Mostrando postagens com marcador louvor e adoração. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador louvor e adoração. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 17 de junho de 2025

Fortaleça, Senhor, toda a cadeia de expansão do teu Reino

 


Fortaleça, Senhor, toda a cadeia de expansão do teu Reino

 

Fortaleça, Senhor, toda a cadeia de expansão do teu Reino


A dona Maria que ora pelos cristãos perseguidos de Myanmar enquanto está no ônibus, e vai quase sempre em pé de Nova Iguaçu à Barra da Tijuca


Seu Honório que, ainda recuperando-se dos prejuízos de um incêndio, destinou 15% do lucro deste mês de sua agência de carros para a construção de uma nova sala na base missionária em Moçambique

 

Fortaleça, Senhor, toda a cadeia de expansão do teu Reino


O pastor Ronaldson que, após relutar por duas décadas, hoje se rende ao chamado universal da igreja, e decidiu-se a preparar e enviar o primeiro casal missionário


Alessandra que tira xerox do informativo de missões de sua denominação e espalha entre os crentes de seu trabalho, na hora do almoço

 

Fortaleça, Senhor, toda a cadeia de expansão do teu Reino

 

O missionário José que, sob o sol argelino, após uma noite de crise desistiu de desistir, e segue agora para sua escolinha de futebol, onde ensina a nobre arte enquanto ora e fala com argúcia e suavidade sobre o amor de Cristo

 

Timothy, aluno destaque no MIT que neste momento está escrevendo novos padrões logarítmicos que facilitem ainda mais a tradução de textos por IAs

Timothy que luta contra a depressão e ama a tua palavra e quer vê-la traduzida para todas as línguas

 

Fortaleça, Senhor, toda a cadeia de expansão do teu Reino


O megapastor apostólico que do Brasil inaugurará uma sucursal de sua igreja neopentecostal em Berna, na Suíça, em bu$ca dos muitos brasileiros que lá habitam e pro$peram

Igreja que inadvertidamente salvará centenas de refugiados albaneses, afegãos e kosovares

Usa-o como usaste os corvos, o jumento e a mula ou outra qualquer besta do campo


Alexandre, adolescente cético que entrou na igreja atrás de uma namorada "bonita e direitinha" e agora, dependurado no pico da escada, coloca as bandeiras dos países para a Festa das Nações, pois naquela igreja conheceu e fez amizade com o Rei

Abençoe as aulas de bateria e a menina que o Senhor tem preparado para ele – revele-a logo, Senhor – e educa a ambos para as nações.


Fortaleça, Senhor, toda a cadeia de expansão do teu Reino.

 

Sammis Reachers



Do e-book gratuito Versos do Ide - Poemas Missionais. 

Baixe o seu exemplar AQUI.


sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

A música no contexto da missão

 Luiz Carlos Ramos  - https://www.luizcarlosramos.net/

Introdução

A música tem caráter universal. Se pensarmos em melodia, harmonia e ritmo, elementos nucleares da expressão musical, podemos constatar que o próprio Universo é música. Dizem os cientistas que as estrelas pulsam, que o cosmo se move harmonicamente, que se se prestar bem a atenção, pode-se ouvir o eco do “big bang”.

E, segundo os poetas, o próprio Deus é música: “No princípio era a música, e a música estava com Deus, e a música era Deus…” (Carlos A. R. Alves). O fato de que, na narrativa bíblica, ao criar o mundo, Deus o faz mediante a sua palavra (“Disse Deus…” – Gn 1.3), já é um indício de que nós somos o resultado de um canto primordial, de um hino primevo, de uma música divina.

Não é de se admirar, então, que se diga que o cântico tenha caráter existencial, na medida em que não somente expressa o “tom” da nossa existência, como tem a capacidade de sugerir, condicionar e até mesmo criar diversas condições vitais.

Um dos mais extensos blocos literários da Bíblia, e que ocupa a região central das suas edições habituais, é o livro dos Salmos. Muito embora se diga que a Bíblia é a Palavra de Deus descida dos céus a nós, particularmente nos Salmos, quem toma essa palavra é o ser humano orante, que eleva aos céus as suas súplicas, as suas dores, os seus louvores, as suas ações de graças. Sabe-se que a maioria dos salmos se prestavam ao canto, particularmente ao canto congregacional. São canções que inspiram e instruem o povo em suas peregrinações, em suas celebrações cúlticas e em seus momentos devocionais.

As Escrituras Sagradas também falam em hinos, os quais a tradição eclesiástica fez questão de preservar e, principalmente, entoar. Os hinos, um pouco diferente dos cânticos e dos salmos mencionados há pouco, têm um caráter teológico profundo e evidente. Expressam as verdades eternas, reveladas para o sustento da nossa fé e o louvor da glória de Deus.

Em diferentes épocas da história da Igreja, particularmente durante os seus períodos de maior crescimento e vigor, foram os hinos evangelísticos que deram o ritmo do testemunho e marcaram o passo do avanço missionário. Tais hinos, de caráter testemunhal, proclamam, em alto e bom som, as boas novas de salvação, e funcionam como arautos do Evangelho de Jesus, chamado Cristo.


A música na Vida: uma questão existencial

A música faz parte da vida. Não há cultura no mundo que não tenha na música uma parte constitutiva de sua formação social. Também é praticamente impossível pensarmos na existência da própria Igreja sem a música. Individualmente, cada um, cada uma de nós poderia traçar uma memória da sua história de vida apenas recordando as músicas que cantava ou ouvia nas diferentes fases do seu desenvolvimento.

Assim, quando uma criança nasce, desde o colo da mãe, é embalada ao som das cantigas de ninar. Na Igreja, essa criança é recebida com afeto por ocasião do seu Batismo que, geralmente, é acompanhado de significativos cânticos que exclamam: “vinde, meninos/as, vinde a Jesus…”. A criança ainda não entende o que se diz, nem o significado das letras das canções que lhe entoamos, mas já reage com evidente expressão de contentamento. Ela não compreende o conceito, mas entende o sentido: ela é bem vinda, ela é amada… A música, nesta fase, é marcada pelo seu caráter celebrativo.

Durante a infância e a puberdade, além do caráter divertido, próprio das canções de roda e todas as que acompanham suas brincadeiras, a música também assume um caráter formativo, pedagógico. As músicas ensinam lições novas e reforçam conteúdos antigos. A música ajuda a se aprender outra língua, a decorar conceitos, e até a assimilar doutrinas.

Quando chega a adolescência e a juventude, a música desempenha um papel mais militante. A música não somente diverte e instrui, mas com freqüência também assume um caráter de confissão de fé. Representa uma “bandeira” ostentada pelo jovem que expressa suas convicções, seu sentimento de pertença a determinado grupo, sua motivação, sua opinião política, seu inconformismo e sua disposição para transformar o mundo.

Quando a paixão se instala de maneira mais duradoura com o namoro, o casamento e, mais tarde, as bodas, busca-se na música a expressão do compromisso assumido (com o cônjuge ou com uma causa). Na idade adulta, o caráter de diversão, de formação e de afirmação, dá lugar a um tipo de relação com a música, inclusive na Igreja, que busca coerência, constância, lealdade, responsabilidade… Canções de caráter volúvel e passageiro já não satisfazem. Busca-se inspiração, não mais nas “paradas de sucesso”, mas nas “canções eternas”, naquelas cuja qualidade estética e significados resistem ao tempo, tal como as pessoas maduras pretendem enfrentar as vicissitudes da vida.

Finalmente, quando chega a velhice, e as lutas contra as enfermidades ganham proeminência, e a morte iminente é a única certeza, a música se reveste de especial significado. Muito ao contrário de serem esquecidas ou descartadas, elas passam a ter força como nunca tiveram. É nessa hora que aquelas canções ouvidas desde a infância, tais como as canções de ninar, as canções de roda, as músicas da juventude… mas principalmente os hinos cantados na Igreja, adquirem uma força e um sentido antes inimaginados. Na hora da dor e da morte, não haveremos de querer aprender cânticos novos, nem de ouvir as novidades das “paradas de sucesso”… Haveremos, antes, de querer retornar aos hinos da nossa infância e da infância da nossa fé, porque essas canções são aquelas cujo caráter de consolação e alento nos ajudarão a transpor os últimos limites da nossa existência.


A música na Igreja: uma questão congregacional

Como já dito, não se pode conceber a Igreja sem a música. Ela está presente em todas os momentos e de diferentes formas nas várias atividades e expressões eclesiais.

Nas reuniões, mesmo aquelas administrativas, das diversas instâncias da Igreja (crianças, jovens, mulheres, homens, concílios e assembléias…), a música é entoada para marcar o aspecto devocional e comunitário do encontro. O cântico evidencia o fato de estarmos diante de Deus e de que buscamos nEle as forças para os nossos atos. Ao cantarmos a uma só voz, expressamos a nossa comunhão e a nossa disposição para atuarmos em cooperação.

Nas atividades educativas da Igreja, tais como a Escola Dominical, cursos de formação e grupos de discipulado, o cântico revela seu aspecto didático-pedagógico. Não se canta o que está em contradição com os ensinamentos propostos (pelo menos não se deveria!), ao contrário, os cânticos inspiram, confirmam e reafirmam os princípios teológico-doutrinários assumidos e ensinados pela Igreja.

Mas é principalmente nos cultos que a música revela toda a sua força e sentido. Sendo o culto o encontro celebrativo entre Deus e o ser humano, isto é, entre o eterno e o efêmero, entre o infinito e o finito, a música pode muito bem ser entendida como uma maravilhosa síntese desse encontro: a sublimidade da melodia, a beleza da harmonia e o envolvimento proporcionado pelo ritmo, tudo isso associado a sentido expresso pela letra, revelam o aspecto litúrgico daquilo que se canta nos cultos. Além disso, a música estabelece um vínculo como raramente se consegue entre razão-emoção-afetividade. A música fala ao coração, mas também fala ao nosso entendimento, além de sensibilizar nosso afeto, tornando-nos capazes de perceber “verdades” que, sem a música, talvez, nunca teríamos alcançado (cf. 1Co 14.15: “Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com a mente; cantarei com o espírito, mas também cantarei com a mente.”).


A música na Evangelização: uma questão missionária

São famosas as campanhas missionárias promovidas pela Igreja ao longo de sua história de crescimento. Quando a Igreja quer proclamar a sua fé e repartir seu testemunho, serve-se da música com notórias vantagens. Entretanto, não se trata de qualquer música, mas de um tipo de hinologia muito particular, cujo caráter kerigmático seja a principal tônica. Os hinos evangelísticos, como já apontado, juntamente com a pregação da Palavra, ajudam no processo de assimilação sintético de uma fé que tem aspectos racionais, emocionais e afetivos. Os hinos alcançam “regiões” do coração humano que os melhores argumentos lógicos jamais atingiriam. A história das missões também é a história do hino evangelístico.

Quando a igreja deve exercer sua função pública e, ao lado de sua mensagem evangelística, praticar a cidadania, o sopro do Espírito Santo faz com que transcenda os limites restritos das edificações religiosas e ganhe as praças públicas. Aqui também, quando tratamos do aspecto profético da Igreja, a música é parte integrante. Há hinos que se constituem em verdadeiros símbolos de resistência, ou de transformação, ou de compromisso solidário. A Igreja canta quando atua ao lado das crianças de rua, quando reivindica melhores condições de vida junto aos operários, quando busca reconquistar a dignidade com os que estão privados da terra ou de teto, quando chora o abandono com os sofredores de rua, enfim, quando a Igreja cumpre sua missão de vestir os nus, visitar os prisioneiros, amparar os forasteiros, alimentar os famintos, etc. (cf. Mt 25.31-46)

A Igreja não somente evangeliza e profetiza, mas também educa e ensina. A ordem do Cristo ressurreto dada aos discípulos é clara: “fazei discípulos de todas as nações […] ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado” (Mt 28.19-20). A música é uma das formas mais didáticas de ensinar, ou ainda mais, de educar, porque o faz com a razão e com o coração. Quando cantamos, não somente pronunciamos palavras, mas as sentimos. Ainda que não tenha a pretensão consciente, toda música tem um aspecto catequético ou pedagógico. Ensinar um hino é ensinar uma tradição, uma idéia, um conceito, uma doutrina, uma cosmovisão, um estilo de vida. Aqui vale uma advertência quanto ao cuidado com que tais cânticos devem ser escolhidos, particularmente no contexto da Igreja, pois eles podem reforçar idéias bastante contraditórias em relação ao Evangelho de Jesus: algumas canções podem carregar concepções individualistas, ou belicistas, ou ainda discriminatórias e preconceituosas. Saber o que se canta é tão importante quanto saber como se canta.


A título de conclusão: a missão da música

Há elementos que fazem com que certas músicas sejam melhores que outras. Alguns desses elementos são bastante subjetivos, entretanto, outros são mais objetivos e podem ser discutidos aqui.

A afinação: ora, é evidente que uma música afinada é mais bonita que aquela que é entoada desafinadamente. Daqui depreende-se que todo esforço para se buscar a afinação, principalmente no canto congregacional, será justificado. Mas associado ao conceito de afinação, podemos invocar o compromisso do cantante com aquilo que canta. À medida que um hino nos venha de um passado, próximo ou longínquo, ele carrega consigo uma tradição, uma história, uma memória. Sem consciência do passado não há consciência do presente e, muito menos, perspectiva de futuro. Buscarmos a afinação da nossa fé é ainda mais importante do que buscarmos a afinação das nossas vozes, para que o nosso canto soe como um louvor e glorifique ao nosso Pai que está nos céus.

O pulso: toda música é concebida a partir de um contexto cultural e histórico concreto. Assim, o andamento, o ritmo, a cadência de uma canção denunciam o seu contexto vivencial (ou, como gostam de dizer os eruditos, o seu sitz im leben). Rejeitar uma cultura significa excluí-la dos nossos momentos de intercessão e celebração. Assumir o pulso cultural da nossa terra nada mais é do que, a exemplo do Filho de Deus, encarnarmo-nos também nós em nossa terra e entre nossa gente para que, também aí, se manifeste as obras de Deus (ver Jo 9.1-3)

A dinâmica: as músicas mais bonitas não são aquelas que são entoadas de maneira plana, sem coadunação da forma com seu conteúdo. Se a letra de um hino celebra temas alegres, a dinâmica musical deve ser coerente com isso; se a letra expressa pesar e dor, da mesma forma a dinâmica deve corresponder a essa intenção. Por isso a música alterna seus movimentos do pianíssimo ao fortíssimo, para que a coerência entre forma e conteúdo seja perfeita. Note-se aqui, que a tônica é a sincronia entre o compromisso de fé expresso pela letra e o sentimento do executante da melodia. Não se espera que o compromisso destoe do sentimento de quem canta. Buscar essa coerência é tarefa de todos os que, na Igreja e na vida, cantam sua fé.

A consonância: em música, trata-se do intervalo ou acorde agradável, que gera distensão e harmonia. Etimologicamente, o termo refere-se ao ato ou efeito de soar concomitantemente. Em muitas ocasiões se pode notar como uma melodia singela e despretensiosa pode se tornar algo arrebatador e impressionante pelo efeito da harmonização. Trata-se de uma arte que exige muito estudo, esforço e talento. Na Igreja, quando não há concordância, acordo, nem conformidade, não haverá hinologia que seja consonante. Para que um grupo de pessoas entoe harmonias “harmônicas”, é preciso que (1) cada um conheça bem a sua voz; (2) que cada um ouça as demais vozes enquanto entoa; (3) que ninguém cante mais forte, ou mais alto, do que os demais; e (4) que todos observem as instruções do Maestro, cuja função é fazer surgir, da combinação das partes, aquela música única e arrebatadora, expressiva e impressionante.

A fermata: este é um elemento curioso previsto pela teoria musical, porque, enquanto a escrita e a notação indicadas nas partituras servem para delimitar sua execução dentro de padrões previstos por seus autores ou arranjadores, quando o sinal indicativo da fermata surge, o resultado ou efeito do que será executado passa a depender inteiramente do executante. Este, sentindo o momento, poderá retardar o ritmo, alongar uma nota, sustentar um acorde, enfim, expressar a intenção do seu coração, da sua intuição, de acordo com o momento exato em que a música está sendo tocada e/ou cantada. Daqui resulta que toda partitura é diferentemente interpretada não só por diferentes musicistas, instrumentistas, cantores e cantoras, mas que um mesmo musicista ou cantor pode interpretar diferentemente uma mesma música em diferentes ocasiões. Ainda que as partituras obedeçam a regras bem definidas, haverá sempre uma abertura para aspectos imponderáveis e imprevisíveis da dinâmica existencial. Toda música, neste sentido, é um compromisso com a liberdade.

Creative Commons License
A música no contexto da missão by Luiz Carlos Ramos is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil License.


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

16 maneiras de orar pelos missionários, por David Platt



David Platt 

- www.imb.org

Atos 13 e 14 comunicam uma das histórias mais importantes de toda a história das missões. Eles relatam o primeiro envio registrado de missionários por uma igreja local nas Escrituras. Paulo e Barnabé foram comissionados para sua tarefa específica em um culto de adoração, completo com canto, oração, jejum e imposição de mãos.

O Pastor John Piper  afirmou sobre esta passagem: “Este momento de oração e jejum resultou em um movimento missionário que tornaria o Cristianismo a religião dominante do Império Romano em dois séculos e meio e renderia 1,3 bilhão de adeptos da religião Cristã hoje, com um testemunho cristão em praticamente todos os países do mundo.”

As pessoas naquela sala em Antioquia estavam juntas por um motivo específico. Eles não eram todos iguais, mas se encontraram concordando em um propósito comum: eles estavam unidos pelo evangelho de Deus, fascinados pela adoração a Deus e intensamente focados na missão de Deus. Naquele momento, o Espírito chamou dois homens para serem enviados, e a igreja respondeu com obediência imediata. A sinergia entre o chamado do Espírito e a resposta de oração da igreja resultou em uma propagação sobrenatural do evangelho que continua até hoje.

 

O Espírito e a igreja enviaram Paulo e Barnabé - toda a igreja, não apenas algumas pessoas. A igreja demonstrou um compromisso em apoiar aqueles que enviaram, mesmo quando separados pelo tempo e distância. Essencialmente, a igreja disse aos missionários: “Estamos com vocês”. Notavelmente, a principal maneira de fazer isso foi por meio da oração com o poder do Espírito.

Hoje, nossas orações continuam sendo a melhor maneira de apoiar aqueles que enviamos, invocando o próprio poder de Deus para intervir de maneiras que estão além de nossas limitações humanas para salvar os perdidos. Então, eu gostaria de expor dezesseis maneiras que vejo nesta passagem das Escrituras para orar por nossos missionários continuamente.

1. Ore para que eles tenham confiança na Palavra de Deus  ( Atos 13: 4-5 ).

Os missionários são enviados não apenas para aprender cultura ou fazer ajuda humanitária, mas para proclamar com confiança a Palavra de Deus.

2. Ore para que eles sejam cheios do Espírito de Deus ( Atos 13: 6–9 ).

Os crentes já têm o Espírito Santo neles, mas às vezes o Espírito enche alguém de uma maneira especial para capacitá-lo a proclamar a Palavra de Deus.

3. Ore por sua vitória na guerra espiritual ( Atos 13: 10-12 ).

Quando nossos irmãos e irmãs levam o evangelho às nações, eles entram em guerra. O diabo está decidido a destruir almas e desviar a missão.

4. Ore por seu sucesso no testemunho do evangelho ( Atos 13:12 ). 

Ore para que muitos venham a conhecer a Cristo em todas as esferas da vida a partir do testemunho fiel de nossos missionários.

5. Ore por paz com outros crentes ( Atos 13:13 ).

Satanás ataca de todos os ângulos, tanto internos quanto externos. Ore pela paz nas famílias, no casamento, com os filhos e com companheiros e parceiros de ministério.

6. Ore pedindo oportunidades entre aos incrédulos ( Atos 13: 14-15 ).

Os descrentes estão cegos para o evangelho e muitos se opõem violentamente à sua mensagem. Ore para que os missionários encontrem oportunidades favoráveis ​​de compartilhar o evangelho com eles.

7. Ore para que o evangelho seja claro por meio deles ( Atos 13: 16–47 ).

Embora a comunicação transcultural seja difícil, ore para que os missionários, pela graça, comuniquem claramente o caráter de Deus, a pecaminosidade do homem, a suficiência de Cristo, a necessidade da fé e a urgência da eternidade.

8. Ore para que Deus abra os corações ao seu redor ( Atos 13:48 ).

Só Deus atrai as pessoas para si. Ore para que ele abra corações e mentes para acreditar e ser atraído para a vida eterna com Cristo.

9. Ore por sua alegria em meio ao sofrimento ( Atos 14: 1–2 ).

Os missionários frequentemente enfrentam várias formas e níveis de sofrimento em seu trabalho. Ore para que experimentem a alegria da intimidade com Cristo em meio a tudo isso.

10. Ore por sua bondade em meio a calúnias ( Atos 14: 1–2 ).

Embora os missionários enfrentem sofrimento e dificuldade, ore para que o caráter de Cristo e o poder de seu Espírito os capacitem a responder com graça.

11. Ore para que um poder sobrenatural os acompanhe ( Atos 14: 3 ).

Ore para que os missionários falem a Palavra com ousadia e que um poder sobrenatural acompanhe sua proclamação.

12. Ore para que a humildade de Cristo os caracterize ( Atos 14: 4-18 ).

Ore para que os missionários superem a tentação de serem orgulhosos de seu trabalho pelo poder do Espírito.

13. Ore por paciência ( Atos 14: 8–18 ).

Os missionários enfrentam altos e baixos e vitórias e perdas em seu trabalho. Ore para que eles respondam com longanimidade.

14. Ore por sua perseverança ( Atos 14: 19–20 ).

Em 2 Coríntios 4: 8–9, Paulo escreveu: “Nós somos... abatidos, mas não destruídos.” Ore para que os missionários perseverem em contratempo após contratempo, espancamento após espancamento e luta após luta.

15. Ore para que Deus os use para fazer discípulos ( Atos 14: 21–23 ).

Ore para que os missionários vejam frutos em seus ministérios ao procurarem fazer discípulos entre as nações.

16. Ore para que Deus os use para multiplicar igrejas ( Atos 14: 24–28 ).

Ore pela multiplicação de igrejas cheias de pessoas que conhecem a Palavra lideradas por pastores que ensinam a Palavra.

Nós sabemos disso: unir-se a Deus em sua missão não será fácil, mas com certeza valerá a pena. Vamos enviar todos aqueles a quem Deus chamou com o apoio fiel em oração.

 
 

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Páginas de Ouro da Oração - Mil citações, 150 esboços de sermão e muitos outros recursos num livro gratuito


Uma antologia é fundamentalmente um filtro e uma espécie de condensador (meta)literário. Por seu caráter de antologia, e por antologiar gêneros diversos, como frases, sermões e orações, agregando a isso outros recursos práticos, este humilde e gratuito livro, que circula apenas em formato eletrônico, se configura num dos mais significativos livros sobre a Oração já publicados em língua portuguesa. 
Nosso objetivo, ao nos apoiarmos nos ombros de gigantes e usufruirmos dos recursos da lavra dos mais diversos irmãos e ministérios, não é trazer prejuízo a qualquer, mas prestar um serviço à Igreja de Cristo. E cumprir a vocação da literatura cristã de ofertar o melhor conteúdo possível ao máximo de pessoas possíveis, da maneira mais graciosa possível, rendendo nisso glórias ao Deus vivo, de onde todo o bem emana.
Estão aqui coligidas em torno de mil citações, de autores os mais diversos da cristandade, citações divididas em duas partes: Frases Gerais sobre a Oração e Frases sobre a importância da Oração nas obras de Evangelização e Missões.
Para além disso, coligimos 150 esboços de sermões sobre o tema da Oração. Tais esboços, claro esteja, prestam-se igualmente como estudos bíblicos, muito oportunos para os momentos devocionais em particular ou em grupo.
Coligimos ainda trechos de orações de grandes nomes do cristianismo, desde Pais da Igreja como Clemente de Roma até nomes recentes como Martin Luther King. Tais textos não devem ser tomados como modelos rijos e nem prestam-se a objetos para a repetição, mas objetivam apenas ilustrar e aclarar aspectos da oração e dar notícia da devoção e correição de fé de nossos co-herdeiros da graça de Cristo.
Como referido, agregamos a este livro recursos outros que poderão auxiliar todos aqueles que trilham os caminhos da comunhão divina através da oração. Concordância Bíblica Exaustiva, Datas Comemorativas para a Intercessão específica, um modelo de Diário de Oração e outros recursos, são itens que irão enriquecer a devoção do leitor.
Oração é oração praticada; sua ciência é quase toda ela empírica, desenvolvida pelo contato dos joelhos no chão e a abertura de coração.
Que este humilde livro, mais do que agregar conhecimento teórico, enriqueça seu ferramental prático e lhe constranja a orar mais e melhor, crescendo de fé em fé, até assenhorear-se de todas as promessas de Deus a que só temos acesso através da oração.
Compartilhe este livro, sempre gratuitamente, com todos os irmãos ao seu alcance.

Sammis Reachers
Organizador

PARA BAIXAR O LIVRO PELO SITE GOOGLE DRIVE, CLIQUE AQUI.


domingo, 23 de julho de 2017

‘Todos os Povos Te Louvem’ será realizado pela primeira vez no Rio


‘Todos os Povos Te Louvem’ será
realizado pela primeira vez no Rio
Evento contará com shows de Laura Souguellis e Lorena Chaves

O Grupo Povos e Línguas está na contagem regressiva para a 8ª edição de um dos maiores eventos de mobilização missionária da Igreja no Brasil – o ‘Todos os Povos Te Louvem’. O encontro está marcado para os dias 27, 28 e 29 de julho, em Campos dos Goytacazes. Pela primeira vez no estado do Rio de Janeiro, o projeto acontece como fruto de uma parceria entre o Grupo e a Igreja Batista Eldorado que está oferecendo toda infraestrutura e apoio logístico. Segundo os organizadores, são esperadas cerca de 2 mil pessoas nos três dias de evento.
Na programação estão shows, palestras, workshops, dinâmicas e testemunhos de missionários sobre a realidade e os desafios de evangelização no Brasil (sertão nordestino), Europa e Ásia (Tailândia). Entre os preletores estão pastor Estevam Fernandes, da Primeira Igreja Batista de João Pessoa, e a missionária Marina Burgueño, da Missão Alma da Espanha. Já a música fica por conta de Vinícius Zulato (Igreja Batista da Lagoinha e líder do Ministério Cristo Vivo), Laura Souguellis e Lorena Chaves.
De acordo com o pastor titular da Igreja Batista Eldorado, Fernando Trindade, toda a igreja está feliz em participar e ser anfitriã desse primeiro encontro missionário no estado do Rio. “Estamos de braços abertos para receber todo o Brasil, em especial a população do nosso estado. Esse será um momento importante e muito bonito de unidade entre as igrejas para a cidade de Campos. Estamos contando os dias para o congresso que será uma linha divisória em todo entendimento e revelação que temos recebido do Senhor para vivermos a perspectiva de Atos dos Apóstolos 1,8”, comenta Trindade.
Segundo o mobilizador do Grupo Povos e Línguas, Breno Vieitas, o momento é de muito trabalho e expectativa. “Pensamos carinhosamente em cada detalhe do evento, desde os cantores e preletores até a equipe envolvida no projeto. Deus está direcionando tudo e estamos muito felizes por realizar o ‘Todos os Povos Te Louvem’ pela primeira vez no estado do Rio. E paralelo ao encontro, promoveremos um treinamento de missões para os pastores – o SIMI (Sistema de Implantação de Missões para Igrejas)”, conta Breno.
Ainda, de acordo com Vieitas, estão previstas mais três edições do evento para esse ano. “Ainda estamos articulando, mas a ideia é promover o encontro missionário no Rio de Janeiro, em São Paulo e Salvador (BA). E realizar pelo menos uma edição em cada região do país nos próximos anos”, afirma Breno, ao comentar que a mobilização missionária acontece desde 2014 e já passou por Belo Horizonte (MG), Vila Velha (ES) e João Pessoa (PB).

Inscrição – Podem participar adolescentes, jovens e adultos cristãos e qualquer pessoa que se interesse por missões. A taxa de inscrição única no valor de R$ 30,00 (trinta reais) vale para os três dias e será revertida para causa missionária.
Para se inscrever é necessário acessar o site www.povoselinguas.com e clicar no banner do evento. Ou acessar direto o link de inscrição que é https://www.e-inscricao.com/povoselinguas/todosospovostelouvemrj

Endereço – A Igreja Batista Eldorado fica na Rua Manoel Rabello, nº 77, Parque Eldorado. Campos dos Goytacazes (RJ). Mais informações pelo telefone (22) 2733-5457.

Grupo Povos e Línguas – O grupo surgiu em 2013 a partir de conversas entre pastores, músicos, missionários e líderes envolvidos com o movimento missionário brasileiro que viram a necessidade da Igreja ter um núcleo estratégico desenvolvedor, mobilizador e fomentador de ações missionárias no país. O Grupo atua como um movimento interdenominacional com o papel de mobilizar pastores para o envio de missionários a partir da igreja local. Para isso, o Povos e Línguas utiliza diferentes ferramentas de comunicação e mobilização, como o Todos os Povos Te Louvem e o SIMI, com o objetivo de capacitar e apoiar igrejas, missionários e todos os cristãos que desejam participar da Grande Comissão chamada por Jesus há mais de dois mil anos. Tal chamado pode ser lido em Mateus 28,19-20 quando Jesus diz: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século”.

Estevam Fernandes – Pastor da Primeira Igreja Batista de João Pessoa, com 35 anos de experiência pastoral. Graduado em Teologia, História, Psicologia e Administração. É mestre em Sociologia da Religião e doutor em Sociologia pela UFPB. Palestrante em vários congressos regionais, nacionais e internacionais nas áreas de liderança, crescimento de igrejas e famílias.

Marina Burgueño - Natural de Sevilha, na Espanha. É missionária da Missão Alma da Espanha, trabalha junto à Fundação Paixão e Compromisso. Atualmente atua com mobilização missionária para plantação de novas igrejas nos pueblos espanhóis onde não possuem presença evangélica. 

sábado, 10 de setembro de 2016

HINOS MISSIONÁRIOS - Antologia de hinos de teor missionário, coligidos dos hinários tradicionais das igrejas evangélicas brasileiras. Baixe grátis

         

          Amados irmãos, é com alegria que apresentamos e ofertamos a todos o nosso mais novo trabalho, o hinário Hinos Missionários. Esta obra colige hinos com enfoque missionário e motivacionais ao serviço de evangelização e mordomia cristãs, coligidos dos principais hinários das igrejas tradicionais (históricas) e pentecostais do Brasil.

          Nosso objetivo principal, ao reunir em uma única obra tal quantidade de hinos, é melhor capacitar a igreja brasileira em seu esforço missionário, ampliando o leque de recursos litúrgicos à sua disposição. Indiretamente, ao coligirmos trabalhos de hinários denominacionais, celebramos aquele tipo de comunhão, de união entre cristãos que, pela misericórdia e para a glória de Deus, sempre existiu e tem se tornado a cada dia mais comum no campo missionário, união inter ou transdenominacional sem a qual jamais concluiremos a Grande Comissão que nos foi outorgada pelo Cordeiro.

          Não espere encontrar aqui apenas hinos de teor estrita e explicitamente missional; reunimos, por exemplo, desde hinos de Natal até hinos dedicados ao encerramento de culto, mas que, em alguma de suas estrofes ou versos, faz referência à necessidade de proclamação do Evangelho. Hinos que em maior ou menor grau convidam a igreja e o crente a evangelizar, a proclamar a Boa Nova; que conclamam a abrir a boca “pelo direito de todos os desamparados” (Pv 31.8), a seguir em marcha para a batalha de semeadura e colheita, evangelização e discipulado, “tanto em Jerusalém, como em toda a Judeia e Samaria, e até os confins da terra” (At 1.8).


          Tais tesouros aqui coligidos não são patrimônio de uma ou outra denominação, mas sim depósito dos santos, herança comum à todo aquele que, em fé, deseja ver a Boa Nova que o salvou repartida com todos os povos. Assim, este hinário surge como mais uma ferramenta à serviço da promoção missionária, franqueado à disposição de todos, útil para avivamento e despertamento acerca daquela que é nossa inolvidável obrigação enquanto igreja.

          Os Hinários antologiados foram os seguintes: Salmos e Hinos, Hinos e Cânticos, Cantor Cristão, Harpa Cristã, Hinário Evangélico, Hinário Aleluia, Novo Cântico, Louvor e Adoração, Hinos do Povo de Deus, Hinário Para o Culto Cristão e Cantai Todos os Povos. O hinário conta com recursos para facilitar sua utilização, como nota introdutória sobre cada hinário antologiado, índice dos primeiros versos dos hinos e índice de autores e tradutores.

           É pois com imenso prazer que oferecemos à irmandade de nossa pátria e de outros solos de amplitude lusófona, esta seleta reunindo uma fração do melhor da hinologia cristã já produzida. Riquezas que são fruto de séculos de abnegado trabalho, empreendido por servos de Cristo conhecidos e anônimos, em nossas terras e alhures.

          Convido você a utilizar este hinário tanto em sua igreja quanto em sua vida devocional, e a compartilhá-lo graciosamente com todos os irmãos ao seu alcance.

Sammis Reachers

Para baixar o Hinário pelo site Google Drive, CLIQUE AQUI.
Para baixar o Hinário pelo site SlideShare, CLIQUE AQUI.
Para baixar o Hinário pelo site Scribd, CLIQUE AQUI.
Para baixar o Hinário pelo site 4Shared, CLIQUE AQUI.
Para baixar o Hinário pelo site Issuu, CLIQUE AQUI.

Caso queira receber o arquivo diretamente por e-mail, escreva para: sreachers@gmail.com

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...