terça-feira, 13 de novembro de 2018

A falta de visão missionária: Vendo como Davi ou vendo como Deus? - Durvalina Bezerra



Durvalina Bezerra

A falta de visão do reino de Deus impossibilita a ação missionária da igreja. Observando a experiência rei Davi e relacionando-a com a realidade de muitas igrejas em nossos dias, veremos que há identificação com o mesmo tipo de visão. Porque temos a tendência de olhar numa dimensão pessoal e local, enquanto Deus nos chama para uma missão universal e terna. (2Sm 7):

Davi preocupou-se em construir uma casa para Deus (v. 2 e 7); Deus se preocupava em construir o reino da casa de Davi (v. 11, 13, 16).
Davi desejava colocar a arca de Deus numa casa de cedro (v. 2); Deus desejava colocar o seu trono em toda a terra (1Rs 8.41-43).
Davi tinha a visão local do Deus de Israel (v. 26); Deus visualizava sua presença expandindo-se por toda a terra (SI 96.3).
Davi queria honrar a Deus com a construção do templo (1Cr 29.2-3); Deus queria ser honrado pela obediência a tudo o que ele planejara: "Ele, o Senhor, te fará casa" (v.11,12).
Davi via a sucessão do seu reino em Salomão (1Cr 28.5); Deus antevia o reino messiânico e promete que ele será estabelecido para sempre (2Sm 7.16).

Precisamos orar para que a visão do reino eterno seja clara, que a Igreja desperte para proclamar as boas-novas nas cidades, nos sertões, nas vilas e aldeias; em nosso país ou fora dele; em urna cultura similar, como os países latinos, ou numa cultura mais distante — até aos confins da terra. Que a igreja cumpra a sua missão profética segundo Isaías, a qual foi ensinada por Jesus: "A minha casa será chamada casa de oração para todas as nações" (Mc 11.17). Sendo assim, assumamos a responsabilidade de:

• Despertar vocações missionárias.
• Selecionar e preparar os vocacionados.
• Encaminhar os candidatos para uma escola teológica.
• Associar-se com uma agência de missões, ou usar o órgão de que a denominação dispõe para dar continuidade ao processo de preparo e envio.
• Prover o sustento adequado de acordo com o campo receptor.
• Formar uma retaguarda de apoio moral e espiritual.
• Estabelecer o cuidado pastoral antes do envio, no campo e depois do campo.
• Adotar os povos ainda não alcançados, focalizando as tribos indígenas brasileiras.
• Desenvolver um ministério de intercessão consistente.
• Organizar o conselho ou departamento missionário da igreja local.

A tarefa missionária é da igreja e nenhuma outra instituição pode fazê-la. O reino é universal e a igreja tem a missão de proclamação: fazer o evangelho alcançar cada criatura em todo o mundo. Jesus nos ordenou: "Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura"; "Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações" (Mc 16.15; Mt 28.19). Paulo nos desafia, quando pergunta: "Como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados?" (Rm 10.14,15). 

Trecho do livro A Missão de Interceder (Editora Descoberta).

terça-feira, 6 de novembro de 2018

30 maneiras de despertar sua congregação para o engajamento global em missões



Em seu relatório de fim de ano de 2010, o Grupo Barna identificou seis padrões principais emergindo entre os cristãos na América (padrões que podem ser identificados, em maior ou menor grau, também entre cristãos brasileiros):

1. A Igreja Cristã está se tornando menos alfabetizada teologicamente.
2. Os cristãos estão se tornando mais entrincheirados em suas casas e comunidades, e menos orientados para o exterior.
3. Um número crescente de pessoas está menos interessado em princípios espirituais e mais desejoso de aprender soluções pragmáticas para a vida.
4. Entre os cristãos, o interesse em participar da ação comunitária está aumentando.
5. A insistência pós-moderna na tolerância está conquistando a Igreja Cristã.
6. A influência do cristianismo na cultura e nas vidas individuais é praticamente invisível.
Muito poderia ser dito (e feito!) Sobre cada um destes padrões. Em resposta ao afastamento do envolvimento com evangelização e missões, como mencionado no segundo ponto, montamos esta lista de 30 passos práticos para que os líderes da igreja possam fazer com que suas congregações permaneçam vivas e fiéis à missão global de Deus.

* * * * *

1) Coloque um grande mapa em algum ponto bem visível de sua igreja e peça a cada pessoa que assine seu nome ou iniciais sobre uma nação pela qual eles desejam se comprometer a orar regularmente.
2) Receba um missionário visitante por uma semana ou duas de ministério e interação com sua igreja.
3) Provenha orçamento para os seus pastores fazerem pelo menos uma viagem ministerial transcultural a cada ano.
4) Identifique um bom livro e/ou guia de estudo sobre missões globais e utilize nos estudos de seus pequenos grupos e em toda a igreja.
5) Quando sua igreja enviar uma equipe intercultural de curto ou longo prazo, pendure uma bandeira nacional ou estadual representando esse país ou estado no salão da igreja como um lembrete para orar a cada semana pela equipe ou missionário.
6) Divulgue para os membros uma lista de livros de missões recomendados e biografias, e tenha os livros disponíveis na igreja.
7) Incorpore orações específicas em prol do mundo em seus serviços de adoração, e encoraje a formação de um grupo de oração comprometido com a missão na igreja (talvez baseado no livro Operation World - Ore pelas Nações).
8) Visite seus missionários. Faça com que as pessoas os ajudem a se mudar e envie regularmente equipes para ministrar a seus missionários e potencialmente ajudar no trabalho. Os missionários são geralmente mais inclinados a compartilhar necessidades com um membro da igreja visitante do que com seu supervisor de campo.
9) Quando indivíduos ou equipes forem em missão, providenciar um canal para que eles relatem sobre o seu trabalho para toda a igreja.
10) Estenda a mão para os estrangeiros em sua própria cidade. Convide-os para jantar, peça para eles virem organizar um almoço para a congregação compartilhar os alimentos de sua nação. Ajude-os a melhorar seu português, a conseguir emprego, ensine-os a usar o transporte público em sua área, etc.
11) Dedique uma semana do ano para missões em sua igreja, incorporando coisas como mensagens especiais de oradores convidados, jantares étnicos, documentários sobre nações e grupos ou povos específicos, testemunhos missionários e reuniões de oração por missões.
12) Envie grupos para conferências locais e nacionais focadas em missões.
13) Aproveite os eventos globais. Quando uma crise acontece, apresente-a em seus cultos, ore, levante dinheiro, envie uma equipe. Como pastor, antes dos cultos da igreja, verifique sempre sites jornalísticos para ver se há notícias do mundo que a congregação deve saber e para a qual devem orar naquele mesmo dia.
14) Esforce-se por distinguir claramente entre missões e evangelismo, e continuamente pregar a necessidade de ambos.
15) Desenvolva uma declaração sucinta e memorável da visão da sua igreja para missões, e publique-a em um lugar visível na sua igreja. Imprima semanalmente no boletim da igreja até que todos a possam dizer da memória.
16) Adote um grupo particular de pessoas, como uma igreja, e dirija orações, doações e serviços específicos em direção a eles. Estabelecer uma meta anual de patrocinar pelo menos um livro teológico na linguagem do grupo alvo, a cada ano.
17) Estabeleça metas com sua igreja sobre como se envolver em missões (quantas pessoas enviar este ano, quanto dinheiro investir, etc.).
18) Preserve (ou estabeleça!) o cargo de Pastor de Missões na sua igreja.
19) Contrate um estagiário para sua igreja de outro país. Enquanto eles só podem vir com um visto de estudante, sua igreja ainda pode oferecer um honorário ou estipêndio por despesas.
20) Participar ou hospedar o curso Perspectivas; ou, como alternativa, direcione seu pessoal para outros cursos, como o da Missão Kairós etc.
21) Incorporar livros e atividades em seu programa de jovens que promovam uma mentalidade sobre missão transcultural.
22) Compre a granel e venda a baixo custo mapas mundiais que os membros de sua igreja possam afixar nas paredes em suas casas.
23) Distribuir guias para os programas “30 Dias de Oração” sobre temas de outros países ou importantes religiões (como ESTA para os muçulmanos, ESTA para a Igreja Sofredora, ESTA para povos indígenas brasileiros, ESTA para sertanejos, etc.).
24) Observe o Dia Internacional de Oração pela Igreja Perseguida, que acontece a cada ano e é patrocinado pelas missões Portas Abertas (que também realiza o Domingo da Igreja Perseguida) e A Voz dos Mártires.
25) Ofereça cursos de línguas estrangeiras à sua congregação que correspondam às línguas das pessoas que você deseja alcançar, seja no local ou no exterior.
26) Ter uma seção semanal em seu boletim da igreja com citações de missões (como as presentes nesta Antologia), estatísticas sobre nações e grupos de pessoas, atualizações dos missionários, etc.
27) Pregue uma mensagem biográfica sobre a vida de um grande missionário (ou leve o seu povo a, de alguma outra maneira, ouvir sua história). Veja AQUI uma ampla listagem com dezenas de livros biográficos de missionários publicados em português.
28) Inclua links no site da sua igreja para outros sites relacionados a missões.
29) Incentive sua congregação a se inscrever em uma fonte de notícias mundiais (como uma revista, jornal ou podcast), ou para tornar um desses sites de notícias a página inicial do seu navegador da Internet. 
30) Participar, ou talvez mesmo hospedar, eventos e jantares organizados por organizações missionárias na sua região (AMTB, Semipa, Kairós etc.).

Texto de John Piper / Mark Struck. Website: desiringGod.org
Traduzido e adaptado por Veredas Missionárias.

terça-feira, 30 de outubro de 2018

LIÇÕES DA HISTÓRIA DA IGREJA NO NORTE DA ÁFRICA

ABRAÇANDO UMA TEOLOGIA DE "UNIDADE NA DIVERSIDADE"

A história de como a igreja primitiva se expandiu pela Ásia Menor e encontrou uma base na Europa é bastante conhecida. No entanto, a história da expansão para o outro lado do Mediterrâneo, ao longo do norte da África, não é tão conhecida assim. Houve um tempo em que as maiores cidades do Império Romano eram, além de Roma, Alexandria, no Egito, e Cartago, na atual Turquia.
Essas cidades também se tornaram um reduto para a igreja cristã. Pensadores cristãos primitivos, como Tertuliano, Cipriano e Agostinho, nasceram no norte da África e serviram em Cartago. Com uma história tão rica, pode ser intrigante a expansão árabe pela região que ocorreu a partir do século VII. Muitos eruditos já debateram os motivos por que a igreja não conseguiu resistir aos novos dominadores.
Vários fatores podem contribuir para uma parte da resposta. No entanto, destacamos duas razões que podem ensinar algo para nós, hoje:
  1. Pode ser um equívoco falar de uma igreja única. Durante os 300 anos anteriores à expansão árabe na região, foram estabelecidas duas igrejas paralelas, e a divisão entre elas estava crescendo. Os esforços de unidade sempre falhavam e as igrejas rotulavam uma à outra como falsas. Essa divisão realça uma tensão importante entre a igreja como uma entidade global e uma entidade local, contextualizada.
  2. Ressentimento do povo nativo contra governantes estrangeiros e sua respectiva identidade religiosa. A população berbere aparentemente escolheu uma “religião diferencial”: a filiação à igreja alternativa contribuiu para a identidade berbere e para a oposição política.
Nós nos perguntamos se essa dinâmica também pode nos ajudar a compreender melhor o andamento da igreja contemporânea.
Augustinho e os Donatistas

Contextualização ou unidade?
O movimento Donatista, que ganhou apoio entre os berberes, surgiu depois que o cristianismo se tornou a religião romana oficial. A Igreja Católica permaneceu política e culturalmente fiel ao Império Romano, enquanto a Igreja Donatista representava um movimento eclesiástico mais nacionalista, moldado pela comunidade berbere nativa. A Igreja Donatista adotou uma postura dogmática conservadora, mas incorporou uma forma de expressão mais carismática. Eles se orgulhavam de sua herança africana, de sua identidade como uma igreja de mártires e do ensino de Tertuliano sobre o discipulado radical e a pureza da vida cristã.


A Igreja Católica, por outro lado, enfatizava a universalidade da igreja, os ensinos de Tertuliano sobre unidade e o serviço da igreja à sociedade, trabalhando arduamente para se adaptar ao seu novo status de igreja oficial do Império Romano.
O conflito entre as igrejas Católica e Dontista pode então representar a tensão entre a igreja como entidade global e como entidade local – os Donatistas eram considerados uma ameaça à unidade da igreja.[1] Alguns dos fatores eram:
  • uma tensão político-religiosa entre a igreja “global” romanizada e a igreja como uma fé integrada de forma contextualizada; e,
  • uma tensão entre a uniformidade de linguagem e expressão e a necessidade de manter uma identidade cristã local.
No trabalho missionário atual, podemos questionar se a unidade necessariamente significa unidade organizacional e cultural cristã. Talvez o missionário deva encorajar a “unidade na diversidade”,[2] estimulando características culturais, em vez de as considerar como ameaça à unidade cristã.
Devemos também prestar mais atenção à história da Igreja Donatista quando falamos da igreja no norte da África, no mínimo porque a Igreja Donatista resistiu diante da expansão muçulmana, enquanto a Igreja Católica fugiu.
Além disso, somos tentados a pensar como L. R. Holme:
Se a igreja tivesse conseguido acesso à grande quantidade de tribos berbere, se tivesse conseguido unir sob a bandeira de Cristo todo o entusiasmo que mais tarde apoiou a causa islâmica, poderia ter evitado que os Sarracenos esmagassem o cristianismo africano após a conquista da província, e poderia ter evitado até mesmo a conquista da província. Acontece que o ensino que atraiu fortemente a mente berbere foi condenado pela igreja como imperfeito, e aqueles que o ensinavam e criam nele estavam sujeitos a banimento por parte das autoridades eclesiásticas e seculares. (tradução livre).[3]
Pode ser doloroso para os envolvidos em missões quando uma igreja nativa busca separação e independência ou estabelece práticas que são pouco familiares ou desconhecidas. Apesar disso, missionários de hoje devem se perguntar se isso não é simplesmente resultado do amadurecimento da igreja.

A igreja entre o centro e a periferia cultural

Os berberes eram tradicionalmente nômades e permaneceram predominantemente rurais. Eles nunca foram tentados pela cultura das cidades, que era fortemente influenciada e dominada pelos imigrantes romanos e sua herança cultural. As sociedades berberes se organizavam em estruturas tribais, opondo-se naturalmente ao estado centralizado e controlado por Roma.
Ao longo dos séculos, as cidades no norte da África tornaram-se cada vez mais centros administrativos, povoados pela elite política, financeira, militar e religiosa. A Igreja Católica, o latim e a forma de vida romana eram dominantes em todos os aspectos. Assim, os berberes, apesar de representarem a população nativa e constituírem a maioria étnica, permaneceram culturalmente marginais, sem influência nem representação política, financeira e cultural.
Diversos estudos demonstraram como a conversão religiosa e o desenvolvimento religioso de vários grupos se interrelacionam com as dinâmicas sociopolíticas e etnopolíticas, e, da mesma forma, devem ser interpretados a partir dessas estruturas.[4]
As experiências de marginalização étnica e cultural podem ter um papel significativo no fortalecimento da identidade cultural de um grupo, em oposição ao grupo dominante.
The history of the Berber population in North Africa follows a recognizable pattern in this regard. When the Roman occupying power discouraged and persecuted Christians during the first three centuries, surprisingly, Christianity found a foothold and thrived among the Berber population. Later, after the Catholic Church became the religion of the state from the year AD 380, the Berbers turned from the Catholic Church to Donatism, and persecution continued. Thus, religious following and religious identity continued to constitute an element of opposition to foreign rulers in the area throughout this considerable timespan.

Um padrão semelhante foi identificado em vários outros contextos, inclusive nos tempos modernos. Um dos exemplos é a história do desenvolvimento religioso em partes da África Oriental. Diversos estudos têm demonstrado como a oposição ao cristianismo ortodoxo do povo Amhara, grupo historicamente dominante, teve um papel significativo na formação da estrutura religiosa da Etiópia atual[5]:
  • Com a colonização das áreas a sul e oeste do país por parte dos Amhara, a composição religiosa dessas áreas mudou.
  • No entanto, grupos mais étnicos não abraçaram o cristianismo ortodoxo. Eles preferiram adotar interpretações alternativas da religião dos colonizadores.
  • A igreja evangélica etíope Mekane Yesus, numericamente forte e espiritualmente vibrante, por exemplo, é formada majoritariamente pela população da etnia Oromo, que experimentou uma marginalização cultural persistente pelos governantes Amhara.
Apesar de haver dinâmicas sociopolíticas e etnopolíticas influenciando a mudança religiosa e a conversão ao cristianismo, isso não necessariamente significa que as conversões individuais não sejam genuínas. Elas simplesmente ressaltam o fato de que a reorientação religiosa não acontece fora de contexto. Nenhum de nós fica intocado pela cultura e sociedade a que pertencemos.
Isso também pode ser uma indicação de que Deus está trabalhando em condições variáveis, e que Deus se relaciona conosco como pessoas em suas culturas e sociedades. Assim, é interessante observar que uma dinâmica semelhante pode estar ocorrendo agora no norte da África:
  • O número de cristãos árabes é pequeno.
  • No entanto, por vários anos, há relatos rotineiros de que alguns berberes estão se convertendo ao cristianismo no norte da África.[6]
  • É digno de atenção que David Garrison enfatize, por exemplo, o impacto de usar o idioma berbere entre cristãos, ao contrário do programa oficial de arabização e repressão da cultura tradicional berbere.[7]

Outras lições para a igreja contemporânea


Todo missionário transcultural traz consigo uma herança teológica e cultural. Ambas podem ser difíceis de identificar, uma vez que a religião também integra a cultura. Da mesma forma, nenhum missionário é culturalmente neutro. Nossa mensagem do evangelho tende a carregar pressupostos culturais. Não existe diferença nesse aspecto, se nossa herança teológica e cultural for coreana, nigeriana ou norueguesa. Uma simples reprodução de nossa herança religiosa em outras culturas pode perfeitamente tornar-se um “imperialismo eclesiástico”, em que nós, talvez de forma involuntária, impomos nossa tradição sobre outros. Devemos nos perguntar qual parte de nossa mensagem é indispensável e qual não é.
Missionários transculturais também precisam considerar os aspectos da representação política, financeira e de poder. Sendo forasteiros culturais, não existe um “espaço neutro”. Nós sempre representamos alguma coisa. Apesar de não podermos remover tal representação, o missionário deve estar atento a isso e procurar contrabalancear a influência de tais elementos. Caso contrário, podemos contribuir para que a igreja fique alienada de seu contexto.
O pioneiro da missiologia no século XX, Paul Hiebert, defendeu a importância da “autoteologia”.[8]
oda nova igreja precisa desenvolver uma teologia contextual, uma que faça sentido em sua cultura e que responda a questões de relevância cultural. Os missionários devem encorajar esse desenvolvimento, ainda que os líderes locais não tenham as mesmas conclusões que o missionário. O processo pode ser doloroso, como a história da igreja berbere enfatizou. No entanto, também pode ser um processo de crescimento para o missionário, já que nossa herança eclesiástica é assim desafiada e podemos aprofundar o diálogo com novas perspectivas.
Igrejas de todo o mundo podem se beneficiar ao abraçar a “unidade na diversidade”. No mundo ocidental contemporâneo, este desafio é igualmente válido no que diz respeito às novas igrejas de imigrantes.  As “igrejas majoritárias” do Ocidente devem considerar um relacionamento com as novas igrejas de imigrantes de forma a que o fluxo de cristãos do hemisfério sul contribua de forma positiva na revitalização e na reinterpretação do cristianismo no Ocidente.[9]

Notas de fim

  1. Chris J. Botha, “The Extinction of the Church in North Africa,” in Journal of Theology for Southern Afrika 57 (December 1986): 24-31. 
  2. Harding Meyer, That All May Be One: Perceptions and Models of Ecumenicity (Grand Rapids: Eerdmans, 1999), 93. 
  3. L. R. Holme, The Extinction of the Christian Churches in North Africa, 1st Edition 1898 (Leopold Classic Library, 2016), 253. 
  4. Øyvind M. Eide, Revolution and Religion in Ethiopia. The Growth and Persecution of the Mekane Yesus Church 1974-1985(Oxford: James Currey Ltd, 2000), 15-22, 85-93. 
  5. Hassen Mohammed, The Oromo of Ethiopia. A History 1570-1860 (Cambridge, 1990), 77. Arne Tolo, Sidama and Ethiopian. The Emergence of the Mekane Yesus Church in Sidama. Studia Missionalia Upsaliensia (LXIX. Uppsala, 1998), 279-82. 
  6. Bruce Maddy-Weitzman, “The Berber Awakening” in The American Interest, Volume 6, Number 5 (1 May 2011), and similarly David Garrison, A Wind in the House of Islam: How God is Drawing Muslims Around the World to Faith in Jesus Christ (Colorado: Wigtake Resources, 2014), 81-98. 
  7. Ibid., 93-94. 

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Informativo Missionário NA MISSÃO DE DEUS

A missionária Natália Almeida, nossa colaboradora e grande promotora de missões (autora do manual gratuito Mobilização Missionária - Caminhos Possíveis), tem publicado regularmente nas redes sociais o breve informativo Na Missão de Deus. A cada edição, um tema de relevância para a obra missionária é abordado.
Publicamos abaixo alguns dos informativos já publicados. Você pode copiar e compartilhar em suas redes sociais.










sábado, 13 de outubro de 2018

Marcadores de Página com temas missionários para você baixar e imprimir


Olá amigos e irmãos! A novidade em recursos edificantes que apresentamos desta vez é uma série de marcadores de página, todos com temas de utilidade missionária. São ao todo sete temas, que você poderá baixar, imprimir e recortar.

Confira os temas:
  • Marcador com versículo motivacional e espaço de anotações para você inserir nomes de missionários, e nomes de povos e lugares por quem deve orar;
  • Uma série de 4 marcadores contendo um significativo resumo da história de Missões (linha do tempo), e dicas de livros sobre a história missionária da igreja;
  • Um modelo trazendo a Estrada Romana, que na verdade é um roteiro de versículos, apenas do livro de Romanos, apresentando o plano de salvação completo, para você utilizar como guia em sua ação evangelística;
  • Dois modelos de marcador contendo cada um cinco Esboços de Sermões Missionários diferentes;
  • Um modelo contendo de um lado Dicas (de atividades) para promover Missões em sua igreja, e do outro lado links para download de diversos materiais (livros, apostilas etc.) focados em mobilização missionária; 
  • Um modelo de marcador contendo uma ampla seleção de Versículos Missionários (a base bíblica de Missões);
  • Um modelo apologético, contendo de um lado as heresias e equívocos em que o catolicismo romano incorreu ao longo de sua história (e os versículos que os refutam), e do outro lado uma série de versículos para refutar algumas crenças das Testemunhas de Jeová.


E atenção: há alguns anos já havíamos elaborado uma série de nada menos que 17 modelos de marcadores de página, todos eles com diversas utilidades e recursos cristãos, alguns também com temas missionários. Agora, para facilitar, reunimos num ÚNICO arquivo PDF esses 17 modelos, MAIS os novos modelos que apresentamos acima.


PARA BAIXAR O ARQUIVO COM TODOS OS MARCADORES PELO SITE GOOGLE DRIVE, CLIQUE AQUI.

Lembramos aos irmãos que tais recursos NÃO PODEM SER VENDIDOS. São recursos de grande edificação e utilidade, elaborados apenas para proveito da Igreja de Cristo. Mas convidamos vocês a compartilharem o arquivo, bem como os marcadores impressos, com o máximo de irmãos ao seu alcance. Imprima quantos puder e distribua entre irmãos na fé!

FIQUE ATENTO: Todos os marcadores possuem dois lados (frente e verso); assim, você deverá recortar corretamente e dobrar cada um deles. Cada página a ser impressa consta na maior parte das vezes de dois marcadores (do mesmo modelo ou de modelos diferentes).

sábado, 6 de outubro de 2018

UM RELATO DE EXPERIÊNCIA - Missão no Haiti



“Como são belos nos montes os pés daqueles que anunciam boas novas, que proclamam a paz, que trazem boas notícias, que proclamam salvação, que dizem a Sião: "O seu Deus reina!”
Isaías 52:7


UM RELATO DE EXPERIÊNCIA - MISSÃO NO HAITI

No dia 12 de janeiro de 2010, um terremoto de alta magnitude atingiu o Haiti, causando muita destruição e mortes. Após o terremoto, no mês de março daquele ano, eu, Dilene Lopes, e um grupo de missionários visitamos esse país, especialmente suas igrejas, as quais estavam em ruínas devido ao abalo sísmico.
Nos primeiros dias, em uma das igrejas que visitei, os membros me contaram que acontecera um culto, e me mostraram os locais onde estavam o púlpito e o coral no momento do ocorrido. Pude, também, visitar famílias que tiveram perdas de parentes e amigos. E numa dessas visitas, conheci um casal de pastores que haviam perdido a filha durante o terremoto.
Este casal nos recebeu com semblante de profunda tristeza, nos relatou que seus dois filhos estavam na escola no momento da tragédia e, sem forças, nos disse que havia perdido sua filha. O pai contou que o filho mais velho, o qual havia sobrevivido ao terremoto saiu à procura da irmã em meio aos escombros, poeira e à uma multidão de pessoas chorando e gritando, mas já tarde demais pois ela estava morta no meio de cimento e ferro da estrutura escolar.
E ele nos disse que após o ocorrido, muitas pessoas se levantaram contra ele questionando a Deus, dizendo: “onde estava seu Deus? Porque seu Deus permitiu isso? Porque seu Deus não salvou sua filha?”. E, então, oramos por eles.
Dias depois, visitamos um outro lugar bem distante. E para chegar lá, tivemos que ir de carro até parte do caminho e continuar a trilha à pé e de cavalo, pois não dava para ir de carro até o local durante todo o trajeto. Muito embora houvesse o obstáculo da distância, fizemos o percurso com alegria no coração, rindo e louvando a Deus com os irmãos nativos, mesmo com a dificuldade de cantar na língua deles.
Estivemos hospedados naquele vilarejo por três dias; tomamos banho de riacho; o banheiro era de latrina; à noite não havia iluminação e havia muitas baratas no local. Dormíamos em barracas e minhas costas passaram a doer muito! Tudo o que eu queria era um lugar mais confortável para eu me encostar...
Esse lugarejo era afastado de tudo. Pessoas vinham de lugares distantes para cultuar a Deus e muitas delas chegavam a viajar por 4h à pé para estarem ali. Tamanha era a sede daquele povo por Deus e a força de vontade de estarem reunidos para adorarem a Deus, juntos, mesmo em meio ao caos estabelecido! As crianças iam chegando e, em seguida, os mais velhos. Lembro-me, também, que havia um pastor idoso que chegou da mata muito alegre e cheio de vigor, exalando felicidade com a sua Bíblia na língua francesa, isso porque ele não tinha uma bíblia no seu dialeto.
Aquele pastor, em especial, chamou-me muito a atenção. Ele contou que viera ouvir o que Deus tinha a dizer através de nossas vidas, e estava grato por Deus ter enviado pessoas de tão longe, as quais deixaram o conforto de seus lares para levar consolação a um povo que estava sofrendo com a recente tragédia. Aquela gratidão, tão perceptível, mesmo em meio àquela notória destruição, perdas, epidemias, falta de alimentos, nos constrangeu de forma extraordinária!
Segundos depois, senti a voz do Espírito Santo me dizendo: “Olhe para os pés dele!”. Eu olhei logo em seguida e vi que ele estava com os pés descalços, sujos pela poeira do caminho, com os dedos machucados e com a pele cheia de rachaduras. Foi aí que, então, o Espírito Santo me disse: “Dilene, sabe os pés formosos? Os pés formosos que anunciam as boas novas? Eis que estão à sua frente. São os pés feridos, cheio de rachaduras, expostos ao solo, com calos, marcados pela dor e que necessitam de cuidados.”
E sabe, caro leitor, naquele momento entendi, e ainda me agarro nesse entendimento, de que a caminhada cristã não é fácil! De que não adianta querermos enfeitar nossos pés ou tentar deixá-los lindos, pois a verdadeira caminhada cristã vai nos deixar marcas. Ela vai nos parecer por vezes dolorida, sofrida, cheia de renúncias, perdas, traição, abandono, humilhação, rejeição, julgamentos, críticas e até mesmo a morte.
Vamos, muitas vezes, precisar de socorro e de nos submetermos ao tratamento médico. E, eu te digo: não queira mudar essa realidade! Talvez seu pé esteja machucado demais a ponto de sangrar, mas adiante de você ainda está uma longa caminhada a percorrer. Seu coração pode estar cheio de tristeza e amargura, e até perdido a alegria de servir ao Senhor. Ou quem sabe, sua força pareça estar sendo sugada todos os dias, seus amigos e igreja te abandonaram e sobre sua vida há um ataque de morte.
Como irmã na fé, encorajo-te a voltar para o que a palavra de Deus diz. Leia-a, ouça o que Ele tem a dizer-te e guarde-a no fundo do seu coração. O nosso Pai vai te carregar, Ele é como um médico que irá ao encontro do seu coração, trazendo o remédio e cura que precisa. Nosso Pai é capaz de renovar suas forças e te dar o ânimo necessário para viver um dia de cada vez. Ele está sempre presente e não te abandona! Nosso pai, o dono da vida não vai deixar você morrer.
Então, se o exército que se chama IGREJA um dia falhar com você, lembre-se: existe um exército no céu, os anjos do Senhor, que em nome D’Ele, não falharão! O inimigo não vai te vencer! Fique firme, calma, ande devagar, dê pequenos passos, pare, sente, descanse, chore, ore, ria, coma, durma, leia a palavra e continue, pois ainda não terminou.
Com amor. Sua conserva,
Dilene Lopes.
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Dilene Lopes é pastora e pedagoga.

sábado, 29 de setembro de 2018

Cidades Menos Alcançadas do Sertão Nordestino - Baixe a pesquisa


A realização de um planejamento a fim de chegar aos lugares onde Cristo não foi anunciado (Rm 15:20) requer o entendimento do contexto dessas localidades, bem como de seus respectivos desafios, para então mobilizarmos campanhas de oração e plantio de novas igrejas. Portanto, o principal alvo deste trabalho de pesquisa, Cidades menos alcançadas do sertão: Um desafio à Igreja brasileira, realizada pela Missão Esperança e Fé – MEF, com apoio da Agência Missionária de Evangelização do Sertão – AMES e coordenada pelo Missionário Rodrigo F. Bellaguarda, é conhecer as cidades menos alcançadas do sertão nordestino – por “menos alcançadas” entenda-se as cidades com baixa presença evangélica (menos de 3,5%) e resistência ao estabelecimento da igreja. Esta pesquisa nos leva a enxergar o esforço da igreja para alcançar as regiões menos alcançadas do sertão e quais os resultados desse empenho nos últimos anos. Além disso, torna-se possível entender não apenas o que foi conquistado, mas qual é o desafio para essa região.

A primeira fase da pesquisa está disponibilizada em formato pdf (12 páginas).

Para baixar o arquivo, CLIQUE AQUI.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Frases e reflexões de Ronaldo Lidório


A mensagem da salvação de Deus em Cristo Jesus foi desenhada para ser compreendida em todas as línguas e aplicada em todos os contextos, seja na sociedade ocidental urbanizada, seja na comunidade minoritária mais remota da terra. O evangelho é supracultural (comunicável a todos os povos), cultural (revelado ao homem em sua história), multicultural (atrai a Cristo pessoas de todas as nações), intercultural (os salvos em Cristo tornam-se um só povo em Deus), transcultural (deve ser levado de uma cultura para outra pela obra missionária) e contracultural (confronta o homem em seu próprio contexto e modo de vida). O evangelho de Cristo confronta, transforma e liberta (Ap 5.9; At 1.8; Jo 1.14; Cl 3.11; At 26.18).


O que segura um missionário no campo não são projetos, sustento, equipes ou igrejas enviadoras, mas sim a profunda, intransferível e inconfundível convicção que Deus o chamou.


A evangelização é mais ensinada do que exercida. Talvez seja preciso, ao fim do dia, de fato pesar onde investimos nosso tempo, esforço e dinheiro... e ver onde está nosso coração.


Deus ordenou e sua Palavra sempre foi obedecida. Ele disse ‘haja luz’ e houve luz. Falou ao mar e ele se abriu. Sua palavra foi obedecida por demônios que foram expulsos, enfermos que foram sarados, muralhas que caíram. Ele falou à tempestade e ela se acalmou. Ele também ordenou a igreja: vá por todo o mundo anunciar Jesus a todas as nações. Após dois mil anos de Cristianismo, Jesus ainda permanece desconhecido por boa parte do planeta, mais de 3.500 línguas faladas por dois bilhões de pessoas não o conhecem. Será a Igreja, perante todos, a única a desobedecer ao comando do Senhor?


Não deixe de semear, mesmo quando está difícil. Lance a semente em todas as terras. Uma semente há de germinar e talvez a mais improvável, a que menos promete. Não dê ouvidos àquele que diz que não vai acontecer porque a terra é árida, você é incapaz, o povo nunca muda, o problema é grande demais, o sol é forte e o vento está chegando. Lance a semente.


O plantio de igrejas não deve se definir em termos de treinamento e habilidade, mas pelo poder e desejo de Deus em salvar.


A certeza da missão: a Graça de Deus, O processo da missão: proclamar e viver o Evangelho de Jesus, a prioridade da missão: pregar onde Cristo não foi anunciado. Pode ser perto ou longe, primeiro Deus prepara nosso coração para obedecer, depois nos mostra o caminho. A obra missionária só acontece por meio da obediência.


Uma igreja cheia do Espírito é uma igreja missionária, proclamadora do evangelho e conduzida para as ruas, jamais enclausurada.


Se você é discípulo de Cristo, já está convocado a servi-lo com tudo o que você é e com tudo o que você tem – suas forças, competência, oportunidades, emprego, inteligência, relacionamentos, finanças e família.


Devido à abordagem missionária impositiva, frequentemente encontramos templos de cimento para cultura de barro, pianos de cauda para povos de tambores, terno e gravata para os que usam túnica e turbante, sermões lineares para pensamentos cíclicos, sapatos engraxados para pés descalços. Tão ocupados em exportar nossa cultura, nós nos esquecemos de apresentar-lhes Jesus, Deus encarnado, totalmente contextualizado no mundo de forma que ouçam e entendam.

Acesse: http://www.ronaldo.lidorio.com.br/

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Erguei os Olhos e Vede os Campos, livro do pastor Luiz Miguel Gianeli para download gratuito


Apresentamos aos leitores do blog Veredas Missionárias o livro Erguei os Olhos e Vede os Campos, uma excelente obra missiológica escrita pelo pastor e missionário Luiz Miguel Gianeli. Nas 244 páginas do livro, o autor apresenta um rico panorama bíblico sobre Missões, discorrendo sobre textos do Antigo e do Novo Testamentos. Uma coleção de sermões e mensagens, nos dizeres do autor, "que preguei ao longo destes doze anos e meio no campo missionário, seja em São Roque de Minas, Vargem Bonita, Piumhi ou em conferências missionárias pelo Brasil, adaptados para a linguagem escrita, acompanhados de reflexões sobre o tema que fiz durante nosso trabalho até agora e algumas ilustrações missionárias úteis para enriquecimento de devocionais e mensagens."

O autor continua: "Esta obra é fruto de nossa gratidão a Deus por tudo o que Ele tem feito em nossas vidas, pela salvação acima de tudo, por Sua graça, misericórdia e bondade a cada dia e pelo privilégio de, apesar de todos os nossos pecados, defeitos e incapacidades, servirmos no campo missionário, pregando o evangelho, implantando igrejas e pastoreando-as. Fizemos tudo com muito amor e dedicação.
Além disso, disponibilizar este material gratuitamente é uma forma de glorificar a Deus e espalhar a mensagem de Missões em forma de literatura, visando oferecer um material de apoio e incentivo à Igreja de Cristo, bem como agradecer ao Senhor e a todos os irmãos e amigos que estão investindo a apoiando meu ministério como escritor, seja adquirindo, divulgando ou distribuindo os dois primeiros livros que escrevi: "A Missão de Neemias", também sobre Missões e que acabou de receber uma nova edição pela Editora Crescendo, e "Como Peregrinos e Forasteiros", um comentário devocional da primeira epístola de Pedro."

PARA BAIXAR O LIVRO PELO SITE GOOGLE DRIVE, CLIQUE AQUI.


Alem da versão em PDF, gratuita, o livro também encontra-se disponível em formato Kindle no site da Amazon. E o autor ainda prepara uma pequena tiragem impressa da obra, a ser comercializada com aqueles interessados.

 Não deixe de visitar o blog do autor: http://diamanteseternos.blogspot.com/

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

MOBILIZAÇÃO MISSIONÁRIA: Caminhos Possíveis, e-book de Natália Almeida para download gratuito


        


Mobilização Missionária, caminhos possíveis, é, como o nome deixa vislumbrar, um pequeno manual de ensino e incentivo à mobilização missionária. Nesta breve obra, Natália Almeida (que os amigos costumam chamar de Flor Natália), em linguagem clara e concisa, compartilha com a igreja brasileira um pouco de seu conhecimento. Aliando sua experiência prática como missionária transcultural e urbana e como mobilizadora e treinadora à sua bagagem acadêmica (mestrado e doutorado em Educação pela UERJ), Natália transcorre por diversos tópicos referentes à mobilização. A cada capítulo, além das informações, o leitor é enriquecido com dicas bibliográficas de materiais, gratuitos ou pagos, que irão ampliar o entendimento e a visão sobre determinado aspecto da missão.

        Este é um material gratuito, que surge em momento oportuno, quando novos atores e alianças afloram no cenário eclesiástico/missionário brasileiro, no objetivo de envolver a Igreja nacional na obra de alcance dos pouco ou ainda não evangelizados, tanto dentro de nossas fronteiras quanto além.
     Baixe o seu exemplar, e compartilhe este material com outros irmãos e ministérios!

PARA BAIXAR O ARQUIVO PELO SITE GOOGLE DRIVE, CLIQUE AQUI.

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