quarta-feira, 15 de agosto de 2018

E as almas de nossos vizinhos?



"Ah, se vocês têm corações cristãos ou humanos dentro de vocês, deixem que eles se comovam por seus pobres vizinhos ignorantes e ímpios. Ai dessas pessoas, pois não há mais que um passo entre eles e a morte e o inferno; muitas centenas de enfermidades estão à espera, prontas para aprisioná-los, e se eles morrerem não regenerados, estarão perdidos para sempre. Será que vocês têm corações de pedra, que não podem se apiedar de homens em tal condição? Se vocês não creem na Palavra de Deus e no perigo que correm os pecadores, por que vocês mesmos são cristãos? Se acreditam nela, por que não se movem em ajudar aos outros? Será que vocês não se preocupam com quem é condenado, desde que vocês sejam salvos? Se vocês pensam assim, então têm motivos de sobra para se compadecerem de si mesmos, pois esta estrutura espiritual é absolutamente incompatível com a graça... Vocês vivem próximos a eles, ou os encontram nas ruas, trabalham com eles, viajam com eles, ou se sentam e conversam com eles, e não dizem nada a eles com relação a suas almas, ou à vida por vir? Se suas casas estivessem se incendiando, vocês correriam e os ajudariam; então porque não os ajudaram agora, quando suas almas estão quase no fogo do inferno?"

Richard Baxter
Citado por John MacArthur em A Sós com Deus - O poder e a paixão pela oração (Ed. Palavra).

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Folheto Drama de Um Apaixonado (evangelização de usuários de drogas): Baixe e imprima


Há alguns anos atrás, o ministério CPR (Centro de Pesquisas Religiosas), de Teresópolis - RJ, editava diversos folhetos evangelísticos contextualizados. O foco principal do ministério era a apologética e o combate às seitas e heresias. Infelizmente, o projeto das publicações foi descontinuado.
Um dos folhetos do CPR era o Drama de um Apaixonado, uma mensagem contra o uso de drogas, valendo-se de texto (adaptado) cuja autoria é atribuída a Freddie Mercury, o falecido vocalista da banda de rock Queen.
Pois bem, preparamos um arquivo em pdf com um modelo similar ao antigo folheto. É um folheto bem simples, mas cuja mensagem, acreditamos, pode impactar muitas vidas de usuários (ou pretendentes a) de drogas, notadamente a cocaína (e seu derivado, o crack). O arquivo apresenta três folhetos numa mesma folha A4, ideal para imprimir em casa e recortar. Mas, caso queira, você pode também levar a uma gráfica para imprimir em quantidade.
Aproveitamos para anexar ao arquivo dois outros modelos de folhetos (um contra as drogas, outro contra o álcool), que havíamos elaborado há algum tempo. São materiais igualmente muito simples, mas de valia. Ainda mais nesta seara (usuários de drogas) para a qual há tão poucos folhetos contextualizados.

Para baixar o arquivo pelo site Google Drive, CLIQUE AQUI.


Nota: Embora o folheto 'Drama de um Apaixonado' apresente o que parecem ser dois lados (pois um dos textos está invertido), ele não precisa ser dobrado.

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Sugestão de um Diário de Oração para orar por Missionários



Sugestão de um Diário de Oração para orar por Missionários

DOMINGO – VIDA ESPIRITUAL
“Quando as tuas palavras foram encontradas, eu as comi; elas são a minha alegria e o meu júbilo, pois pertenço a Ti, Senhor Deus dos Exércitos.” – Jr 15.16

Contrariando a crença popular, missionários não são gigantes espirituais. Estão sujeitos às mesmas dúvidas, tentações e lutas que seus irmãos na igreja local sofrem. No entanto, as privações do campo missionário podem tornar essas lutas ainda mais árduas.
Ore ao Autor da Fé por:
·        Tempo consistente de oração e estudo das Escrituras.
·        Tempo significativo de adoração e comunhão.
·   Amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio.
·        Vitória sobre Satanás.
·        Comprometimento constante com a Obra.


SEGUNDA FEIRA – MINISTÉRIO
“Aqueles que são sábios reluzirão como o fulgor do céu, e aqueles que conduzem muitos à justiça serão como as estrelas, para todo o sempre.” – Dn 12.3

Deus não chama missionários para terras estrangeiras simplesmente para sobreviverem, formar uma família e se tornarem poliglotas. Eles foram enviados para ministrar. No entanto, os aspectos técnicos da vida em outros países muitas vezes impedem o missionário de cumprir seu propósito.
Suplique ao Rei dos reis por:
·        Uma obra do Espírito Santo no coração do povo do país.
·        Ousadia.
·        Pelos projetos que estão sendo desenvolvidos.
·        As pessoas pelas quais os missionários estão pedindo oração.
·        Sabedoria no uso do tempo, recursos financeiros e energias.


TERÇA FEIRA – FAMÍLIA
“Também nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta, tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé...” -  Hb 12.1,2

Muitos missionários efetivos abandonaram o campo de batalha por causa de problemas familiares. Seja falta de ensino adequado para os filhos, pais idosos que precisam de cuidados ou uma família cujo comportamento compromete o testemunho cristão. Muitas vezes Satanás usa esse tipo de problemas para atrapalhar o ministério efetivo.
Ore ao Pai celestial por:
·        Relacionamento conjugal forte.
·        Apoio da família na retaguarda.
·        Capacitação para serem exemplo às pessoas que estão ministrando.


QUARTA FEIRA – RELACIONAMENTOS COM OS COLEGAS DE MINISTÉRIOS
“Não se embriaguem com vinho, que leva à libertinagem, mas deixem-se encher pelo Espírito, falando entre si com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e louvando de coração ao Senhor, dando graças constantemente a Deus Pai por todas as coisas, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo. Sujeitem-se uns aos outros, por temor a Cristo.” – Ef 5.18-21

A imagem de um missionário solitário se estabelecendo num povoado distante, lutando para aprender a língua falada, apresentando Cristo a toda a população e retornando à sua igreja local para relatar seus progressos, pode ser atraente, mas não é necessariamente precisa. Seu missionário pode bem estar trabalhando como parte de uma equipe formada de pessoas do país e pessoas de outras organizações missionárias, bem como parceiros de oração. Trabalhar em equipe nunca é fácil, muito menos quando estão em uma outra cultura. Peça o Conselheiro Maravilhoso:
·        Um espírito de cooperação e de equipe.
·        Disposição de cada membro de se submeter e aprender uns com os outros. Falta de atritos.
·        Disposição de confrontar e ser confrontados em amor.
·        Responsabilidade (disposição de prestar contas).


QUINTA FEIRA – LOCAL DE SERVIÇO
“Depois disso olhei, e diante de mim estava uma grande multidão que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé, diante do trono e do Cordeiro, com vestes brancas e segurando palmas. E clamavam em alta voz: ‘A salvação pertence ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro.’” – Ap 7.9,10

Conhecer o clima, a história, religião e sistema de governo do país onde o missionário trabalha ajudará você a orar de forma mais inteligente. Talvez seja difícil ou impossível conseguir visto de entrada, de modo que o missionário precisa entrar por um outro país. Ore:
·        Pela situação política e econômica do país.
·        Pelo crescimento da Igreja nacional na região (se houver uma).
·        Pela segurança dos obreiros cristãos.
·        Por perseverança enquanto estudam e trabalham.
·       Por direção clara para cada passo do caminho, ao desenvolverem o trabalho que foram chamados para fazer.


SEXTA FEIRA – CAPACIDADE DE COMUNICAÇÃO
“Pregue A Palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, exorte com toda a paciência e doutrina.” – 2Tm 4.2

O missionário precisa aprender a língua do povo que está alcançando, a fim de comunicar o amor de Deus de forma compreensível, numa cultura onde as coisas muitas vezes são profundamente diferentes. Ele não somente tem de aprender a língua, mas precisa aprender também a cultura. Ore:
·        Por diligência no aprendizado da língua.
·        Por contatos nacionais que facilitem o aprendizado da língua e da cultura.
·     Por disposição para se entrosar e praticar o que aprendeu, sem se importar se suas habilidades linguísticas sejam precárias.
·        Pela comunicação com a família, com os mantenedores e colegas de equipe.
·        Por habilidade para ministrar aos outros na nova língua.


SÁBADO – NECESSIDADES FÍSICAS
“O meu Deus suprirá todas as necessidades de vocês, de acordo com as suas gloriosas riquezas em Cristo Jesus.” – Fp 4.19

Sustento financeiro, boa saúde, equipamentos, transporte, moradia adequada e segurança em situações por vezes perigosas... As necessidades físicas do missionário são enormes! Ao receber cartas informativas, você saberá como orar especificamente. No entanto, eis aqui algumas sugestões gerais que o ajudarão a começar. Ore ao Grande Provedor:
·        Por saúde e segurança.
·        Por livramento da depressão, solidão e ansiedade.
·        Por moradia, escola para os filhos e transporte adequado.


Baseado numa carta de oração de um missionário.

Extraído do livro O que os cristãos devem saber sobre Orar por Missões, de Margaret Godfree (Danprewan Editora, 2004).

sábado, 28 de julho de 2018

COMISSÃO: Congresso de Missões do Centro-Oeste, em Brasília


Somos 40 milhões de brasileiros evangélicos, segundo dados do IBGE. No entanto, a igreja brasileira tem contribuido como o envio de apenas 0,01% de missionários transculturais, conforme pesquisa da AMTB, a Associação de Missões Transculturais Brasileiras.
O entendimento de que é urgente a necessidade de mobilizar igrejas e vocacionados para os campos missionários fez Amide, Associação Missionária para Difusão do Evangelho, sonhar com um evento de missões de âmbito regional, que mobilizasse toda a região Centro-Oeste e que fosse capaz de atrair pastores, líderes, missionários e jovens a fim de gerar maior despertamento e mostrar que o chamado de missões é para toda a igreja.
O Comissão – Congresso de Missões do Centro-Oeste nasceu com o perfil mobilizador. O tema deste ano é: “Este é o caminho, andai nele”, baseado no texto de Isaías 30:21.
O objetivo do Congresso Comissão é auxiliar vocacionados e igrejas a discernirem o projeto de Deus para as suas vidas, compreenderem o direcionamento de forma prática e oferecer orientação na tomada de decisões para os próximos passos da vocação missionária.
O evento contará com estrutura de louvor, com vários músicos convidados, além de estandes de organizações missionárias, workshops, oficinas, plenárias e orientação vocacional, com convidados do cenário missionário nacional e internacional. Público esperado: de 800 a 1.000 pessoas circulantes.  


Data: de 6 a 8 de setembro de 2018
Público estimado: de 800 a 1.000 pessoas
Local: Brasília, DF (na igreja Presbiteriana Nacional, 906 sul)
Programação:
Abertura - Quinta, 6/9 às 19h
Sexta, 7/9 de 8 às 22h
Sábado, 8/9 de 8 às 22h
Inscrições gratuitas: http://amide.org.br/comissao2018/gu

domingo, 22 de julho de 2018

Jesus, Missionário Maior: 30 chaves bíblicas para Missões


1 - Missões nasceu no coração de Deus - João 3.17

2 - Missões, fazer ou não fazer? - Romanos 10.13-15

3 - O missionário maior, Jesus - Hebreus 1.1,2

4 - Cumprir o seu programa de pregação global: a chamada Grande Comissão - Mateus 28.18-20

5 - Depender do poder único que deve mover a Grande Comissão - Atos 1.8

6 - Os agentes que vão realizar a obra missionária - Mateus 4.19

7 - Os campos missionários da Grande Comissão - Mateus 13.3, 8

8 - Os recursos financeiros da Grande Comissão - Lucas 8.5

9 - Resultado da nossa obediência à Grande Comissão - Salmo 126.5,6

10 - Contar aos familiares o que Deus fez por mim - Lucas 8.38,39

11 - Levantar os olhos para ver os campos brancos para a ceifa - João 4.35

12 - Atender um apelo vindo do inferno - Lucas 16.23, 24, 27, 28

13 - Lançar as redes enquanto podem fazê-lo - Lucas 5.4, 10

14 - Dar prioridade à obra missionária - João 4.31, 32, 34

15 - A busca dos perdidos - Lucas 15.4

16 - A reintegração dos deslocados espirituais - Lucas 15.8, 9

17 - Aceitando com festas os que voltam para o seio da família cristã - Lucas 15.20, 23, 24

18 - Antes da segunda vinda do Senhor temos de ceifar, pois a seara está madura - Apocalipse 14.14, 15

19 - Aproveitar as oportunidades enquanto é dia - João 9.4

20 - Levantando torres conforme Deus espera que o façamos - Lucas 14.28

21 - Enfrentando os inimigos da guerra desigual - Lucas 14.31

22 - Usando as chaves da pregação para que outros entrem no Reino - Mateus 16.18,19

23 - Aos que se consideram não contratados para trabalhar na vinha - Mateus 20.6, 7

24 - Saindo pelos caminhos e atalhos até que a Sua casa se encha - Lucas 14.23

25 - Mesmo que nasça o joio no meio do trigo - Mateus 13.24, 25

26 - Usando os talentos recebidos para realizar a obra missionária - Mateus 25.14, 15, 19

27 - Atendendo às necessidades espirituais do ser humano - Mateus 25.34-36

28 - Pastorear com prioridade os cordeirinhos - João 21.15

29 - Tendo Jesus como modelo de atividades missionárias - João 20.21

30 - Trabalhar antes que a porta seja fechada - Mateus 25.1, 6, 10

Texto do Pr. José Britto Barros, em seu livro de devocionais FAVOS DE MEL - Volume 10. No livro, o autor escreve um texto devocional sobre cada um dos trinta temas aqui elencados.
Aproveite também para ler um sermão de temática relacionada, do mesmo Pr. Britto, publicado AQUI no Veredas em 2013.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

A Festa de Josué - Recurso visual para ensinar crianças sobre a Grande Comissão


O Joshua Project (Projeto Josué) é uma organização dedicada a estudar e listar os povos ainda não-alcançados e mobilizar a igreja para que se engaje no alcance dos que nunca ouviram falar de nosso Senhor Jesus Cristo.
Um dos muitos recursos que o Joshua Project disponibiliza para a igreja é o material A Festa de Josué (Jess's Party), que traduzimos para o português. Ele narra, em linguagem simples e com ilustrações, a história de Josué, um jovem que resolveu dar uma festa, e para isso convidar os amigos de todas as casas vizinhas. Josué encarrega seu amigo Leo de entregar os convites. Mas, durante a festa, Josué percebe que faltaram alguns de seus amigos. Isso porque Leo deixara de entregar os convites a todos, pois havia começado a chover e o caminho ficara enlameado... Ainda assim, em plena festa, Josué resolve reunir todos os amigos ali presentes e juntos saem para convidar os que faltaram. Assim, a festa fica completa, POIS O CONVITE CHEGOU PARA TODOS.
Como você deve ter percebido, essa estorinha ilustra a questão dos povos não alcançados da Grande Comissão que nos foi legada por Jesus, e nossa obrigação de alcançar a cada "casa" (povo, língua e nação da Terra) com o "convite" (as Boas Novas de salvação) para a "Festa" (a vida eterna com Cristo). 
Um excelente recurso para ensinar missões aos nossos pequeninos!

Para baixar o arquivo (24 páginas em formato pdf) pelo Google Drive, CLIQUE AQUI.

quarta-feira, 11 de julho de 2018

II Congresso da Aliança Evangélica Pró Ribeirinhos - Manaus/AM



A Aliança Evangélica Pró Ribeirinhos (AEPR) que converge, à cinco anos, esforços de várias organizações e Igrejas envolvidas em ações missionárias junto aos Ribeirinhos convida você, interessado em se envolver no alcance dos povos da Janela Amazônica, à estar conosco no II Congresso da AEPR (03-06 0ut-18). Este é um excelente espaço para entendermos melhor a região, orientar nossas estratégias e iniciar novas possibilidades de projetos e parcerias num ambiente com vários líderes de diferentes organizações atuantes no alcance na região.



Então, acesse o link abaixo e faça sua inscrição.

Divulgue junto aos seus parceiros e conhecidos com corações dispostos em participar deste desafio missionário! tr
amos lá!

sexta-feira, 6 de julho de 2018

As cinco responsabilidades da Igreja em Missões



As cinco responsabilidades da Igreja em Missões

A Igreja Local é fundamental na responsabilidade das missões mundiais. Ela tem vários papéis importantes a realizar, se quisermos ter sucesso em cumprir a Grande Comissão que nosso Senhor Jesus Cristo nos deixou. Abaixo listamos as diferentes responsabilidades relacionadas à Grande Comissão.


1. A igreja local tem a responsabilidade de TREINAR futuros missionários transculturais.
Ideias práticas para cumprir essa responsabilidade:
·        Oferecer um bom treinamento bíblico (base bíblica de missões) através da escola dominical, sermões, etc.
·        Manter uma ênfase na igreja na Grande Comissão, através de visitas de missionários, conferências e programas especiais sobre missões mundiais.
·        Oferecer viagens de curta duração para os membros da igreja visitarem ou ministrarem com missionários em diferentes partes do país e do mundo.
·        Oferecer oportunidades para o ministério dentro e fora da igreja de maneira constante.
·        Orar regularmente e com fervor para que Deus os use para treinar futuros missionários transculturais.

2. A igreja local tem a responsabilidade de RECRUTAR potenciais missionários transculturais.
Ideias práticas para cumprir essa responsabilidade:
·        Selecionar cuidadosamente os jovens ou outros membros com maturidade espiritual e com os dons e habilidades necessários para o ministério e incentivá-los a considerar as missões.
·        Apoiar os alunos enquanto se preparam para o ministério em um instituto bíblico ou seminário.
·        Orar regularmente e com fervor para que Deus envie missionários transculturais de sua igreja local em obediência à Grande Comissão.

3. A igreja local tem a responsabilidade de PREPARAR missionários transculturais.
Ideias práticas para cumprir essa responsabilidade:
·        Acompanhar ativamente o candidato para ajudá-lo a descobrir a vontade de Deus em relação à agência missionária com a qual ele deveria ir e para qual país.
·        Organizar uma equipe de membros da igreja para se reunir regularmente com o candidato e ajudá-lo a se preparar para sua partida.
·        Apresentar o candidato a outras igrejas para ajudá-lo a obter apoio financeiro e equipe de oração necessários para o seu ministério.
·        Orar regularmente e com fervor para que Deus continue a preparar o novo missionário em todos os aspectos para o seu futuro ministério.

4. A igreja local tem a responsabilidade de ENVIAR missionários transculturais.
Ideias práticas para cumprir essa responsabilidade:
·        Ter um serviço ou departamento especial para enviar o missionário.
·        Assumir responsabilidades com detalhes no país de origem que possam ajudar o missionário que já está longe.
·        Enviar o apoio prometido regularmente e ser generoso no envio de ofertas especiais quando possível.
·        Orar regularmente e fervorosamente pelo missionário e seu ministério.

5. A igreja local tem a responsabilidade de APOIAR seus missionários transculturais.
Ideias práticas para cumprir essa responsabilidade:
·        Manter um fluxo constante de comunicação com os missionários, a fim de promover neles um senso contínuo de pertencimento ao corpo local de Cristo.
·        Proporcionar o cuidado missionário e auxílio pastoral para o missionário e sua família, em colaboração com a agência missionária. Resolver situações de crise, como emergências de saúde, evacuações, ataque físico, etc.
·        Prestação de contas: de acordo prévio, trabalhar com a agência missionária, ter um papel ativo em ajudar a determinar as prioridades e estratégias do ministério.
·        Ajudar os missionários com toda a logística de suas viagens de volta ao seu país natal para descansar, relatar e se preparar para retornar à sua missão.
·        Orar regularmente e fervorosamente pelo missionário e pelas necessidades de sua família.

Das cinco áreas de responsabilidade na missão mundial, quais você está cumprindo? O que você pode fazer nos dias de hoje para começar a assumir responsabilidades na Grande Comissão?


Traduzido por Veredas Missionárias a partir de texto de ObreroFiel.com (via Sociedad Internacional Misionera).

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Conferência Povos Minoritários do Brasil em Curitiba / PR


O Departamento de Alianças Estratégicas da AMTB promoverá nos dias 6 a 8 de setembro, juntamente com as redes e alianças entre os segmentos menos evangelizados do Brasil, a Conferência Povos Minoritários.

Participe dessa conferência para ouvir desafios, oportunidades e testemunhos entre esses segmentos.
Mobilize lideranças e interessados da sua região a estarem conosco.
Inscrições até dia 20/08 com o cupom AMTBCPM20 terão R$20,00 de desconto.

Inscrições e mais informações:
www.amtb.org.br/departamento-de-aliancas-estrategicas/


segunda-feira, 25 de junho de 2018

Dia Nacional de Intercessão pelos Pescadores e Ribeirinhos - Participe!


Você conhece a realidade de ribeirinhos e pescadores do Brasil? Em sua maioria eles vivem isolados em ilhas, canais de mar e encostas de praias. São muito pobres e são explorados pelos chamados “atravessadores” que compram seus produtos por preços baixíssimos.
A MEAP – Missão Evangélica de Assistência aos Pescadores, conhece bem esta realidade e é por isso que promove anualmente o Dia Nacional de Intercessão pelos Pescadores e Ribeirinhos que acontece no dia 29 de junho.
A campanha já começou desde o início do mês. Com pedidos diários você pode se envolver com esta campanha e interceder pelos projetos, missionários e pessoas que são alcançadas pela MEAP.
Você pode orar individualmente, com sua família, no trabalho, em pequenos grupos, na igreja… Seja onde preferir, interceda por este povo.
Acesse www.meap.net.br para conhecer mais sobre este trabalho.
Material da Campanha
Vídeo de chamada para a campanha | https://youtu.be/tIflr_I9KeU
Vídeo do Relógio de Oração | https://youtu.be/6i6EM4kgDr8
Calendário de Oração | Clique aqui para imprimir.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Afinal, quem quer ser um missionário?


Era o ano de 2009 , e estreava em nosso país o filme  de Simon Beaufoy e Danny Boyle intitulado: "Quem quer ser um milionário?". Adaptação cinematográfica do livro Q & A, do indiano Vikas Swarup, o  filme contava a história do jovem indiano Jamal Malik da cidade de Mumbai, que depois de sofrer várias peripécias, se torna milionário em um único dia ao participar de um famoso programa da televisão indiana, numa história que trouxe grande comoção aos espectadores por todo o mundo! O filme foi recorde de bilheteria no Brasil e em vários países e recebeu dez indicações e oito prêmios Oscar!  
É comum vermos em nosso país, pessoas em busca da tão sonhada mudança repentina de status financeiro. O "investimento" em jogos e a persistência em participar de programas de reality shows é algo que aumenta a cada dia em nosso país; pessoas que comprometem tempo, dinheiro e colocam em risco a própria integridade (no caso dos realities) para ajuntarem tesouros nesta terra onde a assertiva bíblica nos afirma que: os ladrões minam e roubam e a ferrugem os consome (Mt 6:19). Há pressa e desespero em acumular riquezas terrenas!
Quanto a nós, cristãos, não deve ser assim. Há uma agência melhor para investirmos: na agência do reino dos céus! Fundo inexpugnável onde os ladrões não roubam e a traça não consome. 
Quem investe no reino dos céus, tem como prêmio final a coroa da vida e inteiro galardão (2 Jo 1:8). Quem quer ser um missionário? Quem ousaria investir seu tempo, seu dinheiro e a colocar em risco sua própria integridade por missões? Pois o mesmo pode sofrer duras perseguições e até mesmo correr o risco de agressões, na missão de investir na salvação de almas! Quem quer ser um missionário? Quem ousaria sair de cena para entrar no anonimato e comover os espectadores celestiais (Hb 12:1)? Em tempos céleres e hedonistas, quem ousaria dedicar-se pacientemente à obra e vontade de Deus, abrir mão de posições para provar literalmente na pele o verdadeiro sentido de ser servo (Sl 126:6; Is 55:7)? Percebemos que a cada dia diminuem as fileiras dos investidores em missões; faltam aqueles que desejam orar por missões, investir em missões e até mesmo ir para o campo missionário! Mas há uma voz do Espírito que ainda ecoa no meio da igreja: Quem irá pregar aos perdidos? Quem enviará os pregadores (RM 10:14,15)? Quem os sustentará? 
Jamal Malik, o famoso jovem dos vinte milhões de rupias, prendeu a atenção de milhões de espectadores; assim também os céus estão com os olhos fitos em nós. É indiscutível a urgência da obra missionária e é dispensável qualquer tipo de argumento para abster-se da ordenança da Grande Comissão (MC 16:15).
 Cristo nos salvou e convoca a todos os salvos para serem seus imitadores: instrumentos de salvação! Nada será tão glorioso quanto contemplarmos nos paços celestiais as almas salvas pelo poder do evangelho, e recebermos a recompensa divina pela obediência dispensada à voz do Senhor que hoje e sempre nos convida: ”Quem há de ir por nós?” (IS 6:8)      

Antônio Adson Rodrigues
Evangelista na Assembléia de Deus Restaurar em Goiânia-GO, foi missionário no estado do Amazonas no período de 2013-2016.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Mais de 200 maneiras práticas de se envolver com Missões - BAIXE O MANUAL GRATUITO



Neste breve manual estão elencadas algumas (na verdade, muitas!) ideias práticas que lhe ajudarão a, direta ou indiretamente, aproximar-se, envolver-se e finalmente comprometer-se com o esforço missionário da igreja de Cristo, vivendo uma vida cristã a cada dia mais autêntica.
Este texto foi traduzido, acrescido e adaptado por Veredas Missionárias, a partir de texto disponibilizado pela Sociedad Internacional Misionera, que por sua vez foi traduzido, acrescido e adaptado a partir de Six Ways to Reach God’s World: Involvement Ideas.

PARA BAIXAR O MANUAL (8 págs., em PDF) PELO SITE GOOGLE DRIVE, CLIQUE AQUI.


Este é um recurso precioso, compartilhe-o com outros irmãos e igrejas!

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Ministério Infantil: Brincadeiras Infantis de Países onde é grande a Perseguição Religiosa



Brincadeiras Infantis de Países onde é grande a Perseguição Religiosa

Coligimos para o blog Veredas Missionárias uma série de brincadeiras infantis e juvenis, brincadeiras essas que são tradicionais de diversos países. Nosso foco foi reunir especialmente brincadeiras de países onde é grande a perseguição contra o cristianismo (você pode ver a lista anual dos países onde é maior a perseguição no site da Missão Portas Abertas).
A ideia é que tal recurso possa ser utilizado por líderes de ministério infantil nas mais diversas atividades, para servir de ‘gancho’ e despertar a atenção das crianças sobre a realidade de tais países, que precisam de maior quantidade e missionários, e onde a situação da igreja neles estabelecida é de grande penúria.
Claro, tais atividades podem ser livremente utilizadas por pais e educadores nos mais variados contextos que não o eclesiástico.
A atividade lúdica, além de despertar indiretamente as nossas crianças para a conscientização e a oração por tais países e por nossos irmãos neles presentes, diretamente trará um crescimento cultural saudável aos nossos pequeninos, aumentando ainda o repertório de brincadeiras à sua disposição (a maioria das brincadeiras são ideais para a realização ao ar livre).
Os textos foram coligidos do livro Jogos de Todas as Cores, do italiano Elio Giacone (Editora Vozes), que traz muitas outras brincadeiras de dezenas de países do globo.

Gundasi (Indonésia)
Coloca-se no chão uma lata vazia e, ao lado dela, vinte pedrinhas, das quais uma de cor diferente de todas as outras. Os jogadores lançam, alternadamente, para o alto essa última pedrinha e jogam as outras na lata, uma de cada vez, antes de pegar a pedrinha lançada para o alto. Depois de uma série de dez lances, ganha aquele que conseguir colocar mais pedrinhas na lata durante seu melhor lançamento.

Hámsa Ibúhesh (Marrocos)
Cavam-se cinco pequenos buracos no chão, a um palmo de distância um do outro. Cada jogador fica a três passos de distância dos buracos e joga cinco pedrinhas dentro dos buracos. Ganha aquele que preencher o maior número de buracos (e não aquele que colocar em cada buraco o maior número de pedrinhas).

Kaab (Arábia Saudita)
Desenham-se duas linhas no chão, a três ou quatro passos de distância uma da outra. Cada jogador arranja dez pedrinhas do tamanho de um amendoim, coloca uma dessas pedrinhas na primeira linha e fica atrás da segunda linha. Os jogadores lançam, alternadamente, uma de suas pedrinhas, procurando acertar as que foram colocadas no chão. Se conseguirem, recolhem as duas pedrinhas (a que foi lançada e a que foi atingida), fazem outro lance (sempre ficando atrás da segunda linha), e assim por diante. Se errarem, deixam a pedrinha lançada no chão e o jogo passa para o jogador seguinte. Quem ficar sem pedrinhas, sai do jogo, que acaba quando não houver mais pedrinhas no chão. Ganha quem conquistar o maior número de pedrinhas.

Nsikwi (Nigéria)
Os jogadores são divididos em duas equipes, que se sentam ao longo de duas linhas paralelas traçadas no chão a uma distância de dois a três metros uma da outra. Cada jogador tem diante de si uma garrafa de plástico vazia. Os jogadores de uma das duas equipes recebem uma bola de tênis cada um, e o jogo pode ter início. Os jogadores devem lançar a própria bola de tênis contra a garrafa do adversário que têm diante de si, procurando derrubá-la. Se conseguirem, ganham um ponto para a própria equipe. Quem derrubar a garrafa de um outro adversário (não daquele que está na sua frente) não só não ganha pontos, mas impede também que o companheiro de sua equipe, que enfrenta aquele adversário, ganhe pontos. Encerrada a primeira série de lances, as garrafas derrubadas são recolocadas em pé e o jogo continua, em papéis invertidos: serão agora os jogadores da segunda equipe a lançar as bolas de tênis, e assim por diante. Ganha a equipe com a maior pontuação depois que as duas equipes tiverem lançado vinte vezes as bolas de tênis.

Saisir et ramasser (Laos)
Desenhe no chão um círculo de um metro de diâmetro e espalhe ao seu redor dez bastõezinhos, a distâncias variáveis de dois a cinco metros. Os jogadores, alternadamente, entram no círculo, lançam para o alto uma bola de tênis, e correm para pegar um bastãozinho, voltam para o círculo e pegam no ar a bola que está caindo. O bastãozinho recolhido também pode ser deixado dentro do círculo, desde que não salte para fora. A bola deve ser agarrada no alto com os pés dentro do círculo, sem pisar a beirada. Quem não cometer erro, pode jogar logo a bola uma outra vez, recolher um outro bastãozinho e assim por diante. Quem não conseguir pegar a bola no ar estando dentro do círculo e pisar a beirada é eliminado. Se um bastãozinho sair do círculo, ele é recolocado no lugar. Não é permitido recolher dois ou mais bastõezinhos ao mesmo tempo. Ganha o jogador que pegar mais bastõezinhos antes de ser eliminado.

Marapachi olikkirathu (Índia)
Os jogadores se sentam no chão, um ao lado do outro. O condutor dá um nome (de pessoa, de animal, de flor, inventado...) a cada jogador (todos devem ouvir os nomes uns dos outros). Feito isso, chama, usando esses mesmos nomes, dois jogadores que se posicionam a alguns passos de distância dos outros, ficam de costas para os companheiros e são vendados. Assim que estiverem prontos, o condutor chama um outro jogador, usando também desta vez seu nome: “Flor-de-lis, flor-de-lis, venha, belisque e volte ao seu lugar”. O jogador chamado levanta-se do chão, vai até os companheiros vendados, belisca-os delicadamente e volta a sentar. A essa altura, o condutor diz: “As cabeças desaparecem!” Todos os jogadores sentados inclinam a cabeça e a escondem debaixo dos braços. Quando nenhuma cabeça estiver mais visível, o condutor tira a venda dos dois jogadores que estavam vendados e pede para eles identificarem quem os tocou. Ganha quem conseguir pôr primeiro a mão nas costas do companheiro certo.

Kyat hpa khut (Mianmar)
Dois jogadores enfrentam-se no meio de um círculo formado pelos companheiros. Saltitam um pouco com um pé só e depois com o outro. Em seguida, ao sinal do condutor, agacham-se, de forma ritmada, e esticam para frente primeiro uma perna e depois a outra, continuando sem parar. Quem se levantar, sentar ou apoiar as mãos no chão, perde. O jogo continua depois com outros dois jogadores no meio do círculo, e assim por diante.

Txila (Argélia)
Os jogadores são divididos em duas equipes. Os jogadores da primeira equipe dividem-se em duplas, os da segunda equipe se espalham pelo campo, cada um por conta própria. Cada dupla da primeira equipe recebe uma bola e o jogo pode ter início. Ao sinal de largada, as duplas de jogadores da primeira linha perseguem os seus adversários e tentam acertá-los com a bola que têm na mão, lançando-a contra eles. Quem for atingido é eliminado e sai do jogo. Os jogadores em dupla devem ficar sempre de mãos dadas e não podem separar-se um do outro. Se o fizerem, devem ficar parados pelo menos dez segundos antes de retomar o jogo. Quando todos os jogadores da segunda equipe forem eliminados, as duas equipes trocam de tarefas. Ganha a equipe que eliminar todos os adversários no menor tempo possível.

Al qarahief (Emirados Árabes Unidos)
Cada jogador pega duas latinhas vazias, faz um furo de cada lado e passa um barbante forte pelos buracos (uma lata boa para isso é aquela de leite em pó). Os jogadores formam uma fila na linha de largada. Cada um deles deve subir nas duas latinhas, empunhando e mantendo esticadas as cordas com as mãos. Ao sinal de largada, os jogadores atravessam o campo usando as latinhas como calçados. Para fazer isso, devem conseguir coordenar os passos com o movimento das mãos, que seguram as cordas esticadas, levantando e abaixando os dois calçados. O jogador que alcançar a linha de chegada em primeiro lugar é o vencedor da prova.

Bay chim (Vietnã)
Os jogadores são divididos em dois grupos. Os jogadores do primeiro grupo formam um grande círculo e se dividem em duplas. Ficam onde estão, levantam os braços e apoiam as mãos contra as mãos do próprio companheiro criando assim vários portões abertos. Ao sinal de largada, os jogadores do segundo grupo devem passar por esses portões (debaixo dos braços dos companheiros) várias vezes, contando em voz alta quantos portões ultrapassam. Quando o condutor gritar “Pare!”, os jogadores em círculo abaixam de repente os braços. Quem for feito prisioneiro é eliminado e senta no meio do círculo. Em uma nova largada, os jogadores ainda em competição recomeçam a passar através dos portões, continuam a contar a partir de onde tinham parado no momento do último “Pare” e assim por diante. A primeira parte do jogo termina quando restar na competição apenas três jogadores. A essa altura, os grupos trocam de lugar e de tarefas e o jogo recomeça novamente. Encerrada também essa segunda parte, ganha quem conseguir (em um grupo ou no outro, pouco importa) atravessar mais portões antes de ser forçado (pela eliminação ou pelo fim do jogo) a parar.

Fti fti (Eritréia)
Os jogadores formam um círculo. Todos juntos cantam uma canção repetindo ritmadamente uma série de quatro gestos: dar um pulo, agachar tocando o chão com as duas mãos ao lado dos pés, dar outro pulo, saltar levantando os braços para cima. Quem perder o ritmo, porque fica cansado ou confuso, sai do círculo e continua a cantar batendo as mãos. Ganha o último jogador que permanecer na competição.

Tukhm-jangi (Afeganistão)
Os jogadores se enfrentam dois por vez. Cada um deles segura um ovo cozido na mão. O primeiro mantém o braço esticado diante de si, com o ovo na mão, segurando-o com a ponta virada para cima. O segundo mantém o braço esticado um pouco mais alto do que o do seu companheiro segurando o ovo com a ponta virada para baixo. O segundo jogador atinge com o próprio ovo o do companheiro. Se um dos ovos quebrar, ganha o jogador com o ovo ainda inteiro. Se nenhum ovo quebrar, os dois jogadores trocam de posição: desta vez será o primeiro a atingir o ovo do segundo, e assim por diante.

Fjodor (Cazaquistão)
Delimita-se um campo com quatro pequenas bases nos cantos. Quatro jogadores vão para as bases, com uma bola de tênis na mão. Os outros espalham-se no interior do quadrado e correm de um lado para o outro. Quando o condutor gritar “Pare!”, quem está correndo deve parar imediatamente e ficar imóvel como uma estátua. Nesse momento (e não antes...), quem está nos cantos lança a própria bola de tênis, tentando atingir um companheiro. Se conseguir, os dois trocam de lugar e de tarefas; caso contrário, o jogo recomeça sem alterações. É proibido movimentar-se para não ser atingido. Não se pode atingir por tabela. Ganha quem, depois de um determinado tempo previamente estabelecido, for menos vezes para os cantos.

Kutkut (Bangladesh)
Desenha-se no chão um tabuleiro retangular formado por dois quadrados (de 30 a 40 centímetros de lado) de base por quatro quadrados de altura (um pouco parecido com o que fazemos no Brasil no jogo de “pular amarelinha”). Os jogadores, alternadamente, lançam uma pedra (chamada chara) no primeiro quadrado, inspiram profundamente e empurram a pedra para a frente, de um quadrado para o outro, pulando com um pé só e atingindo-a com o pé que estão pulando. Enquanto fazem isso, devem repetir sem parar: “Kutkut!” sem retomar o fôlego. Se a pedra ou o pé pararem na linha ou saírem do retângulo, o jogador é eliminado, como também se não conseguir chegar ao quarto quadrado sem retomar o fôlego. No quarto quadrado, o jogador pode descansar um pouco e inspirar de novo profundamente, antes de iniciar o percurso de volta ao longo dos quatro quadrados restantes. Quando o jogador termina o percurso (ou é eliminado), um outro jogador entra no jogo, e assim por diante. Ganha quem conseguir primeiro concluir, corretamente, um determinado número de percursos, decidido por todos antes do início do jogo.

Poi rakau (Malásia)
Todos os jogadores ficam em círculo, em pé com um bastão na mão. Um deles coloca o seu bastão no chão e vai para o meio do círculo. Os companheiros, alternadamente, lançam os seus bastões e ele (o que está no círculo) os lança de volta sem hesitações. Se um bastão cair no chão, quem o lançou recebe uma penalidade e substitui o companheiro no meio do círculo. Se o bastão foi lançado pelo jogador que está no meio do círculo, ele fica onde está e a penalidade vai tanto para ele quanto para o companheiro que não lançou o bastão corretamente. Ganha quem, depois de dez minutos de jogo, receber o menor número de penalidades.

Mush e Gorbe (Irã)
(Esta brincadeira é recomendada para as crianças menores)
Todos os jogadores, com excessão de dois (Mush – o gato, e Gorbe – o rato) dividem-se em grupos de quatro. Três dos quatro ficam de mãos dadas, formando assim um pequeno círculo (a toca) dentro do qual vai o quarto (um ratinho em segurança em sua toca aconchegante). Ao sinal de largada, Mush persegue Gorbe que, para escapar de suas garras, pode se esconder em uma toca. O ratinho que estava seguro naquela toca torna-se o novo Gorbe e foge imediatamente. Quando um rato for pego, torna-se gato. Mush toma o lugar de um companheiro-toca (à sua escolha), este último torna-se o novo Gorbe, e assim por diante. Ganha quem se divertir mais.

Kokon (Somália)
Desenha-se no chão um círculo de 20 a 30 centímetros de diâmetro. Traça-se uma linha a cerca de dois passos de distância do círculo. Cada jogador tem cinco pedrinhas, aproximadamente do mesmo tamanho da dos companheiros. Cada um põe uma pedrinha dentro do círculo e todos ficam atrás da linha. Cada jogador, alternadamente, joga uma pedrinha, tentando acertar e tirar para fora do círculo uma pedrinha de um adversário. Enquanto todos os jogadores não ficarem de mãos vazias, as pedrinhas permanecem onde caíram. A essa altura, as pedrinhas que estão fora do círculo são eliminadas e cada jogador recolhe as suas pedrinhas que caíram dentro do círculo. Quem não tiver mais pedrinha é eliminado. Quem tiver apenas uma pedrinha, deve coloca-la no círculo e também é eliminado. Os outros jogadores colocam cada um uma pedrinha no círculo e continuam o jogo. Ganha quem permanecer por mais tempo no jogo.

Yangolay (Paquistão)
Duas equipes, de seis a oito jogadores cada uma, vão para dois lugares diferentes de uma casa, para que não sejam vistas pela equipe adversária. Cada equipe escolhe o seu capitão. Cada capitão coloca os seus jogadores em fila. Os dois capitães, alternadamente, falam qual é, segundo eles, o nome do primeiro jogador da fila adversária. Se adivinharem, o adversário vai para o campo da outra equipe e fica a alguns passos de distância da fila. Se errarem, quando será a vez deles, terão que adivinhar, dando o nome de um outro jogador. Após ter adivinhado quem era o primeiro jogador da fila adversária, os capitães terão que adivinhar o nome do segundo jogador (que passou a ser o primeiro da fila), e assim por diante. Ganha a equipe que conseguir primeiro levar para o seu campo todos os jogadores da equipe adversária.

Çember ile yürüme (Turquia)
Costuram-se as duas extremidades de uma faixa de tecido de cinco ou seis metros de comprimento por um metro de largura, formando um único grande anel. Os jogadores da primeira equipe (no mínimo cinco e no máximo sete) colocam o anel em posição vertical e se sentam dentro dele, mantendo os pés em cima do anel e erguendo-o acima de suas cabeças. As outras equipes farão o mesmo. Ao sinal de largada, os jogadores, coordenando bem seus movimentos, vão para a frente, fazendo passar o anel de tecido, em sentido anti-horário, embaixo de seus pés e por cima de suas cabeças, até alcançar a linha de chegada. Ganha a equipe que for mais rápida.


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