinamentos de Jesus não têm sido praticados no mundo de uma forma geral, mas que o egoísmo humano produziu a grande diferença entre as nações ricas e as nações pobres, e enquanto em alguns, o que poderia literalmente remediar a fome e a miséria destes últimos é literalmente desperdiçado em luxos e armas, em outros é desperdiçado em trivialidades inúteis ou tremendamente mortais. A tudo isso se está tentando corrigir devido à influência indireta de cristãos sinceros. Embora milhões de pessoas se recusem a aceitar Cristo como seu Salvador pessoal, não podem negar que a moralidade cristã regeneraria o mundo se fosse praticada como Jesus a ensinou.

Samuel Vila – Gran diccionario enciclopédico de anécdotas e ilustraciones


segunda-feira, 14 de novembro de 2022

Missões Urbanas: Frases de Alan Basilio

 


Alan Basilio é um jovem pastor fluminense, atualmente sediado na cidade de Guaramirim - SC. Ele tem desenvolvido há anos um ministério prolífico de ação e pregação, capitaneando a Missão Raabe, que alcança moradores em situação de rua, prostitutas e outros invisibilizados. Alan tem ainda um trabalho focado no treinamento missionário para ações nas cidades. Publicou recentemente o livro A Justiça do Reino.

Facebook: https://www.facebook.com/alanbasiliorj


Aqui, reunimos um pouco das frases - edificantes e exortativas - do autor.


Quem faz das ruas o seu púlpito, tem a cidade como igreja.


Os homens querem uma igreja na cidade, Deus quer a cidade como igreja.


A cidade precisa de uma igreja espiritualmente ativa, humanamente sensível e socialmente missionaria.

 

A igreja precisa ser pai e mãe dos órfãos da cidade.


A paternidade pregada dentro da igreja precisa ser para assumir os órfãos que estão pelas ruas da cidade.

 

Falar de missão na cidade é falar de um Evangelho que atinge Nicodemos, Zaqueu, o Gadareno e o cego a beira do caminho.

É um Evangelho que desce ao gueto e entra no condomínio de luxo.

A igreja não pode cometer o mesmo erro da sociedade.

A sociedade esqueceu o morador de rua, a prostituta e o viciado, mas a igreja não pode esquecer do rico, do empresário e nem do playboyzinho.


Não estamos construindo paredes, muros e colunas, mas juntas, medulas e ligamentos. Não estamos construindo em um lugar, mas em alguém. O nosso posto de trabalho é o homem, a alma abatida e o espírito angustiado.


Igreja não é lugar de encontrar Deus. Igreja é lugar onde aqueles que já encontraram Deus se encontram. Deus mora nas RUAS com o que tem fome, frio e sede.


Se a igreja local não cumpre a sua parte na grande comissão, na evangelização de sua comunidade, então não existe muita diferença entre uma comunidade sem igrejas e uma comunidade com igrejas que não evangelizam. Pois a grande necessidade da atual sociedade [urbana brasileira] não é a de mais igrejas, mas de igrejas que cumpram o propósito pelo qual foram estabelecidas, que é o de anunciar a verdade de Cristo em um mundo corrompido pela mentira, a de anunciar salvação a um mundo condenado a morte, a de levar a luz em um mundo de trevas, a de revelar os céus a um mundo seduzido pelo inferno.


A igreja nunca atrairá o ímpio oferecendo a ele o que ele já tem no mundo. O tesouro da igreja é outro e essa é a nossa missão. Mostrar que nós temos algo diferente de tudo que o mundo tem para oferecer e que esse tesouro só pode ser encontrado em Cristo por meio da Sua igreja.


Cada cidade tem sua própria identidade e características únicas.
Mesmo as cidades mais pobres e miseráveis possuem pobrezas e misérias distintas uma das outras.
Isso se dá por conta da cultura que é agregada à realidade da cidade.
Então duas cidades extremamente pobres nunca serão exatamente iguais.
A mesma fórmula é empregada também quando se trata de cidades economicamente mais ricas.
Por isso é necessário uma exegese da cidade.
Precisamos entender que a forma de amar sempre será igual independente da cultura ou do poder aquisitivo da cidade, mas a forma de servir a cidade não.
Essa deve sofrer alterações para melhor se adequar à realidade que nós nos propomos a servir.
Os pobres não são todos iguais só por serem pobres.
Encontramos diferenças até mesmo entre as necessidades dos pobres.
Da mesma forma os ricos não são todos iguais só por serem ricos.
Precisamos aprender com Deus a servir coletivamente a cidade e individualmente a necessidade de cada morador dela, seja pobre ou seja rico.


A narrativa bíblica nos mostra que um justo pode tanto salvar uma cidade, quanto condenar toda uma geração.

terça-feira, 12 de outubro de 2021

O Chamado da Cidade, de George MacDonald - Um poema sobre missões urbanas

 


O Chamado da Cidade

George MacDonald 

Trad. de José Britto Barros

 

Eu disse: "Deixa-me viver no campo".

Ele disse: "Não, vive na cidade".

Eu disse: "Não há flores ali..."

Ele disse: "Flores não, mas há um diadema".

 

Eu disse: "Mas na cidade os céus são escuros,

Não existe nada senão barulho e confusão;

E Ele chorou com profundeza d'alma,

Fazendo-me reconsiderar...

"Há mais que isso, disse Ele, há pecado."

 

Eu disse: "Mas na cidade o ar é carregado,

E nuvens de fumaça encobrem o sol”.

Ele disse: "Ali, porém, os corações estão dilacerados

E as almas se aniquilam na triste solidão espiritual".

 

Eu disse: "Lá na cidade não poderei

Notar, a suave fragrância das coisas,

E os amigos também não me notarão, eles falarão"...

E Ele respondeu: "Escolhe esta noite

Quem é mais importante para ti, Eu ou eles".

 

E eu lhe pedi me fosse dado tempo para resolver...

Ele falou: "Isto é duro para decidir?

Isto não será pesado para alcançar o céu,

Pois estarás seguindo passo a passo

As pisadas do Teu Mestre".

 

Então volvi um longo olhar de despedida para o campo

E decidido voltei meu rosto para a grande cidade.

Ele falou: "Meu filho, tu te rendes enfim?

Trocas as flores por um diadema?"

 

Então Ele pousou a sua mão dentro da minha

E no recesso do meu coração eu o senti...

Uma doce suavidade do céu me dominou o ser

Que levou o meu temor de seguir o seu caminho.


                                 *   *   *

Do livro Inspirações Poéticas do Pastor Britto.



terça-feira, 27 de abril de 2021

Dicas de livros missiológicos em lançamento


O EVANGELHO DISRUPTIVO - Histórias e estratégias para transformar sua cidade Autor: Mac Pier (Esperança)

O que aconteceria em sua cidade se 10% mais pessoas se tornassem cristãos vibrantes trabalhando juntos para o bem da comunidade?

Por trinta anos Mac Pier assistiu e participou do que Deus tem feito em Nova Iorque. Agora ele compartilha histórias verdadeiras de transformação para inspirar aqueles que anseiam por ver Deus mover-se em suas próprias comunidades.

"Pr. Mac explica e ilustra cinco verdades e prioridades ao longo deste livro:
O Evangelho é importante. O poder existe. Conheça, creia e exalte o Evangelho e tudo mudará.
A unidade da Igreja é importante. Denominações e tradições se complementam e se completam. Nenhuma igreja ou tipo de igreja sozinha pode alcançar a cidade.
As cidades são importantes. As pessoas do mundo estão se mudando para as cidades mais rapidamente do que a igreja. Nenhuma missão é mais imperativa do que multiplicar igrejas e ministérios em áreas urbanas.
A liderança dos Millennials (geração Y) é importante. Esses grandes desafios não serão vencidos, a menos que as rédeas da liderança sejam passadas para esta geração agora.
Finalmente, o movimento é importante. O que é um movimento? Na verdade, não é fácil de definir. Mas se por meio de um ministério fiel você liberar o poder do Evangelho e unir as igrejas e as gerações em oração e engenhosidade para alcançar sua cidade — bem, você reconhecerá um movimento quando o vir".

Tim Keller

Acesse: https://www.editoraesperanca.com.br/loja/lancamentos/o-evangelho-disruptivo



INDÍGENAS NO NORDESTE - História, identidade e evangelho Autores: Barbara Burns e Thomas Litz (Esperança)

É impressionante como Deus conversa com as pessoas das mais diferentes maneiras. Foi através de uma conversa despretensiosa com o então paraninfo da turma concluinte do Seminário Teológico da Missão Juvep que Sérgio Ribeiro (escritor do prefácio da obra) "notou" a necessidade de ir atrás da divulgação do Evangelho para as comunidades indígenas, um movimento bem semelhante ao que foi feito com os moradores do sertão brasileiro. Chama-se a atenção naquela fatídica conversa que nem mesmo as missões indígenas davam a atenção que as comunidades de indígenas careciam.

    Após anos levantando dados, angariando recursos, nasceu o Aperfeiçoamento Missionário Indígenas (um ramo dentro do trabalho já desenvolvido pelo Centro de Preparo Missionário). Nesta recém-criada organização há um ambiente fraterno tal que surgiu a inspiração para registrar tudo nesta obra. O objetivo? Reunir a experiência e a piedade dos colaboradores para que assim seja uma bênção para os plantadores de igrejas entre os indígenas do Nordeste do Brasil.

    "É um privilégio participar desta publicação, tanto pela relevância do tema quanto pela admiração que tenho pelos editores e autores. Minha oração é para que este livro seja usado por Deus no despertamento, encorajamento e direcionamento da igreja brasileira rumo a uma relação amorosa, respeitadora e frutífera entre os indígenas do Nordeste. 

Acesse: https://www.editoraesperanca.com.br/loja/lancamentos/indigenas-no-nordeste


AÇO QUE SALVA – Vida E Obra Do Dr. Estêvão Foster (Descoberta)

Por mais de onze décadas, cobrindo o século mais turbulento da África, diversas gerações da família Foster desempenharam um papel de linha de frente na obra médica e missionária nos países de língua inglesa e portuguesa no centro e sul da África. Contada contra o pano de fundo dos levantes políticos durante os anos que levaram ao fim do domínio colonial, e dos conflitos tribais o lhe seguiram, esta história não é uma narrativa tediosa – nela tem de tudo! Esta é a biografia de uma família que se integrou plenamente aos corações, mentes, aspirações e temores das comunidades que adotaram.
Sua história é contada com risos e lágrimas enquanto compartilham suas esperanças e desapontamentos, sucessos e fracassos, riscos e recompensas, nascimentos e falecimentos e, principalmente, coragem diante de batalhas terríveis, bandidagem, enfermidades, martírio, um massacre e mil crises que dariam a muitos de nós vontade de desistir. É uma história sincera, não sensacionalista. Esta família ama a África e Jesus Cristo. Ela traz diagnóstico e remédio não apenas para o corpo, mas também para alma e espírito.
Incontáveis pessoas se beneficiaram das habilidades médicas e materiais que eles trouxeram, e muitos se beneficiaram de modo mais profundo, mais rico e mais satisfatório por serem apresentados a um relacionamento pessoal com Deus através de Jesus Cristo. Esta história não evita as situações que foram forçados a enfrentar equilibrando-se entre duas culturas, a africana e a ocidental, ou que surgem quando membros de uma família bem conhecida por uma coisa optam por alternativas próprias. Deus escreve sua história por meio de pessoas comuns, e quando ele o faz, elas se tornam extraordinárias. Deus é o “extra” que gera o “extraordinário”. Assim tem sido, e é, a extraordinária família Foster.

Acesse: https://editoradescoberta.com.br/product/aco-que-salva-vida-e-obra-do-dr-estevao-foster/



IGREJA & CUIDADO INTEGRAL DO MISSIONÁRIOS - Autora: Luciane Cristina Gomes (Descoberta)

O livro partiu da ideia de que, se o missionário, principalmente o transcultural, for visto como uma pessoa normal e não como alguém especial e mais espiritual que os demais membros da Igreja, existirá a percepção que ele precisa de cuidados como qualquer cristão. Se a Igreja se envolver mais com missões, perceberá a alegria de participar de cada etapa da obra e fará isto com satisfação, sentindo-se parte de algo grandioso que é levar o Evangelho até os confins da terra. O manual apresentado ao final do livro serve de orientação para a igreja local, no que concerne às práticas no cuidado ao missionário, oferecendo alguns princípios e modelos para o cultivo de uma atitude permanente e generosa de contribuição, seja financeira ou logística, além da intercessão pela obra missionária.

Acesse: https://editoradescoberta.com.br/product/igreja-cuidado-integral-do-missionarios/


A FORÇA PENTECOSTAL EM MISSÕES – Autor: Paul A. Pomerville (CPAD)

Nesta obra, Paul Pomerville investiga o incrível crescimento do pentecostalismo, o analisa desde suas origens históricas até o fenômeno mundial que é hoje e traz importantes apontamentos sobre a diferença de visão entre os pentecostais engajados na obra missionária e o restante do cristianismo. Pomerville conclama as missões ocidentais contemporâneas a sanar essa diferença concentrando-se nas três Pessoas da divindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Acesse: https://www.cpad.com.br/a-forca-pentecostal-em-missoes-346110/p


MISSÃO URBANA – Autores: Estevan Kirschner, Bernardo Cho et al. (Mundo Cristão)

Missão urbana encapsula a razão de ser do Seminário Teológico Servo de Cristo, localizado na cidade de São Paulo e que celebra trinta anos de existência. Seus autores, professores do seminário, dialogam com o leitor transitando pelas principais questões que desafiam a igreja em sua atuação nos grandes centros. Longe de ser uma tarefa recente, a "missão urbana" nasce nos primórdios do cristianismo com o propósito de alcançar cidades como Jerusalém, Antioquia, Tessalônica e Corinto. O tempo passou, mas a missão continua, ainda mais intrigante e urgente.

Como proclamar as boas-novas de Jesus Cristo em um ambiente caótico, violento, desagregador e gerador de tantas más notícias? Em abordagem multidisciplinar, usando ferramentas de exegese, teologia bíblica, sistemática e prática, os autores apresentam ensaios que exortam o leitor para uma das mais complexas e não menos estimulantes tarefas da igreja: ser sal e luz em meio ao concreto das cidades.

Acesse: https://www.mundocristao.com.br/missao-urbana/p


EU SOU N – Relatos de cristãos que enfrentam o extremismo islâmico. A Voz dos Mártires (org.) (Mundo Cristão)

Eu sou n reúne episódios reais que aconteceram com cristãos — da Nigéria à Malásia e ao Paquistão — entre os anos 2001 e 2015. Emocionantes e inspiradores, tais registros são verdadeiros exemplos de fidelidade diante da perseguição e uma fonte de encorajamento para a vida de fé. Um ponto importante é que o livro não tem a intenção de incentivar qualquer tipo de ódio em relação a determinados grupos religiosos. Pelo contrário, traz uma mensagem de esperança, no anseio de que haja paz e que todo ser humano tenha a oportunidade de conhecer e se entregar a Jesus Cristo.

Acesse: https://www.mundocristao.com.br/eu-sou-n/p


IGREJA E CIDADE – VOCAÇÃO E MISSÃO – Autores: Leandro Silva / Marcos Mendes / Renildo Diniz / Valtenci Oliveira / Howard A. Snyder / Jorge Henrique Barro / Mac Pier (Ultimato)

Igreja e Cidade – Vocação e Missão tem como tema central a relação entre a igreja e a cidade, e aponta para a vocação de cada um de nós em amor e serviço ao próximo, em ação e oração, transformando a realidade das comunidades urbanas.

A sua cidade define o perfil de missão da sua igreja?

Bem, todos conhecemos o texto clássico de Jeremias: Procurai a paz da cidade... e orai por ela ao SENHOR; porque na sua paz vós tereis paz (Jr 29.7). E, é bom lembrar que estamos quase todos nas cidades. No Brasil, 85% da população é urbana. E, não apenas a questão ambiental, mas também as relações de trabalho, as questões sociais, a justiça, a liberdade religiosa, a presença cristã no espaço público, enfim, o testemunho da igreja, são razões suficientes para pensar novamente sobre a complexa relação igreja-cidade-missão.

É sobre isso que trata Igreja e Cidade: Vocação e Missão. Organizado pela Missão ALEF, o livro reúne nomes como Howard A. Snyder, Jorge Henrique Barro, Mac Pier, além dos organizadores da obra e membros da Missão.

Acesse: https://www.ultimato.com.br/loja/produtos/igreja-e-cidade-vocacao-e-missao


HERÓIS CRISTÃOS - 9. ISOBEL KUHN: NO TOPO DO MUNDO. Autores: Janet Benge e Geoff Benge (Shedd)

A série Heróis cristãos: ontem & hoje registra as histórias marcantes, desafiadoras, comoventes e impactantes de homens e mulheres comuns que confiaram em Deus e realizaram proezas extraordinárias para o seu Reino e glória! Por quê ler mais uma biografia? Como afirmou o Dr. Russell P. Shedd: "Elas podem transformar vidas.” E as biografias foram os livros que mais influenciaram sua vida.

Acesse: https://sheddpublicacoes.com.br/vida-crista/557-herois-cristaos-9-isobel-kuhn.html


MISSÕES, QUEM SE IMPORTA? Autor: João Quadra da Costa (Aleluia)

"O desafio de evangelização e plantio de igrejas entre os indígenas brasileiros ainda tem sido urgente, mas meu coração se enche de esperança em ver iniciativas que despertam a vocação missionária nas igrejas. Espero que a leitura desse livro encha seu coração de expectativa do agir de Deus entre os não alcançados no mundo."
Iraquitan Carvalho - WEC Brasil & JUVEP
Coordenador da Aliança Evangélica Pró Indígenas do Nordeste

Quem somos em Cristo (nossa identidade) e o que fazemos por Cristo (nossa missão) fundamentam nossa caminhada de fé. A igreja que guarda a sua fé, mas não a proclama, perde a sua essência. Aquela que proclama a fé, mas não a guarda, perde a sua missão. Este precioso livro irá despertar o seu coração, instruir a sua mente e animar as suas mãos para o trabalho. Que Deus em tudo seja engrandecido!
Ronaldo Lidório

Acesse: https://www.loja.editoraaleluia.com.br/livros/missoes-quem-se-importa--p


IDE: EXPERIENCIAS DE UMA FAMÍLIA MISSIONARIA NA ÁFRICA. Autor: Osnei Walter da Cruz (MCM Povos)

Relatos de experiências vividas por uma família brasileira que deixou tudo para divulgar o evangelho na África. Vinte anos de Missões!

Acesse: https://mcmloja.com/produto/combo-acao-da-cruz-2/


PREGUE MISSÕES: Um manual para exposição do Novo Testamento. Autor: Kevin Bradford

Missões é um dos grandes temas da Bíblia.
Boas mensagens missionárias não precisam depender apenas de histórias do campo. Todo pastor, missionário e professor da Bíblia pode pregar mensagens poderosas aproveitando as ferramentas disponíveis em Pregue Missões.
Este manual ajudará o líder cristão que espera:
•Ensinar fielmente a partir de passagens bíblicas relevantes;
•Comunicar-se claramente e de forma organizada;
•Expor textos profundamente com detalhes de fundo ricos;
•Motivar e encorajar outros com exemplos históricos de obediência honrada por Deus.
Dr. Kevin Bradford investiu mais de vinte anos no Brasil ensinando sobre missões e encorajando os cristãos a dedicar suas vidas a servir o Senhor. Ele não é apenas um hábil expositor da Bíblia, mas também um mobilizador apaixonado por missões. Pregue Missões ajuda outros líderes a servir a Deus da mesma forma.

Acesse: https://www.amazon.com.br/Pregue-Miss%C3%B5es-manual-exposi%C3%A7%C3%A3o-Testamento-ebook/dp/B0929J69CB/ref=sr_1_1?dchild=1&qid=1619543572&refinements=p_27%3AKevin+Bradford&s=digital-text&sr=1-1


SEGURE A CORDA: A importância da igreja local em Missões. Autor: Carlos Eduardo Sousa.

William Carey (1761-1834), britânico, considerado o pai das missões modernas, certa vez disse, quando estava se preparando para anunciar Cristo aos povos indianos: “A Índia é uma mina de ouro. Eu vou descer e cavar, mas vocês devem segurar as cordas”. Esta frase ficou mundialmente famosa quando nos referimos às Missões globais.

Ela reflete a importância do papel de cada membro, no desenvolvimento e no sucesso do trabalho missionário. Se alguém se dispõe a descer e cavar em busca daquilo que é precioso para Cristo, há outros que devem estar segurando a corda e, desta forma garantindo a segurança e o sustento daquele que está a cavar. Pode parecer muito simples esta analogia, mas o certo é que há muitas vidas que perecem porque alguém deixou de fazer sua parte. Geralmente, é a igreja local que se torna negligente em seu papel na obra missionária, muitas vezes é quem envia que deixa de segurar a corda.

Este livro o levará a refletir que há uma ordem dada por Cristo de fazê-lo conhecido em todo o mundo, e que a tarefa ainda não acabou. O chamado é para todo cristão e cada igreja local. Se Cristo nos mandou, porque então não nos empenhamos em cumprir a sua ordem? Por que delegamos esta tarefa a poucos irmãos e às agências missionárias?

A ordem não foi alterada e precisamos despertar para o bom desempenho do papel da igreja local para o alcance global pelo evangelho. Se cada igreja local e seus pastores assumirem seus papéis missionários no mundo, certamente faremos discípulos de todas as nações.

Acesse: https://www.amazon.com.br/Segure-Corda-import%C3%A2ncia-igreja-miss%C3%B5es/dp/6559260070/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&dchild=1&keywords=segure+corda&qid=1619755871&sr=8-1 



MACHAMBA - Frutos do campo missionárioAutora: Riselda de Oliveira (Ed. Atuação Voluntária). No livro, que na verdade é uma segunda edição com alguns acréscimos, a missionária brasileira Riselda de Oliveira nos presenteia com o testemunho de sua vida comprometida com a obra missionária de Jesus Cristo. Desde seu início em lar cristão, as diversas confirmações do seu chamado, passando por seu preparo em estudos e servindo nas diversas congregações pelas quais passou, tanto no Nordeste quanto no Norte do Brasil (Roraima); seu trabalho entre indígenas brasileiros e por fim sua dedicação ao povo moçambicano, a quem vem servindo ao longo de mais de duas décadas.

Testemunhos de resiliência e fé, milagres e curas, a luta contra o preconceito – ainda hoje infelizmente existente – em relação a missionárias solteiras, e a prestação de contas das muitas almas resgatadas, treinadas e capacitadas teologicamente e enviadas em território moçambicano.

Ao adquirir o livro, você estará ajudando a obra missionária em Moçambique.

Para adquirir, entre em contato com pelos seguintes e-mails:   cemih_99@yahoo.com  (Miss. Riselda)   ou   izafricamz@gmail.com (Francis Lubrino). Pode ainda entrar em contato pelos números (Whatsapp) 81 3338-2246 ou 81 8773-4777 (falar com Rizélia). 



EXTREMA DEVOÇÃO (A Voz dos Mártires) O livro é um devocional que conta 365 relatos verdadeiros (antigos e atuais) de homens e mulheres que se entregaram completamente para Cristo.

O livro estará disponível na livraria virtual da missão A Voz dos Mártires a partir do dia 08 de maio. Embora possuam representação no Brasil, a loja virtual opera a partir de Portugal. Acesse: https://www.vozdosmartires.com/loja-voz-dos-martires/


CASO VOCÊ TENHA CONHECIMENTO OU SEJA AUTOR DE LIVRO MISSIOLÓGICO LANÇADO ENTRE 2020 E 2021, E ACREDITA QUE ELE PODERIA ESTAR NESTA LISTA, ESCREVA PARA MEU E-MAIL E ENVIE AS INFORMAÇÕES:  sreachers@gmail.com

E caso queira ter seu o livro (missiológico) resenhado aqui no blog, nos escreva também, para disponibilizarmos o endereço para o envio do livro. Após a leitura, o mesmo será encaminhado para alguma escola de formação missionária.


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