quarta-feira, 20 de junho de 2018

Afinal, quem quer ser um missionário?


Era o ano de 2009 , e estreava em nosso país o filme  de Simon Beaufoy e Danny Boyle intitulado: "Quem quer ser um milionário?". Adaptação cinematográfica do livro Q & A, do indiano Vikas Swarup, o  filme contava a história do jovem indiano Jamal Malik da cidade de Mumbai, que depois de sofrer várias peripécias, se torna milionário em um único dia ao participar de um famoso programa da televisão indiana, numa história que trouxe grande comoção aos espectadores por todo o mundo! O filme foi recorde de bilheteria no Brasil e em vários países e recebeu dez indicações e oito prêmios Oscar!  
É comum vermos em nosso país, pessoas em busca da tão sonhada mudança repentina de status financeiro. O "investimento" em jogos e a persistência em participar de programas de reality shows é algo que aumenta a cada dia em nosso país; pessoas que comprometem tempo, dinheiro e colocam em risco a própria integridade (no caso dos realities) para ajuntarem tesouros nesta terra onde a assertiva bíblica nos afirma que: os ladrões minam e roubam e a ferrugem os consome (Mt 6:19). Há pressa e desespero em acumular riquezas terrenas!
Quanto a nós, cristãos, não deve ser assim. Há uma agência melhor para investirmos: na agência do reino dos céus! Fundo inexpugnável onde os ladrões não roubam e a traça não consome. 
Quem investe no reino dos céus, tem como prêmio final a coroa da vida e inteiro galardão (2 Jo 1:8). Quem quer ser um missionário? Quem ousaria investir seu tempo, seu dinheiro e a colocar em risco sua própria integridade por missões? Pois o mesmo pode sofrer duras perseguições e até mesmo correr o risco de agressões, na missão de investir na salvação de almas! Quem quer ser um missionário? Quem ousaria sair de cena para entrar no anonimato e comover os espectadores celestiais (Hb 12:1)? Em tempos céleres e hedonistas, quem ousaria dedicar-se pacientemente à obra e vontade de Deus, abrir mão de posições para provar literalmente na pele o verdadeiro sentido de ser servo (Sl 126:6; Is 55:7)? Percebemos que a cada dia diminuem as fileiras dos investidores em missões; faltam aqueles que desejam orar por missões, investir em missões e até mesmo ir para o campo missionário! Mas há uma voz do Espírito que ainda ecoa no meio da igreja: Quem irá pregar aos perdidos? Quem enviará os pregadores (RM 10:14,15)? Quem os sustentará? 
Jamal Malik, o famoso jovem dos vinte milhões de rupias, prendeu a atenção de milhões de espectadores; assim também os céus estão com os olhos fitos em nós. É indiscutível a urgência da obra missionária e é dispensável qualquer tipo de argumento para abster-se da ordenança da Grande Comissão (MC 16:15).
 Cristo nos salvou e convoca a todos os salvos para serem seus imitadores: instrumentos de salvação! Nada será tão glorioso quanto contemplarmos nos paços celestiais as almas salvas pelo poder do evangelho, e recebermos a recompensa divina pela obediência dispensada à voz do Senhor que hoje e sempre nos convida: ”Quem há de ir por nós?” (IS 6:8)      

Antônio Adson Rodrigues
Evangelista na Assembléia de Deus Restaurar em Goiânia-GO, foi missionário no estado do Amazonas no período de 2013-2016.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Mais de 200 maneiras práticas de se envolver com Missões - BAIXE O MANUAL GRATUITO



Neste breve manual estão elencadas algumas (na verdade, muitas!) ideias práticas que lhe ajudarão a, direta ou indiretamente, aproximar-se, envolver-se e finalmente comprometer-se com o esforço missionário da igreja de Cristo, vivendo uma vida cristã a cada dia mais autêntica.
Este texto foi traduzido, acrescido e adaptado por Veredas Missionárias, a partir de texto disponibilizado pela Sociedad Internacional Misionera, que por sua vez foi traduzido, acrescido e adaptado a partir de Six Ways to Reach God’s World: Involvement Ideas.

PARA BAIXAR O MANUAL (8 págs., em PDF) PELO SITE GOOGLE DRIVE, CLIQUE AQUI.


Este é um recurso precioso, compartilhe-o com outros irmãos e igrejas!

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Ministério Infantil: Brincadeiras Infantis de Países onde é grande a Perseguição Religiosa



Brincadeiras Infantis de Países onde é grande a Perseguição Religiosa

Coligimos para o blog Veredas Missionárias uma série de brincadeiras infantis e juvenis, brincadeiras essas que são tradicionais de diversos países. Nosso foco foi reunir especialmente brincadeiras de países onde é grande a perseguição contra o cristianismo (você pode ver a lista anual dos países onde é maior a perseguição no site da Missão Portas Abertas).
A ideia é que tal recurso possa ser utilizado por líderes de ministério infantil nas mais diversas atividades, para servir de ‘gancho’ e despertar a atenção das crianças sobre a realidade de tais países, que precisam de maior quantidade e missionários, e onde a situação da igreja neles estabelecida é de grande penúria.
Claro, tais atividades podem ser livremente utilizadas por pais e educadores nos mais variados contextos que não o eclesiástico.
A atividade lúdica, além de despertar indiretamente as nossas crianças para a conscientização e a oração por tais países e por nossos irmãos neles presentes, diretamente trará um crescimento cultural saudável aos nossos pequeninos, aumentando ainda o repertório de brincadeiras à sua disposição (a maioria das brincadeiras são ideais para a realização ao ar livre).
Os textos foram coligidos do livro Jogos de Todas as Cores, do italiano Elio Giacone (Editora Vozes), que traz muitas outras brincadeiras de dezenas de países do globo.

Gundasi (Indonésia)
Coloca-se no chão uma lata vazia e, ao lado dela, vinte pedrinhas, das quais uma de cor diferente de todas as outras. Os jogadores lançam, alternadamente, para o alto essa última pedrinha e jogam as outras na lata, uma de cada vez, antes de pegar a pedrinha lançada para o alto. Depois de uma série de dez lances, ganha aquele que conseguir colocar mais pedrinhas na lata durante seu melhor lançamento.

Hámsa Ibúhesh (Marrocos)
Cavam-se cinco pequenos buracos no chão, a um palmo de distância um do outro. Cada jogador fica a três passos de distância dos buracos e joga cinco pedrinhas dentro dos buracos. Ganha aquele que preencher o maior número de buracos (e não aquele que colocar em cada buraco o maior número de pedrinhas).

Kaab (Arábia Saudita)
Desenham-se duas linhas no chão, a três ou quatro passos de distância uma da outra. Cada jogador arranja dez pedrinhas do tamanho de um amendoim, coloca uma dessas pedrinhas na primeira linha e fica atrás da segunda linha. Os jogadores lançam, alternadamente, uma de suas pedrinhas, procurando acertar as que foram colocadas no chão. Se conseguirem, recolhem as duas pedrinhas (a que foi lançada e a que foi atingida), fazem outro lance (sempre ficando atrás da segunda linha), e assim por diante. Se errarem, deixam a pedrinha lançada no chão e o jogo passa para o jogador seguinte. Quem ficar sem pedrinhas, sai do jogo, que acaba quando não houver mais pedrinhas no chão. Ganha quem conquistar o maior número de pedrinhas.

Nsikwi (Nigéria)
Os jogadores são divididos em duas equipes, que se sentam ao longo de duas linhas paralelas traçadas no chão a uma distância de dois a três metros uma da outra. Cada jogador tem diante de si uma garrafa de plástico vazia. Os jogadores de uma das duas equipes recebem uma bola de tênis cada um, e o jogo pode ter início. Os jogadores devem lançar a própria bola de tênis contra a garrafa do adversário que têm diante de si, procurando derrubá-la. Se conseguirem, ganham um ponto para a própria equipe. Quem derrubar a garrafa de um outro adversário (não daquele que está na sua frente) não só não ganha pontos, mas impede também que o companheiro de sua equipe, que enfrenta aquele adversário, ganhe pontos. Encerrada a primeira série de lances, as garrafas derrubadas são recolocadas em pé e o jogo continua, em papéis invertidos: serão agora os jogadores da segunda equipe a lançar as bolas de tênis, e assim por diante. Ganha a equipe com a maior pontuação depois que as duas equipes tiverem lançado vinte vezes as bolas de tênis.

Saisir et ramasser (Laos)
Desenhe no chão um círculo de um metro de diâmetro e espalhe ao seu redor dez bastõezinhos, a distâncias variáveis de dois a cinco metros. Os jogadores, alternadamente, entram no círculo, lançam para o alto uma bola de tênis, e correm para pegar um bastãozinho, voltam para o círculo e pegam no ar a bola que está caindo. O bastãozinho recolhido também pode ser deixado dentro do círculo, desde que não salte para fora. A bola deve ser agarrada no alto com os pés dentro do círculo, sem pisar a beirada. Quem não cometer erro, pode jogar logo a bola uma outra vez, recolher um outro bastãozinho e assim por diante. Quem não conseguir pegar a bola no ar estando dentro do círculo e pisar a beirada é eliminado. Se um bastãozinho sair do círculo, ele é recolocado no lugar. Não é permitido recolher dois ou mais bastõezinhos ao mesmo tempo. Ganha o jogador que pegar mais bastõezinhos antes de ser eliminado.

Marapachi olikkirathu (Índia)
Os jogadores se sentam no chão, um ao lado do outro. O condutor dá um nome (de pessoa, de animal, de flor, inventado...) a cada jogador (todos devem ouvir os nomes uns dos outros). Feito isso, chama, usando esses mesmos nomes, dois jogadores que se posicionam a alguns passos de distância dos outros, ficam de costas para os companheiros e são vendados. Assim que estiverem prontos, o condutor chama um outro jogador, usando também desta vez seu nome: “Flor-de-lis, flor-de-lis, venha, belisque e volte ao seu lugar”. O jogador chamado levanta-se do chão, vai até os companheiros vendados, belisca-os delicadamente e volta a sentar. A essa altura, o condutor diz: “As cabeças desaparecem!” Todos os jogadores sentados inclinam a cabeça e a escondem debaixo dos braços. Quando nenhuma cabeça estiver mais visível, o condutor tira a venda dos dois jogadores que estavam vendados e pede para eles identificarem quem os tocou. Ganha quem conseguir pôr primeiro a mão nas costas do companheiro certo.

Kyat hpa khut (Mianmar)
Dois jogadores enfrentam-se no meio de um círculo formado pelos companheiros. Saltitam um pouco com um pé só e depois com o outro. Em seguida, ao sinal do condutor, agacham-se, de forma ritmada, e esticam para frente primeiro uma perna e depois a outra, continuando sem parar. Quem se levantar, sentar ou apoiar as mãos no chão, perde. O jogo continua depois com outros dois jogadores no meio do círculo, e assim por diante.

Txila (Argélia)
Os jogadores são divididos em duas equipes. Os jogadores da primeira equipe dividem-se em duplas, os da segunda equipe se espalham pelo campo, cada um por conta própria. Cada dupla da primeira equipe recebe uma bola e o jogo pode ter início. Ao sinal de largada, as duplas de jogadores da primeira linha perseguem os seus adversários e tentam acertá-los com a bola que têm na mão, lançando-a contra eles. Quem for atingido é eliminado e sai do jogo. Os jogadores em dupla devem ficar sempre de mãos dadas e não podem separar-se um do outro. Se o fizerem, devem ficar parados pelo menos dez segundos antes de retomar o jogo. Quando todos os jogadores da segunda equipe forem eliminados, as duas equipes trocam de tarefas. Ganha a equipe que eliminar todos os adversários no menor tempo possível.

Al qarahief (Emirados Árabes Unidos)
Cada jogador pega duas latinhas vazias, faz um furo de cada lado e passa um barbante forte pelos buracos (uma lata boa para isso é aquela de leite em pó). Os jogadores formam uma fila na linha de largada. Cada um deles deve subir nas duas latinhas, empunhando e mantendo esticadas as cordas com as mãos. Ao sinal de largada, os jogadores atravessam o campo usando as latinhas como calçados. Para fazer isso, devem conseguir coordenar os passos com o movimento das mãos, que seguram as cordas esticadas, levantando e abaixando os dois calçados. O jogador que alcançar a linha de chegada em primeiro lugar é o vencedor da prova.

Bay chim (Vietnã)
Os jogadores são divididos em dois grupos. Os jogadores do primeiro grupo formam um grande círculo e se dividem em duplas. Ficam onde estão, levantam os braços e apoiam as mãos contra as mãos do próprio companheiro criando assim vários portões abertos. Ao sinal de largada, os jogadores do segundo grupo devem passar por esses portões (debaixo dos braços dos companheiros) várias vezes, contando em voz alta quantos portões ultrapassam. Quando o condutor gritar “Pare!”, os jogadores em círculo abaixam de repente os braços. Quem for feito prisioneiro é eliminado e senta no meio do círculo. Em uma nova largada, os jogadores ainda em competição recomeçam a passar através dos portões, continuam a contar a partir de onde tinham parado no momento do último “Pare” e assim por diante. A primeira parte do jogo termina quando restar na competição apenas três jogadores. A essa altura, os grupos trocam de lugar e de tarefas e o jogo recomeça novamente. Encerrada também essa segunda parte, ganha quem conseguir (em um grupo ou no outro, pouco importa) atravessar mais portões antes de ser forçado (pela eliminação ou pelo fim do jogo) a parar.

Fti fti (Eritréia)
Os jogadores formam um círculo. Todos juntos cantam uma canção repetindo ritmadamente uma série de quatro gestos: dar um pulo, agachar tocando o chão com as duas mãos ao lado dos pés, dar outro pulo, saltar levantando os braços para cima. Quem perder o ritmo, porque fica cansado ou confuso, sai do círculo e continua a cantar batendo as mãos. Ganha o último jogador que permanecer na competição.

Tukhm-jangi (Afeganistão)
Os jogadores se enfrentam dois por vez. Cada um deles segura um ovo cozido na mão. O primeiro mantém o braço esticado diante de si, com o ovo na mão, segurando-o com a ponta virada para cima. O segundo mantém o braço esticado um pouco mais alto do que o do seu companheiro segurando o ovo com a ponta virada para baixo. O segundo jogador atinge com o próprio ovo o do companheiro. Se um dos ovos quebrar, ganha o jogador com o ovo ainda inteiro. Se nenhum ovo quebrar, os dois jogadores trocam de posição: desta vez será o primeiro a atingir o ovo do segundo, e assim por diante.

Fjodor (Cazaquistão)
Delimita-se um campo com quatro pequenas bases nos cantos. Quatro jogadores vão para as bases, com uma bola de tênis na mão. Os outros espalham-se no interior do quadrado e correm de um lado para o outro. Quando o condutor gritar “Pare!”, quem está correndo deve parar imediatamente e ficar imóvel como uma estátua. Nesse momento (e não antes...), quem está nos cantos lança a própria bola de tênis, tentando atingir um companheiro. Se conseguir, os dois trocam de lugar e de tarefas; caso contrário, o jogo recomeça sem alterações. É proibido movimentar-se para não ser atingido. Não se pode atingir por tabela. Ganha quem, depois de um determinado tempo previamente estabelecido, for menos vezes para os cantos.

Kutkut (Bangladesh)
Desenha-se no chão um tabuleiro retangular formado por dois quadrados (de 30 a 40 centímetros de lado) de base por quatro quadrados de altura (um pouco parecido com o que fazemos no Brasil no jogo de “pular amarelinha”). Os jogadores, alternadamente, lançam uma pedra (chamada chara) no primeiro quadrado, inspiram profundamente e empurram a pedra para a frente, de um quadrado para o outro, pulando com um pé só e atingindo-a com o pé que estão pulando. Enquanto fazem isso, devem repetir sem parar: “Kutkut!” sem retomar o fôlego. Se a pedra ou o pé pararem na linha ou saírem do retângulo, o jogador é eliminado, como também se não conseguir chegar ao quarto quadrado sem retomar o fôlego. No quarto quadrado, o jogador pode descansar um pouco e inspirar de novo profundamente, antes de iniciar o percurso de volta ao longo dos quatro quadrados restantes. Quando o jogador termina o percurso (ou é eliminado), um outro jogador entra no jogo, e assim por diante. Ganha quem conseguir primeiro concluir, corretamente, um determinado número de percursos, decidido por todos antes do início do jogo.

Poi rakau (Malásia)
Todos os jogadores ficam em círculo, em pé com um bastão na mão. Um deles coloca o seu bastão no chão e vai para o meio do círculo. Os companheiros, alternadamente, lançam os seus bastões e ele (o que está no círculo) os lança de volta sem hesitações. Se um bastão cair no chão, quem o lançou recebe uma penalidade e substitui o companheiro no meio do círculo. Se o bastão foi lançado pelo jogador que está no meio do círculo, ele fica onde está e a penalidade vai tanto para ele quanto para o companheiro que não lançou o bastão corretamente. Ganha quem, depois de dez minutos de jogo, receber o menor número de penalidades.

Mush e Gorbe (Irã)
(Esta brincadeira é recomendada para as crianças menores)
Todos os jogadores, com excessão de dois (Mush – o gato, e Gorbe – o rato) dividem-se em grupos de quatro. Três dos quatro ficam de mãos dadas, formando assim um pequeno círculo (a toca) dentro do qual vai o quarto (um ratinho em segurança em sua toca aconchegante). Ao sinal de largada, Mush persegue Gorbe que, para escapar de suas garras, pode se esconder em uma toca. O ratinho que estava seguro naquela toca torna-se o novo Gorbe e foge imediatamente. Quando um rato for pego, torna-se gato. Mush toma o lugar de um companheiro-toca (à sua escolha), este último torna-se o novo Gorbe, e assim por diante. Ganha quem se divertir mais.

Kokon (Somália)
Desenha-se no chão um círculo de 20 a 30 centímetros de diâmetro. Traça-se uma linha a cerca de dois passos de distância do círculo. Cada jogador tem cinco pedrinhas, aproximadamente do mesmo tamanho da dos companheiros. Cada um põe uma pedrinha dentro do círculo e todos ficam atrás da linha. Cada jogador, alternadamente, joga uma pedrinha, tentando acertar e tirar para fora do círculo uma pedrinha de um adversário. Enquanto todos os jogadores não ficarem de mãos vazias, as pedrinhas permanecem onde caíram. A essa altura, as pedrinhas que estão fora do círculo são eliminadas e cada jogador recolhe as suas pedrinhas que caíram dentro do círculo. Quem não tiver mais pedrinha é eliminado. Quem tiver apenas uma pedrinha, deve coloca-la no círculo e também é eliminado. Os outros jogadores colocam cada um uma pedrinha no círculo e continuam o jogo. Ganha quem permanecer por mais tempo no jogo.

Yangolay (Paquistão)
Duas equipes, de seis a oito jogadores cada uma, vão para dois lugares diferentes de uma casa, para que não sejam vistas pela equipe adversária. Cada equipe escolhe o seu capitão. Cada capitão coloca os seus jogadores em fila. Os dois capitães, alternadamente, falam qual é, segundo eles, o nome do primeiro jogador da fila adversária. Se adivinharem, o adversário vai para o campo da outra equipe e fica a alguns passos de distância da fila. Se errarem, quando será a vez deles, terão que adivinhar, dando o nome de um outro jogador. Após ter adivinhado quem era o primeiro jogador da fila adversária, os capitães terão que adivinhar o nome do segundo jogador (que passou a ser o primeiro da fila), e assim por diante. Ganha a equipe que conseguir primeiro levar para o seu campo todos os jogadores da equipe adversária.

Çember ile yürüme (Turquia)
Costuram-se as duas extremidades de uma faixa de tecido de cinco ou seis metros de comprimento por um metro de largura, formando um único grande anel. Os jogadores da primeira equipe (no mínimo cinco e no máximo sete) colocam o anel em posição vertical e se sentam dentro dele, mantendo os pés em cima do anel e erguendo-o acima de suas cabeças. As outras equipes farão o mesmo. Ao sinal de largada, os jogadores, coordenando bem seus movimentos, vão para a frente, fazendo passar o anel de tecido, em sentido anti-horário, embaixo de seus pés e por cima de suas cabeças, até alcançar a linha de chegada. Ganha a equipe que for mais rápida.


SE PREFERIR, FAÇA O DOWNLOAD DESTE TEXTO EM FORMATO PDF, PELO SITE GOOGLE DRIVE. CLIQUE AQUI.

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Frases missionárias do pastor Josemar Bessa


Fique atento. A maior parte das oportunidades que Deus coloca diante de nós não parecem oportunidades, mas obstáculos.

Graça soberana é a única esperança do evangelismo - não o obstáculo.


Faça "fofoca positiva" diariamente. Fale da vida de Cristo para o maior número de pessoas possível.


É trágico segurar uma luz para os outros e ainda andar nas trevas. Falar a verdade não basta, temos que andar nela.


Missão bíblica não é ambição para fazer a diferença, mas a de viver para a glória de Deus!


Se você é um cristão, você nunca estará em um lugar que não seja um campo missionário.


Se nossa evangelização é convidar homens a pedir para Cristo fazer alguma coisa, perdemos totalmente o ponto. O Evangelho é o anúncio do que Ele já fez!


Jamais esvazie a teologia para encher a igreja!


Evangelismo é o culto que não acabou na noite de domingo!


Lembre-se, o Evangelho é para exportação, não apenas para o consumo interno.


Não somos cidadãos do mundo tentando chegar ao céu. Somos cidadãos de céu fazendo a Verdade chegar ao mundo.


Deus usou um erudito (Paulo) e um pescador (Pedro) para mudar o mundo. A missão é para todos os que Deus eficazmente chamou!


É muito melhor testemunhar à tua família enquanto eles estão vivos do que ir ao funeral deles e fingir que eles foram salvos.


Testemunho não é 'olhe para mim.' É 'olhe para Ele.'


Se tua maior alegria for conhecer Cristo, a segunda maior será fazê-lo conhecido.


Você deve estar escondido em Cristo, mas Cristo não deve estar escondido em você.


Enquanto houver alguma "moeda" de Deus perdida aqui, Ele não apagará a vela e encerrará a história.


Não estando pronto para ser criticado e maltratado por sua obediência a Deus, você não está pronto para ser usado por Ele.


Há lugares no mundo que não foram alcançados pelo evangelho... há lugares no seu coração também.


O nível mais alto de egoísmo é conhecer Jesus e não falar dele pra ninguém.


Visite o site do autor: http://www.josemarbessa.com/

sábado, 26 de maio de 2018

Técnicas de captação de recursos em e-book gratuito


A organização cristã Tearfund, especializada em ações sociais, elaborou um Guia de Captação de Recursos, focado em organizações assistenciais (Ongs) e missionárias diversas.
Todas as organizações do Terceiro Setor, independente de seu estágio de desenvolvimento, se deparam em algum momento com a necessidade de Captar Recursos. Mas tão logo surge a necessidade, surge também a questão de como fazê-lo de forma eficaz. No guia sobre Captações de Recursos você encontrará formas práticas de como fomentar os recursos a serem investidos em sua Organização.

Para baixar o Guia (80 páginas, formato pdf), CLIQUE AQUI.

domingo, 20 de maio de 2018

Três e-books de frases para sua edificação, e para você utilizar como ferramentas evangelísticas


Há algum tempo Deus nos concedeu a ideia de criarmos pequenos e-books de frases, com o objetivo de, além de trazer conhecimento, sabedoria e edificação aos leitores, servir como ferramenta de evangelização. A ideia foi apresentar, ao final dos livrinhos, as assim chamadas 4 Leis Espirituais, famoso texto evangelístico de Bill Bright (fundador da Cruzada Estudantil e Profissional para Cristo, atualmente CRU Cruzade). O mesmo é reconhecido por oferecer uma concisa e clara apresentação do evangelho e da situação do homem diante de Deus.
Assim, publicamos os volumes 100 Frases de C. S. Lewis, 100 Frases de Liev Tolstoi, e ainda Frases UP! 250 Frases para iluminar e motivar o seu dia (autores diversos).
Os livros, que possuem entre 43 e 55 páginas e estão em formato PDF, não são caracterizados como "livros evangélicos", até mesmo para facilitar a aceitação inicial do leitor não-cristão. 
Assim, convidamos todos vocês a, além de usufruírem da leitura gratuita, COMPARTILHAREM estes livrinhos entre seus contatos, grupos de Whatsapp e Facebook, e como mais desejarem.




Frases UP! 250 Frases para motivar e iluminar o seu dia - Este e-book reúne uma coleção de frases coligidas de épocas e autores os mais diversos, no objetivo de formar um breve compêndio de sabedoria para iluminar e motivar o seu dia a dia e a sua vida.
Mas o que é, em breves termos, “motivação”? Podemos entender motivação como o conjunto de forças internas que mobilizarão o indivíduo para atingir um dado objetivo como resposta a um estado de necessidade, carência ou desequilíbrio.
A palavra motivação vem do latim movere, que significa “mover”. A motivação é, então, aquilo que é susceptível de mover o indivíduo, de levá-lo a agir para atingir algo (o objetivo), e de lhe produzir um comportamento orientado.
Esperamos que você tenha uma boa leitura, e possa compartilhar esta pequena seleta e suas cápsulas de sabedoria com seus amigos!
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100 FRASES DE C. S LEWIS - O escritor Clive Staples Lewis nasceu em 1898 em Belfast, na Irlanda do Norte (Reino Unido).  Multitarefas, Lewis foi professor universitário, escritor, romancista, poeta, crítico literário, ensaísta e apologista cristão britânico, após abandonar o ateísmo, influenciado por seu amigo, o igualmente famoso J. R. R. Tolkien (de O Senhor dos Anéis). Lewis é reconhecido e estimado em todo o mundo, seja por sua série ficcional As Crônicas de Nárnia, seja por seus escritos que reúnem com rara argúcia e beleza de estilo temas metafísicos, filosóficos e religiosos. Sua obra literária abarca 38 livros, dos quais diversos já foram traduzidos para a língua portuguesa.
Reunimos aqui uma seleção de frases para iluminar sua jornada, amigo(a) leitor(a). De educação à religião, de ética à literatura, de felicidade à dor, passando por temas os mais diversos, a sabedoria de um dos maiores autores do século XX aqui se faz presente, em pequenas doses, cápsulas para o seu dia-a-dia.
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100 FRASES DE LIEV TOLSTOI - O romancista russo Liev (também dito Lev, Leon, Leão) Tolstoi nasceu em 1828, na pequena vila de Yasnaya Polyana.
Para além de sua obra literária que se configura como uma das maiores já criadas, Tolstoi ganhou fama como pacifista e pensador. Suas ideias, que versam do anarquismo ao vegetarianismo, iam de encontro ao status quo vigente, mesmo entre instituições cristãs, algumas das quais ele denunciava como não vivendo o verdadeiro cristianismo, conforme pregado por Cristo no Sermão da Montanha (Mateus caps. 5 a 7).
Reunimos aqui trechos de reflexão que abarcam temas os mais diversos. A sabedoria de um dos maiores autores da humanidade é aqui apresentada, num e-book de leitura breve e edificante.
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segunda-feira, 14 de maio de 2018

Don Richardson: Zelo paulino pelos povos não-alcançados


É difícil esperar que a igreja manifeste um zelo paulino por todos os povos ainda não-abençoados, se nós mesmos fracassarmos em infundir na igreja as perspectivas históricas que incentivaram o próprio Paulo a esse elevado nível de zelo. Para usar um exemplo correspondente, os físicos que trabalham com as propriedades da energia física nos contam que nenhuma partícula atômica pode ser acelerada até alcançar altas taxas de energia a não ser que: (1) seja uma partícula carregada desde o início; (2) seja envolvida por um campo magnético poderoso; e (3) essa partícula seja movida pelo campo magnético ao longo de um túnel muito comprido, o "acelerador".
Por analogia, primeiro precisamos nos tornar “partículas carregadas” mediante nossa conversão individual a Jesus Cristo. A seguir, é necessário que sejamos envolvidos por um campo magnético circunjacente - o poder do Espírito Santo permeando o Corpo de Cristo. Depois, esse campo magnético deve nos mover ao longo de um túnel bem comprido - o propósito de 4.000 anos de Deus na história - o qual é definido por uma única coisa - a aliança abrâmica. Porém, a importância dessa aliança jamais pode ser enfatizada em excesso. Sentir-se ligado a esse objetivo de 4.000 anos de Deus é tornar-se um indivíduo profundamente “carregado”. Não se pode imaginar um estímulo mais forte do que esse, no sentido de motivá-lo a buscar o cumprimento do plano de Deus para o mundo.
Sugerir que Deus não está mais interessado em cumprir suas duas antigas promessas a Abraão seria supor também que a mente divina mudou - Ele de alguma forma esqueceu que estava ligado por juramento, obrigado a cumprir essas duas promessas anteriormente feitas.
Lembre-se da resposta da Epístola aos Hebreus: “É impossível que Deus minta” (ou esqueça 6.18).
É isto então que quero dizer com a “conexão de 4.000 anos”.
Ver-se como um instrumento no propósito de 4.000 anos de Deus, a fim de conceder bênçãos a todos os povos, é livrar-se imediatamente de todos os sentimentos de insignificância, indecisão e falta de objetivo. Essa imensa perspectiva histórica, mediante o campo magnético espiritual nela infundido, começa na mesma hora a acelerar-nos em direção ao maior destino que qualquer ser finito pode desejar.
Certifique-se primeiro de que você é uma partícula carregada - um crente sincero em Jesus Cristo. Caso contrário, o campo magnético e o acelerador não terão qualquer efeito sobre você. Eles simplesmente o deixarão onde está.
Milhões de cristãos ouviram milhares de pregadores transmitirem inúmeros sermões baseados nos cânticos sublimes do Apocalipse, os quais foram cantados por entes celestiais, a fim de celebrar n grande reunião dos remidos no céu. Você encontrará isso registrado no livro do Apocalipse de João, o último livro da Bíblia. Mas bem poucos desses pregadores ou de seus ouvintes parecem ter compreendido o que João queria realmente nos dizer ao citar, por exemplo, os 24 anciãos entoando um desses cânticos: “Digno és (O Cordeiro do Deus)... porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação, e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e reinarão sobre a terra" (Ap 5.9-10, grifo acrescentado).
O que João estava realmente nos comunicando quando descreveu sua visão esplendorosa de “grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro” (Ap 7.9)?
Do mesmo modo, quando um anjo lhe disse: “É necessário que ainda profetizes a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis” (Ap 10.11), qual o significado que você percebe?
O que vem à sua mente quando, em Apocalipse 11.9, ele declara que “muitos dentre os povos, as tribos, as línguas e as nações” irão contemplar o milagre das duas testemunhas? E quando afirma que a besta (o anticristo) recebeu autoridade temporária para exercer domínio sobre cada tribo, povo, língua e nação (veja Ap 13.7)?
O que se destaca em sua descrição de outro anjo que proclama o "evangelho eterno...a cada nação, e tribo, e língua e povo” (Ap 14.6)?
Certamente, João não está descrevendo apenas a consumação da história, mas o cumprimento final do propósito específico de Deus na história, ou seja, abençoar todos os povos da terra através do Descendente de Abraão - Jesus Cristo! João poderia ter descrito com a mesma facilidade as cenas mencionadas mediante um único substantivo grego para designar a humanidade. Em vez disso, ele explora todo o vocabulário da língua grega, reunindo todos os substantivos disponíveis, a fim de indicar os tipos de subdivisões étnicas da humanidade que foram os alvos originais da “bênção” abrâmica, ordenados por Deus.
Em outras palavras, João está nos dizendo, mediante tais profecias, que Deus irá manter seu antigo propósito até o fim – quando ficará livre da obrigação que impôs sobre si mesmo com aquele juramento feito no passado. Pois essa é a "imutabilidade do seu propósito”!

Don Richardson
Trecho do livro O Fator Melquisedeque (São Paulo: Vida Nova, 1995).


terça-feira, 8 de maio de 2018

PAZ PARA OS RODOVIÁRIOS - Baixe e imprima um folheto evangelístico para evangelizar rodoviários


Há mais de dez anos atrás, trabalhei numa empresa de ônibus, onde havia um grupo de rodoviários evangélicos que reuniam-se para um culto semanal, e ainda para evangelizar. Naquele humilde mover de Deus, que foi muito importante para meu crescimento como ser humano e como cristão, elaboramos uma mensagem evangelística, simples, que à época fazíamos circular xerocada em meia folha A4.
Hoje, recuperando essa mensagem entre meus arquivos, achei por bem transformá-la em um folheto, com tratamento profissional, de forma que tal singela mensagem possa ser utilizada por muitos outros irmãos rodoviários para evangelizar seus companheiros, em qualquer lugar do Brasil. E mesmo se você não é rodoviário, pode imprimir e evangelizar motoristas, cobradores, fiscais e quaisquer outros rodoviários que você conheça ou que venha a encontrar. Trata-se de uma classe muito sofrida, onde deixei muitos, mas muitos amigos mesmo, e que, assim como os membros de qualquer outra profissão, precisam desesperadamente de Cristo. Não deixe este recurso passar em vão. Baixe e imprima quantos quiser. Cada folha A4 (a ser impressa em frente e verso) contém dois folhetos. E mais: VOCÊ É LIVRE PARA LEVAR TAL ARQUIVO A UMA GRÁFICA E IMPRIMIR O FOLHETO EM GRANDES QUANTIDADES PARA DISTRIBUIÇÃO, CONTANTO QUE NÃO VENHA A VENDER O MATERIAL.

Para baixar o arquivo (em pdf) do folheto COLORIDO, CLIQUE AQUI.
Para baixar o arquivo (em pdf) do folheto em TONS DE CINZA (ideal para imprimir em preto e branco apenas) CLIQUE AQUI.

LEIA AQUI A MENSAGEM:
Amigo rodoviário, a nossa vida não é fácil. Trabalhamos de domingo a domingo, com direito a somente uma folga semanal, e às vezes somos obrigados a fazer hora extra, não importa o quanto estejamos cansados. E muitos ainda precisam trabalhar dois turnos seguidos, pois o salário não dá para cobrir as despesas. Estamos sujeitos ao estresse do trânsito, e àquele decorrente de ter de lidar com o público. E há ainda a cobrança dos patrões e as perdas que a categoria sofre ano após ano. Cansados, muitos buscam alívio nas drogas, na bebida, nas mulheres...
Mas tudo o que fazemos traz uma consequência, seja boa ou ruim, conforme o que nós plantamos: As bebidas e as drogas minam nosso dinheiro, nossa saúde e nossa razão, e sem percebermos, terminam por nos escravizar, nos levando a cometer atos dos quais depois nos arrependemos. E o envolvimento com mulheres, principalmente para aqueles que são casados, por fim traz algo que estamos cansados de ver: A DESTRUIÇÃO DA FAMÍLIA. 
Sofrem também as companheiras rodoviárias, sejam motoristas, cobradoras ou de outros cargos, que têm que se desdobrar para fazer o serviço de donas de casa e ainda trabalhar fora; tendo muitas vezes que aturar o assédio dos homens, sejam passageiros ou mesmo companheiros de trabalho. E ainda sofrem preconceito pelo trabalho que realizam! Tudo isso gera um grande desgaste físico e emocional.
Talvez você passe por algum desses problemas: muito estresse, um cansaço que não passa, bebendo cada vez mais, sendo usuário de tóxicos, viciado em jogos ou envolvido com mulheres da rua... Isso é mesmo o melhor da vida? Não seria maravilhoso mudar este quadro? Amigo, há alguém que te livra do estresse, e te dá uma paz tão grande que te manterá tranquilo e feliz o dia inteiro. Há alguém que te faz deixar as drogas e a bebida; há alguém que pode te livrar do adultério, e que é poderoso para RECONSTRUIR A SUA FAMÍLIA. Esse alguém é JESUS. Ele diz: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue nunca andará em trevas, mas terá a luz da vida” (João 8:12).
Esta mensagem chegou até suas mãos para que você saiba que ainda há esperança, que a sua vida pode e deve ser muito melhor! Muitos dos que são rodoviários cristãos, foram um dia resgatados da depressão, do adultério, da bebida, das drogas, do vício em jogos, das brigas e do estresse, de estarem sempre prontos a explodir... Pois Jesus veio e nos socorreu. Restituiu nossas famílias (ou nos deu uma família conforme o Seu coração), apagou grandes mágoas de nossos corações, trouxe cura e abriu portas para coisas com que há muito sonhávamos, mas sempre fugiam de nosso alcance. Ele quer fazer o mesmo por você e por sua família. Pois a Bíblia diz: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e a tua casa” (Atos16:31).
 AMIGO, chega de dor, chega de bater e apanhar do mundo! Busque a Jesus! Fale com Ele em oração, assim como quem conversa com um amigo: “Senhor Jesus, sei que tenho errado, e tenho feito o que não lhe agrada. Mesmo sem querer, tenho prejudicado a mim e a outros. Mas estou cansado desta vida de erros, e de meus problemas que nunca mudam. Entre na minha vida e a transforme, Senhor! Eu quero a paz e a salvação que o Senhor veio trazer aos homens.”
Jesus diz que “aquele que vier a mim, de maneira nenhuma o lançarei fora” (João 6:37). Passe a ler a Bíblia, e a visitar uma igreja evangélica. Vá naquela onde você se sentir bem. Comece a falar com Jesus todos os dias em oração. Entregue sua vida nas mãos dEle, que é o Fiel Pastor, o Amigo que NUNCA te trairá. Há alguns evangélicos aí em sua empresa: converse com eles, alguns estarão prontos a te ajudar, e a orar por você.

E se você, amigo, está afastado dos caminhos do Senhor, este humilde folheto é a Carta que Ele lhe envia, convocando-lhe para voltar ao Único Caminho. Ele busca por você e quer apagar toda a mágoa do seu coração, e restituir cem vezes mais os anos que o gafanhoto devorou. O fim vem; não despreze mais o Seu*chamado.                                                                                 
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A edição do folheto foi feita pela excelente profissional (e nossa irmã em Cristo) Luciana Soares, de quem recomendamos os serviços. Conheça mais do trabalho de Luciana: https://lucianavieira.wixsite.com/portfolio 

sábado, 5 de maio de 2018

Terminologias Missionárias


A AMTB (Associação de Missões Transculturais Brasileira) reuniu há algum tempo especialistas brasileiros em missiologia para normatizar ou padronizar 12 termos da missiologia em nossa língua. O objetivo é facilitar os estudos, a comunicação e a reflexão missiológica. Você pode ler online ou baixar o arquivo com os termos AQUI.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

O que você pode fazer para preparar uma criança para servir em um campo missionário no futuro?



O que você pode fazer para preparar uma criança para servir em um campo missionário no futuro? Muito! Pode começar ensinando que ela deve:

Saber ....................... que você está salvo.
Dedicar .................... sua vida ao Senhor, em qualquer momento, lugar ou coisa.
Estudar .................... a Bíblia todos os dias.
Orar ........................... pelos os missionários (2 Coríntios 1:11).
Conhecer ................ os missionários quando possível.
Alcançar .................. ao perdido agora.
Descobrir ............... o que os missionários fazem.
Amar ........................ as pessoas, especialmente as que são difíceis.
Aprender ............... sobre pessoas de países estrangeiros.
Cozinhar ................ refeições de outros países.
Servir ...................... aos outros.
Confiar ................... que Deus irá cuidar de suas necessidades.
Ler ........................... histórias missionárias.
Escrever ................ e enviar cartas para missionários.
Ouvir ...................... cada vez que você puder a palavra de Deus.
Obedecer .............. o que Deus diz.
Planejar ................ ir para uma faculdade ou seminário cristão.
Exercitar-se ......... coma bem e seja saudável. 
Dar ........................ dinheiro para um missionário.
Pedir ..................... para os cristãos orarem por você.
Falar ..................... em público quando você tiver a oportunidade.
Convidar ............ a outros a participar da igreja.
Usar ..................... os talentos que Deus lhe deu.
Concluir ............. o que você começar.

Você, professor, poderá escolher uma ou mais dessas atividades e executá-las em sua classe ou grupo.
Por exemplo:
APRENDER: Uma criança pode aprender sobre um determinado país e depois apresentar o que aprendeu à classe. Depois a classe pode orar por aquele país.
SERVIR: Sua classe pode escolher um projeto para servir. Pode ser a limpeza do templo ou podem ir à casa de uma pessoa idosa, limpar seu jardim ou quintal.

Traduzido do espanhol a partir do excelente manual MISIONES PARA NIÑOS - Una carpeta práctica y dinámica de lecciones y actividades misioneras para niños, do ministério Manos Equipando Manos
Você pode baixar o manual CLICANDO AQUI.
E poderá baixar dezenas de outros recursos sobre Missões (em espanhol) no site da Sociedad Internacional Misionera, AQUI.





sexta-feira, 27 de abril de 2018

O perigo de uma Igreja sem lágrimas


Morris Chalfant

Numa manhã, bem cedinho, A.B.Simpson foi surpreendido no seu devocional, com seus braços abraçando um globo terrestre, e sobre ele derramando as suas lágrimas enquanto orava por um mundo perdido.

Milhares e milhares de almas diariamente,
Passam à eternidade, uma a uma,
Imersos em culpa e trevas sem Cristo.
O que é que tu vais dizer, ó Igreja de Cristo,
Quando chegar o terrível dia do juízo,
E fores acusada da sua condenação?

Parte indispensável de um evangelismo eficaz é aquele impulso espiritual que chamamos “peso” ou “encargo”. É uma sensibilidade da alma para com os perdidos, uma atitude de quebrantamento, um coração despedaçado pelo destino dos impenitentes.
Há uma grande necessidade na Igreja por um avivamento de lágrimas. Quando sentirmos um encargo pelos homens e mulheres perdidos profundo suficiente para nos fazer chorar por seu estado, começaremos a vê-los chegar a Jesus. Jeremias expressou um sentimento semelhante nesta passagem conhecida: “Ah, se a minha cabeça fosse uma fonte de água e os meus olhos um manancial de lágrimas, eu choraria noite e dia pelos mortos do meu povo!” (Jr 9.1).

À luz da alegria que há em Jesus, essas afirmações podem parecer surpreendentes. A Bíblia nos diz que: “A alegria do Senhor é a nossa força” (Ne 8.10). A canção dos anjos foi: “Eis que vos trago novas de grande alegria” (Lc 2.10). “E houve grande alegria naquela cidade” é o registro das emoções que resultaram do grande avivamento em Samaria (At 8.8).

Por que, então, a igreja precisa de um “avivamento de lágrimas”? Por que motivo a oração patética de Jeremias? É porque as lágrimas sempre precedem e são pré-requisito para a alegria. O peso vem antes da bênção. As lágrimas antecipam o triunfo. Os gemidos vão adiante da glória. “O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã” (Sl 30.5).

Ministério Sem Lágrimas

Uma dos principais causas de termos igrejas estéreis e congregações sem alegria é o fato de termos ministério sem lágrimas. (Pode até haver contentamento e frivolidade quando não há a verdadeira alegria celestial.) Quando Sião sofreu as dores do trabalho de parto, logo deu à luz seus filhos (Is 66.8). Paulo serviu a Deus com muitas lágrimas a fim de que Cristo fosse formado em multidões de vidas humanas. Enquanto não experimentarmos um surto de tristeza santa pelas almas, nosso esforço para trazer o verdadeiro avivamento será em vão. Já tentamos muitas coisas boas; temos nos desgastado para melhorar nossa organização e para produzir zelo sacrifical; mas ainda não vimos o derramar do Espírito Santo pelo qual tanto esperamos. Precisamos de lágrimas!

Quando Neemias recebeu a ordem de Deus para reconstruir os muros da cidade santa, ele testificou: “Tendo eu ouvido estas palavras… assentei-me e chorei” (Ne 1.4). Por que ele chorou? Será que foi porque captou uma visão das ruas da cidade arruinada, cheias de cadáveres? Será que foi porque temia pela sua própria vida, constantemente ameaçada pelos inimigos? Não! Ele viu a terrível apostasia do povo de Deus – e nos deu a chave para o avivamento: “Assentei-me e chorei”.

Quando Alexander Maclaren foi convidado para ocupar o púlpito de uma grande igreja batista em Manchester, Inglaterra, ele se reuniu com os seus diáconos e disse: “Cavalheiros, precisamos acertar uma coisa antes de eu assumir essa posição. Vocês querem a minha cabeça ou os meus pés? Vocês podem ter ou uma ou os outros, mas não podem ter os dois. Eu posso ir por aí fazendo isto ou aquilo e tomando chá, se é o que vocês querem; mas não esperem que eu lhes traga algo que possa sacudir esta cidade”.

Deus não chama homens para o púlpito a fim de serem pau para toda obra, entregando recadinhos. Ele os chama para se prostrarem rosto em terra diante de sua presença. Os diáconos do Dr.Maclaren entenderam a mensagem; mas quem é que se prostra rosto em terra diante de Deus hoje em dia?

Paulo afirma que “noite e dia não cessei de admoestar, com lágrimas, a cada um!” (At 20.31). Ele declara em outro lugar que procurava preencher o que restava das aflições de Cristo (Cl 1.24). Admitiu até que aceitaria o inferno, se dessa maneira pudesse ganhar a sua nação de Israel para Deus. Moisés preferia antes ser riscado do livro de Deus do que ver Israel castigado e condenado.

Aquele que, com coração partido, chora com freqüência, não apostatará. Aquele que derrama as suas lágrimas em oração e estudo bíblico nunca se tornará fanático. Aquele que sai, com coração sangrando, para semear a preciosa semente do evangelho, tem a certeza de que colherá almas para Deus. Aquele que geme com agonia de alma pelas almas dos outros dará à luz filhos espirituais.

Quem Está Chorando Hoje?

Hudson Taylor, fundador da China Inland Mission (Missão Interna da China), conta que quando era estudante universitário, ficou encarregado de cuidar de um homem com um pé gangrenado. Era sua obrigação fazer o curativo no pé do homem todos os dias. Logo ficou sabendo que o seu paciente não era cristão, e que não entrava numa igreja há mais de quarenta anos. Era tão grande o seu ódio pela religião que se recusou a entrar na igreja por ocasião do enterro da sua esposa.

O jovem Hudson decidiu falar a esse homem a respeito da sua alma cada vez que o visitasse. O homem o xingava e não permitia que ele orasse. O estudante persistiu em lhe apresentar Cristo até um dia em que disse para si mesmo: “É inútil”, e levantou-se para sair do quarto.

Quando chegou à porta, Hudson se voltou e viu o homem olhando para ele como se dissesse: “Como assim, você vai embora hoje sem me falar a respeito de Cristo?” Nisso, o jovem prorrompeu em lágrimas e, voltando para perto da cama, disse: “Quer o senhor queira, quer não, eu preciso liberar a minha alma. Permite que eu ore com o senhor?” O homem assentiu, começou a chorar e se converteu.

O testemunho de Hudson Taylor sobre essa experiência foi: “Deus quebrou o meu coração a fim de poder, por meu intermédio, quebrar o coração daquele homem ímpio”.

Peça agora ao Espírito Santo que lhe dê um coração sensível, e que faça dos seus olhos uma fonte de lágrimas, a fim de que possa, com a compaixão de Cristo, buscar os que estão perdidos e próximos à morte.

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