sexta-feira, 3 de julho de 2020

MISSIOLÉXICO - Criando palavras e expressões para (melhor) pensar a Missão



Ampliar e/ou melhorar a capacidade de uma língua de dizer algo é ampliar a própria capacidade intelectiva de seus usuários; novos conceitos e configurações técnicas, científicas e sócio-organizacionais (traduzindo: novas coisas, processos e fenômenos) demandam termos apropriados para sua eficaz sedimentação no universo reflexivo seja de um idioma, seja de uma disciplina em particular, ao enriquecer seu arcabouço epistemológico.

Em língua portuguesa, possuímos métodos diversos para a criação de palavras, métodos sabatinados nos ensinos Fundamental e Médio, como o leitor há de recordar: os métodos capitais da derivação e da composição, mas ainda as onomatopeias, as reduções e os métodos que foram mais explorados neste nosso exercício criativo: os hibridismos (a união de elementos de idiomas diferentes – em nosso idioma, geralmente do grego e do latim) e os neologismos, que são palavras criadas para suprir uma necessidade comunicacional em contextos específicos.

Um aviso aos navegantes: O texto aqui apresentado, claro está, é chancelado pela ludicidade e em muito também pela informalidade: o purista, antes que se ofenda, poderá considerá-lo apenas uma “brincadeira” ou no máximo um exercício despretensioso de reflexão.
É provável que muitos desses termos jamais tenham sido “usados”. Quanto à necessidade de engendrá-los, alguns me pareceram interessantes; outros, verdadeiramente úteis; outros ainda constam apenas como exercício de reflexão, como já dito. Vamos lá?

Apomissional: Apo, designativo de grande, superior (apo, apóstolo, apocalipse, apologia). Grande ideia ou ação em termos de alcance e relevância missionárias. Exemplo de ato apomissional: Distribuição de um milhão de Bíblias pela Portas Abertas na China (Projeto Pérola); impacto geral da Conferência de Lausanne. Exemplo de conceito apomissional: o conceito de Janela 10/40, proposto por Luis Bush.

Cadeia missiotrófica: Trofé, comida, alimentação. Uma apropriação do termo ecológico cadeia trófica: “Cadeia alimentar” ou pirâmide sistêmica que representa a forma de sustentação da ação missionária considerada em relação a determinado indivíduo, organização, lugar, tempo, cultura. Um exemplo da cadeia missiotrófica tipicamente brasileira: Missionário é treinado com financiamento dividido entre recursos próprios, de sua igreja local, de uma agência missionária que mantém a instituição de treinamento; enviado para o campo, sobrevive em geral de ofertas de parentes e de sua igreja local. Pode ainda contar com ofertantes perenes ou esporádicos, de outras igrejas, cooptados através de visitas a estas igrejas e indivíduos, da divulgação em redes sociais etc. Ilustrativamente, comparar com a cadeia missiotrófica dos Irmãos Morávios: Indivíduo partia em missão munido de poucos recursos, e em geral jamais recebia ajuda posterior de seus enviadores.
A expressão poderia ainda referir o estudo da estrutura de sustentação e propagação do evangelho em culturas “exóticas” em relação aos nossos padrões ocidentais.

Cristão conectivo (igreja conectiva, missão conectiva): Pessoa ou instituição que, em prol do objetivo maior cristão que é levar o conhecimento de Cristo a todos os viventes, trabalha em profunda sintonia e liberalismo com outros cristãos e organizações, muitas vezes de inclinação denominacional e/ou teológica diferente da sua. Não se trata simplesmente do ecumênico, tanto no bom quanto no mau sentido que este termo carrega; é uma superação prática deste estágio, rumo a uma operacionalidade eclesial focada na ou demandada pela urgência missionária.

Cristobstar: Interpor, ser, promover obstáculos à propagação do conhecimento de Cristo (evangelização). Ex.: O governo saudita cristobstou nossos esforços. O governo chinês é o maior cristobstáculo asiático. Uma variação do conceito seria cristobstruir. Ex.: O direcionamento dos recursos da igreja para a aquisição da guitarra Fender é uma verdadeira cristobstrução.

Eklesioeirinilatria: Este termo quase cacofônico dá conta de um fenômeno que corporifica uma terrível contradição: ekklesia é o termo que em grego refere a “chamados para fora”; eirini é paz; latria é adoração. Assim, o termo refere o conjunto de “chamados para fora” que ama, adora estar “dentro”: na segurança da vida comunal da igreja, entre iguais, ou seja, em paz – ao contrário de lançar-se ao encontro do outro e à oposição que todo fiel de Cristo encontrará em sua interface com o mundo caído; patologia da pessoa ou instituição que se recusa a evangelizar e empenhar-se nos muitos processos que a ela conduzem. Horror ou desprezo pelo mundo que faz calar o amor do qual o Cordeiro o fez digno; medo cristão do mundo que supera a coragem que, como já mortos (e, logo, impossíveis de matar) temos ou deveríamos ter em Cristo. Adoração ou dependência viciosa da “paz das quatro paredes”.

Endoekklesia / endoeclesia: Endo, dentro. Igreja voltada para dentro; contradição em termos. Endoeclesismo: Relacionada ao termo anterior.

Etnópolis, etnópole: Etno, raça, etnia; pólis, cidade. Cidade polarizadora dentro de uma cultura, país ou região (regional, nacional, continental, mundial) que reúne, dentre todas de seu conjunto, a maior confluência de povos (etnias) diferentes. Ex.: Nova Iorque é a maior etnópole do mundo. São Paulo, por sua vez, reúne a maior variedade de povos diferentes dentro do Brasil. Você saberia identificar a etnópole de seu estado? Nem sempre é a capital. Remete indiretamente à estratégia paulina de plantar igrejas em grandes centros do helenismo, para com isso facilitar a propagação do evangelho.

Exomissiologia: Exo, fora. Acredite, há quem creia que existam formas de vida, e inteligentes, habitando em outros planetas. A Bíblia não nega, mas também não afirma e mesmo não fala nada sobre isso (embora há quem utilize o texto de João 10.16 para considerar tal possibilidade). Agora, imagine a questão. Seres inteligentes, em suposição igualmente caídos, personagens de culturas e processos outros que não os que nós vivenciamos, e eles também necessitados de re-ligação com o Criador, através da ponte Jesus Cristo. Que corpo fantástico de conhecimentos seriam necessários para que pudéssemos levar o evangelho a tais seres? Esta é a função da exomissiologia. Mas ei, este termo não é meu, já existe e há até uma tese de mestrado sobre o tema (HOFFMANN, 2004). Fascinante, não?
Mas, agora deixe-me ir além. E se não formos nós os emissários (transmissores), mas sim os receptores tanto de um contato com alguma outra civilização planetária, quanto com uma nova (ou nova faceta da) revelação (não confundir com um novo evangelho, que é anátema) que eles nos tragam acerca da obra de Cristo? Como lidar com esse aporte? Como debater, negar, avaliar, contextualizar? Uma ciência ou disciplina à parte se faria necessária, um novo braço ou ramo da (exo)missiologia, portadora de um novo nome exatamente para diferenciar epistemologicamente os estudos: uma xenoteologia e, porque não, uma xenomissiologia. Pois em grego xeno significa estrangeiro, mas também, convidado; logo, alguém que vem a nós.

Keryssofobia: Kerisso, proclamar, anunciar, tornar conhecido, e fobia, medo. Medo do chamado. Após a percepção, por parte do indivíduo (percepção que por vezes dá-se até mesmo por métodos sobrenaturais), de que Deus o está chamado para a ação missionária, um misto de terror e desespero toma conta do mesmo, que não se imagina nem capaz de cumprir o chamado, nem desejoso de abandonar seu modo de vida atual. Aquele que já viu essa rejeição fóbica atuando num indivíduo em seus níveis extremos, percebe que ela pode aparentar ou assemelhar-se mesmo a uma patologia psicológica.

Keryssotomia: Kerisso, proclamar, anunciar, tornar conhecido, e tomia, cortar. Corte, interrupção ou impedimento na obra de proclamação do evangelho. Quebra da (cadeia de) proclamação.

Mazetnia: Mazi, junto; etnia, povo. Estar junto a uma etnia; etnia de adoção. Emprega-se para aquela pessoa que recebeu/percebeu um chamado especial para (trabalhar com, interceder, amar) determinado povo (etnos). Ex.: “Os ianomâmis são minha mazetnia”.

Missioastenia: Astenia, perda ou diminuição da força física. Debilidade (após eventual período de sucesso ou regularidade) de um indivíduo, uma organização, uma cultura ou mesmo toda uma era no seu desempenho missionário.

Missiocultura: Cultura, clima, atmosfera, comovisão (de pessoa ou grupo) centrada na Missio Dei. Ex.: “Aquela igreja vive em missiocultura”.

Missiofagia: Fagia, comer. Ação de (re)direcionar para outros propósitos (ou quase que literalmente alimentar-se d)os recursos (financeiros, humanos e espirituais) que Deus providenciou para serem investidos em MISSÕES. Ex.: “Aquele pastor é um missiófago”.

Missiolaetaria: Uma espécie de alegria, de contentamento no Espírito, ocasionada exclusivamente pelo cumprimento da missão; aquela conhecida e simples satisfação de “missão cumprida”, acessível a qualquer ser humano, mas aqui potencializada no indivíduo cristão pelo Espírito Santo; é uma alegria sobrenatural, e traz consigo temor e tremor; uma paz associada a um aumento da certeza, de fazer parte dos processos maiores e globais (universais) de Deus, mesmo em ação no mínimo, no local. Uma alegria eu diria quase sabática, pelo descanso equalizador que ela acarreta; um contrito, pequeno, “civilizado” êxtase.

Singularidade Tav: Tav, Taf, última letra do alfabeto hebraico. Em filosofia, em física e em outras áreas, alguns eventos-mestres são chamados de ‘singularidade’. Por exemplo, temos a hipótese da ‘Singularidade tecnológica’: o momento em que a inteligência artificial (IA), atingindo estado superior, autoreplicável, autoaperfeiçoável, ultrapassará o que é humano, nos tornando não apenas obsoletos, mas eventualmente dispensáveis (futuro discutido em filmes como Exterminador do Futuro e Matrix).
Agora me diga: você já imaginou o que pode acontecer no momento exato em que o último povo da Terra (não pela nossa incerta contagem humana, mas pela de Deus) for alcançado? Aquele momento exato e quase mágico em que a Grande Comissão, aos olhos de Cristo o Comissionador, for finalmente concluída? Tal evento merece com certeza o epíteto de singularidade. Como nomear tal singularidade? Me pareceu por bem utilizar a última letra do alfabeto hebraico. Você poderia propor, “por que não uma Singularidade Ômega, já que Ele o Cristo é o Alfa e o Ômega?”. A razão é que tal terminologia já existe em ciência (SCHMIDHUBER, 2006, baseado em CHARDIN, 1969), designando outro fenômeno.

Xenomissiologia – Ver Exomissiologia.


Referências:

CHARDIN, Teilhard. The Future of Man. New York: Perennial, 1969.
HOFFMANN, Thomas. Exomissiology: The Launching of Exotheology. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/229646070_Exomissiology_The_Launching_of_Exotheology
SCHMIDHUBER, Juergen. Website do autor: http://people.idsia.ch/~juergen/


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Sammis Reachers - Licenciado em Geografia, com pós graduações em Metodologia do Ensino e Gestão Escolar, é professor, escritor, promotor missionário e editor de recursos vários para servir aos esforços de conscientização e de mobilização missionárias.


Você é livre para reproduzir este material e seu conteúdo, no todo ou em partes, desde que citando autor e fonte.

sexta-feira, 26 de junho de 2020

Missões? Envia o Estagiário!


Radomar Ramlow

Antioquia é uma cidade estratégica a ser estudada enquanto exemplo para nos ensinar sobre a missão cristã a partir da igreja primitiva. Terceira maior cidade do mundo antigo. Primeira cidade onde o cristianismo fincou pé. Uma igreja constituída de judeus e gentios.


Então Barnabé foi a Tarso procurar Saulo e, quando o encontrou, levou-o para Antioquia. Assim, durante um ano inteiro Barnabé e Saulo se reuniram com a igreja e ensinaram a muitos. Em Antioquia, os discípulos foram pela primeira vez chamados cristãos” (Atos 11:25,26)

Nas palavras do missiólogo David Bosch, “...ao passo que os hebreus encontravam sua identidade no passado de Israel e de Jesus, os helenistas entendiam-se como o elo com o futuro, não só como arautos de um Israel renovado, mas como vanguarda de uma nova humanidade”.

Há, sem dúvidas, diversas lições que poderíamos tirar da igreja de Antioquia para o ser igreja em missão nos dias de hoje. Destaco, no entanto, um fator que chama a tenção pelo contraste com a realidade atual. Em Atos lemos que “na igreja de Antioquia havia profetas e mestres: Barnabé, Simeão, chamado Níger, Lúcio de Cirene, Manaém, que fora criado com Herodes, o tetrarca, e Saulo. Enquanto adoravam ao Senhor e jejuavam, disse o Espírito Santo: "Separem-me Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado" (Atos 13:1,2).

Está se formando ali, naquela primeira grande comunidade cristã urbana e miscigenada, um movimento missionário com olhar para além de si mesmos (Atos 13.4). Onde estaria o contraste com a realidade de nossas igrejas e agências missionárias de hoje? Quando a igreja de Antioquia decide que vai enviar missionários para plantar igrejas em novos lugares, eles “incumbiram seus dois líderes mais talentosos e experientes para ir”, nos lembra Bosch e os versículos de Atos 13.

Salvo raras exceções, nossas igrejas hoje desejam obter sucesso no empreendimento missionário enviando jovens, recém-formados, inexperientes e imaturos na fé para este grande desafio. Enquanto isso, os mais experientes e talentosos acabam fazendo carreira em instituições eclesiásticas e agências burocráticas, quando não disputando igrejas grandes e consolidadas, em busca de status e poder. 

Não admira que tantos missionários voltem quebrados, frustrados e doentes dos campos missionários! Missão transcultural é assunto sério e requer experiência e muito preparo!



sexta-feira, 12 de junho de 2020

Revista Passatempos Missionários #7: 50 Quizzes sobre a História de Missões - Baixe grátis


A sétima edição da revistinha Passatempos Missionários está pronta. Nesta edição especial, reunimos nada menos que cinquenta quizzes (perguntas) sobre a história do movimento missionário brasileiro e mundial. O desafio é alto!
Há algum tempo criamos um divertido jogo virtual (jogue AQUI) apresentando essas mesmas questões, e nos pareceu por bem disponibilizar o mesmo recurso em formato impresso, permitindo que ele chegue a bem mais irmãos. 
Baixe, imprima, tire cópias e distribua livremente. E fique atento na hora de imprimir: Siga a ordem (frente e verso) para que possa montar corretamente a revista, que possui dezesseis páginas (4 folhas A4).

Para baixar o arquivo pelo site Google Drive, CLIQUE AQUI.

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Roteiro para cerimônia de Comissionamento de Missionário(a)


Esta cerimônia pode ser realizada durante um culto na Igreja por ocasião do Comissionamento ou envio de um(a) missionário (a).

1. Saudação

2. Leitura responsiva (1Tm 2.4; Rm 10.12-15; Jo 20.20-21; At 1.8)

Dirigente: Deus deseja que todos os homens sejam salvos Igreja: e cheguem ao pleno conhecimento da verdade.

Dirigente: Pois não há distinção entre judeu e grego, uma vez que o mesmo é o Senhor de todos,

Igreja: rico para com todos os que o invocam.

Dirigente: Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.

Igreja: Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram?

Dirigente: E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se
não forem enviados?

Igreja: Como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam
coisas boas!

Dirigente: Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco! Assim
como o Pai me enviou, eu também vos envio.

Igreja: E, havendo dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o
Espírito Santo.

Dirigente: Sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a
Judéia e Samaria e até aos confins da terra.

3. Louvor

4. Pregação da Palavra de Deus

O pregador pode basear sua mensagem em um texto bíblico sugerido pelo(a) missionário (a) a ser comissionado (a) ou em uma das seguintes passagens: Gn 12.1-3; Js 1.1-9; SI 23; SI 126; Is 6.1-8; Mt 28.19-20; Lc 8.4-15; At 1.8; Rm 10.1-15.

5. Comissionamento

A liderança da Igreja e outros ministros presentes são convidados a vir à frente da Igreja. Também o(a) missionário (a) vem à frente da Igreja, postando-se de frente para os líderes e ministros presentes. O dirigente descreve brevemente a missão para a qual será comissionado (a) o(a) missionário(a). Trava-se, então, o seguinte diálogo baseado em Is 6.8 e Js 1.9:

Dirigente: Ouvi a voz do SENHOR, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós?

Missionário(a): Eis-me aqui, envia-me a mim.

Dirigente: Sê forte e corajoso(a); não temas nem te espantes,

Igreja: porque o SENHOR, teu Deus, é contigo por onde quer que andares.

O(a) missionário (a) é convidado (a) a ajoelhar-se. O dirigente e outros líderes presentes impõem suas mãos sobre o(a) missionário (a) e cada qual recita um versículo ou trecho bíblico. Sugerem-se os seguintes textos: SI 121.7-8; Is 52.7; Ef 6.13-14; 1Co 15.58, entre outros que podem ser proferidos. Uma vez ditos os textos, o(a) missionário (a) pode permanecer ajoelhado, enquanto segue a oração.

6. Oração

O dirigente ou alguém por ele designado pode orar livremente invocando a bênção do Senhor sobre o(a) missionário (a) comissionado (a). Após esta oração, o(a) missionário (a) levanta-se e retorna ao seu lugar, juntamente com os líderes da Igreja.

7. Bênção (Mt 28.19-20; 2Co 13.13)

Dirigente: Jesus, aproximando-se, falou aos discípulos, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.
A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós.

Todos: Amém.


segunda-feira, 1 de junho de 2020

Lives missionárias, conferências e outros eventos online acontecendo pelo Brasil

A nova realidade pandêmica ampliou em muito nosso isolamento social, tornando as interações online (ainda mais) fundamentais neste momento.
Aqui, divulgamos algumas atividades, dentre lives, conferências, cursos e outras, acontecendo virtualmente por todo o Brasil. São apenas a pontinha do iceberg, pois praticamente todos os dias há ótimas lives em andamento, e alguns líderes de relevo chegam a participar de duas a três lives num único dia.

O evento será realizado ONLINE. Para se inscrever, CLIQUE AQUI.






No Instagram, nos perfis: @NORVALDASILVA  e  @KARLAPIETRA


Para maiores informações e cadastro, CLIQUE AQUI.




No instagram: @raquelelanah


No Instagram, nos perfis: @isacadm  e  @senamioficial


Workshops para jovens, com duração de uma hora, com o Pr. Márcio Garcia, pioneiro e fundador da MEAP e equipe MEAP Jovem. Para informações e inscrição, CLIQUE AQUI.


Maiores informações: https://meabrasil.org/curso


Maiores informações:  go-experience.eventbrite.com


sexta-feira, 29 de maio de 2020

Portas Abertas lança documentário sobre a Igreja Perseguida


Série conta com 12 episódios em que cristãos perseguidos contam suas histórias e como enfrentam a perseguição
 A Portas Abertas vai lançar, nos próximos dias, o projeto Faces da Perseguição, que visa aproximar a igreja brasileira da realidade enfrentada por cristãos perseguidos. Ele consiste em uma série de documentários que apresenta a história de cristãos perseguidos de países como Coreia do Norte, Eritreia, Irã, Índia, Síria, Nigéria, República Centro-Africana, Quênia e Indonésia.
No total, serão 12 episódios com histórias de impacto sobre como cristãos convivem com o medo da possibilidade de terem a vida devastada a qualquer momento, mas mesmo assim, perseveraram na fé. A cada semana, será disponibilizado um novo episódio.
Neste vídeo abaixo você pode ver um pouco do que vai acontecer!

sábado, 23 de maio de 2020

Vídeo: Uma impactante aula sobre missões transculturais e responsabilidade missional, com Kelem Gaspar


Kelem Gaspar, missionária e professora de missões, com seu estilo ao mesmo tempo forte e franco, didático e tocante, nos dá uma verdadeira aula de missões transculturais e responsabilidade missional, neste vídeo. Confira!

terça-feira, 12 de maio de 2020

DEPENDÊNCIA DA IGREJA LOCAL EM RELAÇÃO AOS MISSIONÁRIOS DE FORA: UM PROBLEMA



Steve Saint

A dependência não é somente um estado de bem-estar. Ela se torna um estado mental traiçoeiro que pode adoecer geração após geração uma vez que ganha uma posição segura. Em igrejas novas e inexperientes, pode ser uma doença debilitadora e até fatal.
O objetivo de missões é plantar entre grupos nativos a igreja de Cristo com cara nativa. O propósito não é transplantar a cara da nossa igreja de Cristo para os povos indígenas e eles se acostumarem com ela. As verdadeiras igrejas nativas são enviadoras, autônomas e autossustentáveis. A igreja não é realmente nativa até que ela possa funcionar por si só ao realizar a comissão de Cristo, sem contribuição externa. Mas o objetivo de desenvolver igrejas independentes não é só para que sejam independentes. A razão para fazermos igrejas capazes de se autogovernar é que cada igreja tem uma missão a cumprir. As barreiras políticas nos diferentes países vão e vem. Quando as barreiras se levantam, os estrangeiros geralmente tem de sair do país. Se a igreja é dependente dos estrangeiros que estão saindo, ela não pode mais cumprir sua missão.
Outra razão pela qual todas as igrejas locais devem ser capazes de funcionar independentemente é que esta é a maneira mais eficiente de cumprir a Grande Comissão de Cristo para a Sua igreja. E esta é a forma que Cristo nos ensinou a construir Sua igreja. O objetivo de fazer igrejas independentes das missões que as plantam não é de se livrar dos missionários. É para que os crentes locais assumam as responsabilidades dos missionários fundadores e assim estes possam se mudar para outras localidades onde são mais desesperadamente esperados. Ainda há milhares de grupos de pessoas que não tem testemunhas para contar o que Cristo fez para salvá-los. Ao liberar um missionário para seguir adiante também os crentes locais são liberados para fazer o que Deus os comissionou a fazer. Além disso, o quanto antes uma igreja nativa funcionar bem sozinha, mais cedo ela será capaz de enviar seus próprios missionários para ajudar a alcançar grupos semelhantes.
A dependência tem duas características muito perigosas. A primeira: pode espalhar-se com boas intenções e com malícia; é um veneno mortal se administrada por engano. A segunda: é muito mais difícil parar que começar; o melhor remédio para a dependência é a prevenção.
Dar aos crentes de uma nova igreja os meios para sustentar a igreja por conta própria e as ferramentas para governá-la é tão importante quanto ensiná-los a compartilhar sua fé. Tornar-se enviadora é natural para a maioria das novas congregações. Qualquer pessoa pode dizer a outra pessoa como sua vida foi mudada e é natural para um novo crente querer contar o que aconteceu com ele ou ela.
Aprender a ser autogovernável é mais difícil e aprender a ser financeiramente autossustentável é quase sempre o mais desafiador de tudo. Prestamos aos missionários um grande desserviço quando medimos sua eficácia primariamente pelo número de pessoas nas igrejas que eles plantam. A coisa mais espiritual que eles podem fazer por uma igreja enviadora que também pode se autogovernar é ajudar as pessoas a encontrar empregos, de forma que estes apoiem o ministério. Hoje há uma necessidade maior em muitas regiões por missionários com treinamentos em negócios/administração do que com diplomas de teologia avançada.
É bem mais fácil dar alguma coisa a alguém do que ensiná-lo a fazer essa mesma coisa, assim como é mais fácil dar um peixe do que ensiná-lo a pescar. Se você dá um peixe a uma pessoa, você a alimentou por um dia e provavelmente gerou o princípio da dependência. Se você a alimentar por muitos dias e então parar, ela vai ressentir-se por causa disso. No entanto, se ensinar essa pessoa a pescar, você a terá alimentado para o resto da vida e desenvolvido nela a habilidade de alimentar outros.

Trecho do livro A Grande Omissão (Horizontes América Latina).

segunda-feira, 4 de maio de 2020

O que podemos oferecer ao próximo? Atitudes missionais


     
 Estamos cercados por pessoas que vivem no sofrimento, especialmente neste momento de pandemia do coronavírus. As incertezas, angústias e o medo da morte dominam os corações e as mentes das pessoas neste mundo. Neste sentido, para que alguém seja alcançado pelas bênçãos divinas e possa experimentar a paz e a alegria indivisível de pertencer ao reino de Deus é necessário a manifestação dos servos de Deus. Quem são os seus servos? São porventura os que servem a si mesmos ou os que servem a Deus?
   Então, servir a Deus, um ser invisível e indivisível por seus atributos, que opera no mundo físico e espiritual a sua vontade, pode ser feito por aqueles que estão em comunhão com Deus e que operam pela observação da Palavra de Deus. Nesta perspectiva, o que podemos oferecer ao próximo, seria apenas o pão físico, a despeito de ser legítimo e necessário para viver.  Todavia, quando abro a Bíblia e a leio enxergo que nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que procede da boca de Deus. Logo, procuro me alimentar dos favos de mel que ela produz, a fim poder oferecer um conselho ao “próximo”, ou seja, leia a Bíblia.
 Entretanto, para muitas pessoas, o fato de ler a Bíblia Sagrada não se subtende esclarecimento, pois, evoca-se a necessidade de alguém explicar e ensinar. Neste sentido, gostaria de convidá-lo a olhar para o cenário apontado no livro dos Atos dos Apóstolos no cap. 8, a partir do versículo 26 até o versículo 38, a fim de percebermos o seguinte episódio: o Eunuco - alto funcionário de Candace, rainha dos etíopes, que carregava dentro de si a seguinte inquietação: “Não entendo o que leio”. Salvo se alguém como Felipe, servo de Deus, desse alguma explicação, a fim de que o eunuco pudesse compreender o amor de Deus, a partir das Sagradas Escrituras. Por isso, quando Jesus afirmou: “Examinai as Escrituras porque vós julgais ter nelas a vida Eterna”. Obviamente que uma pessoa como o eunuco, de pouco conhecimento, não a entenderia. Mas um crente como Felipe, convertido ao Senhor, saberia dar uma explicação e sobretudo testemunhar sobre Cristo Jesus.
          Neste sentido, a passagem Bíblica citada, nos chama atenção para quatro atitudes missionais, a partir do entendimento que missional é uma igreja que compreende ser uma testemunha de Cristo em vida, obras e palavras, a fim de oferecer o melhor de Deus ao nosso próximo, ou seja, Jesus Cristo, o Salvador e Redentor de pecadores. A primeira atitude missional diz respeito à obediência; Felipe tomou a decisão de responder ao chamado do Espírito de Cristo (V.26). A partir disso, Felipe toma a iniciativa de se aproximar do eunuco e de abordá-lo com uma pergunta – “Compreendes o que vens lendo?”  O eunuco respondeu: “Como poderei entender se alguém não me explicar?” Então, esteja você meu irmão e minha irmã disponíveis para Deus, a fim de explicar e apresentar ao seu próximo, o Senhor Jesus.  
 A segunda atitude missional, aponta para a intencionalidade de Felipe, ou seja, o estado de consciência do seu chamado e de sua responsabilidade diante de Deus. Por isso, Felipe correu ao lado do eunuco, a fim de ajudá-lo a compreender o que estava lendo e sobretudo não desperdiçou a oportunidade de estar ao lado do eunuco para anunciar Jesus (v.30-31). Seja você meu irmão, esta pessoa para estar ao lado do seu próximo, com o propósito de ajudá-lo a compreender quem é Jesus, a partir do seu testemunho de vida em Cristo Jesus.  
 A terceira atitude diz respeito à disposição de Felipe, de cumprir a seguinte ordenança de Jesus: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações” (Mat. 28.18). Pois, bem no caminho de Gaza, um lugar deserto e inóspito, onde muitos de nós não desejaríamos caminhar, pode ser o local onde se encontre um predestinado à salvação e um discípulo de Cristo. Como aquele eunuco, que era etíope. Este pediu a Felipe: “Explique a quem se refere o profeta”. Assim, Felipe anunciou-lhe Jesus, até ao ponto de chegar a um local, onde havia água para ser batizado. Pois, o coração do eunuco, rendeu-se ao governo de Cristo, por meio da exposição da Palavra Deus (v. 34-35). Ao ponto deste alto funcionário público da Etiópia (um equivalente nos dias de hoje, digamos, ao presidente do Banco Central da Etiópia) seguir o seu caminho com alegria indivisível, em virtude da salvação. Obviamente que a Bíblia Sagrada não relata sobre seus passos de fé na sua nação, mas possivelmente, a sua alegria e a consciência da sua fé em Cristo, o tenha levado a dar testemunho de Cristo junto à rainha Candace e talvez à sua equipe de trabalho na corte e dentre o séquito da rainha.
           Finalmente, a quarta atitude diz respeito à disposição de Felipe, de ir além, ou seja, avançar na evangelização de outras cidades até chegar em Cesareia (v.40).  Por isso, amados irmãos, somos chamados para ir além dos nossos muros geográficos, atendendo a ordem de Jesus em Atos 1.8: “Sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém (ou Ceilândia) como em toda a Judéia e Samaria (ou outros estados) e até os confins da terra (ou nações).
Portanto, irmãos, oferecer o melhor de Deus ao nosso próximo exigirá de nós atitudes missionais enquanto Igreja missionária, a partir da decisão de obedecer e responder à convocação imperativa do Espírito de Cristo, ou seja, IDE! Para além disso, agir com intencionalidade, que é o nosso estado de consciência acerca da nossa vocação ministerial bíblica e pessoal de fazer discípulos. E, sobretudo, indo além das nossas fronteiras geográficas e culturais anunciando o Senhor Jesus, pois este é o dever de todo o cristão.
Rev. Sergio Rezende
Igreja Presbiteriana P Sul - Ceilândia - DF

sábado, 25 de abril de 2020

Ilustrações sobre a vida do missionário Robert Moffat


TUA TAREFA É PREGAR O EVANGELHO

Um velho membro da igreja aproxima-se de seu pastor certa manhã e lhe diz, triste mas com firmeza: “Há certamente alguma coisa que não vai bem na sua prédica ou na sua obra pastoral, pois que a igreja este ano não conseguiu mais do que um membro novo, e esse mesmo não passa de um garoto.”
O velho pastor pregou nesse dia com o coração magoado, e quando terminou a oração tinha lágrimas nos olhos. Desejava naquele momento que sua carreira estivesse terminada para que pudesse deitar-se para o derradeiro sono sob os ciprestes do velho cemitério. Deixou-se ficar na igreja querida, procurando solidão, quando se aproxima um jovem com o rosto transfigurado pela emoção.
-           Acha que, trabalhando bastante, eu poderia chegar a pregar o Evangelho? perguntou com hesitação.
-           A pregar o Evangelho?
-           Sim, poderia tornar-me missionário?
Um longo silêncio; as lágrimas banharam as faces do pastor e a ferida de seu coração estava cicatrizada.
-           Robert, diz ele, vejo aí a mão de Deus. Que o Senhor lhe abençoe, meu filho. Sim, penso que você pregaria o Evangelho.
Esse rapaz era o missionário Robert Moffat (1795 - 1883) que, mais tarde anexou à igreja uma nova província da África Meridional, traduziu a Bíblia para a língua Setswana e enriqueceu o mundo com suas descobertas geográficas. Moffat veio ainda a ser a inspiração, e posteriormente sogro de outro grande missionário: David Livingstone. E não passava, no entanto, de um garoto!
Respigando / D. P. Silva - Mil Ilustrações


A CORAGEM DE MOFFATT

Na biografia de Robert Moffatt (1795 - 1883), conta-se como um chefe do sul da África e doze de seus bravos seguidores esperavam com as suas lanças envenenadas, levantadas nas mãos. Estavam prontos a enfiá-las no peito do missionário. Este estava consertando o seu vagão com a esposa ao lado, quando chegaram os guerreiros. Deixando as ferramentas cair ao chão, e expondo o peito aos selvagens, Moffatt disse-lhes calmamente: "Não temos receio nenhum das suas ameaças. Viemos abençoá-los e pretendemos ficar aqui. Se quiserem, porém, ficar livres de nós, façam o que quiserem. Mas quando estivermos mortos virão outros para fazerem o nosso trabalho".
As lanças caíram, e o chefe disse aos seus homens: "Estes missionários não têm receio algum da morte, parecem ter dez vidas. Ou com certeza há uma vida além, na qual confiam".
O espírito de Robert Moffatt animou e anima a todo missionário de coração, pois muitos, seguindo o seu exemplo, têm arriscado e dado até suas vidas ao trabalho da Causa.
200 Ilustrações


O CÃO QUE COMEU AS ESCRITURAS NO CAMPO MISSIONÁRIO

Conta o célebre missionário Dr. Moffat que numa ocasião um chefe negro veio a seu encontro, lamentando dolorosamente.
-           Que se passa com você? - perguntou o missionário.
-           Ah! Ah! - gemia o negro.
-           Vamos, homem, diga-me o que acontece, e não te lamentes tanto.
-           Meu senhor, é que aqui vai acontecer outra coisa terrível - disse o negro.
-           Mas que pode acontecer? Como?
-           Meu cão para mais nada me vai servir.
-           Por que não? - disse alarmado o Dr. Moffat, sabendo que a posse mais valiosa do indígena era o seu próprio cão.
-           Porque foi ele quem comeu uma folha de minha Bíblia.
O Dr. Moffat ficou muito contente ao ver assim um sinal bem claro de que a Bíblia estava sendo apreciada. Mas suspeitava que este chefe tinha algo mais a dizer-lhe e não se enganou.
-           Isto não lhe fará mal, respondeu o missionário. Tem aparência de estar enfermo?
-           Mas já não me servirá para nada. Comeu as palavras da Bíblia e agora ficará tão manso que não se atirará mais sobre os ladrões.
O missionário compreendeu então que o negro não se preocupava tanto pela perda da folha da Bíblia como pela perda do cão.
O negro tinha observado os efeitos produzidos pela Bíblia na vida de seu povo. Muitos homens violentos, intrigantes e ladrões, tinham-se tornado humildes, pacíficos e bondosos. Estava contente, satisfeito de que seus súditos experimentaram semelhante mudança pelo poder do Evangelho. Mas não queria tal mudança para seu cão. Temia que por ele ter engolido uma folha da Bíblia, nele se fizessem sentir os mesmos efeitos.
-           Por teu cão ter engolido uma folha da Bíblia - disse o pastor - isto não lhe trará mal nem bem.
Meu desejo, amigo, é que você receba em seu coração as verdades do Evangelho, para que alimente sua alma e seja fortalecido. Isto é o que Jeremias expressa ao dizer: “Achando tuas palavras logo as comi; e, tua palavra foi para mim gozo e alegria do meu coração”.- Jr 15:16.
 J.R.C. / D. P. Silva - Mil Ilustrações


FÉ PARA OS CONVERSOS

A fé honra a Deus e Deus honra a fé. Por 10 anos Robert e Mary Moffat trabalharam fielmente em Bechuanaland (agora chamado Botswana) sem um raio de encorajamento para iluminar seu caminho. Eles não conseguiram reportar um único convertido.
Finalmente, os diretores do conselho da missão começaram a questionar a sabedoria de continuar o trabalho. A ideia de deixar o campo, no entanto, trouxe grande pesar a esse casal devoto, pois eles tinham certeza de que Deus estava em seus labores, e que eles veriam pessoas se voltando para Cristo no devido tempo. Eles ficaram; e por um ano ou dois, a escuridão reinou. Então, um dia, um amigo na Inglaterra mandou dizer aos Moffats que ele queria mandar um presente para eles e perguntou o que gostariam de receber. Confiando que com o tempo o Senhor abençoaria seu trabalho, a Sra. Moffat respondeu: “Envie-nos um conjunto de comunhão para a ministração da Santa Ceia; tenho certeza de que em breve será necessário”.
Deus honrou a fé daquela querida mulher. O Espírito Santo moveu-se sobre o coração dos aldeões e logo um pequeno grupo de seis convertidos se uniu para formar a primeira igreja cristã naquela terra. A encomenda da Inglaterra sofreu atraso pelo correio; mas no dia antes da primeira comemoração da ceia do Senhor em Bechuanaland, o conjunto chegou.
Heather Hanly - Coragem para Conquistar / Ministry 127



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sexta-feira, 10 de abril de 2020

Um jogo virtual sobre a História das Missões - Aprenda e ensine se divertindo!



Queridos, utilizando a plataforma virtual Kahoot!, muito utilizada em iniciativas educacionais baseadas em gamificação ao redor do mundo, eu elaborei um pequeno jogo de quiz (questionários) reunindo questões sobre a história da expansão missionária da igreja cristã. São ao todo 50 questões. É uma forma lúdica e muito divertida de aprender e também ensinar.

A participação é gratuita, e não é necessário inserir informações pessoais para fazer LOGIN. Para quem utiliza COMPUTADOR, basta acessar o link de nosso jogo (confira ao final do texto), colocar um apelido ou nome qualquer e participar (clique em GO!). Para quem utiliza CELULARES, é possível também acessar diretamente pelo link, ou então baixar o aplicativo Kahoot!, que é gratuito, leve e está disponível na Playstore: https://play.google.com/store/apps/details?id=no.mobitroll.kahoot.android . Neste caso de quem utiliza o APLICATIVO, é necessário inserir um código (PIN) do jogo (confira ao fim do texto os códigos disponíveis).
Esta é uma iniciativa humilde e despretensiosa, mas inovadora, e que espero possa ser divertida e útil para jovens, adultos e até crianças, principalmente neste momento de quarentena. 
Para professores, é uma forma de conhecer um pouco das possibilidades educacionais da tal ‘gamificação’. Sim, você mesmo poderá criar seus questionários e aplicar para seus amigos e alunos utilizando esta plataforma.

OBS.: Para criadores de conteúdo, a plataforma oferece planos pagos e um plano gratuito. Eu utilizo o gratuito, o que limita o número de palavras que podem ser usadas na formulação dos questionários; por isso a brevidade dos textos. Também é limitado o número de participantes em cada sala ou “partida” – apenas 100. Por isso, criei três jogos (ou salas) idênticos; caso você não consiga acesso por um link, tente pelo próximo. O tempo de disponibilidade do jogo também é limitado (o nosso irá até o dia 07 de Maio, e depois disso geraremos novos links).
Compartilhe a dica com todos os irmãos ao seu alcance, pois a diversão é edificante e gratuita, e creio que será do agrado de muitos.

Sammis Reachers – Veredas Missionárias

LINKS DIRETOS PARA O JOGO:





CÓDIGOS PIN (Para quem deseja acessar desta forma):

Código 1: 07965665

Código 2: 07740015

Código 3: 09425496


domingo, 5 de abril de 2020

Portas Abertas lança campanha #UmComEles - Participe!



Seja ‘um’ com os cristãos perseguidos
Portas Abertas lança campanha #UmComEles para impactar na vida de sobreviventes e famílias das vítimas do ataque na última Páscoa, no Sri Lanka
A Páscoa é um período de tensão para cristãos que vivem em países perseguidos. Isso porque com a data vêm as possibilidades de ataques, tornando nossos irmãos e irmãs ainda mais vulneráveis.
Para incentivar o cristão brasileiro a se lembrar, se engajar e ser ‘um’ com os cristãos perseguidos, a Portas Abertas lançou a campanha #UmComEles .
“Queremos convidar a todos durante este mês da Páscoa a promover um grande impacto e ajudar aqueles que seguem a Jesus custe o que custar. Para isso lançamos ações de oração, de compartilhamento nas mídias sociais e de doação para projetos de ajuda emergencial da Portas Abertas no Sri Lanka”, afirma Marco Cruz, secretário-geral da organização.
O ataque ocorrido no domingo de Páscoa de 2019 no Sri Lanka foi considerado o maior e mais violento dos últimos tempos.
No total, 259 pessoas foram mortas e outras 500 ficaram feridas nos ataques a igrejas cristãs e hotéis no país. O grupo extremista Estado Islâmico assumiu a responsabilidade pelo atentando causado por 7 homens-bomba, três deles em igrejas. Apesar disso, a pressão e o trauma influenciaram de forma positiva a vida dos sobreviventes e familiares das vítimas. Eles perceberam que, mesmo em meio a tragédia, o Senhor continua fiel e no controle de todas as coisas. 

Você pode participar
A melhor forma de auxiliar cristãos que enfrentam ataques violentos é oferecendo ajuda durante o tempo que for preciso. Por isso sua doação faz diferença, com ela, você permite que um cristão afetado pelos ataques no Sri Lanka receba ajuda rápida durante 5 meses. O valor escolhido pode ter um impacto extraordinário na vida dos cristãos perseguidos afetados por ataques. 

A Cruz de Cristo
Além disso, a Portas Abertas lançou uma ação nas mídias sociais, para que todos se envolvam e compartilhem causa. “A Páscoa fala sobre a ressurreição de Jesus após sua morte na cruz. Por isso, convidamos você a desenhar uma cruz no pulso e publicar em suas redes sociais com a #UmComEles”, explica o secretário-geral.
Segundo ele, a cruz foi escolhida porque, além de ser uma marca da vitória de Cristo sobre a morte, ainda hoje, é um sinal que faz com que muitos cristãos perseguidos sejam feridos e mortos pela fé em Jesus. As imagens podem ser publicadas durante todo o mês de abril.
Para saber mais sobre a Campanha acesse o vídeo #UmComEles :



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