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sábado, 15 de novembro de 2025

Palavras de Encorajamento Para Aqueles que Serviram em Missões

 


Palavras de Encorajamento Para Aqueles que Serviram

 George Verwer (Fundador da Operação Mobilização)


Vida Após

Estou sentado em um trem, de volta para minha casa em Londres depois de uma reunião de igreja em Bristol. Tenho clamado ao Senhor pelas palavras corretas para este artigo, pois desejo ser capaz de ajudar e encorajar aqueles que têm estado fora, no campo missionário, e agora estão de volta em casa, ou preparando-se para isso.

A reentrada, como algumas vezes é nomeada, pode ser um desafio maior do que ir para um campo missionário pela primeira vez! Sete palavras bíblicas desafiadoras vêm à minha mente. Eu gostaria que você pensasse sobre estas palavras e permitisse que elas o lembrassem de grandes temas da Palavra de Deus.

 

Integridade

Uma das maiores palavras no nosso vocabulário é integridade. Ela requer de nós abertura, pureza e realidade, isso significa que não iremos exagerar a respeito do que fizemos ou vimos no campo missionário, isso significa que tomaremos cuidado extra sobre os pecados da língua, bem como em sermos absolutamente honestos e transparentes em relação às finanças.

 

Disciplina

Já foi provado milhares de vezes que graça sem disciplina é igual a desgraça.

Depois de um duro período de experiência missionária que demanda trabalho duro e disciplina é fácil baixarmos nossa guarda nesta área. Fora de uma situação de equipe e estrutura de liderança teremos que mudar a marcha para uma autodisciplina ainda maior. Na busca por fazer isso será fácil cair em falhas na comunicação e fracassar no ajuste de equilíbrio. Você pode namorar alguém que se diz cristão e ainda assim tentar ir pra cama no primeiro encontro ou antes do casamento. Algumas pessoas deixam certas situações missionárias onde há muitas restrições quanto à conduta sexual e quando voltam pra casa onde há um ambiente mais liberal e promíscuo eles facilmente deixam baixar a guarda moral e acabam em uma grande bagunça.

Algumas pessoas rejeitam rapidamente os missionários e não querem manter contato, riscando-os de seus contatos por serem superespirituais ou devotos. Esforços para provar o contrário nem sempre funcionam e sentimentos de rejeição podem vir facilmente. Satanás fará tudo o que pode para nos desencorajar, e quando estamos desencorajados isso abre a porta para outras tentações. Diariamente devemos segurar alto o escudo da fé (Efésios 6), ou parar aqueles dardos inflamados do desânimo.

 

Realidade

Eu vejo que algumas pessoas voltam de certos programas de treinamento e eventos missionários de verão tendo uma visão fantasiosa da vida cristã (isso também pode acontecer em algumas igrejas e ao ler certos tipos de livros). Devemos nos dar conta de que não importa o quão cheios possamos estar com o Espírito Santo, ainda assim somos bem humanos. Se formos realistas reconheceremos que pessoas muito boas — até mesmo cristãos comprometidos — podem e irão falar e fazer coisas muito más e cometerem pecado. Coisas terríveis também acontecem com pessoas boas. Nós amamos Salmos e algumas vezes lemos Provérbios, mas temos a tendência de esquecer que estes dois grandes livros são precedidos pelo livro de Jó.

 

Visão

Devemos lutar duramente para manter a visão que Deus nos deu. Devemos ser enviadores e mobilizadores de missões — missionários lutando por missões — fazendo todo o esforço possível para passar a outros com veracidade e humildade o que Deus nos ensinou no campo. Isso não será fácil e haverá muitos confrontos e desencorajamento pelo caminho.

Algumas vezes seremos capazes de amar, influenciar e ajudar somente uma pessoa de cada vez ao longo da estrada em que nos tornamos cristãos mundiais. Tente fazer bom uso das ferramentas como livros, CDs e DVDs e vídeos que ajudam as pessoas a compreender do que se trata tudo isso.

Precisamos manter contato com as pessoas no campo, especialmente aqueles que ajudamos a chegarem a Cristo. Tente não quebrar promessas — se você falou a alguém que iria orar por ele ou ela, então você deve orar. Tente ter comunhão, até mesmo por telefone se for necessário, com pessoas que pensam como você. Mantenha este fogo por missões ardendo em seu coração.

 

Graça

Eu rogo a você que leia o livro de Charles Swindoll chamado O Despertar da Graça. Este livro, juntamente com o livro de Peter Jordan chamado Re-entry podem ser fundamentais para lhe ajudar a enfrentar — no poder do Espírito Santo — os desafios e dificuldades que você sabe com certeza que irá enfrentar em casa. Estes livros lhe ajudarão a ter um coração generoso quando as pessoas lhe fizerem perguntas tolas — ou pior, absolutamente nenhuma pergunta.

Esta revolução de graça nos ajuda a aceitar e perdoar pessoas que parecem ser egoístas ou sem visão. Precisamos aprender a graciosamente concordar em discordar. Precisamos aprender a como nos darmos conta das formas mais sutis de orgulho, até mesmo de orgulho missionário. Isso também nos ajudará a continuar perdoando-nos quando falhamos ou pecamos. A graça irá nos manter no centro do caminho de Deus para a santidade. Também rogo a você que leia o livro do Philip Yancey chamado O que há de tão maravilho na graça?

 

Perdão

Você realmente já perdoou aqueles que o feriram no campo missionário? E sobre você mesmo? Você já se perdoou pelas mancadas, falhas e pecados que você cometeu? Se já o fez, então está no caminho certo, pois agora você pode perdoar aqueles que o feriram de volta ao lar. Esteja atento quanto as expectativas irreais, principalmente aquelas conectadas à sua agência missionária e sua igreja local.

Se você foi saudado no aeroporto e foi recebido com uma recepção real, então glorifique a Deus. Se não, ainda assim glorifique a Deus. Que sua primeira fonte de alegria e satisfação seja o próprio Senhor. Que o amor humano e a ajuda sejam a água que derrama no topo do copo — a cobertura do bolo.

Por favor, esteja atento às expectativas irreais — geralmente bíblicas. Você deve aprender a amar e aceitar pessoas ao retornar para sua cultura, da mesma forma como aceitou aquelas pessoas novas numa terra estrangeira, dentro de suas culturas. Creio que precisamos de uma abordagem contextualizada para voltarmos pra casa, tanto quanto precisamos ao sair dela. Precisamos ser mais do que gratos àqueles que estiveram orando por nós e nos apoiando. Devemos estimar os enviadores e reconhecer que eles têm igual importância nesta grande tarefa missionária.

 

Pró-atividade

Como é fácil, debaixo de pressão, nos tornarmos reacionários. Reações geralmente são negativas — os golpes mais duros da vida e das pessoas parecem atingir-nos abaixo da cintura. Estes golpes não são justos! Lembremo-nos de 1 Coríntios 15.58 — "Portanto, meus amados irmãos, mantenham-se firmes, e que nado os abale. Sejam sempre dedicados à obra do Senhor, pois vocês sabem que, no Senhor, o trabalho de vocês não serei inútil."

Que nos mantenhamos seguindo em frente, tentando não ser críticos e negativos sobre a igreja local, especialmente se eles não ajudaram ou apoiaram você tão bem. Por favor, tente ouvir e discernir a situação deles e algumas das lutas que eles experimentaram enquanto você esteve fora.

Lembre-se de Filipenses 2.3 — "(...) mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos." É fácil ver problemas em sua própria nação, cidade ou igreja, embora possa ser intimidador. Precisamos da mesma coragem que tínhamos quando colocamos o pé fora do avião na Turquia, Índia ou qualquer outro lugar.

Precisamos nos manter ativos em oração e evangelização, buscando encontrar as pessoas dos países onde servimos e que agora são imigrantes ou estudantes em nossas cidades. Precisamos reforçar que o campo missionário está em todo lugar, mantendo uma visão fundamentada em missões.

Bem, meu trem está quase chegando em Londres e escrevi tudo isso à mão em uma mesa de trem chacoalhando. Espero que minha secretária consiga ler isso. Uau! Espero que você também tenha lido isso!

Deus te abençoe!

 

No livro Gotas de Uma Torneira Quebrada.


sexta-feira, 8 de março de 2024

A LUTA CONTRA O ABORTO: Desvio da Grande Comissão ou parte dela?

 

MUITOS CRISTÃOS BEM-INTENCIONADOS ACREDITAM que as igrejas deveriam mencionar o aborto. Alguns dizem que ao falar do aborto, nós faremos as pessoas se sentirem culpadas. Todavia, a razão para se falar do assunto é prevenir o aborto e a culpa que ele traz, bem como oferecer ajuda e esperança àqueles que se sentem culpados e precisam ser libertos. O fato de nossas igrejas estarem cheias de pessoas que se envolveram em aborto não é razão suficiente para se manter em silêncio. Na realidade, é o melhor argumento para se tratar da questão face a face e oferecer toda a perspectiva, ajuda e apoio que podemos.

Um seminarista em minha igreja me disse algo que sempre ouvi de um jeito ou outro: “Questões como o aborto são simplesmente um desvio da coisa principal”.

– Qual é a coisa principal? – indaguei.

– A Grande Comissão – respondeu ele. – Ganhar pessoas para Cristo. É isso que temos a obrigação de fazer. Tudo o mais é desvio – ele completou.

Ele estava se referindo às palavras de Cristo em Mateus 28.19,20: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo; ensinando-os à observar todas as coisas que eu vos tenho mandado”.

 

 UM HOMEM CHAMADO WILLIAM

 

Há duzentos anos viveu um inglês chamado William, um sincero oponente à escravidão que boicotou o açúcar proveniente das Índias Ocidentais porque era produto da escravidão. William sentiu que Deus queria que ele fosse à Índia, onde ficou chocado por descobrir que muitos hindus expunham seus bebês à morte. Também abandonavam o fraco, doente e o leproso. O governo britânico na Índia fingia não ver porque não queria interferir na cultura e religião, mas William sentiu-se compelido a interferir porque as pessoas estavam morrendo.

Certo dia, William presenciou uma prática chamada sati, em que as viúvas eram queimadas vivas na pira funerária de seus maridos mortos. Após presenciar uma morte dessas, ele pôs-se à frente de um grupo reunido para queimar viva uma mulher e disse a eles que aquela prática estava errada. Liderou um grupo de missionários em protesto. Preparou debates públicos sobre o assunto para trazer a perspectiva de Deus à luz.

Na manhã de domingo de 6 de dezembro de 1829, após anos de ativismo, William recebeu o decreto oficial proibindo a queima de viúvas. Ele tinha o compromisso de pregar na igreja aquela manhã, porém não o fez. Em vez disso, dedicou o dia inteiro à tradução do decreto para a língua bengali, porque sabia que vidas estavam em risco.

Alguns criticavam William por suas ações morais e políticas. Eles diziam: “Não é para isso que você está aqui. Não é este o seu chamado. Concentre-se na coisa principal. Apenas pregue o evangelho e ore”.

Quem era esse ativista social tão preocupado com moralidade, leis e em salvar vidas humanas? Seu nome era William Carey, “o pai das Missões Modernas”. Quando pensamos na Grande Comissão e o movimento moderno de missões, nenhum outro nome é tão relevante como o dele.

Carey foi à Índia para ganhar pessoas para Cristo e discipulá-las, não apenas compartilhando o evangelho, mas vivendo-o – o que incluía intervir para salvar vidas e trabalhar arduamente para mudar a opinião pública e leis injustas.

Randy Alcorn, no livro Por Que Ser a Favor da Vida? (Arte Editorial & CERVI, 2010).


 

terça-feira, 27 de fevereiro de 2024

O exemplo de Dorothea Dix

 


A intrépida senhorita Dix

Os médicos proporcionaram a Dorothea Dix, uma professora de 29 anos que viveu na América no início do século passado, uma vida bastante curta, mas frutífera. Os médicos acreditavam que se ela conseguisse se recuperar do sangramento contínuo que sofria, sem dúvida ficaria inválida.

Ela foi para a Inglaterra para se recuperar. Lá ela leu o Novo Testamento repetidas vezes com a intenção de descobrir o que Cristo queria que ela fizesse.

Ela encontrou a resposta quando voltou para casa e seu pastor lhe pediu que ensinasse a Bíblia às presidiárias da prisão feminina na cidade de East Cambridge, Massachusetts.

Enquanto ensinava numa cela, ouviu gritos agudos que não vinham de muito longe.

“Duas pessoas malucas”, comentou uma das mulheres. “Eles deveriam colocar uma mordaça nelas.”

Dorothea insistiu que o carcereiro lhe mostrasse onde estavam “os malucos”. Ele os encontrou em uma cela de pedra fria, em farrapos e acorrentados. Uma delas era uma pobre senhora de setenta e cinco anos que estava quase nua. O outro, ainda adolescente, de dezoito anos, estava machucado de frio.

—Ajude-nos! —suplicaram a Dorothea.

—O que eles fizeram para merecer esse tratamento? — Dorothea perguntou ao carcereiro.

—Nada, senhorita —, ele respondeu. —Eles são loucos.

Dorothea Dix foi embora, mas logo voltou com roupas de inverno e alguns cobertores. Quando pediu a instalação de um fogão em sua cela, simplesmente lhe disseram que não valia a pena se preocupar com os direitos humanos dos loucos.

Mas a senhora Dix estava apenas começando. Ela coletou montanhas de dados que mostravam até que ponto os doentes mentais eram maltratados e os apresentou ao Congresso de Massachusetts:

“Senhores”, começou, “quero revelar-lhes como são tratados os doentes mentais neste Estado: são privados de liberdade em armários, porões e currais; estão acorrentados, nus; são espancados com varas e tratados com chicotes.”

Seu discurso comoveu toda a Nova Inglaterra. Alguns a chamaram de sensacionalista, outros de mentirosa. Mas começaram a levantar-se vozes apelando a reformas.

Ela foi a outros estados e descobriu que os doentes mentais eram tratados de forma semelhante. Ignorando quem a ridicularizava, ela instigou a construção de hospitais e a aprovação de reformas.

Depois foi para outros países, para Canadá, Escócia, Inglaterra e Itália, exigindo reformas. Ela encontrou um manicômio em condições atrozes em um prédio próximo ao Vaticano. Ela disse isso ao Papa e mudanças imediatas foram feitas.

Aos oitenta anos ela ficou inválida. Recebeu honras nos últimos cinco anos de sua vida e foi visitada por muitas personalidades famosas. Quando ela morreu, um superintendente do hospital disse:

—Uma das mulheres mais distintas e trabalhadoras que os Estados Unidos produziram acaba de morrer.

O segredo do seu destemor estava no capítulo 25 do Evangelho de Mateus.

Hoje, no século XXI, todas as nações do mundo juraram defender os direitos humanos, o que é mais ou menos cumprido nos órgãos oficiais dos Estados, mas não podemos afirmar que o coração do homem seja, hoje, diferente de como o consideram muitas passagens da Sagrada Escritura. Ainda existem terroristas e sádicos de todo tipo, e as diferenças sociais fazem com que as pessoas honestas reconheçam que os conceitos mais elevados dos ensinamentos de Jesus não têm sido praticados no mundo de uma forma geral, mas que o egoísmo humano produziu a grande diferença entre as nações ricas e as nações pobres, e enquanto em alguns, o que poderia literalmente remediar a fome e a miséria destes últimos é literalmente desperdiçado em luxos e armas, em outros é desperdiçado em trivialidades inúteis ou tremendamente mortais. A tudo isso se está tentando corrigir devido à influência indireta de cristãos sinceros. Embora milhões de pessoas se recusem a aceitar Cristo como seu Salvador pessoal, não podem negar que a moralidade cristã regeneraria o mundo se fosse praticada como Jesus a ensinou.

Samuel Vila – Gran diccionario enciclopédico de anécdotas e ilustraciones


terça-feira, 6 de abril de 2021

Combatendo o Estresse em 150 Citações - E-book gratuito

 

Em uma conferência, ao explicar para a plateia a forma de controlar o estresse, o palestrante levantou um copo com água e perguntou: "Qual o peso deste copo d'água?". As respostas variaram de 250g a 700g.

O palestrante, então, disse: "O peso real não importa. Isso depende de por quanto tempo você segura o copo levantado. Se o copo for mantido levantado durante um minuto, isso não é um problema. Se eu o mantenho levantado por uma hora, vou acabar com dor no braço. Mas se eu ficar segurando um dia inteiro, provavelmente eu vou ter cãibras dolorosas e vocês terão de chamar uma ambulância".

E ele continuou: "E isso acontece também com o estresse e a forma como controlamos o estresse. Se você carrega a sua carga por longos períodos, ou o tempo todo, cedo ou tarde a carga vai começar a ficar incrivelmente pesada e, finalmente, você não será mais capaz de carregá-la. Para que o copo de água não fique pesado, você precisa colocá-lo sobre alguma coisa de vez em quando e descansar antes de pegá-lo novamente. Com nossa carga acontece o mesmo. Quando estamos refrescados e descansados nós podemos novamente transportar nossa carga".

Assim acontece com o estresse: Na vida moderna, é natural que ele se manifeste num momento ou noutro, mas o perigo está em seu excesso, sempre pronto a se apresentar, sem que muitas vezes possamos perceber ou, pior ainda, impedir.

Sobre tal problema que afeta a tantas pessoas é que se debruça este pequenino livro. Aqui estão coligidas diversas frases que poderão lhe ajudar a perceber, compreender, conviver, enfrentar e, fundamentalmente, superar o estresse.

Ao fim deste volume, uma breve reflexão (Uma vida resistente ao estresse) lhe ajudará a conseguir o equilíbrio e a paz emocional e existencial de que todos nós tanto necessitamos.

AMIGOS, ESTE É MAIS UM E-BOOK EVANGELÍSTICO, IDEAL PARA VOCÊS COMPARTILHAREM COM AMIGOS VIA E-MAIL, GRUPOS DE WHATSAPP OU TELEGRAM, ETC.

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domingo, 17 de janeiro de 2021

A Cadeia Alcoólica - Frases, Poemas e Reflexões e sobre o alcoolismo em e-book gratuito

O álcool é o que podemos chamar de droga “lícita”. Sua aceitação pela sociedade é disseminada, em muitas, mas não em todas as culturas. No entanto, apesar de sua tolerância social, ele é uma poderosíssima droga psicotrópica com poder de causar dependência e alteração de comportamento. A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que não há nível seguro de consumo de álcool. Fígado, coração, estômago e vasos sanguíneos são diretamente afetados e prejudicados pelo seu consumo excessivo.

Flagelo que não escolhe idade, gênero ou classe social, a armadilha representada pelo álcool, ao contrário do que muitos pensam, não aprisiona apenas os alcoólatras inveterados: Uma primeira ou única embriaguez pode causar brigas e a destruição de um relacionamento ou mesmo de vidas; um exagero durante a festa de formatura pode redundar num acidente grave por dirigir embriagado... E assim por diante.

O problema do álcool é muitas vezes socializado ou repartido com os demais: família, amigos, vizinhos, companheiros de trabalho e desconhecidos acabam afetados de alguma maneira pela rede de consequências ou a “cadeia” alcoólica. Sim, pois este fenômeno não configura apenas um cárcere ou prisão particular, mas uma rede, corrente ou cadeia que afeta a toda a sociedade – daí o título desta pequena obra.

O objetivo do que aqui vai exposto não é demonizar o álcool, mas apenas alertar para seus muitos riscos e para o preço caro que ele costuma cobrar – riscos e preço infelizmente cada vez mais relativizados.

Aqui estão reunidas 100 frases sobre o álcool e sua problemática, bem como alguns pequenos textos em alusão ao tema – artigos, ilustrações e histórias. E, concluindo a seleta, poemas diversos sobre o alcoolismo.

Que esta humilde coletânea forneça argumentos e esclarecimentos para sua reflexão, de sua família e grupo de amigos, e seja útil para ajudar seja na prevenção, seja na libertação deste problema que afeta a tantas vidas. 


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quinta-feira, 26 de março de 2020

Missiologia do Distanciamento Social: Inovação do Ministério em Meio a Eventos de Biossegurança



Warrick Farah

A extensão em que eventos de biossegurança como esta atual pandemia do COVID-19 afetam o mundo, incluindo a missão, ainda precisam ser determinados. Mas grandes mudanças no ministério estão (provavelmente) chegando e as coisas podem nunca mais ser as mesmas. Pode deixar um impacto duradouro em vários contextos para as próximas gerações.
Precisamos pensar em como o "distanciamento social" afetará as comunidades e os povos - se esse coronavírus continuar sem parar por 18 meses, também poderá haver uma crise psicológica em todo o mundo. É provável que sejam expandidos os números em relação a problemas como suicídio, depressão, pornografia, abuso de substâncias, etc.
Se as curvas de infecção não se achatarem, e os sistemas de assistência médica se estenderem além da capacidade, a Igreja poderá intensificar seu esforço em servir (de fato muitos já o estão fazendo), mas isso exigirá sacrifício pessoal. Alguns podem até morrer.
Um estudo de caso relevante é um movimento da África Ocidental que foi apresentado em Movimentos Milagrosos . Quando a epidemia de Ebola começou em 2014, eles estavam plantando 2.000 igrejas por ano. Diminuíram para 200 por ano durante a crise de 18 meses.
Mas o movimento atendeu às necessidades que o governo não conseguiu - os plantadores de igrejas se ofereceram voluntariamente para servir em áreas remotas. A estação de rádio que estava sendo usada para evangelizar e pregar começou uma campanha de conscientização para combater os rumores de que o Ebola era apenas uma conspiração da CIA. Vários voluntários morreram depois de viajar para as aldeias para ensinar aqueles que não tinham consciência de como seus costumes funerários estavam espalhando o vírus.
Esses voluntários construíram uma relação de tanta boa vontade com as comunidades que muitas igrejas foram plantadas após o término da epidemia em 2016, e o movimento continuou. Poderíamos tirar exemplos semelhantes do crescimento da igreja primitiva durante as pragas no Império Romano.
Uma resposta tão amorosa exige uma teologia robusta do sofrimento. Precisamos aprender a orar. Os marginalizados e os invisíveis em nossas comunidades serão os mais vulneráveis.
Durante o distanciamento social, precisamos examinar como o uso de várias tecnologias da Internet afetará a "difusão de inovações" nas comunidades, especialmente no que diz respeito ao evangelho. O que acontecerá com igrejas grandes, atraentes e dirigidas por programas? A eclesiologia se tornará desinstitucionalizada e isso poderia permitir movimentos de discipulado? 
Ou as estruturas oikos (sócio-familiares) se tornarão menos comunais e isso poderia restringir os movimentos de discipulado? O individualismo aumentará?
Quando as doações de caridade secam com o colapso das economias, o que acontecerá com o nosso atual modelo de apoio aos missionários? E as igrejas e seminários no chamado terceiro mundo que dependem de igrejas ricas no Ocidente?
Haverá mais resistência à mobilização de ministros para servir em lugares que não têm uma igreja indígena, geralmente países com sistemas de saúde fracos? A xenofobia, o racismo e até o tribalismo teológico aumentarão? Mas isso poderia aumentar simultaneamente o número de pessoas que se preocupam com a construção da paz e o ecumenismo?
Eu me pergunto se deveria haver espaço para eventos de biossegurança embutidos em muitas áreas da missiologia, seja pesquisa, culto e música, pregação, construção da paz, ensino, estratégia, treinamento, desenvolvimento de liderança, educação teológica etc.
Estamos apenas começando a pensar sobre o que ciclos prolongados e esporádicos de distanciamento social significarão para a missão. Mas temos esperança e há muitas oportunidades pela frente. Para seguidores fiéis de Cristo em tempos incertos, é necessária inovação apostólica.

Traduzido por Veredas Missionárias a partir do blog
 http://muslimministry.blogspot.com/

terça-feira, 3 de setembro de 2013

40 mapas que explicam o mundo



Max Fisher
Os mapas podem ser uma ferramenta extremamente poderosa para a compreensão do mundo e como ele funciona, mas eles mostram apenas o que você perguntar-lhes. Por isso, quando vi um post que circula na Web intitulado " 40 mapas que eles não ensinam na escola ", pensei que poderia ser capaz de contribuir com a nossa própria coleção. Alguns deles são muito nerds, mas acho que eles não são menos fascinantes e são facilmente compreensíveis. A maioria são originais deste blog (ver a nossa cobertura de mapas completa aqui), com os outros a partir de uma variedade de fontes. Eu incluí um link para você poder ler mais sobre cada um.
1. Um mapa político do mundo, cerca de 200 d.C.
Clique para ampliar.  (Imgur)
Clique para ampliar. (Imgur)
O que é mais surpreendente: o quanto as coisas mudaram ao longo dos últimos 1.800 anos, uma grande fatia da história civilizatória da humanidade, ou quantas divisões deste mapa ainda estão conosco hoje?

2. Onde as pessoas são mais e menos acolhedoras para estrangeiros
Clique para ampliar.  (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: Fórum Econômico Mundial. (Max Fisher / Washington Post)
Isso pode ser útil no planejamento de suas próximas férias, embora existam algumas grandes surpresas nos resultados .

3. Principais sistemas de escrita do mundo
Clique para ampliar.  (Wikimedia Commons)
Clique para ampliar. (Wikimedia Commons)
Este mapa é um lembrete de que as divisões e semelhanças do mundo vão muito mais longe do que as fronteiras nacionais. Ela também ajuda a contar as histórias de alguns acontecimentos importantes que ainda moldam o mundo, os ecos de que você pode ver em quase todos os mapas desta página: colonialismo europeu , as conquistas islâmicas (de língua árabe) do século 7, as expansões russas dos séculos 19 e 20, e as unificações da Índia e da China.

4. Os melhores e piores lugares para se nascer
Clique para ampliar.  Fonte dos dados: Economist Intelligence Unit.  (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte dos dados: Economist Intelligence Unit. (Max Fisher / Washington Post)

5. Mapa-múndi das principais religiões
Clique para ampliar (Pew)
Clique para ampliar (Pew)
Leia aqui sobre como o cristianismo passou a dominar grande parte do mundo e o que isso significa hoje. Leia abaixo para saber mais sobre o mundo islâmico.

6. Os países onde as pessoas são mais e menos emocionais
Clique para ampliar.  Fonte de dados: Gallup (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: Gallup (Max Fisher / Washington Post)
Pessoas nos países em amarelo são os menos propensos a relatar ter experiências emocionais de qualquer tipo, positivas ou negativas. Países roxos são onde as pessoas relatam experimentar a maioria dos sentimentos. Se você é surpreendido ao ver que os Estados Unidos estão entre os países mais emocionantes do mundo (mas longe de ser n º 1) ou quer saber por que algumas regiões são tão sem emoção, você pode ler tudo sobre isso aqui .

7. Mapa de um missionário europeu de África, cerca de 1908
Clique para ampliar (coleção mapa histórico de David Rumsey)
Eu tenho este que paira sobre a minha mesa, em parte por causa de seu apelo como um documento histórico, mas também como uma lembrança do legado colonial na África, que as potências europeias dividiram um século atrás, com pouco respeito pela forma como os africanos queriam realmente ser agrupados. Essas fronteiras arbitrárias ainda estão conosco hoje, em parte porque os líderes africanos concordaram em não disputá-las quando eles conquistaram a independência. As fronteiras contribuem significativamente para o conflito e instabilidade no continente , porque existem tantas diferentes comunidades forçadas a habitar juntas.

8. Onde as pessoas são mais e menos racialmente tolerantes
Clique para ampliar.  Fonte de dados: World Values ​​Survey (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: World Values ​​Survey (Max Fisher / Washington Post)
As pessoas nos países azuis são mais propensos a dizer que seria OK viver a vida ao lado de alguém de uma raça diferente. As pessoas nos países em vermelho são menos prováveis. O mapa sugere algumas grandes e potencialmente surpreendentes lições de como a raça é tratada em todo o mundo . Mas é uma imperfeita (e controversa) métrica, assim como ler estas cinco idéias de um especialista em conflitos étnicos no mapa e que ele nos diz .

9. Países com mais e menos diversidade étnica do mundo
Clique para ampliar.  Fonte dos dados: Instituto de Harvard para Pesquisa Econômica (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte dos dados: Instituto de Harvard para Pesquisa Econômica (Max Fisher / Washington Post)
Isso mostra os mais diversos países do mundo, os seus mais homogêneos e, se você olhar de perto, um lote inteiro mais .

10. Onde as pessoas se sentem mais e menos amadas
Clique para ampliar.  Fonte de dados: Gallup (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: Gallup (Max Fisher / Washington Post)
Países vermelhos são onde as pessoas se sentem mais amadas; países azuis são onde eles se sentem a menos amadas. Aqui está a história por trás daqueles mais tristes, os mais azuis pontos no mapa .

11. Um professor russo acha que os EUA vão dividir-se em quatro países
(Laris Karklis / Washington Post)
(Laris Karklis / Washington Post)
Professor Igor Panarin tornou-se uma pequena celebridade na Rússia , quando ele apresentou pela primeira vez sua previsão sombria para o futuro dos Estados Unidos, que foi amplamente coberto pela imprensa estatal russa e tratado como credível. Panarin disse que os Estados Unidos iriam quebrar sob pressão interna e formariam quatro países diferentes, com apenas um totalmente independente, enquanto os outros cairiam sob a influência ou controle estrangeiro. Eu o incluí aqui tanto para uma visão de como os Estados Unidos às vezes é percebido no exterior...

12. Quem ama e odeia a América
Clique para ampliar.  Fonte de dados: Pew (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: Pew (Max Fisher / Washington Post)
As pessoas nos países azuis são mais propensas a ver os Estados Unidos favoravelmente, as pessoas dos países em vermelho são mais propensas a vê-lo desfavoravelmente. O mapa tem algumas grandes implicações para o papel da América no mundo .

13. Como os EUA e a China são comparados em termos de popularidade mundial
Países Azul ver os EUA de forma mais favorável do que fazem a China, os países vermelhos são o inverso.  Fonte de dados: Pew (Max Fisher / The Washington Post)
Países Azul veem os EUA de forma mais favorável do que o fazem em relação à China, os países vermelhos são o inverso. Fonte de dados: Pew (Max Fisher / The Washington Post)
Este mapa é realmente uma boa notícia principalmente para os Estados Unidos. Aqui está o porquê .

14. O Passaporte 'desastroso' da China
Minha anotação de uma foto do novo passaporte da China.  (AP Photo / Ng Han Guan)
Minha anotação de uma foto do novo passaporte da China. (AP Photo / Ng Han Guan)
Às vezes, os mapas podem desencadear eventos geopolíticos ao invés de apenas refleti-los, como a China fez quando emitiu novos passaportes com este mapa. Por que a polêmica? As áreas que eu destaquei em vermelho são marcadas como chinesas no mapa, mas na verdade estão em disputa ou são administrados por outros países . Isso não ir mais além .
15. Os direitos dos homossexuais em todo o mundo
Clique para ampliar (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar (Max Fisher / Washington Post)

16. Onde as pessoas são mais e menos tolerantes com a homossexualidade
Clique para ampliar.  Fonte de dados: Pew (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: Pew (Max Fisher / Washington Post)

17. Línguas e dialetos da Ásia Central e Oriente Médio 
Clique para ampliar.  Cada cor representa um grupo de idiomas, com tons para cada dialeto.  (O Projeto Gulf/2000 na Universidade de Columbia)
Clique para ampliar. Cada cor representa um grupo de idiomas, com tons para cada dialeto. O Projeto Gulf/2000 na Universidade de Columbia)
A primeira coisa que este mapa mostra a você é a notável diversidade em uma das regiões mais antigas e mais célebres do mundo, do Iraque no Ocidente até a China, no Oriente e no Norte da Rússia. Há uma centena de outras histórias embutidas aqui: a expansão do Irã além dos povos de língua persa apenas, o fraturamento do Afeganistão e do Paquistão, e a diversidade realmente impressionante que lotou o Cáucaso, que inclui as regiões russas conturbadas da Chechênia e do Daguestão .

18. Onde as pessoas fumam mais (e menos) cigarros por pessoa
Anual taxas de consumo de cigarros per capita.  As fontes de dados: Fundação Mundial do Pulmão e American Cancer Society.  (Max Fisher / Washington Post)
Anual taxas de consumo de cigarros per capita. As fontes de dados: Fundação Mundial do Pulmão e American Cancer Society. (Max Fisher / Washington Post)
Leia mais aqui sobre o problema do cigarro da Rússia , que custa ao país cerca de 48.000 milhões de dólares a cada ano, e sobre as outras tendências sobre fumantes vistos no mapa.

19. A desigualdade econômica em todo o mundo
Escores mais altos de coeficiente de Gini indicam desigualdade econômica superior.  (Wikimedia Commons)
Escores mais altos de coeficiente de Gini indicam desigualdade econômica superior. (Wikimedia Commons)
Este mapa mostra o coeficiente de Gini de cada país, que mede a desigualdade econômica. Os países em vermelho são as mais desiguais sob a métrica e os países verdes são o mais próximos de igualdade econômica em todo o país. Mais aqui .

20. Como os EUA se comparam ao mundo em desigualdade econômica
Clique para ampliar.  Países azuis são mais iguais do que os EUA, os países vermelhos são mais desigual.  (Max Fisher)
Clique para ampliar. (Max Fisher)
Países azuis são mais iguais do que os EUA, os países vermelhos são menos iguais. Este mapa dá-lhe um sentido de quão grave é a desigualdade econômica nos Estados Unidos, muito maior do que em qualquer outro país desenvolvido, e a maioria dos países em desenvolvimento também.

21. Rendimento das culturas globais estão estagnados
Um dos quatro mapas mostrando as mudanças projetadas em grandes colheitas.  (Universidade de Michigan)
Um dos quatro mapas mostrando as mudanças projetadas em grandes colheitas. (Universidade de Minnesota)
Um estudo da Universidade de Minnesota, recentemente publicado na revista científica Nature descobriu que uma parcela significativa das regiões de cultivo do mundo estão vendo estagnar o crescimento, avanço lento ou mesmo o colapso. Eles publicaram três outros mapas, ver os outros e por isso eles acham que é tão importante para "soar o alerta" aqui.

22. Os países melhores e piores para ser mãe
Clique para ampliar.  Fonte de dados: Save the Children.  (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: Save the Children. (Max Fisher / Washington Post)
Uma ONG internacional projetou uma fórmula complexa para indicar quais os países que são melhores ou piores para as mães. Clique aqui para ver quais são as suas medidas de fórmulas e ler sobre as implicações do estudo para as mães em todo o mundo .

23. Como a al-Qaeda está mudando
(The Washington Post)
(The Washington Post)

24. Mais da metade da humanidade vive dentro deste círculo
(Imgur)
(Imgur)

25. Sistemas jurídicos do mundo
Sistemas jurídicos do mundo.  Clique para ampliar.  (Wikimedia Commons)
Clique para ampliar. (Wikimedia Commons)
Uma razão para eu achar este mapa fascinante é a mostra de como o colonialismo britânico levou o sistema legal inglês "common law" (direito comum) - uma vez quase único no mundo - a já espalhar-se agora em todos os continentes. Você também pode ver que a lei religiosa é exclusiva para os países islâmicos  e que o direito consuetudinário, uma vez quase global, é agora quase extinto.

26. Quão longe foguetes do Hamas podem chegar em Israel
Ver GazaMissiles em um mapa maior

Isso ajuda a clarear por que Israel está tão preocupado com o Hamas, grupo militante islâmico baseado em Gaza, e em particular sobre o seu acesso aos foguetes de fabricação iraniana Fajr-5 . Esses são os únicos que podem chegar à região amarelo-claro.

27. Alcance dos mísseis da Coréia do Norte
(Voz da América)
(Voz da América)
Coreia do Norte faz alarde de  seu programa de mísseis como uma ameaça terrível e imediata para os Estados Unidos, mas, como este mapa mostra, que a retórica ultrapassa a capacidade real .

28. A pobreza infantil no mundo desenvolvido
Clique para ampliar.  Fonte de dados: UNICEF.  (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: UNICEF. (Max Fisher / Washington Post)
Os Estados Unidos ocupam a posição 34 de 35 países do mundo desenvolvido pelas taxas de pobreza infantil, acima apenas Romênia. Os Estados Unidos não fazem muito melhor no bem-estar infantil geral .

29. As aldeias de câncer da China
Locais das comunidades onde as taxas de câncer dispararam recentemente.  (Global Times via Weibo)
Locais das comunidades onde as taxas de câncer dispararam recentemente. (Global Times via Weibo)
O problema da China com "vilas de câncer", ou comunidades onde as taxas de câncer são crescentes, o que pensa-se ser devido ao rápido agravamento da poluição, tornaram-se um problema tão grande que até mesmo comunistas do Partido  sentiram-se obrigados a compartilhar este mapa em mídias sociais chinesas .

30. O que os europeus pensam sobre a União Europeia
Fonte dos dados: Eurobarómetro.  (Max Fisher / Washington Post)
Fonte dos dados: Eurobarómetro. (Max Fisher / Washington Post)
A crise econômica da Europa não é nenhum segredo, mas como as pessoas dentro da União Européia sentem sobre a sua grande experiência coletiva pode muito. Este mapa é uma indicação muito esclarecedora sobre quem a UE tem ajudado, a quem ela prejudicou e que pensam que não deveria contar como realmente Europeia (leia-se: o Reino Unido).

31. Conheça 26 monarquias restantes do mundo
(Max Fisher e Caitlin Dewey / Washington Post)
(Max Fisher e Caitlin Dewey / Washington Post)
Existem apenas duas dezenas , e apenas 11 delas estão realmente ainda está no comando, mas todas tem uma história para contar. Leia uma mini-biografia de cada um aqui .

32. A diversidade do Levante
Clique para ampliar.  Cada cor representa um grupo de idiomas, com tons para cada dialeto.  (<A href =
Este mapa colorido mostra os diferentes grupos étnicos da Síria, Líbano, Jordânia e Israel. Há uma enorme quantidade de história embalado para este canto do mundo - e talvez algumas das mais profundas animosidades étnicas e religiosas em todo o mundo.

33. As potências nucleares, após a Guerra Fria
Clique para ampliar.  (Direito Internacional e Instituto de Política)
Clique para ampliar. (Direito Internacional e Instituto de Política)
A Guerra Fria pode ter terminado, mas suas milhares de ogivas nucleares ainda estão por aí - e muitas vezes ainda divididas ao longo das mesmas linhas. Este mapa mostra em azul os "estados guarda-chuva" russos, que estão formalmente sob a proteção das armas nucleares russas, e em laranja os "guarda-chuvas" protegidos por os EUA / OTAN. As outras cinco potências nucleares - Israel, Paquistão, Índia, China e Coréia do Norte - estão em cinza.

34. Como as pessoas pensam que suas economias estão se portando
Clique para ampliar.  Fonte de dados: Gallup (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: Gallup (Max Fisher / Washington Post)
As pessoas nos países em vermelho são pessimistas sobre a economia de seu país, as pessoas nos países em azul são mais otimistas. Com um punhado de exceções (tosse, tosse, China), os economistas parecem concordar .

35. Um mapa parcial de anomalias geopolíticas
Revisto-map-of-Geopolítica-Anomalias
Cada um desses marcadores vermelhos descaradamente indica algum fenômeno incomum ou original - por exemplo, a Abkházia, o "mal reconhecido estado fantoche" apenas entre a Rússia e a Geórgia. (Leia mais sobre Abkházia e outros países ainda-não-reais aqui .) Meus favoritos podem ser os vários territórios franceses ultramarinos, como a Guiana Francesa, que são simplesmente e precisamente rotulados como "França".

36. Onde os ateus vivem
Clique para ampliar.  Fonte de dados: WIN / Gallup International enquete.  (Max Fisher e Caitlin Dewey / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: WIN / Gallup International enquete. (Max Fisher e Caitlin Dewey / Washington Post)
Abundância de impiedade na China, Japão e alguns países europeus, talvez sem surpresa. Mas há muito mais ateus em lugares como a Arábia Saudita do que você imagina , apesar do fato de que ele é considerado um crime grave por lá.

37. O que o mundo muçulmano acredita, parte 1: a democracia
Clique para ampliar.  Fonte de dados: Pew.  (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: Pew. (Max Fisher / Washington Post)
O primeiro dos três mapas a partir de um amplo estudo sobre as atitudes e pontos de vista no mundo muçulmano ( relatório completo aqui ) mostra que a maioria dos muçulmanos em geral apoia a democracia, com algumas exceções.

38. O que o mundo muçulmano acredita, parte 2: o conflito religioso
Clique para ampliar.  Fonte de dados: Pew.  (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: Pew. (Max Fisher / Washington Post)
Partes significativas de praticamente todas as grandes populações muçulmanas se preocupam com os conflitos religiosos (há uma opinião generalizada em muitos países de maioria muçulmana de que a religião está sob o cerco do mundo exterior). Essa parte é mais da metade em quatro países: Tunísia, Paquistão, Nigéria e Níger.

39. O que o mundo muçulmano acredita, parte 3: assassinatos de honra
Clique para ampliar.  Fonte de dados: Pew.  (Max Fisher / Washington Post)
Clique para ampliar. Fonte de dados: Pew. (Max Fisher / Washington Post)
A cor vermelha indica os países onde a maioria dos muçulmanos entrevistados acreditam que "crimes de honra" - a prática de matar alguém, normalmente um membro da sua própria família, por ter feito sexo fora do casamento - por vezes, são justificadas. Azul indica os países onde a maioria dos muçulmanos entrevistados acreditam que nunca é justificada.

40. O mundo visto do espaço, ao longo de 12 meses time-lapse
Esta imagem em movimento da NASA, registrada por satélite durante um ano inteiro, como parte de seu projeto de mármore azul , mostra o fluxo e refluxo das estações e vegetação. Ambos são fatores absolutamente cruciais em todas as facetas da existência humana - tão crucial que mal sequer pensar sobre eles. É também um lembrete de que a Terra é, apesar de todas as suas divisões políticas, sociais e religiosas, ainda unificada pelos fenômenos naturais que fazem tudo ser possível.

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