terça-feira, 16 de março de 2010

O maior de todos os missionários!

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"Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou" (1 João 2.6).

J. de Oliveira

O grande número de iraquianos que fingiam ser Saddam Hussein fez com que os soldados americanos tivessem dúvidas no momento da prisão do ex-ditador. Mesmo depois de Saddam confessar aos soldados quem era, as dúvidas acerca de sua identidade continuavam pairando, até que finalmente foram dissipadas com a confirmação do exame de DNA.
A possibilidade de terem capturado a pessoa errada, em vez do homem mais procurado do país, era real e as tropas de coalizão já sabiam que não somente no Iraque, mas em países vizinhos havia muita gente que se passava por Saddam Hussein, a fim de confundir as autoridades americanas. Essa prática já foi utilizada em diversos momentos da história e com os mais variados pretextos. Além do mais, em todas as partes do mundo encontramos pessoas parecendo e querendo parecer umas com as outras. Os sósias estão por todo lugar, imitando e interpretando personalidades de todos os gêneros: artistas de televisão, músicos, políticos, jogadores e etc.
Confesso que ao longo da minha infância também sonhei me tornar como muitos que eu admirava, especialmente na televisão. Aprendi cedo a admirar alguns que empolgavam multidões, tanto com a bola nos pés, como com a bola nas mãos. Contudo, nunca consegui ser como alguém que não fosse eu mesmo. Quem me conhece sabe, sempre fui péssimo em imitações...
Entretanto, observando o texto bíblico inicial percebo que imitar Jesus e andar como Ele andou é um desafio que permanece diante de mim e de cada nova criatura. Tal desafio nos chama a uma profunda reflexão missiológica; e nos convida a renunciar interesses pessoais para assumir um estilo de vida semelhante ao dEle.
A orientação do Espírito Santo ao inspirar Paulo a escrever, continua ressoando ao longo dos anos: "[...] haja em vós o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus" (Filipenses 2.5).
Muito já tem sido dito a esse respeito, mas o que quero destacar nesta oportunidade é que Ele andou como um missionário, diga-se de passagem, o maior de todos os missionários.

"Deus tinha um único filho e fez dele um missionário"- dizia David Livingnstone para apontar Jesus como o centro da missão de Deus; e o Seu ministério terreno como a maior expressão e figura do que é ser um missionário.
Visto que estávamos perdidos e toda a humanidade falida espiritualmente para se aproximar de Deus, alguém, enviado da parte do Criador, precisava vir ao nosso encontro a fim de nos resgatar.
A totalidade da obra da cruz nos revela que Jesus foi chamado por Deus com essa divina missão, a maior missão de todos os tempos, originada na eternidade. "E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo" (Apocalipse 13.8).
Jesus voluntariamente deixou Sua glória, seu lugar de habitação, aceitando o desafio de viver entre nós por meio da encarnação. O Emanuel se submeteu às limitações de um corpo físico, identificou-se com todas as nossas mazelas e assumiu a nossa identidade humana e cultural, provando o mais perfeito de todos os processos de contextualização. Ele deixou toda riqueza para viver um estilo de vida simples. Em tudo foi provado, compadeceu-se dos pobres e sentiu a dor dos oprimidos. Ele libertou os cativos e curou os enfermos. Ele pregou o evangelho a todos quanto pode e treinou homens e mulheres para serem Seus discípulos. Ele resgatou a humanidade perdida no pecado e edificou a Sua igreja, coluna e firmeza da verdade. "Porque já sabeis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre; para que pela sua pobreza enriquecêsseis" (2 Coríntios 8.9).

Sem dúvida, a maior vitória da obra missionária no relacionamento com as culturas foi evidenciada na vida daquele que, vestido de homem, não tinha como missão se tornar um respeitado líder religioso. Todo o empenho do Filho de Deus repousava sobre a proposta de resgatar os perdidos e escravizados pelas algemas do pecado. "Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido" (Lucas 19.10).
Logo, a igreja da qual eu e você fazemos parte hoje foi fundada por Cristo, o maior de todos os missionários enviados por Deus a este mundo. Agora é Jesus quem nos convida a andar como Ele andou e nos envia de maneira surpreendente, assim como o Pai, o Deus da missão o enviou.
"Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós" (João 20.21).

Fonte: http://www.miaf.org.br

segunda-feira, 15 de março de 2010

Participe de operação missionária na fronteira com a Venezuela

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A Missão Boa Vista abre as inscrições para uma nova missão em Santa Elena, Venezuela, em julho de 2010. 
Reserve o mes de julho para fazer missões tranculturais na fronteira do Brasil! 

Maiores informações, http://www.missaoboavista.com.br/?area=projeto_venezuela
Tel.: (095) 91420288 vivo   (095) 81151342 tim

Este é um projeto que tem a perceria da UBLA,CBR, Fundação Kubitz, Iglesia Bautista Casa de Dios e outos parceiros na divulgação: JMM, UNIAONET, e outros.

Precisamos de pelo menos 50 (cinquenta voluntários) para julho agora na fronteira de Venezuela e Brasil!

Deus abençoe!

 Carlos e Welândia
Missioecológicos
Fones: (095) 91420288 vivo  
         (095) 81151342 tim
carlos.inacio@missaoboavista.com.br
carlossinacio@hotmail.com

www.missaoboavista.com.br

 
Venha Participar do Projeto Missioecológico

terça-feira, 9 de março de 2010

Cartilha para download: BRASILEIROS E BRASILEIRAS NO EXTERIOR - Informações Úteis do Ministério do Trabalho


Apresentamos aqui para download o a Cartilha BRASILEIROS E BRASILEIRAS NO EXTERIOR: Informações Úteis. A Cartilha, de livre circulação, foi preparada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, e traz um rico painel de informações úteis a qualquer brasileiro que venha a residir no exterior. Informações que vão desde obtenção de vistos até os serviços oferecidos por Embaixadas e Consulados do Brasil, passando por informações sobre a validade de documentos e diplomas nacionais no exterior, e muito mais.

Excelente material informativo para missionários e agências, vale a pena baixar.

Para baixar a cartilha, Clique Aqui.

E para maiores informações sobre trabalho e emprego, visite a Biblioteca Virtual do Ministério do Trabalho e Emprego, Clicando Aqui.


Fonte: Blog Equattoria

sábado, 6 de março de 2010

Expedição Missionária no Piauí - Participe!

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O Piauí é o maior Estado idolatra do Brasil, e o segundo do mundo em proporção perdendo somente para o Estado do Vaticano. Também é conhecido como uns dos cinco Estados mais pobres do Brasil aonde ainda existem povoados inteiros que nunca ouviram fala do amor de Cristo na cruz.
Sabedores desta realidade e com o coração voltado para o reino de Deus queremos te desafiar a fazer parte da Primeira Expedição Missionária que acontecerá na cidade de São Lourenço do Piauí de 10 a 20 de Julho onde estaremos adentrando em cinco povoados previamente escolhidos por serem praticamente isolados da palavra de Deus.

O que é Expedição Missionária?
Expedição Missionária foi o nome que encontramos para que de uma forma bem contextualizada pudéssemos desafiar a igreja a viver a grande comissão descrita no Evangelho de Mateus Cap. 10 onde o próprio Jesus envia seus discípulo de dois em dois anunciando a chegado do reino de Deus.
Nosso objetivo é levar a mensagem da cruz de Cristo às dezenas de pessoas que vivem nestes povoados e vilarejos seguindo o modelo da grande comissão descrito em Mateus cap. 10.
Para isso queremos contar com tua oração para que todas as nossas necessidades sejam supridas em cristo Jesus.
Também queremos te desafiar a fazer parte da grande comissão que levara a verdade do evangelho de Cristo aos povoados do sertão do Piauí.

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sexta-feira, 5 de março de 2010

Campanha SHOCKWAVE 2010: 5 a 7 de março - Participe!

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O shockwave é uma onda de oração que acontece anualmente no primeiro final de semana de março. Essa onda reúne jovens de todo mundo para orarem pelos cristãos que estão sendo perseguidos por causa da fé.
Durante o evento, em mais de dez países do mundo, em todos os continentes, jovens se reúnem para orar formando, por causa dos diferentes fuso-horários, uma onda gigante de oração. Isto é SHOCKWAVE!

SHOCKWAVE vem sendo realizado desde 2001 com cada vez mais adeptos!
Em 2009 só no Brasil tivemos mais de 800 grupos de jovens reunidos para orar. Batemos o recorde de mais de 50 nações juntas orando pela Igreja Perseguida.

Em 2010 queremos causar um impacto ainda maior. Você pode fazer parte disso. Aceita o desafio?

Então já marque a data do SHOCKWAVE 2010: 5 a 7 de março.

Confira alguns locais que acontecerá o SHOCKWAVE:

Aliança Bíblica de Caxias do Sul
Rua Vereador Mario Pezzi 1004, Bairro Centro, Caxias do Sul - RS
Dia 07 - das 10h as 11:30h, das 16h as 17:30h e das 19h as 20:30h
Igreja Presbiteriana Central de Limeira
R. Humaitá, 370
Dia 05 - 19h30; Dia 06 - 20h, Dia 07 - 18h30
Igreja Batista Praça da Árvore
R. Pirituba, 160 - Metrô Praça da Árvore, São Paulo, capital
Dia 06 - 17h; Dia 07 - 19h

Fale com sua liderança, mobilize sua igreja, seus amigos. Não fique de fora dessa grande onda!


via http://www.underground.org.br

segunda-feira, 1 de março de 2010

A PARÁBOLA DA LARANJEIRA

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Por João White
Em sonho eu viajava por uma estrada sem movimento. De um lado e do outro, havia verdadeiros bosques de laranjeiras; carreira após carreira estendia-se sem fim, até se perder de vista. Estavam carregadas de belas frutas, maduras, pois era tempo de colheita.

Minha admiração crescia a cada quilometro percorrido. De que maneira se conseguiria fazer a colheita? Lembrei-me de que, até então, durante todo o trajeto, não tinha visto viva alma. Não havia ninguém nos laranjais, e eu não tinha passado por outro carro. Não se viam casas à margem da estrada. Eu estava sozinho em meio a uma floresta de laranjeiras.

Afinal vislumbrei alguns trabalhadores colhendo as frutas. Longe da estrada, quase no horizonte, perdido no vasto ermo de frutas a colher, pude distinguir um pequenino grupo de colhedores trabalhando diligentemente. Quilômetros adiante vi outro grupo. Não posso garantir, mas tive a impressão de que a terra debaixo de mim tremia de gargalhadas silenciosas diante da impossibilidade da tarefa. Contudo os trabalhadores prosseguiam em sua tarefa de apanhar laranjas.

O sol já desaparecia no ocaso e as sombras se alongavam quando, dobrando uma curva da estrada deparei uma placa com os dizeres: “Limite do Município Negligenciado com o Município Interno.” O contraste foi tão gritante que mal consegui ler a placa. Tive que reduzir a marcha, pois, de repente, o tráfego tornou-se intenso. Pessoas aos milhares formigavam pela estrada e abarrotavam as calçadas. Mas notável ainda era a transformação que se observava nos laranjais, que ali também havia, repletas de laranjeiras, porem agora, longe de estarem abandonados, estavam cheios de riso e do canto de multidões de gente. De fato, era o povo e não as laranjeiras que me chamavam a atenção: povo, e também casas.

Estacionei o carro à margem da estrada e juntei-me à multidão. Vestidos elegantes, sapatos confortáveis, ternos caros e camisas bem talhadas me fizeram sentir-me constrangido em minhas roupas de trabalho. Todo o mundo aparentava ar festivo e jovial.

“É feriado?” perguntei a uma senhora bem vestida.

Ela me fitou por um momento surpresa; depois, sorriu, condescendente:

“O senhor é de fora, não?” E antes que eu pudesse responder, prosseguiu: “Hoje é o Dia da Laranja.”

Ela deve ter notado a minha perplexidade, pois continuou: “É tão bom deixar nossos trabalhos, um dia por semana, para apanhar laranjas.”

“Mas não colhem laranjas todos os dias?” perguntei.

“Podemos fazê-lo a qualquer tempo”, retrucou. “Devemos estar sempre prontos para colher laranjas, porem o Dia da Laranja é consagrado especialmente a este mister.”

Deixei-as e penetrei mais no meio das árvores. A maior parte das pessoas levava um livro, muito bem encadernado em couro, com bordas e letreiro dourados. Pude ler na beira de um desses livros: “Manual do Apanhador de Laranjas”.

Mais à frente, notei que, em volta de uma das laranjeiras, tinham arranjado assentos, dispostos em círculos ascendentes, a partir do chão. Os assentos estavam quase todos ocupados, mas, assim que me aproximei do grupo, um cavalheiro sorridente e bem vestido estendeu-me a mão e me conduziu a um lugar vago.

Havia uma porção de pessoas em volta daquela laranjeira. Uma delas se dirigia aos que estavam sentados, e, no momento em que eu chegava a meu lugar, todo o mundo ficou em pé e começou a cantar. O homem a meu lado estendeu em minha direção seu livro de cânticos, que era intitulado: “Canções dos Laranjais”.

Cantaram durante algum tempo; o dirigente abanava os braços com estranho fervor, exortando o povo, nos intervalos entre os cânticos, a cantar mais forte.

Cada vez mais perplexo, perguntei ao meu vizinho: “Quando é que vamos começar a apanhar laranjas?”

“Não vai demorar muito”, disse-me ele. “Gostamos de entusiasmar todo o mundo primeiro. Além disso, queremos que as laranjas se sintam à vontade”.

Pensei que ele estivesse pilheriando, porém seu olhar era bastante sério.

Finalmente, o dirigente do canto entregou a palavra a um gorducho que leu dois parágrafos de seu bem manuseado Manual do Apanhador de Laranjas, e a seguir começou a fazer um discurso. Não entendi bem se ele se dirigia ao povo ou às laranjas.

Furtivamente, olhei ao redor e vi diversos outros grupos, parecidos com o nosso, cada qual reunido em torno de uma laranjeira e ouvindo discursos de outros gorduchos. Algumas árvores não tinham ninguém ao redor.

“De que pés nós colheremos?”, perguntei ao homem sentado a meu lado. Ele pareceu não entender, e então apontei as laranjeiras em volta.

“Nossa árvore é esta”, respondeu ele, apontando a laranjeira em redor da qual nos achávamos reunidos.

“Mas nós somos muitos para colher de uma árvore só!” protestei. “Há mais pessoas do que laranjas!”

“Mas nós não colhemos as laranjas”, explicou meu companheiro. “Nós não fomos vocacionados. Isso é serviço do “Pastor Apanhador de Laranjas”. Nós estamos aqui para apoiá-lo. Nós não fizemos o curso. Para ser bem sucedido em apanhar uma laranja, a pessoa precisa saber como a fruta pensa – psicologia larânjica, não sabe? A maior parte das pessoas aqui (apontando para os assistentes) nunca freqüentou a Escola do Manual.”

“Escola do Manual?” sussurrei. “Que é isso?”

“É aonde vão para estudar o Manual do Apanhador de Laranjas”, esclareceu meu informante. “É muito difícil; gastam-se anos de estudo para entendê-lo bem”.

“Então é assim?” murmurei. “Eu não fazia idéia de que fosse tão difícil apanhar laranjas”.

O gorducho, lá na frente, ainda estava fazendo seu discurso. Estava agitado; parecia que estava indignado a respeito de alguma coisa. Ao que pude entender, havia rivalidade entre outros grupos e o dele. A seguir, com indisfarçável orgulho, declarou:

“Mas não estamos abandonados. Temos muitos motivos para dar graças a Deus. Na semana passada, vimos três laranjas trazidas para o nosso balaio, e acabamos de liquidar toda a dívida das novas capas que ornam as almofadas em que vocês estão assentados neste instante”.

“Que maravilha, não?” disse o homem a meu lado. Eu não respondi. Senti que alguma coisa devia estar profundamente errada. Tudo aquilo me parecia ser uma forma muito esquisita e confusa de se colherem laranjas.

O gorducho estava atingindo o clímax de seu discurso. O ambiente estava tenso e então, com um gesto dramático, ele estendeu a mão em direção a um dos galhos, apanhou duas laranjas e depositou-as na cesta que estava a seus pés. Os aplausos foram ensurdecedores.

“Agora nós começamos a colher?” perguntei a meu companheiro.

“Ora, o que é que o senhor supõe que estamos fazendo?” Perguntou ele. “Todo esse esforço, a que o senhor imagina que se destina? Há mais talento para se colherem laranjas neste grupo do que em todo o restante do Município Interno. Milhões de reais têm sido gastos com a laranjeira que está diante de nós.”

Apressei-me a pedir desculpas. “Eu não estava censurando”, falei; “e tenho certeza de que o gorducho deve ser muito bom apanhador de laranjas, mas nós outros não podíamos experimentar também? Afinal de contas, há tantas laranjas que precisam ser colhidas. Todos nós temos duas mãos, e podíamos ler o Manual”.

“Quando o senhor estiver no negócio tanto tempo quanto eu, compreenderá que não é assim tão simples”, respondeu ele. “Para começar, não temos tempo. Temos nosso serviço a fazer, nossa família a cuidar, nossa casa a zelar. Nós…”

Mas eu não estava mais escutando. A luz começava a raiar em minha mente. Fosse o que fosse essa gente, apanhadores de laranjas é que não eram. Para eles a colheita de laranjas não passava de um tipo de divertimento de fim de semana.

Experimentei mais alguns dos grupos em redor das laranjeiras. Nem todos tinham padrões acadêmicos tão elevados para colhedores de laranjas. Alguns davam aulas sobre a matéria. Procurei contar-lhes das laranjeiras que eu tinha visto no Município Negligenciado, mas não parecia que lhes interessava muito.

“Ainda não colhemos todas as laranjas daqui”, era a resposta mais comum.

Em meu sonho, o sol começava a surgir no horizonte. Cansado de tanto barulho e movimento, entrei no carro e comecei a voltar pela mesma estrada. Logo cheguei aos vastos e abandonados laranjais.

Havia, porém, uma diferença. Algo tinha acontecido na minha ausência. Por todos os lados o chão se cobria de frutas caídas. E, enquanto eu olhava, pareceu-me que as árvores começavam a chover laranjas. Muitas delas jaziam apodrecendo…

Senti que, em tudo isso, havia alguma coisa de muito estranho; e me sentia ainda mais confuso ao lembrar-me de toda aquela gente do Município Interno.

Então, ressoando por entre as árvores, ouvi uma voz que dizia: “A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao senhor da seara que mande trabalhadores…”

E acordei, pois era apenas um sonho.

Este texto foi transformado em folheto pela Missão Novas Tribos do Brasil.
 

domingo, 28 de fevereiro de 2010

União Européia quer defender os direitos dos cristãos perseguidos

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A agência International Christian Concern (ICC) foi informada que a União Europeia estabeleceu um grupo de trabalho para proteger os cristãos perseguidos e preparar um manual para as embaixadas dos países participantes, sobre o tratamento dado às minorias cristãs.

Na Itália, o Ministro do Exterior, Franco Frattini, em uma entrevista para o jornal Avvenire, afirmou: “Poderíamos organizar um grupo com os países que tem a mesma mentalidade de proteger o direito dos cristãos de professarem sua fé em qualquer lugar do mundo. Veja, os cristãos nunca tiveram um grupo que lhes oferecesse um forte apoio por meio de seus governos”.

O Ministro também declarou que seu país realizará uma conferência internacional este ano sobre a liberdade religiosa, e logo criará um documento para a Assembleia Geral das Nações Unidas, tratando sobre os direitos dos cristãos.

Os cristãos formam o grupo religioso mais perseguido no mundo. As nações muçulmanas são os principais perseguidores dos cristãos, seguidos pelas nações comunistas. Países com maioria hindu, como a Índia, também perseguem os cristãos de maneira severa.

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Fonte: International Christian Concern

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Antologia de Poesia Missionária - Participe!

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UM CONVITE A TODOS OS POETAS EVANGÉLICOS

Meus queridos irmãos, graça e paz.

Há pelo menos dois anos eu venho acalentando um sonho: organizar uma pequena Antologia de Poemas Missionários. 

Dado meu duplo envolvimento com estes temas – a promoção e divulgação da Poesia Evangélica, através do blog homônimo, e também com a obra missionária, através dos blogs Veredas Missionárias e Equattoria - percebi esta lacuna, no tocante a material devocional/inspirativo sobre este tema fundamental - ou melhor, capital para todos nós, enquanto membros agentes do corpo de Cristo. 

Portanto, a idéia é que essa antologia venha, num primeiro momento, auxiliar o trabalho dos pequenos (e por que não, grandes) promotores de missões espalhados pelas igrejas deste Brasil afora – com poemas para serem declamados em cultos e eventos missionários, ilustrando páginas de informativos de igrejas ou missões, além de sites e blogs. E também, é claro, promover a edificação de todos os leitores e da igreja de uma forma geral. 


A antologia será confeccionada no formato de livro eletrônico, de circulação gratuita pela internet (uso não-comercial), como as outras antologias que já tenho organizado. 

Por isso, desde aqui lhe faço o convite para participar deste verdadeiro projeto missionário. Se você possui, dentre seus escritos, poemas com foco temático em missões ou evangelismo, contribua com esta iniciativa, enviando seus textos para seleção. E caso não possua nada específico no tema, lhe convido ainda a orar a Deus por inspiração, já certo de que Ele a concederá – pois sua participação, meu caro poeta, é muito importante para o sucesso desta iniciativa.

Quanto à quantidade de trabalhos, pretendo publicar um máximo de 3 (três) poemas por autor. Portanto, envie quantos poemas você quiser para a seleção.

Lembro aos irmãos que a idéia da Antologia é de que ela possua caráter eminentemente inspirativo, dando voz poética ao IDE ordenado por Cristo. Portanto, mãos à obra – ou melhor, à pena!
 
Os trabalhos, bem como solicitações de maiores esclarecimentos, devem ser enviados para meu e-mail:  sreachers@gmail.com
Visite o blog Poesia Evangélica

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Seminário: Igrejas em Ação Missionária

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Seminário: Igrejas em Ação Missionária

O seminário “Igrejas em ação missionária” é para pastores e líderes em missões que desejam capacitar e envolver sua igreja na obra missionária. Este seminário de oito horas (de um dia) é interativo com exercícios e discussão para cada participante elaborar um plano de ação segundo a necessidade de sua igreja. O seminário está agendado para diferentes regiões e cidades de São Paulo para facilitar a participação de várias igrejas e grupos interessados em material para mobilização missionária. Se recomenda a participação de duas pessoas de cada igreja presente. O treinamento é baseado em material organizado por Douglas Lamp da Missão Sepal com a participação de outros missionários e líderes em missões durante as quatro sessões do seminário. Ao final do seminário, cada participante receberá o manual e matérias eletrônicas para reproduzir o treinamento em sua própria igreja. Um custo de R$ 20 do treinamento inclui um manual do seminário, um CD com o texto e powerpoints das sessões e coffeebreak durante o evento. A seguir é uma lista das datas e locais dos próximos treinamentos.

Informação: Eventos Sepal (11) 2137-2544 (Edna) Miss.Douglas Lamp (11) 5972-5259,
Pr. Geraldo Santos 3498-6738. Email: douglas@sepal.org.br (www.sepal.org.br/eventos)

Data – 13 março
Cidade – São Bernardo de Campo-SP **
Local – Igreja Batista, Borda do Campo (Rua Imperatriz Leopoldinha 696, SBC-SP)
Data – 27 março

Cidade – Interlagos-SP **
Local – Igreja Evangélica Menonita de Interlagos-SP (R Coronel Juliano, 205, Interlagos –São Paulo – SP)
Data – 17 abril
Cidade – Jabaquara-SP
Local – Igreja Cristã Evangélica do Jabaquara Rua Maracá 536, Vila Guarani-SP
Data – 24 abril
Cidade – Recife-PE (em parceria com o ExpoMissões)
Local – Seminário Teológico Pentecostal do Nordeste (Rua Mal Deodoro, 112 , Bairro Encruzilhada, Recife- PE)
Data – 15 maio
Cidade – Praia Grande, SP
Local – Igreja Cristã Evangélica de Praia Grande-SP (Rua Jundiai 119, Praia Grande 11701250, SP)
Data – 05 junho
Cidade – Mauá-SP ** sujeito a confirmação

As quatro sessões do seminário incluem:
1) Enxergando o mundo atual como campo missionário – Ato 1.8 como modelo de expansão missionária
2) Compreendendo a missão de Deus na Palavra – A Bíblia relata o cuidado e atuação do Deus missionário
3) Identificando as estratégias e participantes em missões – Jesus é o modelo para missões, através de pessoas, igrejas e agencias chamadas
4) A personalização de envolvimento missionário – Missões se tornam real quando temos um plano de ação e envolvimento pessoal


terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Sorteio do livro Celebrando Uma Vida com Propósitos, de Rick Warren, para os seguidores do blog Cidadania Evangélica

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Vamos sortear, no dia 03 de Março, entre todos aqueles que são seguidores do blog CIDADANIA EVANGÉLICA (http://cidadaniaevangelica.blogspot.com), um exemplar do livro Celebrando Uma Vida com Propósitos, de Rick Warren (Editora Thomas Nelson Brasil). O livro é ilustrado, possui capa dura e é confeccionado em papel couchê.

Se você já é seguidor, é só aguardar o resultado. E se você ainda não é seguidor, o que está esperando? Corre lá e boa sorte!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Álcool, drogas e desnutrição infantil são os desafios da Missão Caiuá

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A Missão Evangélica Caiuá tem médicos, odontólogos, fisioterapeutas, enfermeiros, administradores, professores e pastores. Está faltando uma pessoa muito especial para percorrer toda a reserva indígena para prevenir índios Guarani e Caiuá contra o álcool e as drogas, que, ao lado da desnutrição infantil, tantos males têm causado a eles. Esse missionário precisa trabalhar com muito amor e sabedoria, pois o problema é de fato muito complexo. Ele precisa enxergar as causas sociais e investir contra elas para ser bem-sucedido. Além desse obreiro, a missão precisa de uma médica ou médico missionário para trabalhar no hospital Indígena Porta da Esperança. A Missão Caiuá, que já tem 80 anos de história, e cuja sede fica junto à cidade de Dourados, em Mato Grosso do Sul, precisa também de mais recursos, o que seria perfeitamente possível se famílias evangélicas abastadas consumissem menos e ofertassem mais. C. S. Lewis costumava dizer que, “se as nossas doações não nos causarem aperto ou embaraço, é porque elas são demasiadamente pequenas”. Para o ex-professor da Universidade de Oxford, o grande obstáculo da caridade “não está nos luxos da vida ou no desejo por mais dinheiro, mas no medo -- medo da insegurança”.

A equipe médica do Hospital Porta da Esperança realizou, em 2008, 6.648 consultas médicas, 6.016 exames laboratoriais, 1.109 exames radiológicos, 956 ultrassonografias e 265 partos.

Além da assistência médica, a Missão Caiuá mantém cinco escolas (pré-escola e ensino fundamental), igrejas organizadas com liderança indígena e um instituto bíblico que forma missionários indígenas. (Contato: Caixa postal 4, CEP 79804-970 – Dourados, MS. E-mail: mcaiua@uol.com.br)

Para maiores informações, Clique Aqui.

Fonte: Revista Ultimato - http://www.ultimato.com.br

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Como num certo estaleiro longe d’água...

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Antônio Carlos W. C. de Azeredo
in Revista Ultimato

Dificilmente algum empresário sensato pensaria em plantar um estaleiro para barcos de grande porte longe de águas em que eles pudessem ser jogados facilmente. Porém, como o evangelho é coisa de louco (foi Paulo quem disse...), não é de admirar que Noé tenha feito exatamente isso!

Quando começou a construção, Noé sabia que não era para já que Deus mandaria o dilúvio. Quando a estrutura da arca estava erguida e as tábuas, a meia altura, Noé continuava sabendo que o dilúvio ainda não era para já. Mas prosseguiu. Na fase do acabamento, deve ter pensado: “Agora já não vai mais demorar tanto...”.

Certamente Noé estava achando difícil conviver com o nível de apodrecimento moral daquela gente no meio da qual era forçado a viver, e por isso deve ter-se apressado, pois sabia que as águas prometidas por Deus não viriam senão quando o grande barco estivesse pronto. Por certo chamavam-no de louco por causa de seu estaleiro sem propósito e dos anos perdidos com aquele “elefante-branco”.

Afinal, pensava Noé, a execução da justiça de Deus pela via do prometido dilúvio de águas é que marcaria o começo de uma como que nova criação, e isso aconteceria num quase-já. Era só questão de tempo. E não parou: Noé sabia que cabia-lhe fazer o acabamento finalíssimo da arca para que as coisas acontecessem.

Muitos anos depois que o dilúvio aconteceu, os profetas sinalizaram um novo fim, do qual o dilúvio de Noé seria uma espécie de parábola. Vindo Jesus, reiterou o aviso e forneceu muitas pistas quanto ao final dos tempos. Tal como aconteceu no dilúvio, não marcou data nem hora.

Porém as pistas que Jesus deixou apontam para uma época cujos contornos são facilmente perceptíveis hoje. Entre elas, uma tem alvoroçado a igreja: “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então virá o fim” (Mt 24.14). Alvoroçado, sim, porque afinal, como nos dias de Noé, os filhos de Deus estão achando difícil conviver com a podridão moral do mundo em que vivemos.

E esse “não-é-pra-já” tem embalado o ânimo da igreja até bem pouco tempo atrás. Contudo a proliferação de guerras e doenças, a globalização e o alastramento das condições propícias ao aparecimento de fomes e mortandades, tudo isso pinta com cores muito vivas os esboços do cenário do fim predito por Jesus.

É nesse contexto que a igreja, percebendo-se como Noé na fase de acabamento da arca, vê que lhe compete fazer algo para “cooperar” com Deus no apressamento do fim deste estado lastimável de coisas. E lembra-se então de que foi dito que a chegada do fim só aconteceria quando o evangelho fosse pregado em todo o mundo.

Assim, crentes de visão se levantam para ir, ou para apoiar os que vão pregar nos confins onde o evangelho ainda não fez ouvir sua mensagem de libertação. Nesses confins é que estão contidos os últimos representantes “de todas as nações, tribos, povos e línguas” (Ap 7.9), que estarão com Cristo quando ele vier restaurar os “novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2Pe 3.13). Para a glória de Deus!

Antônio Carlos W. C. de Azeredo é presbítero da Igreja Presbiteriana Nacional, em Brasília, DF.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

AMME - Escola Superior De Missões

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A AMME Evangelizar, fundada no ano 2000 pelo missionário José Bernardo, tem como foco ministerial a capacitação da Igreja Brasileira afim de servir ao Reino de Deus, cumprindo a Ordem do Senhor Jesus Cristo de anunciar todo o evangelho, a toda criatura, em todo o mundo, através de todos os crentes. Com essa proposta em mente, a AMME Evangelizar consolidou-se como a Missão brasileira que mais tem colaborado com a Igreja no Brasil para que ela cumpra sua missão, que é pregar o evangelho.
No início de 2008, após deliberar sobre as necessidades do preparo de candidatos para o campo missionário, a AMME, por meio da Escola Superior de Missões, instituiu o curso de Habilitação para Trabalho Missionário (HTM). Com o propósito de capacitar os candidatos, dando-lhes conhecimento prático e habilidades para lidarem com questões diversas no campo missionário.

Neste ano de 2010, a Escola Superior de Missões enviará a primeira turma de missionários, os quais estão sendo encaminhados cada um para sua área de atuação.
A ESM foi criada pensando em atender aqueles crentes com clara vocação para o trabalho missionário transcultural, com suficiente educação formal e integral apoio da família e igreja. Acompanhados pela deania da AMME, o objetivo é tornar o candidato cada dia mais convicto de sua vocação e fortalecido na Palavra de Deus.
No ano de 2010 mais uma vez a AMME, através da ESM, atendendo as necessidades missiológicas da Igreja brasileira, coloca a disposição o novo curso de Formação de Promotores de Missões.
Assim como o HTM, o curso de Formação de Promotores de Missões (FPM) visa atender aos crentes com vocação missionária. Porém, nesse curso, nos voltamos a capacitar os que visam, não sua ida para algum campo, mas para tornar sua igreja local engajada, comprometando-a com um trabalho sério e eficaz na área de missões.
Sendo assim, o curso FPM direciona os crentes que entendem sua vocação para trabalhar com missões, mas que entendem também que o Senhor os chamou a permanecerem onde estão.
A Escola Superior de Missões comprometida com as bases bíblicas da missão de pregar o evangelho em sua totalidade, por meio de seus cursos preenche uma lacuna na formação de pessoas que querem servir ao Reino de Deus através da atividade missionária. Com especial atenção a dois fatores que devem ser correlatos, a saber: a educação, com teoria e prática em equilibrio e, a santidade e piedade necessárias ao servo do Senhor.
Portanto, a Escola Superior de Missões vem para servir a Igreja Brasileira no preparo de candidatos na missão de pregar o evangelho de Cristo. Se você tem percebido a vocação para pregar o evangelho e/ou tem entendido que sua vocação é despertar a igreja na qual comunga para o trabalho misionário então, em 2010 inscreva-se num de nossos cursos para melhor servir ao Reino de Deus, seja em sua igreja local ou em algum outro lugar do mundo.
Misionário André Silva De Oliveira, Coordenador da Escola Superior de Missões.
Deus os abençoe!
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