segunda-feira, 31 de maio de 2021

Lidando com a falta de visão missionária na igreja

 


A igreja que não tem visão missionária, o seu caminho natural é olhar somente para si e se tornar cada vez mais egoísta. Toda congregação local começa com o desejo de alcançar a comunidade em que ela se encontra. O foco inicialmente é sempre "os de fora". Com o tempo, os esforços da igreja começam a mover-se para "os de dentro". Thom Rainer afirma que nesses casos a maior parte do ministério é para os membros, a maioria dos recursos financeiros é para os membros, a maior parte do tempo da liderança é para os membros. Muitas igrejas mudam de um corpo dinâmico da Grande Comissão para um clube religioso". Quando a igreja se parece com um clube, os membros acham que, ao pagarem suas "mensalidades", terão direito a privilégios e regalias, acham que alguém vai cuidar de suas necessidades enquanto desfrutam de uma vida de lazer. Para essas pessoas, ser membro é receber em vez de dar, ser servido em vez de servir, ter direitos em vez de responsabilidades, ter vantagens em vez de sacrificar.

Isso tem sido tão evidente que há alguns crentes que até estranham quando se deparam com algum pastor com visão missionária. Certa vez, ouvi de uma irmã que meu chamado não era "tão pastoral", era mais para cuidar de missionários. Com certeza, essa irmã, queria chamar a minha atenção para que eu olhasse mais para as suas necessidades particulares, em vez de ficar falando de missões com tanta frequência. Portanto, não será fácil mudar a mentalidade das pessoas, haverá oposição. Há muitos crentes que estão acostumados a serem tratados como bebês de colo, esperando que alguém sempre esteja disposto a paparicá-los. Enfrentar tudo isso será duro, mas vale a pena o custo.

Trecho do livro Segure a Corda - A importância da igreja local em missões, de Carlos Eduardo Sousa. 

Disponível em https://www.amazon.com.br/Segure-Corda-import%C3%A2ncia-igreja-miss%C3%B5es/dp/6559260070/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&dchild=1&keywords=segure+corda&qid=1619755871&sr=8-1 

sábado, 22 de maio de 2021

Em suas próprias línguas: Uma meditação missionária sobre o Pentecostes


Martin Horton 

- Wycliffe Bible Translators

 Houve um tempo em que todos falavam a mesma língua. A vida era muito mais fácil então. Não havia falha de comunicação, nenhum mal-entendido. Era tudo muito mais simples.  Nenhum de nós sabe como era essa primeira língua. Incluía os cliques da língua! Xun de Angola ou os assobios do kuş dili - linguagem dos pássaros - do norte da Turquia, ou talvez a deliciosa cadência musical do galês? Ou talvez todos os três?    

A hora deles chegaria, mas primeiro havia o problema do orgulho. As pessoas queriam mostrar que eram maiores do que Deus, e tentaram construir uma torre para o céu para provar isso (Gênesis 11). Deus teve que agir para lidar com esse orgulho e 'confundir a linguagem deles'. Infelizmente, as pessoas não falavam mais a mesma língua, mas da confusão da humanidade que pensava que conhecia melhor, Deus criou línguas de cores e diversidade. 

 Algumas pessoas têm uma aptidão natural para aprender a compreender e falar línguas diferentes; para outros, é um desafio muito maior. Você já parou para pensar como será no céu, quando encontraremos e saudaremos pessoas 'de todas as nações, tribos, povos e línguas' (Apocalipse 7:9)? Vamos entender cada palavra! Seja falando com o povo Fini da Eurásia, o povo Koma dos Camarões ou o Leoma do Sul da Ásia, não haverá barreiras para a comunicação. 

 O dia de Pentecostes deu uma amostra disso. Um dia tremendo, quando Deus não apenas reverteu a confusão criada em Babel, mas o Espírito Santo veio, capacitando seus discípulos a compartilhar o evangelho 'até os confins da terra' (Atos 1:8). A maioria das pessoas reunidas ali provavelmente poderia entender grego - então por que Deus capacitou os discípulos a falar nas muitas línguas diferentes dos povos que estavam lá, deixando-os 'maravilhados e perplexos' (Atos 2:12)? 

 Quando as pessoas finalmente têm a palavra de Deus no idioma que melhor entendem, costumam dizer algo como "Agora Deus fala minha língua!" A questão é que Deus sempre falou a língua deles. Podemos ficar ao mesmo tempo humilhados e maravilhados por Ele ter nos convidado para fazer parte de seu trabalho. Que coisa incrível! Deus desceu para caminhar e falar conosco e nos capacitar a trabalhar ao lado dele, convidando mais pessoas para sua família. 

 E é isso que precisamos fazer. Hoje, 255 milhões de pessoas ainda não têm um único versículo da Escritura na língua que melhor entendem. 1,5 bilhão de pessoas não têm a Bíblia inteira. Isso é 1 em cada 5 pessoas, em todo o mundo, que ainda estão esperando a Bíblia ser traduzida para seu próprio idioma. 

 Louve a Deus pela incrível diversidade de idiomas que existe ao redor do mundo. 

 Ore por um povo que está em seu coração, para que eles possam se envolver melhor com a palavra de Deus. 

 Ore por aqueles povos onde a tradução ainda nem começou, e que no tempo perfeito de Deus eles conheçam o amor de Deus por eles, no idioma que melhor entendem. 


domingo, 9 de maio de 2021

SOMOS TODOS MISSIONÁRIOS?: UMA INTRODUÇÃO AO CONCEITO DA PALAVRA MISSIONÁRIO


Wesiley Monteiro

    O vocábulo missionário deriva da palavra latina (mitto) que corresponde ao termo grego do Novo Testamento traduzido como apóstolo, o qual significa “enviado”. Silas Tostes afirma que um dos usos do termo grego “apostolos” designa “missionários transculturais” (Sou Eu um Apóstolo? in Perspectivas no Movimento Cristão Mundial, pp. 214-218).

            Baseando-se em Patrick Johnstone (O Futuro da Igreja Global, p. 226), pode-se dizer inicialmente que o termo MISSIONÁRIO indica a pessoa enviada por uma igreja local com o objetivo de: 1. Evangelizar; 2. Plantar igrejas; 3. Servir (ação social, discipulado, treinamento de obreiros nativos, tradução e distribuição da Bíblia e de literatura cristã, cuidado pastoral etc.).

            A complexidade atual da obra missionária levou à substituição de concepções restritas de “missionário” por conceitos bastante abrangentes. Por exemplo, a exigência ideal de atuação “onde Cristo ainda não foi anunciado” (longe ou perto) excluiria do conceito a maioria dos missionários que se dedicam à capacitação de obreiros nativos.

            Listamos a seguir cinco conceitos distintos de missionário, de modo progressivo, do mais restrito ao mais amplo. Três foram adaptados dos conceitos elencados por Patrick Johnstone (2, 3, 4), e os outros dois (1, 5) foram derivados para a noção mais restrita e para a noção mais ampla, respectivamente. Os três conceitos “centrais”, que refletem preferências existentes nos diferentes continentes (2, América do Norte; 3, Europa e América Latina; 4, África e Ásia), também constam no Apêndice 3 do livro Ore pelas Nações (Operation World), p. 362:


1. Toda pessoa enviada para evangelizar, plantar igrejas ou servir de modo transcultural, fora das fronteiras da Cristandade. Esse conceito restringe a atividade missionária ao pioneirismo apostólico. Missionário seria quem desbrava os campos dos povos não alcançados, inclusive dos povos carentes de reevangelização após desaparecimento ou declínio acentuado do cristianismo (como em regiões do Norte da África, Oriente Médio e Europa).

2. Toda pessoa enviada para evangelizar, plantar igrejas ou servir de modo transcultural, fora de seu país. Esse conceito não requer que o missionário (estrangeiro) execute trabalho evangelístico pioneiro, embora o pioneirismo possa ser visto como preferencial (o que de fato deve ser, tendo em vista, por exemplo, Lc 4:43 e Rm 15:20).

3. Toda pessoa enviada para evangelizar, plantar igrejas ou servir de modo transcultural, no exterior ou no seu próprio país, mas fora de seu local de origem. Esse conceito abrange, por exemplo, os missionários transculturais brasileiros que exercem suas atividades em nosso próprio país. Em pesquisa acerca do contingente de missionários brasileiros, a Associação de Missões Transculturais Brasileiras considerou “missionário transcultural brasileiro” no Brasil, para o propósito da pesquisa, quem trabalha entre os indígenas, ribeirinhos, ciganos, quilombolas, sertanejos, surdos, imigrantes, refugiados e hippies (Força Missionária Brasileira Transcultural: pesquisa AMTB 2017, p. 03).

4. Toda pessoa enviada para evangelizar, plantar igrejas ou servir de modo transcultural ou não, no exterior ou no seu próprio país, mas fora de seu local de origem. Esse conceito admite o missionário monocultural, desde que deixe seu lugar de domicílio  (de modo permanente ou não). Lembremos que o Apóstolo Paulo também trabalhou de modo monocultural (entre os judeus). O conceito abrange, por exemplo, o obreiro brasileiro que sai para plantar uma igreja no interior de seu estado (missões estaduais).

5. Toda pessoa enviada para evangelizar, plantar igrejas ou servir de modo transcultural ou não, no exterior ou no seu próprio país, ainda que em seu local de origem, desde que em ministério de tempo integral ou bivocacional. Esse conceito abrange o missionário urbano, inclusive o que alcança estrangeiros na sua própria região. Tempo integral e ministério bivocacional (ainda que em tempo parcial) distinguem o missionário do cristão comum que evangeliza em seu contexto ou que colabora em visita ao campo em férias. A menção ao obreiro bivocacional inclui no conceito os profissionais em missões. Em nossa opinião, esse conceito alargado faz mais justiça à complexidade das necessidades da tarefa missionária hoje.

            Enfim, somos todos missionários? Vejamos o que diz o missiólogo William D. Taylor, embora mencione apenas obreiros transculturais em sua definição de missionário (Evangelical Dictionary of World Missions, p. 645, tradução nossa):


“Fazemos um desserviço ao ‘missionário’, quando universalizamos o uso do termo. Embora todos os crentes sejam testemunhas e servos do reino, nem todos são missionários. Não glamorizamos ou exaltamos o missionário, ou lhe atribuímos maior honra na vida ou maior recompensa no céu, nem criamos um ofício artificial. Destacamos que essa conclusão decorre da teologia bíblica das vocações (Deus nos deu diversas vocações e todas são santas, mas não todas iguais); da teologia dos dons (nem todos são apóstolos, nem todos falam em línguas - 1Co 12:29) e, portanto, nem todos os cristãos são missionários; e da teologia do chamado (o Deus Trino soberanamente chama alguns para essa posição e tarefa). Esses homens e mulheres são obreiros transculturais que servem dentro ou fora de suas fronteiras nacionais e cruzarão algum tipo de barreira linguística, cultural ou geográfica como enviados autorizados”.

 

RESPOSTAS RÁPIDAS A PERGUNTAS RÁPIDAS


1. Por que todos os cristãos não são missionários de fato?

Deus é quem concede dons e é soberano no chamado específico para o ministério missionário, a ser exercido por obreiros de tempo integral ou bivocacionais. Paulo ensina: "Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido?" (1Co 12:17) “ ou “Porventura, são todos apóstolos? Ou, todos profetas? [..]” (1Co 12:29). De certa forma, todos são missionários apenas em potencial - o que equivale a dizer que nem todos o são... De qualquer modo, todos os cristãos precisam responder ao chamado geral para o engajamento na Missão, que inclui o de evangelização onde quer que estejam.

2. A dedicação de tempo integral é importante para o conceito de missionário?

Sim, pois o ministério de tempo integral deve ser a regra. Rinaldo de Mattos, em ensaio publicado na página eletrônica da AMTB com o título A Teologia Bíblica da Vocação e Chamada, fala da necessidade de tempo integral para o missionário em sentido específico, ao citar a hipótese de três professoras que, a partir da experiência de magistério infantil em escolas públicas, decidiram ministrar a crianças. A primeira ingressou no ministério infantil de sua igreja no tempo livre; a segunda pediu exoneração do cargo público e, com o sustento de sua igreja, dedicou-se integralmente nas atividades de organização instituída com o fim de cuidar de crianças de sua cidade; a terceira segue o caminho da anterior e passa a ministrar a crianças no interior do Brasil com o apoio de sua igreja. Mattos não considera apropriado chamar de “missionária” a primeira obreira. Ele também não aplica o termo às equipes de voluntários que apoiam missionários no campo.

3. “Ministério bivocacional” deve realmente ser incluído no conceito de missionário?

A atividade profissional pode ser uma boa estratégia, ainda que leve o missionário a servir em tempo parcial. Pode ser útil nos campos “de acesso criativo“ e necessária para manutenção da atividade ministerial ou para a subsistência do próprio missionário. Assim, a inclusão de obreiros bivocacionais é necessária, embora a dedicação de tempo integral seja a ideal. Usando o exemplo de Rinaldo de Mattos, suponha que as duas missionárias tenham o sustento da igreja reduzido. Uma delas passa a ser assalariada em escola infantil confessional (onde o ensino inclui a evangelização), de modo que continua a servir em tempo integral. A outra passa a lecionar em escola particular não confessional, de modo que se dedica apenas em tempo parcial ao ministério propriamente dito. Ambas passaram a exercer ministério missionário bivocacional.

4. Por que muitas pessoas bem intencionadas passaram a dizer equivocadamente que todos os cristãos são missionários?

Há dois motivos principais. Primeiro, para rejeitar a ideia de uma “categoria” de cristãos que poderia ser entendida como limitada e especial. Mas o equívoco da categorização dos cristãos engajados na Grande Comissão não precisa ser corrigido com a afirmação de que todos são missionários, mas sim com o ensino bíblico de que todos têm igual valor, independentemente de suas funções no Corpo de Cristo (1Co 12:20-25). Segundo, para universalizar a reponsabilidade pela tarefa missionária. Porém, o apelo para o engajamento não requer a atribuição do título de missionário à generalidade dos cristãos. Nem todos os cristãos evangelizam de fato. Como, então, todos os cristãos são missionários?

5. Dizer que "a tarefa missionária compete a todos", o que é sabidamente correto, não implica dizer que todos são missionários?

A tarefa missionária somente é cumprida quando há oração, envio e colaboração de diversas formas. O cristão que ora por missionários ou que para eles contribui não se torna missionário somente por essa razão. Por exemplo, o cristão exemplar que lucra com a vida de intenso trabalho na criação de gado e contribui para o Projeto Z do missionário Y, ainda que com bastante voluntariedade e engajamento, não pode ser considerado missionário automaticamente. O engajamento em missões deve ocorrer não apenas pelo missionário, mas pelo mobilizador, colaborador, contribuinte permanente ou eventual, cuidador etc.

6. Em que sentido todos os crentes são missionários em potencial?

“Em potencial” designa uma possibilidade, pressupondo, no momento, a impropriedade da atribuição da qualificação correlata. Não sabemos previamente quem são aqueles que Deus chamará para o ministério específico de missionário. Qualquer crente pode ser vocacionado para esse ministério, o que aponta para a necessidade de que todos recebam instrução acerca dos distintos campos missionários. Devemos rogar a Deus que mande muitos obreiros missionários para a Sua grande seara (Mt 9:38). Nossa oração também deve ser para que todos os cristãos respondam ao chamado geral de evangelização onde quer que estejam. Somente na hipótese de resposta positiva é que se poderia aplicar a todos os cristãos engajados, numa acepção demasiadamente ampla, a palavra “missionário”. Mas, em relação a esse sentido genérico, o termo tem sido substituído com mais precisão pelo vocábulo abrangente “missional”, que pode ser aplicado adequadamente (inclusive) aos que evangelizam e servem com seus dons no contexto de sua própria igreja local.

7. Como acontece o chamado missionário?

Além do chamado geral de Deus para santidade e evangelização, há o chamado específico para o ministério (geralmente de tempo integral) como pastor, evangelista, mestre, missionário etc. O chamado missionário não se confunde com o direcionamento geográfico, cultural ou religioso. Segundo Timóteo Carriker (A Vocação Missionária in Perspectivas no Movimento Cristão Mundial, p. 762), o chamamento missionário “mais frequentemente, manifesta-se como uma convicção profunda e crescente, baseada em princípios bem definidos da Palavra de Deus, testemunhada no interior pelo Espírito de Deus e confirmada no exterior pelo Corpo de Cristo, a igreja”. Em outros termos, o chamado missionário pressupõe três elementos básicos: 1. Submissão à Palavra de Deus; 2. Testemunho interno do Espírito Santo e 3. Reconhecimento externo da igreja.

8. Existe hoje uma confusão terminológica?

Embora a delimitação do campo semântico de termos importantes na Missiologia não seja fácil, diz-se que a igreja é missional, termo que corresponde à missão, a qual é entendida de modo amplo como a “iniciativa histórica redentiva de Deus a favor de Sua criação” (Tennent, Invitation to World Missions, p. 54). A participação da igreja na missão de Deus inclui as missões, à qual se refere o vocábulo missionário. Este termo, quando assume a forma de adjetivo, tem campo semântico mais amplo que o termo na forma de substantivo, razão pela qual se fala em “tarefa missionária”, “igreja missionária”, “movimento missionário”, “povo missionário” etc., embora abrangendo a atividade do missionário.

9. Qual é a missão da igreja?

Existem três entendimentos básicos entre os evangélicos:

A. A missão deve ser identificada na evangelização.

B. A missão deve ser identificada na evangelização e na promoção de justiça social, mas com a primazia da proclamação do evangelho. Scott Moreau afirma que essa segunda corrente ganhou proeminência entre os evangélicos (Evangelical Dictionary of World Missions, pp. 636-638).

C. A missão deve ser identificada na evangelização e na promoção de justiça social, sem a primazia de qualquer uma delas.

10. Qual a diferença entre evangelismo e missões?

Evangelismo se refere simplesmente à comunicação do evangelho. Essa comunicação pode ocorrer não apenas em palavras, mas também com obras em relação às quais há inequívoca percepção de que refletem o amor de Cristo. Missões abrangem o evangelismo, cruzando barreiras culturais, geográficas ou até mesmo sociais (evangelismo monocultural e transcultural). São realizadas tanto pelos missionários que servem em campo, como por colaboradores que oram e contribuem de diversas formas. Mas a condição de “parceiros da missão” não os torna automaticamente “missionários”, da mesma forma que um ato de evangelismo por um cristão não o torna ipso facto detentor do dom de evangelista.

11. O missionário que planta uma igreja e permanece por muito tempo como pastor local da igreja plantada deixa de ser missionário e se torna um pastor não missionário?

Considerando que a vocação missionária é distinta da vocação pastoral, o missionário que assume cumulativamente o ministério pastoral pode permanecer como missionário pastor (ou pastor missionário) durante muito tempo. Ele naturalmente deixa de ser missionário caso assuma o pastorado em caráter exclusivo e definitivo.

12. Os líderes de organização missionária que permanecem durante muito tempo nas atividades de retaguarda (logística, cuidado missionário, capacitação etc.) podem ainda ser considerados missionários?

Sim. A grande maioria já serviu e continua servindo com visitas ministeriais ao campo e são agentes estratégicos importantes na evangelização e plantação de igrejas. A mesma afirmação se aplica aos missionários pesquisadores. Na Bíblia, vemos que o grupo dos 12 Apóstolos, enquanto mantinha residência fixa em Jerusalém e dali supervisionava os campos missionários, não perdeu, é claro, a condição de “enviados”.

13. O missionário que regressou do campo, permanecendo por muito tempo sem atividade tipicamente missionária, pode ainda ser considerado missionário?

Precisamos saber se o missionário se aposentou ou apenas está desprovido das condições adequadas para retornar ao campo ou atender a novo direcionamento do Espírito. Muitos continuam servindo como capacitadores de novos vocacionados. Paulo, por exemplo, ainda que tenha ficado recluso na prisão de Cesareia por um bom tempo, não se destituiu da posição de missionário e aproveitou todas as oportunidades para a proclamação do Reino de Deus entre as autoridades romanas.

14. Devemos considerar missionário quem apenas tem o título de missionário dado por uma igreja e não tem atividades de campo?

Cada igreja ou denominação tem seu modo de organizar sua liderança e seus ministérios. Do ponto de vista bíblico, porém, o referido título eclesiástico deve corresponder à atividade tipicamente missionária.

 

BIBLIOGRAFIA CITADA

 

ASSOCIAÇÃO DE MISSÕES TRANSCULTURAIS BRASILEIRAS. Força Missionária Brasileira Transcultural. Brasília, 2017.

CARRIKER, Timóteo. A Vocação Missionária. In: WINTER, Ralph D.; HAWTHORNE, Steven C.; BRADFORD, Kevin D (Coord.). Perspectivas no Movimento Cristão Mundial. São Paulo: Vida Nova, 2009.   

JOHNSTONE, Patrick. O Futuro da Igreja Global: história, tendência e possibilidades. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2017.

MANDRYK, Jason; WALL, Molly (Org). Ore pelas Nações: um guia completo de missões e intercessão pelo mundo (Operation World, WEC). São Paulo: Mundo Cristão, 2017.

MATTOS, Rinaldo de. A Teologia Bíblica da Vocação e Chamada: reflexão e prática.  Disponível em: http://www.amtb.org.br/a-teologia-biblica-da-vocacao-e-chamada/. Acesso em: 04 de maio de 2018.

MOREAU, A. Scott. Mission and Missions.  In: MOREAU, A. Scott (Ed.). Evangelical Dictionary of World Missions. Grand Rapids: Baker Books, 2000.

TAYLOR, William D. Missionary. In: MOREAU, A. Scott (Ed.). Evangelical Dictionary of World Missions. Grand Rapids: Baker Books, 2000.

TENNENT, Timothy C. Invitation to World Missions: a trinitarian missiology for the twenty-fist century. Grand Rapids: Kregel, 2010.

TOSTES, Silas. Sou Eu um Apóstolo? In: WINTER, Ralph D.; HAWTHORNE, Steven C.; BRADFORD, Kevin D (Coord.). Perspectivas no Movimento Cristão Mundial. São Paulo: Vida Nova, 2009.   

terça-feira, 27 de abril de 2021

Dicas de livros missiológicos em lançamento


O EVANGELHO DISRUPTIVO - Histórias e estratégias para transformar sua cidade Autor: Mac Pier (Esperança)

O que aconteceria em sua cidade se 10% mais pessoas se tornassem cristãos vibrantes trabalhando juntos para o bem da comunidade?

Por trinta anos Mac Pier assistiu e participou do que Deus tem feito em Nova Iorque. Agora ele compartilha histórias verdadeiras de transformação para inspirar aqueles que anseiam por ver Deus mover-se em suas próprias comunidades.

"Pr. Mac explica e ilustra cinco verdades e prioridades ao longo deste livro:
O Evangelho é importante. O poder existe. Conheça, creia e exalte o Evangelho e tudo mudará.
A unidade da Igreja é importante. Denominações e tradições se complementam e se completam. Nenhuma igreja ou tipo de igreja sozinha pode alcançar a cidade.
As cidades são importantes. As pessoas do mundo estão se mudando para as cidades mais rapidamente do que a igreja. Nenhuma missão é mais imperativa do que multiplicar igrejas e ministérios em áreas urbanas.
A liderança dos Millennials (geração Y) é importante. Esses grandes desafios não serão vencidos, a menos que as rédeas da liderança sejam passadas para esta geração agora.
Finalmente, o movimento é importante. O que é um movimento? Na verdade, não é fácil de definir. Mas se por meio de um ministério fiel você liberar o poder do Evangelho e unir as igrejas e as gerações em oração e engenhosidade para alcançar sua cidade — bem, você reconhecerá um movimento quando o vir".

Tim Keller

Acesse: https://www.editoraesperanca.com.br/loja/lancamentos/o-evangelho-disruptivo



INDÍGENAS NO NORDESTE - História, identidade e evangelho Autores: Barbara Burns e Thomas Litz (Esperança)

É impressionante como Deus conversa com as pessoas das mais diferentes maneiras. Foi através de uma conversa despretensiosa com o então paraninfo da turma concluinte do Seminário Teológico da Missão Juvep que Sérgio Ribeiro (escritor do prefácio da obra) "notou" a necessidade de ir atrás da divulgação do Evangelho para as comunidades indígenas, um movimento bem semelhante ao que foi feito com os moradores do sertão brasileiro. Chama-se a atenção naquela fatídica conversa que nem mesmo as missões indígenas davam a atenção que as comunidades de indígenas careciam.

    Após anos levantando dados, angariando recursos, nasceu o Aperfeiçoamento Missionário Indígenas (um ramo dentro do trabalho já desenvolvido pelo Centro de Preparo Missionário). Nesta recém-criada organização há um ambiente fraterno tal que surgiu a inspiração para registrar tudo nesta obra. O objetivo? Reunir a experiência e a piedade dos colaboradores para que assim seja uma bênção para os plantadores de igrejas entre os indígenas do Nordeste do Brasil.

    "É um privilégio participar desta publicação, tanto pela relevância do tema quanto pela admiração que tenho pelos editores e autores. Minha oração é para que este livro seja usado por Deus no despertamento, encorajamento e direcionamento da igreja brasileira rumo a uma relação amorosa, respeitadora e frutífera entre os indígenas do Nordeste. 

Acesse: https://www.editoraesperanca.com.br/loja/lancamentos/indigenas-no-nordeste


AÇO QUE SALVA – Vida E Obra Do Dr. Estêvão Foster (Descoberta)

Por mais de onze décadas, cobrindo o século mais turbulento da África, diversas gerações da família Foster desempenharam um papel de linha de frente na obra médica e missionária nos países de língua inglesa e portuguesa no centro e sul da África. Contada contra o pano de fundo dos levantes políticos durante os anos que levaram ao fim do domínio colonial, e dos conflitos tribais o lhe seguiram, esta história não é uma narrativa tediosa – nela tem de tudo! Esta é a biografia de uma família que se integrou plenamente aos corações, mentes, aspirações e temores das comunidades que adotaram.
Sua história é contada com risos e lágrimas enquanto compartilham suas esperanças e desapontamentos, sucessos e fracassos, riscos e recompensas, nascimentos e falecimentos e, principalmente, coragem diante de batalhas terríveis, bandidagem, enfermidades, martírio, um massacre e mil crises que dariam a muitos de nós vontade de desistir. É uma história sincera, não sensacionalista. Esta família ama a África e Jesus Cristo. Ela traz diagnóstico e remédio não apenas para o corpo, mas também para alma e espírito.
Incontáveis pessoas se beneficiaram das habilidades médicas e materiais que eles trouxeram, e muitos se beneficiaram de modo mais profundo, mais rico e mais satisfatório por serem apresentados a um relacionamento pessoal com Deus através de Jesus Cristo. Esta história não evita as situações que foram forçados a enfrentar equilibrando-se entre duas culturas, a africana e a ocidental, ou que surgem quando membros de uma família bem conhecida por uma coisa optam por alternativas próprias. Deus escreve sua história por meio de pessoas comuns, e quando ele o faz, elas se tornam extraordinárias. Deus é o “extra” que gera o “extraordinário”. Assim tem sido, e é, a extraordinária família Foster.

Acesse: https://editoradescoberta.com.br/product/aco-que-salva-vida-e-obra-do-dr-estevao-foster/



IGREJA & CUIDADO INTEGRAL DO MISSIONÁRIOS - Autora: Luciane Cristina Gomes (Descoberta)

O livro partiu da ideia de que, se o missionário, principalmente o transcultural, for visto como uma pessoa normal e não como alguém especial e mais espiritual que os demais membros da Igreja, existirá a percepção que ele precisa de cuidados como qualquer cristão. Se a Igreja se envolver mais com missões, perceberá a alegria de participar de cada etapa da obra e fará isto com satisfação, sentindo-se parte de algo grandioso que é levar o Evangelho até os confins da terra. O manual apresentado ao final do livro serve de orientação para a igreja local, no que concerne às práticas no cuidado ao missionário, oferecendo alguns princípios e modelos para o cultivo de uma atitude permanente e generosa de contribuição, seja financeira ou logística, além da intercessão pela obra missionária.

Acesse: https://editoradescoberta.com.br/product/igreja-cuidado-integral-do-missionarios/


A FORÇA PENTECOSTAL EM MISSÕES – Autor: Paul A. Pomerville (CPAD)

Nesta obra, Paul Pomerville investiga o incrível crescimento do pentecostalismo, o analisa desde suas origens históricas até o fenômeno mundial que é hoje e traz importantes apontamentos sobre a diferença de visão entre os pentecostais engajados na obra missionária e o restante do cristianismo. Pomerville conclama as missões ocidentais contemporâneas a sanar essa diferença concentrando-se nas três Pessoas da divindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Acesse: https://www.cpad.com.br/a-forca-pentecostal-em-missoes-346110/p


MISSÃO URBANA – Autores: Estevan Kirschner, Bernardo Cho et al. (Mundo Cristão)

Missão urbana encapsula a razão de ser do Seminário Teológico Servo de Cristo, localizado na cidade de São Paulo e que celebra trinta anos de existência. Seus autores, professores do seminário, dialogam com o leitor transitando pelas principais questões que desafiam a igreja em sua atuação nos grandes centros. Longe de ser uma tarefa recente, a "missão urbana" nasce nos primórdios do cristianismo com o propósito de alcançar cidades como Jerusalém, Antioquia, Tessalônica e Corinto. O tempo passou, mas a missão continua, ainda mais intrigante e urgente.

Como proclamar as boas-novas de Jesus Cristo em um ambiente caótico, violento, desagregador e gerador de tantas más notícias? Em abordagem multidisciplinar, usando ferramentas de exegese, teologia bíblica, sistemática e prática, os autores apresentam ensaios que exortam o leitor para uma das mais complexas e não menos estimulantes tarefas da igreja: ser sal e luz em meio ao concreto das cidades.

Acesse: https://www.mundocristao.com.br/missao-urbana/p


EU SOU N – Relatos de cristãos que enfrentam o extremismo islâmico. A Voz dos Mártires (org.) (Mundo Cristão)

Eu sou n reúne episódios reais que aconteceram com cristãos — da Nigéria à Malásia e ao Paquistão — entre os anos 2001 e 2015. Emocionantes e inspiradores, tais registros são verdadeiros exemplos de fidelidade diante da perseguição e uma fonte de encorajamento para a vida de fé. Um ponto importante é que o livro não tem a intenção de incentivar qualquer tipo de ódio em relação a determinados grupos religiosos. Pelo contrário, traz uma mensagem de esperança, no anseio de que haja paz e que todo ser humano tenha a oportunidade de conhecer e se entregar a Jesus Cristo.

Acesse: https://www.mundocristao.com.br/eu-sou-n/p


IGREJA E CIDADE – VOCAÇÃO E MISSÃO – Autores: Leandro Silva / Marcos Mendes / Renildo Diniz / Valtenci Oliveira / Howard A. Snyder / Jorge Henrique Barro / Mac Pier (Ultimato)

Igreja e Cidade – Vocação e Missão tem como tema central a relação entre a igreja e a cidade, e aponta para a vocação de cada um de nós em amor e serviço ao próximo, em ação e oração, transformando a realidade das comunidades urbanas.

A sua cidade define o perfil de missão da sua igreja?

Bem, todos conhecemos o texto clássico de Jeremias: Procurai a paz da cidade... e orai por ela ao SENHOR; porque na sua paz vós tereis paz (Jr 29.7). E, é bom lembrar que estamos quase todos nas cidades. No Brasil, 85% da população é urbana. E, não apenas a questão ambiental, mas também as relações de trabalho, as questões sociais, a justiça, a liberdade religiosa, a presença cristã no espaço público, enfim, o testemunho da igreja, são razões suficientes para pensar novamente sobre a complexa relação igreja-cidade-missão.

É sobre isso que trata Igreja e Cidade: Vocação e Missão. Organizado pela Missão ALEF, o livro reúne nomes como Howard A. Snyder, Jorge Henrique Barro, Mac Pier, além dos organizadores da obra e membros da Missão.

Acesse: https://www.ultimato.com.br/loja/produtos/igreja-e-cidade-vocacao-e-missao


HERÓIS CRISTÃOS - 9. ISOBEL KUHN: NO TOPO DO MUNDO. Autores: Janet Benge e Geoff Benge (Shedd)

A série Heróis cristãos: ontem & hoje registra as histórias marcantes, desafiadoras, comoventes e impactantes de homens e mulheres comuns que confiaram em Deus e realizaram proezas extraordinárias para o seu Reino e glória! Por quê ler mais uma biografia? Como afirmou o Dr. Russell P. Shedd: "Elas podem transformar vidas.” E as biografias foram os livros que mais influenciaram sua vida.

Acesse: https://sheddpublicacoes.com.br/vida-crista/557-herois-cristaos-9-isobel-kuhn.html


MISSÕES, QUEM SE IMPORTA? Autor: João Quadra da Costa (Aleluia)

"O desafio de evangelização e plantio de igrejas entre os indígenas brasileiros ainda tem sido urgente, mas meu coração se enche de esperança em ver iniciativas que despertam a vocação missionária nas igrejas. Espero que a leitura desse livro encha seu coração de expectativa do agir de Deus entre os não alcançados no mundo."
Iraquitan Carvalho - WEC Brasil & JUVEP
Coordenador da Aliança Evangélica Pró Indígenas do Nordeste

Quem somos em Cristo (nossa identidade) e o que fazemos por Cristo (nossa missão) fundamentam nossa caminhada de fé. A igreja que guarda a sua fé, mas não a proclama, perde a sua essência. Aquela que proclama a fé, mas não a guarda, perde a sua missão. Este precioso livro irá despertar o seu coração, instruir a sua mente e animar as suas mãos para o trabalho. Que Deus em tudo seja engrandecido!
Ronaldo Lidório

Acesse: https://www.loja.editoraaleluia.com.br/livros/missoes-quem-se-importa--p


IDE: EXPERIENCIAS DE UMA FAMÍLIA MISSIONARIA NA ÁFRICA. Autor: Osnei Walter da Cruz (MCM Povos)

Relatos de experiências vividas por uma família brasileira que deixou tudo para divulgar o evangelho na África. Vinte anos de Missões!

Acesse: https://mcmloja.com/produto/combo-acao-da-cruz-2/


PREGUE MISSÕES: Um manual para exposição do Novo Testamento. Autor: Kevin Bradford

Missões é um dos grandes temas da Bíblia.
Boas mensagens missionárias não precisam depender apenas de histórias do campo. Todo pastor, missionário e professor da Bíblia pode pregar mensagens poderosas aproveitando as ferramentas disponíveis em Pregue Missões.
Este manual ajudará o líder cristão que espera:
•Ensinar fielmente a partir de passagens bíblicas relevantes;
•Comunicar-se claramente e de forma organizada;
•Expor textos profundamente com detalhes de fundo ricos;
•Motivar e encorajar outros com exemplos históricos de obediência honrada por Deus.
Dr. Kevin Bradford investiu mais de vinte anos no Brasil ensinando sobre missões e encorajando os cristãos a dedicar suas vidas a servir o Senhor. Ele não é apenas um hábil expositor da Bíblia, mas também um mobilizador apaixonado por missões. Pregue Missões ajuda outros líderes a servir a Deus da mesma forma.

Acesse: https://www.amazon.com.br/Pregue-Miss%C3%B5es-manual-exposi%C3%A7%C3%A3o-Testamento-ebook/dp/B0929J69CB/ref=sr_1_1?dchild=1&qid=1619543572&refinements=p_27%3AKevin+Bradford&s=digital-text&sr=1-1


SEGURE A CORDA: A importância da igreja local em Missões. Autor: Carlos Eduardo Sousa.

William Carey (1761-1834), britânico, considerado o pai das missões modernas, certa vez disse, quando estava se preparando para anunciar Cristo aos povos indianos: “A Índia é uma mina de ouro. Eu vou descer e cavar, mas vocês devem segurar as cordas”. Esta frase ficou mundialmente famosa quando nos referimos às Missões globais.

Ela reflete a importância do papel de cada membro, no desenvolvimento e no sucesso do trabalho missionário. Se alguém se dispõe a descer e cavar em busca daquilo que é precioso para Cristo, há outros que devem estar segurando a corda e, desta forma garantindo a segurança e o sustento daquele que está a cavar. Pode parecer muito simples esta analogia, mas o certo é que há muitas vidas que perecem porque alguém deixou de fazer sua parte. Geralmente, é a igreja local que se torna negligente em seu papel na obra missionária, muitas vezes é quem envia que deixa de segurar a corda.

Este livro o levará a refletir que há uma ordem dada por Cristo de fazê-lo conhecido em todo o mundo, e que a tarefa ainda não acabou. O chamado é para todo cristão e cada igreja local. Se Cristo nos mandou, porque então não nos empenhamos em cumprir a sua ordem? Por que delegamos esta tarefa a poucos irmãos e às agências missionárias?

A ordem não foi alterada e precisamos despertar para o bom desempenho do papel da igreja local para o alcance global pelo evangelho. Se cada igreja local e seus pastores assumirem seus papéis missionários no mundo, certamente faremos discípulos de todas as nações.

Acesse: https://www.amazon.com.br/Segure-Corda-import%C3%A2ncia-igreja-miss%C3%B5es/dp/6559260070/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&dchild=1&keywords=segure+corda&qid=1619755871&sr=8-1 



MACHAMBA - Frutos do campo missionário. Autora: Riselda de Oliveira (Ed. Atuação Voluntária). No livro, que na verdade é uma segunda edição com alguns acréscimos, a missionária brasileira Riselda de Oliveira nos presenteia com o testemunho de sua vida comprometida com a obra missionária de Jesus Cristo. Desde seu início em lar cristão, as diversas confirmações do seu chamado, passando por seu preparo em estudos e servindo nas diversas congregações pelas quais passou, tanto no Nordeste quanto no Norte do Brasil (Roraima); seu trabalho entre indígenas brasileiros e por fim sua dedicação ao povo moçambicano, a quem vem servindo ao longo de mais de duas décadas.

Testemunhos de resiliência e fé, milagres e curas, a luta contra o preconceito – ainda hoje infelizmente existente – em relação a missionárias solteiras, e a prestação de contas das muitas almas resgatadas, treinadas e capacitadas teologicamente e enviadas em território moçambicano.

Ao adquirir o livro, você estará ajudando a obra missionária em Moçambique.

Para adquirir, entre em contato com pelos seguintes e-mails:   cemih_99@yahoo.com  (Miss. Riselda)   ou   izafricamz@gmail.com (Francis Lubrino). Pode ainda entrar em contato pelos números (Whatsapp) 81 3338-2246 ou 81 8773-4777 (falar com Rizélia). 



EXTREMA DEVOÇÃO (A Voz dos Mártires) - O livro é um devocional que conta 365 relatos verdadeiros (antigos e atuais) de homens e mulheres que se entregaram completamente para Cristo.

O livro estará disponível na livraria virtual da missão A Voz dos Mártires a partir do dia 08 de maio. Embora possuam representação no Brasil, a loja virtual opera a partir de Portugal. Acesse: https://www.vozdosmartires.com/loja-voz-dos-martires/


CASO VOCÊ TENHA CONHECIMENTO OU SEJA AUTOR DE LIVRO MISSIOLÓGICO LANÇADO ENTRE 2020 E 2021, E ACREDITA QUE ELE PODERIA ESTAR NESTA LISTA, ESCREVA PARA MEU E-MAIL E ENVIE AS INFORMAÇÕES:  sreachers@gmail.com

E caso queira ter seu o livro (missiológico) resenhado aqui no blog, nos escreva também, para disponibilizarmos o endereço para o envio do livro. Após a leitura, o mesmo será encaminhado para alguma escola de formação missionária.


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