sexta-feira, 21 de abril de 2017

Dinâmica/atividade missionária: Parceiros de Oração


Parceiros de Oração

Materiais: Mapas de diversos países.
Número de participantes: De quatro em diante.
Objetivos: Promover a intercessão específica por países fechados ao Evangelho; incentivar a oração em conjunto e coordenada; incentivar o conhecimento sobre a realidade de países-alvo.

Reunir mapas de países onde é pequena a presença cristã (p.ex., Arábia Saudita, Irã, Japão, Argélia etc.). Cortar tais mapas individuais em duas ou três partes, e colocar dentro de um saco.
Após isso, solicitar aos participantes que apanhem, aleatoriamente, um pedaço cada um. Quando todos os pedaços tiverem sido apanhados, cada pessoa deverá procurar seu par (ou pares, no caso de três pedaços) com a parte do mapa correspondente. Certifique-se de que o número de pedaços, quando unidos, correspondam exatamente ao número de pessoas participantes, para que ninguém fique sem seu ‘par’.
Completados os mapas, cada grupo fará uma oração específica e em voz alta sobre seu país correspondente, e se comprometerá a orar durante uma semana especificamente sobre o país (podem orar individualmente em suas casas ou pode-se marcar um momento para oração em conjunto, o que aumentará em muito a eficácia desta iniciativa).
É interessante que o líder pesquise e, logo após os grupos estarem com seus mapas completos e antes das orações, compartilhe informações específicas sobre a realidade de cada um dos países participantes. Uma outra sugestão é que cada grupo se comprometa a pesquisar sobre o país, para favorecer suas orações específicas, e tais informações podem ainda ser compartilhadas com todo o grupo, quando de um novo encontro.


Sammis Reachers

Este texto pode ser compartilhado livremente, em qualquer meio, sem necessidade de autorização.

sábado, 15 de abril de 2017

Curso Básico de Missões e Evangelismo Gratuito


Curso Missões e Evangelismo Gratuito - O Curso Missões e Evangelismo é um curso gratuito e online, em nível básico, oferecido por CPO Brasil. 
O acesso ao curso é livre após cadastro, mas caso o aluno, ao fim do curso, queira receber o certificado de conclusão, paga uma pequena taxa. 

Para maiores informações, acesse: 


domingo, 9 de abril de 2017

Jonathan Goforth, missionário e herói da fé



Jonathan Goforth  serviu tão fielmente no campo missionário como também com um zelo imenso para agradar ao seu Salvador. Deus usou este homem, que estava disposto a pôr tudo o que tinha aos pés de Cristo, entregando-se totalmente a Cristo. Milhões de pessoas foram alcançadas com o Evangelho por meio do seu ministério. O nome de Deus era magnificado em todo o Oriente, porque Goforth entendeu o mandato que é dado a todos os cristãos e nada houve que o impedisse de cumprir a sua missão.

Muito contentes com o que Deus estava fazendo nas suas vidas, Goforth e a sua família embarcaram para Honan, que é uma província da China, onde haveriam de começar o seu ministério missionário. Nos anos seguintes à sua chegada à China tiveram muitas aflições e provas. Jonathan e a sua esposa Rosalind, adoeceram devido às suas muitas enfermidades. Por fim, cinco dos seus onze filhos morreram, sendo ainda crianças. Muitas das suas posses foram perdidas em incêndios, dilúvios e roubos. Mas apesar de tudo isto, Jonathan Goforth e a esposa nunca perderam a sua visão para com os perdidos sem Cristo.

Em 1900, a sua estratégia de missões mudou completamente. Jonathan Goforth tinha o desejo de viver num sítio durante um mês e evangelizar esse sítio massivamente. Diariamente ele e os seus cooperadores viajavam para as povoações ao redor e nas ruas evangelizavam e paralelamente a sua esposa ensinava todas as mulheres do povo dessas povoaçãoes. Durante as noites todos se reuniam para campanhas evangelísticas. Quando terminavam esse mês, um cristão maduro ficava na povoação para continuar ensinando e edificando os que tinham confiado em Cristo durante as campanhas evangelísticas.

A ideia de viajar por toda a Ásia preocupou a sua esposa Rosalind. Esta tinha medo de todas as enfermidades a que ela e os seus filhos poderiam ser expostos regularmente. E antes dela regressar para o Canáda com os seus filhos, ela escreveu uma carta ao seu marido Jonathan, “Suponhamos que eu fui contagiada por uma enfermidade incurável aqui, no Canadá, na nossa terra e eu tinha apenas algumas meses de vida, se te pedisse para vires junto de mim, virias?” Ele respondeu-lhe, “Suponhamos que o nosso país estava em guerra com outro país e eu era um oficial muito importante. Muito dependia da minha liderança, se íamos ter uma vitória ou ser derrotados. Poderia eu, como líder, permitir que deixasse a minha responsabilidade para responder a uma chamada da minha família, na minha terra?” Ela, depois disto, apenas podia responder “não.” Deus usa homens e mulheres que estejam dispostos, sem condições, a entregar-se totalmente ao Seu serviço. Todos aqueles que querem levar o Evangelho a um mundo perdido e de morte estão expostos aos dardos do diabo. Aqueles que enfrentam essas provas e dificuldades e seguem adiante são os que verdadeiramente fazem a diferença neste mundo. Jonathan Goforth, missionário e evangelista na China, na Manchúria e na Coreia, é um exemplo do que Deus pode e faz por meio de um servo que está entregue completamente ao Senhor.

Nascido neste dia, 10 de fevereiro 1859, Jonathan Goforth, foi um missionário canadense, presbiteriano, na China, conjuntamente com a sua esposa Rosalind Goforth, de 1888 a 1934. Durante a Rebelião Boxer de 1900, ele e a sua família foram milagrosamente salvos da morte e conseguiram escapar. Quando depois regressaram à missão, Deus usou-os poderosamente no evangelismo e no avivamento espiritual da China.
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Fontes Utilizadas:
Vários “Sítios” e enciclopédias na Internet e ainda algumas obras em papel.
Respigado daqui e dali.

Carlos António da Rocha

segunda-feira, 3 de abril de 2017

O Evangelho do Reino e o alcance das nações

Quando pensamos nas Nações dois textos bíblicos precisam ser destacados:
  • Mateus 24:14, onde está escrito: “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim.”
  • Apocalipse 5:9, onde encontramos o seguinte registro bíblico: “e entoavam novo cântico, dizendo: “Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação”
Estes textos nos mostram a importância da pregação e do conteúdo do evangelho, dentro de um contexto mundial.
Neste culto de Clamor pelas Nações quero compartilhar com os irmãos sobre o evangelho do reino, seu testemunho e o seu alcance perante as nações.
O evangelho do Reino
Jesus destacou que o evangelho a ser pregado às nações é o evangelho do reino: “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo” (Mt 24:14a).
E o que a Bíblia chama de “evangelho do reino”?
  1. É o evangelho que Jesus pregava: “Percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda a sorte de doenças e enfermidades entre o povo.” (Mt 4:23)
  1. É o evangelho que anuncia a graça de Deus: “desde o dia que ouvistes e entendestes a graça de Deus na verdade” (Cl 1:3-7)
  1. É o evangelho que traz salvação através da justiça de Deus em Cristo: “Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego; visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: o justo viverá pela fé.” (Rm 1:16,17)
  1. É o evangelho que não abre mão do arrependimento dos pecadores: “Então, lhes abriu o entendimento para compreenderem as Escrituras; e lhes disse: Assim está escrito que o Cristo havia de padecer e ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia e que em seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações, começando por Jerusalém.” (Lc 24:45-47)
Portanto, quando clamamos pelas nações, clamamos pela salvação de milhares de povos, a qual só será possível mediante o anúncio do evangelho do reino, graça, justiça e salvação de Deus mediante a pregação que leva o arrependimento dos pecadores, em nome de Jesus Cristo.
O evangelho do reino como testemunho para as nações
Jesus disse que o evangelho do reino servirá de testemunho para todas as nações.
Mas o que Jesus quis dizer com “testemunho para todas as nações”? Testemunho do quê e para quê?
  1. Testemunho do reino de Deus entre os homens: “Daí por diante, passou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus.” (Mt 4:17)
  1. Testemunho da salvação única e exclusiva em Jesus: “Este Jesus é a pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular. E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos.” (At 4:11,12)
  1. Testemunho do Senhorio de Jesus Cristo: “Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai.” (Fp 2:9-11)
  1. Testemunho da justiça de Deus: “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte.” (Rm 8:1,2)
  1. Testemunho do iminente juízo de Deus: “e como, deixando os ídolos, vos convertestes a Deus, para servirdes o Deus vivo e verdadeiro e para aguardardes dos céus o seu Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos, Jesus, que nos livra da ira futura.” (1 Ts 1:10)
  1. Testemunho da restauração da glória perdida: “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus. Por essa razão, o mundo não nos conhece, porquanto não o conheceu a ele mesmo. Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é. E a si mesmo se purifica todo o que nele tem esta esperança, assim como ele é puro.” (1 Jo 3:1-3)
Então, clamar pelas nações é clamar para que o evangelho chegue a elas como proclamação e testemunho de que o reino de Deus está entre os homens, através da Presença e Senhorio de Jesus Cristo, salvação e esperança para os que crerem e juízo para os que rejeitarem à mensagem do evangelho.
O Alcance do evangelho do reino
O texto de Apocalipse 5:9 nos diz: “porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação”.
Sem dúvida alguma estamos falando do evangelho cuja base está no sacrifício de Cristo, cujo alcance é mundial, sem qualquer tipo de discriminação.
Então, no que depender de Deus todos podem ser salvos, como o apóstolo Paulo escreveu: “o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade.” (1 Tm 2:4)
Mais da metade da população mundial ainda não tem um testemunho efetivo de Cristo, o que significa mais de três bilhões de pessoas.
Mas, por que, depois de mais de dois mil anos de vida da Igreja, o evangelho ainda não chegou a todos os homens?
A resposta não está do lado de fora dos muros da Igreja, mas dentro dela. Vejamos as colocações do apóstolo Paulo acerca dos judeus que rejeitaram a Cristo em Rm 10:1-4, 9-12 e finalmente 14,15.
O ponto alto da argumentação de Paulo acerca da justiça que procede da fé em Jesus Cristo está nas impossibilidades, tanto para judeus como para gentios, que o texto sugere nos versículos 14 e 15:
“Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão se não há quem pregue? E como pregarão se não forem enviados?” (Rm 10:14,15).
Se pregadores (missionários) não forem enviados, não haverá pregação, se não houver pregação, ninguém ouvirá do evangelho, sem ouvir, ninguém crerá e se não crerem, não invocarão e, portanto, serão condenados.
Portanto, a resposta para por que o evangelho não chegou ainda para mais de três bilhões de pessoas é simples: a Igreja não foi onde deveria ir.
As razões para esta omissão são muitas, mas gostaria de destacar algumas, tomando como base a ordem de Jesus em Mt 28:19,20: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.”
  1. Fazei discípulos
a1) Não fazemos discípulos; apenas evangelizamos.
a2) Discípulos de quem? Normalmente da igreja e não de Cristo.
a3) Discípulos para quê? Para ficar dentro da igreja.
  1. Ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado
b1) Não ensinamos; apenas pregamos, pois cremos que ensinar “esfria”.
b2) O que ensinamos aos novos convertidos?
b3) O que eles têm guardado e compartilhado com outras pessoas?
  1. E eis que estou convosco todos os dias
c1) Queremos a presença de Jesus; desvinculados da sua missão.
c2) Por que Jesus estaria conosco todos os dias?
c3) Seria Jesus uma propriedade da Igreja?
Então, existem mais de três bilhões de pessoas sem conhecer a Jesus Cristo através do evangelho do reino, porque falhamos em não produzir discípulos de Cristo, aptos a cumprir a missão de fazê-lo conhecido dentre os povos e ao invés disto nos fechamos em nossos problemas, dilemas e ambições locais.
Quando clamamos pelas nações, precisamos entender que a proposta do evangelho do reino, cuja base está no sacrifício de Cristo, é de alcance mundial, sem qualquer tipo de discriminação, desde que nos libertemos de nós mesmos e sejamos aquilo que Deus espera: uma igreja missionária até os confins da terra.
Conclusão
Enquanto estamos refletindo nesta mensagem, muitas pessoas partiram para uma eternidade irreversível de sofrimentos e tormentos por não terem tido a oportunidade de conhecer a Jesus Cristo.
A pergunta que devemos nos fazer é: Até quando seremos apenas observadores desta tragédia de alcance mundial, sabendo que Deus nos chamou para anunciarmos a salvação e a vida eterna em Cristo Jesus?
Tenhamos no coração as palavras do apóstolo Paulo: “esforçando-me, deste modo, por pregar o evangelho, não onde Cristo já fora anunciado, para não edificar sobre fundamento alheio; antes, como está escrito: Hão de vê-lo aqueles que não tiveram notícia dele, e compreendê-lo os que nada tinham ouvido a seu respeito.” (Rm 15:20,21)

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