quinta-feira, 14 de dezembro de 2023

QUAL É O MEU NOME ATUAL? - Uma dinâmica para promover e avaliar seus conhecimentos bíblicos, geográficos e missiológicos

 


QUAL É O MEU NOME ATUAL?

 

Objetivos: Promover e avaliar os conhecimentos bíblicos, geográficos e missiológicos dos participantes.

Materiais: Não é necessário.

 

A dinâmica se vale de nomes antigos de alguns países e cidades, conforme citados na Bíblia. A partir de dados atuais sobre tais locais, sobre suas realidades físicas, políticas e religiosas, os alunos deverão adivinhar qual o nome atual daquele lugar.

A ideia é oferecer dados sobre a realidade da presença cristã, necessidades de evangelização, dados sobre a perseguição ao cristianismo etc., colaborando para familiarizar os participantes com a realidade desses países.

Ganha aquele que obtiver mais acertos.

Se desejar, a cada acerto de um participante, o coordenador pode oferecer mais informações sobre a realidade daquele lugar, previamente pesquisadas.

Alguns exemplos que você pode utilizar (procure pesquisar outros):

 

Na Bíblia eu fui chamado de Pérsia. Hoje meus vizinhos são Turquia, Iraque, Turcomenistão, Afeganistão e Paquistão. Em minhas terras impera a religião islâmica, numa de suas duas principais vertentes: a xiita. Minha população possui apenas 1,5 % de cristãos, mas a igreja secreta tem crescido há décadas por aqui. Meu nome hoje é? – Resposta: Irã

 

A Bíblia me chama (em Is 49:12) de Sinim. Sou um país socialista, cuja população é a segunda maior do mundo. Ao expulsar os missionários estrangeiros há algumas décadas, achei que destruiria o cristianismo, “religião dos brancos”, em minhas terras. Mas a igreja secreta cresceu de uma maneira milagrosa, e hoje já é uma das maiores do mundo, embora ainda haja muitos povos não-alcançados em meu território. Sou? – Resposta: China

 

Eu fui uma cidade. Meu nome antigo era Antioquia. Em mim o apóstolo Paulo censurou a outro apóstolo, Pedro, por seu comportamento dúplice. Em mim também foi fundada a primeira igreja gentílica (não-judia) da história. Hoje abrigo um país que possui uma pequena fronteira com Israel, e está em guerra há dez anos; facções muçulmanas, bem como potências mundiais têm intervindo em meu território, e os cristãos, que gozavam de uma pequena tolerância, foram dos mais prejudicados. Antes da guerra civil eram 6%; hoje, mal chegam a 2% da população. De que país estamos falando? – Resposta: Síria

 

Fui uma cidade. Meu nome antigo era Laodiceia. Da igreja que aqui foi fundada, o próprio Cristo disse que não éramos nem frios nem quentes, mas mornos (Ap 3:14-21). Hoje minhas ruínas estão situadas num país que faz parte de dois continentes, a Europa e a Ásia, e cuja população se declara 99% muçulmana. Esse país já foi um império que ajudou a espalhar o islã por diversos lugares. Quem sou? – Resposta: Turquia

 

Na Bíblia eu fui chamada de Gadara. O “endemoniado gadareno” (Mc 5:1-20) é uma passagem famosa. No lugar onde eu me erguia, hoje está localizado um país muçulmano, vizinho de Israel. Esse país é uma monarquia, cuja língua oficial é o árabe. Comparado a outros países do Oriente Médio, aqui os cristãos desfrutam de alguma tolerância e respeito, embora sejam apenas em torno de 7% da população. No entanto, muçulmanos que se convertem a Cristo são duramente perseguidos. De que país se trata? – Resposta: Jordânia

 

Meu nome bíblico é Cirene. Como cidade, fui uma antiga colônia grega, cuja parte da história foi narrada por Heródoto, justamente o “pai da história”. Minhas ruínas estão situadas no que hoje é um grande país africano, vizinho do Egito. Tal país foi governado por anos por um ditador amado e odiado por seus cidadãos; mas as revoltas da Primavera Árabe o derrubaram, instaurando também o caos no país, pela briga de poder. Hoje tal país é uma terra sem lei, e de grande risco para cristãos. Na lista de perseguição elaborada pela Missão Portas Abertas, estou entre os dez mais. – Resposta: Líbia

 

Sou a cidade de Tiro. O país onde eu estava localizada conserva o mesmo nome, desde os tempos bíblicos até hoje. As madeiras das árvores de meu país fizeram sua fama. Nos tempos contemporâneos, mesmo estando situado no Oriente Médio, ele já possuiu 70% de população cristã (até a Primeira Guerra Mundial); no entanto, após uma guerra civil o país entrou numa sequência de crises, e hoje esse percentual não passa de 35%. O Brasil abrigou milhares de imigrantes que daqui saíram. Que país é esse? – Resposta: Líbano.

 

Meu nome é Patmos. Sou uma ilha que conserva seu nome desde os tempos bíblicos; foi aqui que o apóstolo João, prisioneiro, escreveu o livro de Apocalipse. A cultura de meu país (embora na época ele nem fosse ainda um país, mas um agrupamento de cidades independentes) ajudou a moldar a cultura ocidental. Hoje sou um dos países mais “pobres” da Europa. Mas também um dos mais cristãos: Praticamente 95% da população se declara cristã – embora o número de evangélicos mal chegue a 2%. Que país é esse? – Resposta: Grécia.

 

Sou um país onde se localiza o Monte Ararat, em que se acredita que a Arca de Noé atracou, após o nível das águas abaixar. Mas hoje tal monte pertence à Turquia, minha vizinha. Somos considerados o primeiro país a adotar o cristianismo como religião, ainda no século IV. Meu povo foi vítima de um dos maiores genocídios contra cristãos do século XX (provocado justamente pelos turcos), mas tal crime é pouco lembrado. Quem sou? – Resposta: Armênia.

 

Sou um país europeu chamado por Obadias de Sefarad. O apóstolo Paulo planejava levar o evangelho até minhas terras. Já fui uma das grandes potências mundiais, quando o mar era meu domínio, e ajudei a espalhar o catolicismo pelo mundo. Hoje, a maior parte de minha população ainda se declara católica (52%), embora os praticantes sejam menos da metade disso. E os sem religião beiram os 40% de meu povo.

Qual é o meu nome atual (no tempo de Paulo eu já tinha este nome)? – Resposta: Espanha

 

Sou um país milenar e berço de uma das primeiras civilizações. Meu território faz parte de dois continentes (Ásia e África). Abrigo o rio mais extenso do mundo (ou será o Amazonas?) e uma população de 109 milhões de almas, das quais 85% são muçulmanos. Quem sou? – Resposta: Egito

 

Sammis Reachers

Ore por nós, por inspiração e portas abertas, para que em breve tenhamos um novo livro, gratuito, reunindo recursos para ensino e mobilização missionária.


terça-feira, 5 de dezembro de 2023

sexta-feira, 17 de novembro de 2023

Livros sobre Missões e Evangelização em lançamento (diversas editoras) - 2023


QUALQUER UM MENOS EU - 10 Maneiras de superar o seu medo e estar preparado para compartilhar o Evangelho (Éden, 2023)

Por que nós não compartilhamos o evangelho com nossos amigos, familiares e colegas de trabalho?

Medo. Temos medo de parecer estranhos ou ultrapassados. Temos medo de não termos as respostas certas às suas perguntas. Temos medo de experimentar rejeição, caso recusem o evangelho. Não queremos tornar a dinâmica esquisita ou estragar nossos relacionamentos. Então, não dizemos nada porque nosso desconforto parece maior do que o destino eterno de nossos entes queridos se permanecerem fora do corpo de Cristo. Na verdade, sabemos que não é assim, mas achamos muito difícil vencer esses medos.

 

Ray Comfort compartilha o evangelho regularmente há mais de 50 anos. Nesse livro, ele mostra como você pode vencer os receios ao desenvolver 10 características essenciais e bíblicas para poder compartilhar confiantemente a mensagem da salvação com pessoas ao seu redor. Se você tem ansiado por ver algum amigo querido, membro da família ou colega de trabalho vir a Cristo, agora é a hora de se tornar a fiel testemunha de que precisam. Nunca sabemos quanto tempo teremos para proclamar as boas novas de Deus.

Link: https://www.edenpublicacoes.com.br/product-page/qualquer-um-menos-eu-ray-comfort 





SEJAM MINHAS TESTEMUNHAS - A Missão, a Mensagem e os Mensageiros da Igreja (Vida, 2023).


O livro de Darrell L. Guder destaca-se pela perspectiva única do autor, sua autoridade no assunto e senso de responsabilidade ao abordar a missão da Igreja. Com experiência em culturas diversas, incluindo a conservadora americana e a alemã durante a Guerra Fria, Guder explora como o conservadorismo teológico afetou as instituições cristãs nos EUA e a "escravidão cultural" da Igreja. Ele desafia a compreensão tradicional do evangelismo, enfatizando que a prática do Evangelho deve estar ligada à sua proclamação. Guder oferece uma visão profunda da missão da Igreja, destacando que a mensagem é o Evangelho e todos os membros do Corpo de Cristo são chamados a testemunhar, desde que compreendam sua união com Cristo na encarnação. Sua vasta experiência e visão multicultural beneficiam a igreja brasileira ao abordar sua nobre tarefa: ser testemunha de Cristo.

Link: https://www.editoravida.com.br/sejam-minhas-testemunhas.html





ATÉ OS CONFINS DA TERRA (CPAD, 2023). 

Nessa obra, o pastor Wagner Gaby descortina uma ampla visão acerca das missões em uma perspectiva bíblica e pentecostal, bem como sua realidade no mundo atual. 

Link: https://www.cpad.com.br/ate-os-confins-da-terra-362775/p



UNIDADE DA IGREJA E COOPERAÇÃO NA MISSÃO (Ultimato, 2023)

ASSIM, PERMANECEM AGORA ESTES TRÊS: A FÉ, A ESPERANÇA E O AMOR. O MAIOR DELES, PORÉM, É O AMOR” (1CO 13.13).

Para Christopher Wright, “estes três ainda devem ser características definidoras da igreja e de sua identidade”.

No entanto, talvez, o fenômeno mais evidente para o que chamamos de “igreja evangélica” no Brasil é que estamos fragmentados. E, se para que o mundo creia, a igreja deve estar unida (Jo 17.21), logo, a desunião da igreja gera a incredulidade do mundo.

Unidade da Igreja e Cooperação na Missão é uma iniciativa e também um encontro de esforços de igrejas locais em torno do evangelho de Jesus Cristo. Aponta para o cumprimento da missão, a transformação da cidade e a proclamação do evangelho da reconciliação de todas as coisas (2Co 5.18-19).

Então, como lidar com as divergências? Como amar uns aos outros apesar de nossas diferenças? O que aconteceria na cidade se barreiras como a competição entre ministérios e as diferenças geracionais e pessoais fossem superadas?

Missão é tarefa coletiva! Não há missão sem cooperação. É disso que trata Unidade da Igreja e Cooperação na Missão.

Link: https://loja.ultimato.com.br/livros/unidade-da-igreja-e-cooperacao-na-missao



HÁ ESPERANÇA PARA O SERTÃO (Esperança, 2023).

O Sertão Nordestino, principalmente sua zona rural, é a região do Brasil que mais sofre com as mudanças da modernidade e suas consequências. Isso abre novas oportunidades, mas também traz muitos desafios e problemas.

Nas últimas décadas há um crescimento considerável dos evangélicos no Nordeste, que se concentra nas grandes cidades do litoral. Enquanto isso, o desafio da evangelização do sertão profundo ainda permanece.

Duas perguntas cruciais: 
̶  Nós conseguimos enxergar a urgência desse desafio? 
̶  Entendemos nossa responsabilidade e dever missionário quanto a isso?

Este livro reúne textos de especialistas, líderes e missionários brasileiros e estrangeiros que estão vivendo essa realidade. Mergulhe nesta fascinante leitura de estudos e histórias reais impactantes e descubra que há esperança para o Sertão!

Link: https://www.editoraesperanca.com.br/livros/missoes/ha-esperanca-para-o-sertao




NÃO QUEREMOS O SEU DEUS (Betânia, 2023).

“Não tragam os seus livros religiosos para cá. Não precisamos deles...”

Desafios e milagres na evangelização e distribuição de Bíblias no mundo islâmico.

No mundo árabe, a população é muçulmana, e qualquer tipo de evangelismo é contra a lei. O Islã é a religião oficial desses países e, de acordo com a sua constituição, uma igreja de muçulmanos convertidos não pode ser formada.
Eles não querem o nosso Deus. Abominam e proíbem a proclamação do evangelho de Cristo. Milhões e milhões de almas estão perdidas, pois não podem ouvir da salvação em Cristo. Mas o Senhor quer ser conhecido entre eles, quer salvá-los e dar-lhes nova vida em Jesus. E para isso ele chama seus filhos para levar o nome de Jesus Cristo aos países que se encontram em trevas e são inimigos de Deus. Eu fui chamado para essa missão e vivi a maravilhosa experiência de que Deus capacita aquele a quem chama para falar do seu amor.
Todos os testemunhos neste livro contêm o agir de Deus para que seu nome seja proclamado entre as pessoas que não o conhecem, para que experimentem o amor que se sacrificou para que elas se tornassem filhos de Deus.




Como empregar e fazer negócios, servindo e adorando a Deus (Editora dos Clássicos, 2023).

Patrick Lai propõe, em Como empregar e fazer negócios, servindo e adorando a Deus, uma reformulação conceitual e prática de adorar a Deus e fazer missões por meio do mercado de trabalho. Para tanto, além de citar suas experiências como missionário e empresário, o autor aborda o significado das palavras bíblicas trabalho e adoração nas línguas originais (hebraico e grego), visando ampliar a compreensão do leitor quanto à questão.




AS DUAS FACES DO SUSTENTO MISSIONÁRIO (BETEL, 2022). 

Mônica Mesquita, num estilo bem pessoal, revela sua personalidade descontraída e ao mesmo tempo séria e muito comprometida com a missão de Deus. Ela examina com acuidade textos bíblicos sobre o sustento missionário entrelaçando com casos reais daqueles que se dispõem a atender ao chamado missionário. Suas experiências em acompanhar a vida dos vocacionados, e intermediar a participação das igrejas para o sustento deles, tem uma percepção muito ampla da negligência de muitos líderes em prover o sustento dos missionários, como parte da missão da igreja, para o envio daqueles que farão o Evangelho chegar às nações.

Este é um manual de orientação para todos que entendem que precisam cumprir a Missão de Deus no mundo! Uma leitura indispensável para a Igreja Brasileira.

Link: https://www.betelpublicacoes.com.br/as-duas-faces





ARTE, BELEZA E A GRANDE COMISSÃO (Editora JOCUM, 2023).

Não encontrei maiores informações sobre este livro, apenas esta imagem no Facebook do Pr. Coty, e o ISBN registrado. De toda forma, nos dias posteriores a este post, o livro deve estar disponível em venda ou pré-venda no site da Editora JOCUM - https://editorajocum.com.br/




24:14 – Um testemunho para todos os povos (Pão Diário, 2023)

Jesus prometeu: “E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as ethnē (grupo de pessoas), e então virá o fim”.

A visão da Coalizão 24:14 é ver o evangelho compartilhado com cada grupo de pessoas na Terra ainda em nossa geração. Desejamos estar na geração que termina o que Jesus começou e pelo que outros fiéis obreiros, antes de nós, deram suas vidas. Exemplos do movimento do Reino podem ser encontrados pontualmente ao longo da história da Igreja, mas Deus está realizando algo único em nossos dias.

Os movimentos de plantação de igreja e de discipulado nunca foram tão numerosos e amplamente distribuídos como agora.

Queremos ver o evangelho proclamado em todo o mundo como um testemunho para todos os grupos de pessoas ainda enquanto vivemos. Nossa esperança é que você também deseje isso e abrace essa visão ao ler este livro.

Junte-se a nós em oração e na missão de iniciar movimentos do Reino em cada povo e local ainda não alcançado.

Link: https://publicacoespaodiario.com.br/produto/2414-um-testemunho-para-todos-os-povos/




MANUAL DO CAPELÃO (Pão Diário, 2023)

O Manual do capelão — teoria e prática traz subsídios bem fundamentados, à luz dos diversos aspectos que integram a assistência espiritual. Destina-se aos que trabalham em instituições militares e de segurança pública, hospitais, escolas, presídios, empresas, entidades esportivas, entre outras. Os temas são tratados a partir perspectiva da capelania militar, porém permitindo a aplicação do conteúdo em todas as áreas.
Esta obra está organizada em dois eixos de reflexão sobre a capelania:
• Os fundamentos: bíblico-teológico, histórico, jurídico, científico e estratégico.
• A prática: áreas de atuação, perfil do capelão, ação e interação, projetos bem-
-sucedidos e relatos de experiências.

 

Transição Cultural (CMM, 2023)

O passo a passo para uma jornada saudável rumo à nova cultura

Mudar para um novo local pode ser uma grande aventura e um enorme privilégio! Contudo, existem inúmeros desafios que muitas vezes não são abordados, gerando expectativas irreais que impactam o processo de adaptação à nova cultura.

Os desafios que acompanham a transição cultural são maximizados quando há falta de planejamento, preparo prático e apoio apropriado.

Este livro traz um passo a passo que visa esclarecer conteúdos para o apoiar em uma mudança segura e saudável.

Link: https://x.com/MissoesMaos/status/1728077501279461815?s=20



Os Menos Evangelizados (AMTB, 2023)

Escrito por vários autores, o livro foi lançado há poucos dias pela AMTB (Associação de Missões Transculturais Brasileiras), durante o Congresso de Povos Minoritários do Brasil. Ainda não há informações sobre a comercialização, mas creio que em breve as informações serão divulgadas. Fique de olho nos canais da AMTB!

Link: https://www.instagram.com/amtboficial/?hl=pt



terça-feira, 7 de novembro de 2023

Usando o momento da Santa Ceia para promover Missões - Dinâmica/esquete

 


OS NÃO SERVIDOS

 

O Apóstolo Paulo explica que a Santa Ceia serve como memorial para os cristãos, assim como serve de testemunho para os descrentes (1Co 11.23-26). Essa ideia lembra os cristãos sobre tantos descrentes que ainda não ouviram a respeito de Jesus.

Antes da Ceia escolha algumas pessoas dispostas a falar durante ela. Quando o líder perguntar, "Todo o mundo foi servido?", a primeira pessoa fica de pé e grita, "Não, eu não fui servido! Eu represento mais que um bilhão de muçulmanos que não têm acesso ao evangelho."

Quando ela se sentar, a segunda pessoa fica de pé e avisa, "Eu também não fui servido. Eu represento (outro grupo)", e assim por diante.

Eis algumas sugestões de grupos negligenciados:

• Muçulmanos (1,3 bilhões)

• Hindus (900 milhões)

• Budistas (400 milhões)

• Tribais (150 milhões)

• Judeus (20 milhões)

• Chineses (1,2 bilhões)

• Crianças abaixo dos 15 anos sem Cristo (1,0 bilhão)

• Sem teto (200 milhões)

• Deficientes físicos (200 milhões)

• Portadores de HIV (150 milhões)

• Viciados em drogas (70 milhões)

• Alcoólatras (200 milhões)

Não precisa passar pela lista inteira, mas deixe apenas de três a cinco pessoas falarem para maior impacto. Depois da última, o dirigente da Ceia deve comentar sobre a condição espiritual de tantas pessoas no mundo, dos privilégios que o cristão têm e suas obrigações também. Termine com todos da igreja tomando a Ceia.

Como variação, você pode utilizar os segmentos menos evangelizados do Brasil (indígenas, ribeirinhos, ciganos, sertanejos, quilombolas, a diáspora ou os imigrantes e os surdos; os mais ricos dos ricos e os mais pobres dos pobres).

 

Kevin Bradford, no livro Ideias Criativas: Centenas de ideias criativas para missões (Ed. Descoberta)


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